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sábado, 8 de abril de 2017

Cooperativa dos Médicos do RN paralisa atividades indefinidamente nesta segunda

Walfredo Gurgel será um dos hospitais afetados pela paralisação

Serviços como Samu Metropolitano, UTI do Walfredo Gurgel e assistência materno-infantil serão paralisados pela categoria, que cobra melhores condições de trabalho e salários

A Cooperativa dos Médicos do Rio Grande do Norte paralisará suas atividades por tempo indeterminado a partir das 7h desta segunda-feira 10. De acordo com nota divulgada pela categoria, as motivações da parada seriam falta de condições de trabalho e de pagamento dos honorários do pessoal. Apesar de admitir que a classe médica vê a suspensão dos serviços com “bastante preocupação”, a cooperativa promete seguir em frente. Confira abaixo a nota na íntegra lançada pela Coopmed-RN.
“A Cooperativa Médica do Rio Grande do Norte – Coopmed-RN – vem, com extrema preocupação, informar à população do nosso estado que, a partir do dia 10 de abril de 2017, às 7h, paralisará por tempo indeterminado os serviços, tais como, Samu Metropolitano, Terapia Intensiva (UTI Walfredo Gurgel) e assistência materno-infantil (Hospital de São José do Mipibu; Santa Catarina e Macaíba), além de serviços  de pediatria do Walfredo Gurgel.
Todos os serviços de saúde são importantes, mas destacamos aqui a grande preocupação da descontinuidade dos serviços do Samu que contempla atendimento para todos os cidadãos do nosso estado. Infelizmente, os motivos que levaram a esta preocupante situação são a frequente falta de condições de trabalho e o reiterado inadimplemento do pagamento dos profissionais, que já somam 120 dias (quatro meses) sem o recebimento dos seus honorários. Esta cooperativa notificou formalmente e esteve em reunião na governadoria, onde o sr. Secretário Estadual de Saúde demonstrou-se bastante preocupado e sensível à causa e suas consequências, porém, nos informou que depende fundamentalmente do repasse dos recursos advindos da secretaria do Planejamento.
Este fato nos preocupa bastante, pois, frequentemente, a assistência à população do Rio Grande do Norte é interrompida nos mais diversos setores por insensibilidade e falta de priorização de repasse da secretaria de Planejamento. A Cooperativa e a classe médica enxergam a suspensão destes serviços com bastante preocupação,m o que nos faz solicitar ajuda às instituições competentes na busca da resolução deste problema com a máxima brevidade. Evitando, assim, maiores danos aos pacientes que já forem com uma saúde pública sucateada e não priorizada.
Atenciosamente,
A Diretoria”
Agora RN 

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Contra o impeachment, Sintro promete paralisar ônibus em Natal nesta terça

O transporte alternativo deverá ser a única opção dos trabalhadores e estudantes


Por Redação
Seguindo recomendação da Central única dos Trabalhadores (CUT), órgão ligado ao Partido dos Trabalhadores (PT), o Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários do RN (Sintro) está programando paralisação da circulação de ônibus nesta terça-feira, em Natal.
De acordo com a direção do sindicato, o motivo da paralisação é o processo de impeachment da presidente Dilma e a possibilidade de perda de direitos trabalhistas. Os motoristas devem fazer piquetes para impedir a saída dos ônibus por volta das 4h e a paralisação pode se estender pela manhã.
O transporte alternativo deverá ser a única opção dos trabalhadores e estudantes.

Portal no Ar

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Movimento plural e pacífico toma conta do ‘Dia Nacional de Lutas’ em Natal

Cerca de 10 mil manifestantes caminharam pela avenida Senador Salgado Filho. Policiamento teve reforço de 300 homens.

Servidores públicos municipais e estaduais, trabalhadores das áreas da saúde, educação, segurança, policiais civis, bancários e estudantes formaram um público de mais de 10 mil pessoas que foram às ruas em Natal na manhã de hoje, formalizando o ato unificado do Dia Nacional de Lutas. O movimento foi todo orquestrado pelas Centrais Sindicais do país. Entre os organizadores do ato estão a Força Sindical, Central Única dos Trabalhadores (CUT), a União Nacional dos Estudantes e o Movimento dos Sem Terra (MST).

A pauta nacional de reivindicações é extensa e tem a ver principalmente com as demandas trabalhistas. Entre elas, o fim do Fator Previdenciário, fim do projeto de lei que amplia a terceirização, valorização da aposentadoria, a redução da jornada de trabalho sem abatimento salarial, reforma agrária e o fim dos leilões de poços de petróleo. Além disso, em Natal, o protesto contou com a força dos membros da Revolta do Busão, que voltaram a questionar o poder público sobre as melhorias no sistema público de transporte.

“Esse ato de hoje é diferente dos protestos que aconteceram ao longo do mês de junho, que começaram nas redes sociais e foram liderados por um movimento em defesa da redução do preço das passagens de metrô, trens e ônibus. Hoje estamos trabalhando outros setores da sociedade, principalmente aqueles que envolvem a classe trabalhista, e que também precisam de mais atenção dos governos”, avaliou Santino Arruda, presidente do Sindicato dos Servidores da Administração Indireta do Rio Grande do Norte (Sinai/RN).

A concentração do movimento aconteceu no cruzamento das avenidas Bernardo Vieira com a Salgado Filho, área que foi totalmente interditada por volta das 10h da manhã. Os manifestantes cumpriram um trajeto que parou em frente ao Hospital Walfredo Gurgel, seguindo em direção à zona Sul, passando por toda a avenida Salgado Filho, BR-101 e seguindo na avenida Roberto Freire. Os manifestantes ainda ameaçaram interromper as obras do Arena das Dunas, mas mudaram o rumo do trajeto.

