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sexta-feira, 8 de julho de 2016

IBGE indica crescimento de 1,02% no custo da construção civil em junho

Com a alta, o indicador fechou os últimos 12 meses (a taxa anualizada) em 6,99%, resultado superior aos 6,68% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores


Por Agência Brasil
O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) fechou o mês de junho com alta de 1,02%, resultado 0,19 ponto percentual superior aos 0,83% relativos aos números de maio. Em junho do ano passado o índice havia subido 0,73%.
Os dados foram divulgados hoje (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com a alta, o indicador fechou os últimos 12 meses (a taxa anualizada) em 6,99%, resultado superior aos 6,68% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores.
Por causa da alta, de maio para junho o custo nacional do metro quadrado passou de R$ 997,60 para R$ 1.007,75. Deste total, R$ 528,55 dizem respeito a materiais e R$ 479,20 à mão de obra.
A parcela dos materiais apresentou variação de 0,16%, ficando com resultado próximo da taxa de maio (0,17%). Já a parcela da mão de obra registrou variação de 1,97%, subindo 0,39 ponto percentual em relação ao mês anterior (1,58%).
A região Sudeste foi a que apresentou a maior alta nos custos da construção civil em junho ao variar 1,54%, resultado 0,52 ponto percentual acima do custo nacional. Na sequência, a região Sul (1,01%0), Nordeste (0,82%), Norte (0,33) e Centro-Oeste (0,09%).
Na análise por estados, a pesquisa indica que a pressão exercida pelo reajuste salarial do acordo coletivo fez com que o Rio de Janeiro apresentasse, em junho, a maior variação mensal (5,21%), seguido pelos estados de Alagoas (3,73%), Acre (3,53%), Ceará (3,50%) e Santa Catarina (3,21%), também sob impacto de reajuste salarial.
Portal no Ar

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Construção Civil demitiu 500 funcionários por mês com carteiras assinadas no RN em 2015


carteira de trabalhoA Tribuna do Norte destaca que o setor da construção civil fechou, por mês, cerca de 500 postos de trabalho com carteira assinada no Rio Grande do Norte, de janeiro a setembro deste ano, segundo dados do Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego. Neste período, o número de admissões somou 22.505 enquanto os desligamentos chegaram a 26.925 empregos, um saldo negativo de -4.420 vagas em nove meses. O número poder ser ainda maior quando incluídos os empregos informais. Pela pesquisa PNAD Contínua, do IBGE – que diferente do Caged contabiliza as vagas formais e também as informais -, o estoque de empregos nos canteiros de obras passou de 102 mil, no primeiro trimestre deste ano, para 84 mil, no segundo.
A conjuntura de retração econômica somada a inexistência de lançamentos imobiliários e de grandes obras estruturantes – à exemplo do que foi visto até o início de 2014 – são apontadas como as principais causas para as sucessivas perdas. A crise da construção civil repercute em outros segmentos da indústria potiguar, alerta o economista e superintendente regional do IBGE no RN, Aldemir Freire, que atuam de forma integrada: como a ceramista (tijolos e telhas), de cimento e agregados (concreto).
Robson Pires

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Minha Casa, Minha Vida: Paralisação atinte 32 canteiros de obras da construção civil


minha_casaA crise se agravou de vez no setor da construção civil do Rio Grande do Norte, com a decisão das construtoras do “Minha Casa, Minha Vida” suspender o programa e iniciar a demissão de trabalhadores.A reação não foi das melhores. O Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil anunciou a paralisação de 32 canteiros de obras, como forma de protestar a ameaça da classe patronal de demitir 4,5 mil trabalhadores.
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que mostra o RN como o estado que mais fechou postos de trabalho no País, revela que a construção civil perdeu 41 mil vagas de empregos nos últimos 12 meses, o que corresponde a 28% ao número de vagas no setor.
As construtoras ainda esperam do Governo Federal uma posição sobre a dívida do “Minha Casa, Minha Vida”. O Ministério das Cidades prometeu liberar R$ 7 milhões de uma dívida de R$ 28 milhões. Os construtores não aceitaram. Nesta sexta-feira (8) os trabalhadores realizam ato público em defesa do emprego e contra a falta de iniciativa do governo para solucionar o problema de caixa do Programa Minha Casa, Minha Vida.
De Fato