
sexta-feira, 1 de janeiro de 2016
Governo propõe aumento salarial de 27,9% para militares em quatro anos

terça-feira, 12 de maio de 2015
Servidores do Estado preparam mobilizações diante da negativa de aumento salarial
Nos próximos dias vão ser marcadas algumas assembleias com todos os órgãos, empresas e autarquias que compõem a base sindical do Sinai.
domingo, 28 de dezembro de 2014
Deputados estaduais terão 14,8% de aumento salarial
O incremento de 14,8% nos provimentos dos legisladores potiguares representa um impacto mensal de R$ 3.265 mil ao mês e de cerca de R$ 40 mil, ao ano, por parlamentar. Ao todo, são R$ 940.320,00 a mais, ao ano, somente com os salários.
O acréscimo será implantado a partir de fevereiro de 2015. E, de acordo com o projeto de lei, as despesas decorrentes serão arcadas por dotações do Orçamento Geral do Estado.
Durante a votação do OGE 2015, a Assembleia garantiu a maior fatia do remanejamento. Da mensagem originária do Governo do Estado para o OGE 2015, foram remanejados R$ 114 milhões, dos quais R$ 65 milhões para os Poderes Legislativo e Judiciário. Deste total, a Assembleia ficou com R$ 30 milhões do montante, o correspondente a 11%.
A lei aprovada que eleva em mais de R$ 3 mil os provimentos dos deputados (hoje de R$ 22.035,00) segue o proporcional previsto na Constituição Federal, que prevê que o subsídio dos deputados estaduais será fixado em no máximo 75% do que recebe, em espécie, os federais. Na semana passada, o Congresso aprovou o aumento de 26% levando a remuneração dos deputados federais para R$ 33,7 mil.
Cada deputado possui ainda outros benefícios como: verba indenizatória, de acordo com estudo da Confederação Nacional dos Municípios, divulgado ontem (26).
Segundo a pesquisa da entidade, em todas as 27 Assembleias Legislativas do país, o subsídio dos deputados está no teto, e as novas leis que fixam o novo valor já foi aprovado e ou está em processo de aprovação, como efeito cascata no Legislativo de Estados e Municípios a partir do reajuste salarial do Congresso Nacional. E poderá chegar ainda às Câmaras de Vereadores.
Isto porque, a Constituição Federal estabelece que os subsídios dos vereadores devem ser reajustados na mesma proporção em relação ao dos deputados estaduais – 75%. Contudo, os vencimentos sofrem variação de acordo com o tamanho da população do Município. A TRIBUNA DO NORTE não conseguiu confirmar, na tarde de ontem, se os aumentos já chegaram à Câmara Municipal do Natal.
Em poucos Municípios, principalmente capitais e grandes cidades, segundo estudo da CNM, as leis orgânicas preveem que o aumento do subsídio do deputado federal é automaticamente repassado aos vereadores. Na maioria dos casos o impacto só ocorrerá no mandato seguinte, ou seja, só em 2017.
A CNM calcula que, caso todos os prefeitos e agentes políticos do Brasil majorassem os subsídios nos mesmos percentuais aplicados agora, acrescenta ele, o gasto excedente seria de R$ 1,59 bilhões.
TN
quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
Em meio à crise financeira, governador, vice e secretários têm reajuste de 90% do salário
Câmara dos Deputados aprova reajustes de salário para os três poderes
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
Líderes da Câmara entram em acordo para aprovar aumento de R$ 26,7 mil para R$ 33,8 mil
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
Deputados federais e senadores já preparam aumento de seus salários
Fonte: Zero Hora
quinta-feira, 20 de março de 2014
Deputados aprovam revisão no plano de cargos da Educação
Com a alteração proposta pelo governo, o professor ou especialista vai avançar no nível, sem alteração da letra, conquistando um benefício no salário superior ao que recebe hoje ao se qualificar. O projeto também revisa alguns trechos do Plano de Cargos do Magistério, como os que dizem respeito à jornada de trabalho, oficializando o que já está sendo praticado pela Secretaria de Estado da Educação, de acordo com a Lei Nacional do Piso.
Com isso, a jornada estadual anterior, com 24 horas semanais para exercício em sala de aula e 6 horas para planejamento, será alterada oficialmente para 20 horas em sala e 10 horas para planejamento. O Estado já cumpre essa organização na jornada do professor desde o ano passado, em acordo com a lei federal, mas a atualização do texto da lei estadual também é necessária e será feita.
O deputado Fernando Mineiro (PT) afirmou que a mensagem é um dos itens mais importantes entre as reivindicações que estavam sendo feitas pela categoria e para a correção dos desvios da carreira de professor. “Essa é a nossa contribuição para que a greve termine”, disse.
