Mostrando postagens com marcador reivindicações. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador reivindicações. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 10 de maio de 2016

Ônibus voltam a circular após paralisação no início da manhã

Ônibus começam a circular (Foto: Alberto Leandro/Arquivo/Portal No Ar)

Primeiros ônibus começaram a circular por voltas das 9h10 desta terça-feira (10


Por Redação
Depois de um início de manhã tumultuado para quem utiliza o transporte público, os rodoviários retomaram as atividades em Natal. De acordo com a Secretaria de Mobilidade Urbana de Natal (STTU), os primeiros ônibus começaram a circular por voltas das 9h10 desta terça-feira (10).
Ainda segundo o órgão, em alerta através do @156natal, no Twitter, todas as empresas já estão com veículos nas ruas. A paralisação deixou as paradas de todas as cidades. Durante o período, ônibus fretados, táxis, alternativos e linha intermunicipais faziam o transporte.
De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários do RN (Sintro), o motivo da paralisação é o processo de impeachment contra a presidente Dilma e a possibilidade de perda dos direitos trabalhistas.
Portal no Ar

sábado, 25 de julho de 2015

Professores de Natal aprovam indicativo de greve

Os professores da rede municipal de educação de Natal aprovaram indicativo para uma greve, por tempo indeterminado, a partir do próximo dia 19 de agosto, diante da dificuldade de negociação com a Prefeitura de Natal. A decisão ocorreu em assembleia geral realizada  na manhã da última sexta-feira (24). Até a próxima reunião, a direção do Sinte/RN vai fazer encontros nas escolas da capital para explicar as razões da paralisação. 

Entre os pontos estão: o andamento da Campanha Salarial/Educacional 2015; as propostas de alteração nos planos de carreira dos professores do ensino fundamental e da educação infantil e a suspensão do pagamento da reposição salarial, além dos direitos não pagos pela Prefeitura. A categoria pede reajuste salarial de 5,01%.

De acordo com um dos coordenadores do Sinte/RN, professor José Teixeira, o Sindicato vai elaborar um calendário de reuniões. “Vamos tentar ir em todas as escolas e CMEIs, na perspectiva de que cheguemos ao dia 19 com essas atividades realizadas”, disse o sindicalista.

Teixeira afirmou ainda que os professores voltaram a relatar que a Secretaria Municipal de Educação vem tentando limitar a organização sindical da categoria. Através de alertas os diretores de algumas escolas estariam 'intimidando professores' a não participar do movimento, alegando estarem cumprindo ordens da Secretaria.

Segundo os professores, a Secretaria vem ameaçando descontar salários e cobrar a reposição de aulas, caso os profissionais suspendam suas atividades para participar das reuniões da categoria. “Em várias audiências tratamos desta questão com a secretária. Entretanto, ela nega que esteja intervindo e alega que apenas cobra o cumprimento dos 200 dias letivos ano”, afirma Fátima Cardoso, o coordenador geral do Sinte/RN.

TN

quinta-feira, 26 de março de 2015

Animado com atos do dia 15, grupo anti-Dilma antecipa horário de novo protesto

Manifestação contra o governo Dilma enche a Avenida Paulista, em São Paulo. Foto: Divulgação


Revoltados Online marca início de manifestação do dia 12/04 para às 11h; 'se bobear, começamos de madrugada', diz líder

A empolgação com as milhares de pessoas que compareceram à Avenida Paulista no último dia 15 de março levará o próximo protesto contra a presidente Dilma Rousseff a começar mais cedo do que o anterior. É o que garante o líder do grupo Revoltados Online, um entre os três principais movimentos que organizaram os mais recentes atos pelo impeachment da presidente.