INÍCIO DOS PROTESTOS: Manifestantes interrompem tráfego no cruzamento da Bernardo Vieira com Salgado Filho


O protesto previsto para Natal teve início pontualmente às 9h desta quinta-feira (11). No ponto de encontro, o cruzamento das avenidas Bernardo Vieira e Salgado Filho, em Lagoa Nova, centenas de manifestantes iniciaram a interrupção do tráfego de veículos. Tudo, no entanto, ocorreu sem tumulto e com a fiscalização de membros da Semob. Não havia, no início da manifestação, policiais militares fardados.

A maior parte dos manifestantes é composta por membros de sindicatos, que estão com faixas e camisas das entidades que representam. Os membros do protesto estão nos quatro cantos do sindicato, mas ainda está sendo permitida a passagem de alguns carros que trafegam pelo local. 

Quanto ao transporte público, os ônibus estão circulando normalmente, assim como o comércio no Centro e Alecrim, apesar da pouca movimentação de clientes.

A expectativa é que o protesto siga em direção à Ponta Negra e termine até as 14h. 

TN

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Ônibus vão parar durante protesto em Natal nesta quinta-feira, 11 de julho de 2013




Os rodoviários decidiram que os ônibus vão parar de trafegar a partir das 8h30 de amanhã (11), em Natal, durante protesto marcado para as 9h, no cruzamento das avenidas Bernardo Vieira com Salgado Filho. A decisão ocorreu durante assembleia da categoria, que cobra, entre outros pontos, melhoria salarial, segurança e fim do fator previdenciário.

Para amanhã, os motoristas e cobradores agendaram a concentração às 6h30, em frente à sede da Petrobrás. Porém, os ônibus que começam a trafegar às 4h continuarão operando normalmente até as 8h30, quando terá início o ato nacional de diversas entidades sindicais.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Rodoviários (Sintro), a paralisação vai perdurar enquanto o protesto ocorrer. No entanto, está descartada a hipótese de que os rodoviários prossigam em manifestação ou promovam outro ato após o protesto intersindical já agendado.

Para amanhã, o protesto está marcado para começar em frente ao shopping Midway Mall, com paradas previstas para a Arena das Dunas, Governadoria e ato final em frente ao supermercado Favorito, na avenida Engenheiro Roberto Freire.

Entre os pedidos comuns a todas as entidades sindicais envolvidas no que foi batizado "Dia Nacional de Luta", estão redução da jornada de trabalho para 40h, sem redução dos salários; fim do fator previdenciário; 10% do PIB para a Educação; 10% do orçamento da União para a Saúde; transporte público de qualidade; valorização das aposentadorias; reforma agrária e suspensão dos leilões de petróleo.
TN

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Parada estadual de professores durante dois dias: SINTE/RN entra com impugnação de recurso feito pelo Estado para não pagar horas extras

Os professores estaduais estão parados nesta quinta e sexta-feira, 13 e 14 de junho de 2013 em protesto contra o governo do Estado.

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação entrou com pedido de impugnação contra o recuso impetrado pela Procuradoria Geral do Estado no Supremo Tribunal Federal. A PGE pede a suspensão da decisão do Tribunal de Justiça em que o Estado é obrigado a pagar horas extras aos professores.
No pedido de impugnação, o advogado Carlos Gondim, que representa o Sindicato, destacou “A frustração de milhares de professores terá um resultado extremamente negativo para a educação, pois como o estado do Ro Grande do Norte, não cumpre a lei, não cumpre a determinação da justiça, porque os professores vão continuar laborando numa jornada extrapolada sem remuneração?”
Além disso ressaltou a intempestividade da Reclamação Constitucional impetrada pelo Estado, já que não há mais prazo hábil para o referido recurso.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

100% dos impostos oriundos dos royalties do petróleo, metade dos impostos do pré-sal e 10% do PIB aplicados na educação, além da aprovação imediata do Plano Nacional de Educação levaram milhares de pessoas a Marcha em Defesa da Educação do RN


A Marcha em Defesa da Educação realizada nesta quarta-feira (24/04/2013) em Natal foi mais que uma caminhada. Uma multidão foi às ruas dá um recado aos governantes e cobrar que a educação seja tratada com respeito e como prioridade.

Profissionais da educação, estudantes, pais e a sociedade em geral foram as ruas  pedir  100% dos impostos oriundos dos royalties do petróleo, metade dos impostos do pré-sal e 10% do PIB aplicados na educação, além da aprovação imediata do Plano Nacional de Educação. Essas reivindicações são os pontos principais que levaram à Greve Nacional da Educação por três dias.
A mobilização foi para chamar a atenção do Congresso Nacional, do Ministério da Educação, do Governo do Estado, da Assembléia Legislativa, de prefeitos e vereadores para que a educação não seja tratada com indiferença.
O Rio Grande do Norte parou. Em todo estado a categoria participou de inúmeras atividades. Audiências públicas, palestras, atos públicos e manifestações culturais com a participação de diferentes setores sociais aconteceram em diversos municípios.
Os estudantes, através dos grêmios estudantis, deram às ruas o colorido e o vigor da juventude em luta. Levantar o pé do asfalto com palavras de ordem reafirmando a pauta de reivindicação e o apoio à luta realizada pelos professores estaduais e municipais.
A Parada Nacional terminou nesta quinta-feira (25).
Em algumas escolas as aulas só retornarão  na próxima segunda-feira, 29 de abril de 2013.