ALRN
sábado, 17 de agosto de 2013
Delegados do RN decidem pelo “estado de greve”
Os delegados lutam pela nomeação imediata dos concursados , por melhores condições de trabalho e por soluções para os cortes feitos no orçamento da polícia civil que hoje colocam em risco a continuidade da prestação de serviço. A Polícia Civil do RN convive hoje com o atraso de pagamento de fornecedores de materiais essenciais e dos aluguéis dos prédios onde funcionam as delegacias.
Durante assembleia , os delegados voltaram a contestar os números apresentados pelo secretário Obery Rodrigues no que diz respeito aos investimentos na polícia civil do RN.
panorama político
sexta-feira, 10 de maio de 2013
RN paga os piores salários para professores em todo Brasil
O jornal Tribuna de Notícias destacou a triste condição em que o RN se encontra quando o assunto é salário dos professores:
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Governo envia ao Congresso proposta de destinar 100% dos royalties para educação
terça-feira, 9 de abril de 2013
Por decisão do desembargador Cláudio Santos, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN), o Governo do Estado terá que pagar quatro horas adicionais, por semana, a cada professor da rede pública de ensino.
Por decisão do desembargador Cláudio Santos (foto), do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN), o Governo do Estado terá que pagar quatro horas adicionais, por semana, a cada professor da rede pública de ensino. Tomando como base o valor da hora atividade paga aos professores atualmente, a resolução jurídica vai gerar um impacto de R$ 4,6 milhões, por mês, na folha de pagamento de pessoal da secretaria de Estado da Educação e da Cultura (SEEC). O Governo ainda não foi intimado, mas já avisou que irá recorrer da decisão.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Amanda diz que aumento salarial é uma “traição” de Carlos Eduardo a população
A decisão do prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT) em sancionar o aumento do seu próprio salário, da vice-prefeita Wilma de Faria, dos vereadores e secretários municipais ainda repercute. A vereadora Amanda Gurgel (PSTU), uma das maiores oposicionistas do projeto, disse que o ato do pedetista foi uma “traição à população” e reafirmou sua disposição em combater o acréscimo dos vencimentos.
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Prefeito de Natal Carlos Eduardo define prioridades para recursos financeiros: aumento de salários fica para julho
O prefeito de Natal, Carlos Eduardo, definiu as prioridades de gasto do município. No decreto número 9.880/2013, o gestor estabeleceu que o pagamento de pessoal e os encargos sociais serão a prioridade para a gestão este ano. O documento, publicado no último sábado, traz também o serviço de dívida pública e o Fundo de Desenvolvimento do Ensino Básico como atenção especial.
No decreto, são citados como prioridade a conservação do patrimônio público, sentenças judiciais e os débitos decorrentes de mandamento legal ou constitucional. O prefeito também definiu que o cronograma de desembolso do plano de trabalho integrante de convênio, contrato ou acordo não pode ultrapassar os limites do próprio cronograma mensal de desembolso.
sexta-feira, 9 de março de 2012
No seu dia, mulheres brasileiras recebem notícia nada agradável: segundo o IBGE, ainda ganham 72,3% menos que os homens.
As mulheres brasileiras continuam ganhando menos que os homens, e essa diferença salarial não diminuiu no Brasil nos últimos três anos. É o que aponta a pesquisa Mulher no Mercado de Trabalho: Perguntas e Respostas, divulgada nesta quinta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em homenagem ao Dia Internacional da Mulher.
De acordo com o levantamento, as mulheres receberam, em média, 72,3% do salário dos homens no ano passado. Essa proporção, de acordo com o IBGE, se mantém inalterada desde 2009.
O levantamento demonstrou ainda que a jornada de trabalho das mulheres é inferior à dos homens. No ano passado, as mulheres trabalharam, em média, 39,2 horas semanais, contra 43,4 horas dos homens, uma diferença de 4,2 horas. Mas, de acordo com o estudo, 4,8% das mulheres ocupadas em 2011 gostariam de aumentar a carga horária semanal.
O estudo também identificou maioria feminina na administração pública (22,6% contra 10,5% de homens) em 2011. Já nos serviços domésticos, a população feminina ocupada está diminuindo. Passou de 7,6% em 2003 para 6,9% em 2011. No entanto, a mão de obra das mulheres ainda é predominante neste setor (94,8%), percentual idêntico ao registrado em 2003.
As atividades que mais absorveram mão de obra feminina em relação a 2003 foram o comércio, em que a participação das mulheres cresceu de 38,2% para 42,6%, e os serviços prestados às empresas, com aumento de 37,3% para 42,0%. Nos serviços domésticos, ainda predomina a mão de obra feminina (94,8%), com porcentual idêntico ao registrado em 2003.