“Se bobear, a gente começa ainda na madrugada”, diz ao iG Marcello Reis, fundador do Revoltados. O grupo marcou seu ato para às 11h de 12 de abril, quatro horas antes do horário marcado pelo Movimento Brasil Livre (MBL). Também já agendaram seus atos para a mesma hora os grupos Oposição Reunida e SOS Forças Armadas.”Queremos mostrar a todos que representamos 100% a sociedade brasileira, para provar que a presidente realmente tem de cair e irá cair”, completa Reis.
Considerado o mais moderado dos grupos contra a presidente Dilma, o Vem Pra Rua ainda não divulgou oficialmente seu horário, mas a ideia é realizá-lo na mesma hora da manifestação do dia 15, às 14h, também no cruzamento da Rua Pamplona com a Paulista, em frente ao Metrô Trianon Masp. “Deve ser tudo na mesma dinâmica do anterior”, diz a assessora do movimento.
Apesar do novo horário marcado, o ato pelo impeachment de Dilma Rousseff do dia 15 começou a encher a Avenida Paulista ainda pela manhã, horas antes do início oficial. No auge, por volta das 16h, a Polícia Militar afirmou que um milhão de pessoas ocuparam as ruas da via. Segundo o Datafolha, protesto reuniu 210 mil.
“Queremos o impeachment e não vamos parar de ir às ruas até ele acontecer”, diz Marcello, resumindo o que já tem dito desde antes dos atos de duas semanas atrás. “Temos embasamento jurídico para isso. Não dá mais para negar”, faz coro Kim Kataguiri, co-fundador do MBL.
Fonte: IG

segunda-feira, 16 de março de 2015

Sinte quer audiência com Justina Iva e não descarta greve em Natal

Sindicato apresentou pauta de reivindicações dos professores da Rede Municipal na manhã de hoje

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Rio Grande do Norte (Sinte-RN) está com uma longa pauta de reivindicações dos professores da rede municipal de Natal e já tentou por duas vezes uma audiência com a secretária municipal de Educação, Justina Iva, mas não obteve resposta. Até amanhã (17), o Sindicato protocolará um novo ofício, solicitando, mais uma vez, uma audiência para apresentar os 22 pontos de reivindicação da categoria. Na próxima quinta-feira (19), está previsto um protesto em frente à Prefeitura de Natal, quando acontecerá uma paralisação geral dos professores. Caso não haja um diálogo com a Secretaria Municipal de Educação (SME) até o dia 31 de março, quando será realizada uma nova assembleia, os professores poderão adotar “medidas mais agressivas”, que vão desde paralisação de um dia à greve geral, como forma de forçar a Secretaria atender as reivindicações.