O estudo apontou também um aumento da participação feminina no mercado formal, em comparação com 2003, quando a proporção de homens com carteira assinada no setor privado era de 62,3%, enquanto a das mulheres era de 37,7%, uma diferença de 24,7 pontos porcentuais.
No ano passado, o mercado formal comportou 59,6% de homens e de 40,4% de mulheres, uma redução de 19,1 pontos porcentuais em comparação com 2003.
O estudo apontou, no entanto, que o maior crescimento da participação feminina foi observado no emprego sem carteira assinada no setor privado. Em 2003, as mulheres participavam com 36,5%. Em 2011 essa participação subiu para 40,5%.
No ano passado, as mulheres somaram 53,7% da população brasileira com 10 anos ou mais (idade ativa). Elas ainda ficaram em menor número do que os homens na população ocupada (45,4%). Em relação a 2003, houve crescimento de 2,4 pontos percentuais na população ocupada feminina.
O estudo apontou também avanço em relação a questão racial. Entre as mulheres pretas e pardas, a taxa de desocupação caiu de 18,2% em 2003 para 9,1% em 2011. Entre as brancas, o indicador teve redução de 13,1% em 2003 para 6,1% no ano passado.
Da Agência Brasil
quinta-feira, 1 de março de 2012
Secretário de Educação Walter Fonseca vê motivação política em possível greve dos professores de Natal
Durante a entrevista coletiva, o titular da SME afirmou que não havia como a Prefeitura pagar o reajuste de 10% em parcela única porque, caso fosse feito, o município "poderia quebrar" e a Lei de Responsabilidade Fiscal seria desrespeitada. O secretário julgou a proposta de 10% como a melhor na realidade atual e disse que, por haver eleições municipais neste ano e eleição interna no próprio Sindicato dos Trabalhadores da Educação (Sinte), a paralisação estaria sendo motivada por interesses políticos contra a administração municipal.
Fonte: TN
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Prefeita Micarla convoca coletiva para anunciar como pagará o novo mínimo aos servidores

Na entrevista coletiva a prefeita também deverá mostrar o impacto financeiro do novo salário mínimo na folha de pagamento.
Deu em Ana Ruth
domingo, 22 de janeiro de 2012
Reajuste de 14,13% no salário mínimo e de 22% no piso nacional dos professores preocupa prefeito Jaime Calado
Segundo o prefeito de São Gonçalo do Amarante, o sufoco financeiro dos municípios brasileiros, não sendo diferente no Rio Grande do Norte, ao se somar os dois reajustes e mais o fantasma da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), os balanços orçamentários deverão fechar causando impáctos sobre as folhas de pagamento do funcionalismo público.
"Os prefeitos são a favor de um salário mínimo generoso porque ajuda a economia, o país e a todos, mas um aumento de 14% quando a inflação foi de 6,5% preocupa muito os prefeitos", ponderou Jaime. Ele ressaltou ainda que a geração atual, que na sua opinião já está sacrificada por causa da crise financeira internacional encontrou os municípios (fomentadores de políticas locais) com a principal renda - no caso o Fundo de Participação dos Municípios - FPM - em uma situação caótica. "Houve uma queda [do FPM] em 2009, outra em 2010 e uma certa recuperação em 2011, que não foi suficiente", completou ele.
Os maiores problemas nos cálculos das Prefeituras, segundo a Confederação Nacional dos Municípios (CNM), deverão ocorrer no Nordeste, Norte, Centro-Oeste e parte de Minas Gerais, em cidades pequenas, onde a maioria dos servidores ganha o mínimo. "O aumento real do salário, desde o início do governo Lula (2003), já impactou as contas dos municípios em R$ 13,651 bilhões", disse em entrevista no início do mês o presidente da CMN, Paulo Ziulkoski. "Só no ano passado, foi R$ 1,3 bilhão mais, e em 2010, 1,7 bilhão", emendou ele.
A CNM está finalizando os cálculos para determinar com mais precisão o tamanho do rombo. Por causa do aumento do salário do ano passado, 650 cidades estouraram os limites de gastos com pessoal da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Ainda não há cálculos exatos para o que acontecerá este ano, depois que o mínimo, a partir de 1.º de janeiro de 2012, subiu de R$ 545 para R$ 622, mas o impacto não deve ser menor. Esse cenário tem chamado a atenção da Femurn, que já fala em mobilização. "Precisamos de alguma compensação porque caso contrário, além dos problemas financeiros habituais os prefeitos terão complicação com a LRF porque será inevitável o aumento do limite prudencial com a folha em crescimento e a arrecadação não correspondendo", opinou Jaime Calado.
A lei determina que os gastos do Poder Executivo Municipal com funcionalismo não podem ultrapassar 54% do total. A situação das Prefeituras na região Nordeste é considerava a mais grave. No Ceará, por exemplo, a média era de 36% dos funcionários ganhando o salário mínimo. No interior, chega a 60%. A estimativa da CNM é de que haja no País atualmente 5,380 milhões de servidores municipais. Só o aumento do salário mínimo expandirá a despesa de pessoal das prefeituras brasileiras em aproximadamente R$ 2,8 bilhões anuais.
Piso nacional dos professores tem reajuste
O prefeito Jaime Calado lembrou também que o reajuste do piso nacional dos professores é mais um fator motivo de preocupação porque também ampliará o número de cidades em dificuldades com a LRF em 2012. A estimativa da CNM é que a chaga atinja mais de 1 mil Prefeituras em todo o Brasil. O valor, que até o ano passado era de R$ 1.187,97 para 40 horas semanais de trabalho passa a ser de aproximadamente R$ 1.450, um aumento real de 22%. Os percentuais das folhas estão crescendo muito além do que a LRF permite, independente da vontade do prefeito. Além disso, nessa situação a capacidade de investimento, que é tão necessária, fica praticamente inexistente", alertou Jaime Calado.
Ele disse acreditar que o cenário aponta para uma extrapolação em massa o limite prudencial que já vem sendo difícil de manter principalmente nos municípios menores. "Os maiores tem outras fontes que eventualmente podem compensar, mas os pequenos ficam assim quase em um beco sem saída", observou o vice-presidente da Femurn. O reajuste do piso salarial dos professores seguiu a variação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). O impacto no Brasil será de cerca de R$ 5 bilhões. "E este é um ano de fim de mandato. Não pode deixar restos a pagar", lembrou.
Outro problema apontado pelos representantes dos municípios é que a legislação obriga que um terço do tempo dos professores seja dedicado a atividades extraclasse, como, por exemplo, preparação de aulas. Isso, automaticamente, aumenta a necessidade de contratação de professores na mesma proporção, o que só nos municípios geraria um déficit de 300 mil profissionais.
Fonte: TN
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Haddad deverá confirmar reajuste de 22% para piso de professores
Com o reajuste, o valor passa de R$ 1.187,00 para R$ 1.450,75. Com o anúncio, Haddad se desvencilha do último impasse enquanto ministro. Ele renunciará para concorrer à Prefeitura de São Paulo.
O valor ficou bem acima dos 5% de reajuste que foram cogitados ao fim dos trabalhos legislativos do ano passado. Na ocasião, recurso interposto pela deputada Fátima Bezerra, da Comissão de Educação e Cultura, impediu a manobra.
"Há uma pressão de governadores e prefeitos contra o percentual de reajuste de 22,22%, razão pela qual a categoria deve manter-se mobilizada para fazer valer esse direito", defendeu a parlamentar.
Haddad disse ao presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, Roberto Leão, durante audiência nesta quinta-feira (12), que a correção do valor do piso salarial profissional do magistério seguirá a lógica da Lei 11.738, que regulamenta o assunto.
RN
No Rio Grande do Norte, o anúncio do reajuste chega em boa hora para os educadores potiguares, pois em entrevista recente a uma rádio local, a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) afirmou que cumprirá todos os reajustes determinados por lei e que instituam majoração salarial para a classe de professores.
A governadora se disse conhecedora da luta pela implantação do piso e que não descumpriria um direito reivindicado há tempos pela categoria.
Fonte: nominuto.com
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Pré-candidato a prefeito de São Paulo, Haddad luta pelo piso nacional dos professores para o valor de R$ 1.450 reais.
Sob pressão de governadores e prefeitos, o Ministério da Educação (MEC) ainda não anunciou o novo valor do piso salarial nacional dos professores da rede pública, que entra em vigor neste mês.
Estados e municípios brasileiros resistem
O reajuste enfrenta forte resistência de estados e municípios, que são contrários ao aumento de 22% previsto em lei e que elevará o piso nacional para R$ 1.450 mensais.
Segundo o Globo, às vésperas de deixar o MEC para disputar a prefeitura de São Paulo, o ministro Fernando Haddad reuniu-se nesta segunda-feira com a presidente Dilma Rousseff em busca de uma saída.
O encontro no Planalto durou cerca de três horas e terminou sem anúncio oficial. Mas quem acompanhou a reunião diz que tudo caminha para que a atual fórmula de reajuste seja seguida, o que significará um aumento de 22%. Neste caso, o índice deverá ser anunciado nos próximos dias por Haddad. Ele deverá deixar o governo na segunda quinzena de janeiro