“Os professores estão muito insatisfeitos e já queriam deliberar uma greve desde o dia 23 de fevereiro, mas queremos esgotar todas as nossas possibilidades. A Secretaria está minimizando a nossa luta. Nós não queremos uma greve, apesar da nossa profunda insatisfação, mas se a Secretaria continuar fazendo vistas grossas as nossas solicitações de audiências, de diálogo, iremos responder com formas mais agressivas para poder ser ouvido”, afirma a coordenadora
A coordenadora geral do Sinte-RN, Fátima Cardoso, disse que a pauta de reivindicações referente aos professores do município de Natal apresenta 22 pontos, como: a unificação das carreira;  implementação do terço de hora atividade; atualização dos direitos funcionais (mudanças de padrão, promoção vertical, promoção de nível e de letras); pagamento de todos os retroativos passivos aos professores de Natal; instalação do fórum para elaboração do plano municipal de educação; melhores condições de trabalho; segunda licenciatura dos professores; combate ao assédio moral nos locais de trabalho e nas relações com a SME; limite da quantidade de alunos em sala de aula; intervalo para os educadores infantis; avaliação de desempenho; concessão das licenças prêmio e para curso de mestrado e doutorado; vale cultura; discussão sobre fechamento de escolas; eleições diretas; e aplicar os 6,14% em julho e novembro para todos os educadores, além de outros pontos.
Entre a vasta lista de reivindicações, a coordenadora Fátima Cardoso destaca a unificação das carreiras. Hoje, há duas carreiras no magistério municipal, com dois planos de carreiras, um para os professores da Educação Infantil, e outro para os professores mais antigos. Segundo a coordenadora, a proposta apresentada pelo Sindicato sofreu alterações, inclusive com perdas de direitos, e diante disso, foi solicitado que o projeto de lei de unificação não fosse encaminhado à Câmara Municipal de Natal. “Esse é um dos pontos-chaves da categoria”.
Nos dias 11 e 12 de março, o Sindicato realizou um plebiscito sobre o processo de unificação das carreiras e o resultado será conhecido na próxima quinta-feira (19), quando será realizada uma paralisação da categoria, em frente ao Palácio Felipe Camarão. “O plebiscito nos dá mais orientações quanto ao processo de unificação das carreiras e torna mais democrático, quando temos quase quatro mil votantes”, afirma. O plebiscito questionava se os professores desejam uma carga horária de 20h, 24h ou 30h; se eles queriam uma jornada flexível, cabendo ao professor escolher entre 20h, 24h ou 30h; e, em não havendo a unificação, o que seria feito? Uma emenda aos planos de carreiras para melhorar a carreira. “Esses foram os pontos que deixamos para a categoria se posicionar”.
Fátima Cardoso diz ainda que, recentemente, houve um retrocesso na grade da matriz curricular. Das cinco aulas, hoje só são quatro horas/aula. “Não reduziu os minutos de oferta para os alunos, mas reduziu os conteúdos. A prefeitura reduziu a uma aula de educação física e uma de arte por semana. Além disso, também reduziu uma aula de matemática e de língua portuguesa por semana. Entendemos que há um prejuízo para o aluno, porque ele deixa de ter mais conteúdo, mais conhecimento. Para o aluno, é muito mais vantajoso ter cinco aulas, do que ter quatro horas/aula”, afirma a coordenadora do Sinte-RN.
A aplicação do terço de hora/atividade também é outro ponto antigo de reivindicação da categoria. “É uma luta que estamos travando a algum tempo e a Secretaria vem postergando na sua aplicação. Vemos isso com um retrocesso grande, pois a lei é de 2008, no entanto, o que nós temos é, infelizmente, a Secretaria não avaliando a importância que tem o planejamento na vida do professor. A Secretaria vê o professor muito mais como funcionário, no sentido de cumprir horários, do que como profissional do ensino, que está ali para mediar a construção do conhecimento do aluno”, explica a coordenadora Fátima Cardoso.
JH

domingo, 25 de maio de 2014

Militares acampam em frente à Governadoria e paralisam na terça-feira (27/05/2014)


 Em assembleia geral realizada na manhã deste sábado (24), policiais e bombeiros Militares decidiram ficar acampados por tempo indeterminado no Centro Administrativo, em frente à Governadoria. Como forma de protesto e de pressionar o executivo estadual pelo cumprimento das reivindicações da categoria.

Além do acampamento, o efetivo votou pela paralisação geral das atividades na terça-feira, dia 27. “Nós demos vários prazos ao Governo, nos mantivemos abertos ao diálogo e inclusive, só nos posicionamos após a reunião com o secretário da Sesed, que aconteceu no início da tarde de ontem (23) e que não houve nenhum tipo de negociação com relação à pauta de reivindicações”, disse o vice-presidente da Associação de Cabos e Soldados, César Cals de Queiroz.

Portal BO

domingo, 15 de setembro de 2013

Grevistas da segurança voltam a acampar na Governadoria nesta segunda-feira, dia 16 de setembro de 2013

Após terem paralisado o funcionamento das delegacias de plantão da zona Norte e zona Sul e o Instituto Técnico e Científico de Polícia (Itep-RN) das 18h até a meia noite desta sexta-feira (13), por não terem tido, como prometido , um retorno do Governo sobre a pauta flexibilizada das categorias, os policias civis e servidores do Itep acamparão novamente na frente da Governadoria a partir das 8h  desta  segunda-feira (16/09/2013) para cobrar resposta do poder executivo.
Os servidores se sentiram desrespeitados mais uma vez diante do cancelamento de duas reuniões que iriam  acontecer  com o secretário estadual de Segurança Público Aldair da Rocha (às 9h e 15h). O gestor disse que não obteve respostas da governadora Rosalba Ciarlini e do chefe da Casa Civil, Carlos Augusto Rosado, assim como dos demais titulares de pastas relacionadas com relação à análise das reivindicações.
 "Tentaremos novamente ter resposta do Governo na segunda (16)  e esperamos avanço", disse a diretoria do SINPOL.
*Fonte: Assessoria / Sinpol-RN

sábado, 10 de agosto de 2013

Educação entra em greve e param escolas na segunda

Os servidores da Educação começam uma greve na segunda-feira, 12. O Sindicato dos Servidores em Educação do RN (Sinte/RN) informou que será realizada no dia uma Assembleia Geral da categoria da rede estadual às 8h30, na Escola Estadual Wiston Churchill, na Cidade Alta. Para o início da greve, o sindicato alega frustração nas negociações com o Governo do Estado.
Professores entram em greve alegando frustração nas negociações com o Governo do EstadoProfessores entram em greve alegando frustração nas negociações com o Governo do Estado

A pauta de reivindicações  tem nove pontos, entre os quais o pagamento das horas de trabalho excedente aos professores, pagamento da carga suplementar e das gratificações dos diretores e vice-diretores, cortada no mês de julho, além do pagamento aos professores recém ingressos que estão sem receber – alguns desde fevereiro de 2013 e outros há três meses.

De acordo com a coordenadora-geral do Sinte/RN, Fátima Cardoso, a greve começa na segunda-feira porque o governo teve um ano e sete meses e não negociou com a categoria. “Para aprofundar esse problema, o governo vem se negando a fazer o pagamento do terço da hora-atividade, o que se soma a falta de estrutura e de professores no quadro”, disse ela.

Outra reivindicação é a  implementação imediata do planejamento para quem está em sala de aula. A direção do Sinte tem orientado os professores que a implantação da hora atividade ou planejamento não seja feita com pedaços de tempo escolar. A orientação é que seja feita em um turno de trabalho, em um dia da semana. Segundo o Sindicato, a portaria editada pela Seec, no último dia 24 de julho, não garante isso, vez que está faltando professores nas escolas.

O Sinte cobra a atualização e pagamento da tabela salarial devida desde 2011, pagamento de direitos funcionais aos servidores, previsto no Plano de Carreira e o encaminhamento imediato do projeto de lei para promoção de duas letras que correspondem a 10% e a garantia negociada com a Assembléia Legislativa do pagamento, bem como o pagamento de 0,26% para professores/educadores da ativa e aposentados decorrente da consolidação do piso salarial com efeito retroativo a janeiro de 2013. O sindicato quer ainda a reforma e manutenção das escolas. Em levantamento o Sinte comprovou que mais de 90% das escolas têm problemas. 

TN

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Permissionários ocupam a Prefeitura de Natal

Os permissionários dos transportes alternativos de Natal ocuparam a prefeitura por volta das 8h20 da manhã desta quarta-feira (24). A categoria reivindica a unificação do cartão de passagens utilizado nos ônibus de Natal.  No momento, a entrada foi bloqueada e ninguém está podendo entrar ou sair do prédio. Cinco guardas municipais estão no prédio, enquanto aproximadamente 40 manifestantes ocupam o Palácio Felipe Camarão. Mais guardas tentam entrar pelo estacionamento do prédio.

O momento da entrada dos manifestantes foi tranquilo. Sem serem incomodados, os permissionários subiram até o local onde funciona o gabinete do prefeito, mas Carlos Eduardo não estava no prédio. O grupo decidiu aguardar ser atendido por alguém do primeiro escalão da administração para tratar das reivindicações e a entrada e saída de pessoas da sede da Prefeitura está sendo controlada pelos próprios manifestantes.

Na rua Ulisses Caldas, cerca de 20 alternativos realizam o bloqueio da via. Segundo os permissionários, todos os transportes alternativos estão parados na cidade e se dirigindo à Prefeitura do Natal para cobrar a unificação dos cartões de passagens em Natal, que é visto pelos permissionários como uma medida protetiva às empresas de ônibus, supostamente beneficiadas com o uso do cartão de passagens exclusivamente no sistema de ônibus.

A informação inicial é que o prefeito Carlos Eduardo ainda não está no prédio. O secretário do Gabinete Civil, Sávio Hackradt, além dos vereadores Sandro Pimentel (PSOL), Hugo Manso (PT) e Marcos do Psol (PSOL) estão no prédio conversando com os manifestantes.
TN

quinta-feira, 11 de julho de 2013

INÍCIO DOS PROTESTOS: Manifestantes interrompem tráfego no cruzamento da Bernardo Vieira com Salgado Filho


O protesto previsto para Natal teve início pontualmente às 9h desta quinta-feira (11). No ponto de encontro, o cruzamento das avenidas Bernardo Vieira e Salgado Filho, em Lagoa Nova, centenas de manifestantes iniciaram a interrupção do tráfego de veículos. Tudo, no entanto, ocorreu sem tumulto e com a fiscalização de membros da Semob. Não havia, no início da manifestação, policiais militares fardados.

A maior parte dos manifestantes é composta por membros de sindicatos, que estão com faixas e camisas das entidades que representam. Os membros do protesto estão nos quatro cantos do sindicato, mas ainda está sendo permitida a passagem de alguns carros que trafegam pelo local. 

Quanto ao transporte público, os ônibus estão circulando normalmente, assim como o comércio no Centro e Alecrim, apesar da pouca movimentação de clientes.

A expectativa é que o protesto siga em direção à Ponta Negra e termine até as 14h. 

TN

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Marcha dos Prefeitos deve levar 4 mil participantes a Brasília; o evento tem abertura marcada para esta terça-feira (09/07/2013)

Com uma pauta marcada por reivindicações por mais recursos para os municípios, a 16ª Marcha dos Prefeitos deve reunir em Brasília cerca de 4 mil pessoas entre prefeitos, vice-prefeitos e vereadores. O evento tem abertura marcada para esta terça-feira (9), e prossegue até quinta-feira (11). Saúde, Previdência e educação estão entre os assuntos a serem discutidos na marcha, cujo tema dessa edição é O Desequilíbrio Federativo e a Crise nos Municípios.
O presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, se reuniu hoje (8) com a ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, para discutir a participação do governo federal no evento. A expectativa dos prefeitos é que a presidenta Dilma Rousseff participe da abertura, marcada para as 9h30. Os eventos da marcha ocorrem no Royal Tulip Brasília Alvorada Hotel.
Marcos Dantas

sexta-feira, 28 de junho de 2013

PM estima que 8 mil pessoas participaram do protesto realizado nesta sexta-feira, 28 de junho de 2013 em Natal

Manifestação na frente da prefeitura de Natal no final da tarde e início da noite

A manifestação desta sexta-feira (28) reuniu aproximadamente 8 mil pessoas. É o que estima a Polícia Militar do Rio Grande do Norte.

Até o fim da tarde, polícia havia detido oito pessoas e apreendeu bombas, rojões e utensílios que poderiam ser utilizados em possíveis confrontos. Após passagem pela Praça Cívica, Câmara dos Vereadores e Seturn, o movimento foi avaliado como pacífico e ordeiro.

Na movimentação desta sexta-feira, a PM optou por realizar o policiamento ostensivo, em conjunto com agentes da Polícia Civil que acompanham a manifestação. Antes de incidentes e com a colaboração dos próprios manifestantes, foram identificadas pessoas que poderiam praticar atos de vandalismo. A polícia realizou as prisões e protesto seguiu com tranquilidade.

Na Câmara Municipal do Natal, que está cercada por tapumes, os manifestantes gritaram palavras de ordem, criticaram a postura dos parlamentares e cobraram votação de matéria que determine o passe livre. Porém, não houve atos de vandalismo e o movimento seguiu em tranquilidade até a Ribeira.

No Seturn, o grupo passou pouco tempo, também gritando palavras de ordem contra os empresários do setor de transporte público. Em seguida, o grupo se dirigiu à Prefeitura, onde já havia manifestantes desde as 17h30.

A Polícia Militar segue o monitoramento do movimento e, já quase no final da manifestação   não houve registros de tumultos graves.

TN

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Prefeitos definem reivindicações que serão levadas a Dilma

Governadora Rosalba Ciarlini também estará na reunião com a presidenta do Brasil

PREFEITOS PREPARAM PAUTA DE REIVINDICAÇÕES


Antes de se reunir com a presidenta Dilma Rousseff, às 16h, integrantes da diretoria da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), definem a pauta de reivindicação. O encontro, que começa ao meio-dia, pretendem discutir e aprovar os encaminhamentos que serão levados à presidenta.

Em resposta aos protestos ocorridos nos últimos dias no país, por meio de pronunciamento à nação, na última sexta-feira (21), Dilma prometeu fazer um pacto, com governadores e prefeitos, “em torno da melhoria dos serviços públicos”, contemplando, principalmente, as áreas de transporte, saúde e educação.
Em comunicado, o presidente da FNP e prefeito de Porto Alegre (RS), José Fortunati, defendeu propostas de contratação de médicos estrangeiros, aprovação do Regime Especial de Incentivos para o Transporte Coletivo Urbano e Metropolitano de Passageiros (Reitup) e a incidência da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) sobre a gasolina e o álcool para constituição de um fundo que financie o transporte público coletivo.
Robinson Pires

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Um milhão de pessoas saem às ruas



Multidão calculada em 300 mil ocupa toda a avenida Presidente Vargas, Rio de Janeiro, como parte da maior manifestação popular simultânea já registrada na história política do Brasil

Ao todo, 388 cidades tiveram a convocação de manifestos ontem (20) em todo o Brasil, incluindo 22 capitais e pequenos municípios. Mesmo com a redução da tarifa do transporte  público em 12 capitais, motivo primário dos protestos, centenas de milhares de pessoas saíram às ruas pelas mais diversas causas, mas principalmente contra a corrupção, a PEC 37, a cura gay e os altos custos da realização da Copa do Mundo no País.

Esses temas estavam aliados a críticas contra a corrupção e um novo grito de guerra praticamente comum: “sem partido”. Militantes de legendas que levavam bandeiras à concentração na Candelária, para a passeata do centro do Rio, por exemplo, foram recebidos com vaias e palavras de ordem.

“O povo, unido, não precisa de partido”, gritaram os manifestantes apartidários para um grupo que levava bandeiras do PSTU, PCB e PC do B e descia a Rua Uruguaiana na direção à Avenida Presidente Vargas. “Sem partido”, repetiam os manifestantes contrários à partidarização. “Sem fascismo”, respondiam os militantes partidários.

Em São Paulo, os protestos transcorreram de forma pacífica, com pequenos incidentes, após o fechamento de cinco rodovias no entorno da capital. O mesmo não ocorreu no Rio (onde os confrontos deixaram 22 feridos) e em Porto Alegre (que teve registro de saques). Já em Salvador, houve confrontos seguidos com a Tropa de Choque.

Ataque

Mas a cena mais violenta a marcar a noite foi a tentativa de invasão do Palácio do Itamaraty, em Brasília. A polícia tentou conter os invasores com gás, mas o prédio teve janelas quebradas e focos externos de incêndio.

Após duas semanas de protestos, foi o ataque mais violento a um centro de poder. Anteriormente, o Congresso, a Assembleia Legislativa do Rio, o Palácio dos Bandeirantes e o Edifício Matarazzo (sede da Prefeitura de São Paulo) haviam sido alvo de protestos - além de governos das principais capitais. Nesta quinta-feira, com novas bandeiras para o movimento sendo discutidas no Twitter e no Facebook e em meio às reivindicações sociais e políticas diversas que eram ouvidas, um novo grito de guerra parecia destacar-se: “sem partidos”.

Integrantes de partidos políticos foram proibidos de erguer bandeiras por todo o País e o PT viu fracassar a convocação de sua “onda vermelha”. Houve confronto até entre manifestantes dos “sem partido” e os do “sem fascismo”. Aliás, o caráter multifacetado do movimento já preocupa especialistas e analistas políticos, que falam em “mal-estar” da democracia no Brasil.

Em relação ao primeiro grande sucesso do movimento, a redução de tarifas, suas consequências ainda são difíceis de avaliar. O prefeito Fernando Haddad (PT), por exemplo, passou o dia fazendo contas. No fim do dia, havia pelo menos três hipóteses para cobrir o déficit financeiro provocado pela revogação do aumento da tarifa. Na lista estava postergar o lançamento do bilhete mensal, uma de suas principais promessas de campanha, previsto para novembro e com custo de R$ 400 milhões ao ano.

TN