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sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Oposição lança movimento e site pelo impeachment de Dilma

Governo da presidente Dilma Rousseff passa por crise política e de baixa popularidade. Foto: Divulgação


Página foi registrada e será mantida pelo DEM, mas grupo reafirma caráter suprapartidário do movimento, que envolve PSDB, PPS, SD, PSC, PTB e parlamentares do PMDB

Deputados de oposição lançaram nesta quinta-feira (10) um movimento pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff e uma petição online com o objetivo de coletar assinaturas em apoio à saída de Dilma, por meio do impeachment.
A página foi registrada e será mantida pelo DEM, no entanto, os integrantes do grupo fazem questão de reafirmar o caráter suprapartidário do movimento, que envolve partidos como o PSDB, PPS, SD, PSC, PTB e parlamentares do PMDB, partido do vice-presidente Michel Temer e do PSD, partido do ministro das Cidades, Gilberto Kassab.

quarta-feira, 11 de março de 2015

Após vaias, Dilma afirma que crise é conjuntural

Depois de ser recebida com vaias, Dilma vai para o auditório

São Paulo (AE) - A presidente Dilma Rousseff foi insistentemente vaiada durante um curto período de tempo em que visitou os estandes do 21º Salão Internacional da Construção. Ainda fechado ao público geral, o evento, que ocorre no pavilhão de exposições do Anhembi, era ocupado somente por empresários e funcionários do segmento de construção civil, na manhã de ontem.
A presidente chegou ao local de helicóptero, mas adentrou o pavilhão de carro. Os corredores da exposição foram isolados pela segurança com fitas que garantiam distância entre a comitiva presidencial e os demais presentes. Entre os acompanhantes de Dilma estavam o ministro das Cidades, Gilberto Kassab, o Secretario de Comunicação Social da Presidência, ministro Thomas Traumann, e o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad.

Diante da reação do público, que gritou palavras de ordem como “fora Dilma”, a presidente percorreu apenas uma pequena parte da exposição e, mostrando desconforto, voltou ao carro. Dilma foi conduzida ao auditório Elis Regina onde participou da solenidade oficial de abertura do 21º Salão Internacional da Construção. Com capacidade para 799 pessoas, o local não tinha metade da lotação.

Ao iniciar seu discurso, depois da fala do presidente da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), Walter Coven, anfitrião do evento, Dilma disse que reconhecia o momento difícil pelo qual passa a economia brasileira e os impactos sobre o setor. “Tenho trabalhado para superarmos a desaceleração pela qual passa a construção civil”. A presidente acrescentou que estão tomando importantes e necessárias medidas de correção, mas ressaltou em mais de um momento, que a crise é conjuntural. “Os fundamentos são sólidos”, disse, estimando que até o final do ano, resultados positivos deverão aparecer na economia do País.

Dirigindo-se diretamente ao empresariado, a presidente pediu que “não deixem as incertezas conjunturais determinarem a sua visão de futuro”. Segundo a presidente, sem a ajuda do empresariado, o governo não conseguirá avançar nas suas propostas. Dilma disse ainda que o setor de construção civil é um exemplo bem-sucedido de parceria entre os governos federal, estaduais e municipais com a iniciativa privada. “Desejo muito sucesso e podem contar que nós iremos juntos superar desafios que temos pela frente”, encerrou a presidente.

TN

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Um milhão de pessoas confirmam presença em atos pelo impeachment de Dilma

Dilma Rousseff (Foto: Ueslei Marcelino/Reuters)
Cinquenta dias depois de começar o segundo mandato, a presidente Dilma Rousseff enfrenta uma onda pró-impeachment na internet. A consultoria Bites encontrou no Facebook 37 manifestações pela interrupção do mandato de Dilma, todas marcadas para o fatídico 15 de março. Mais de 1 milhão de pessoas confirmaram presença. A Bites checou seus perfis para evitar dupla contagem.
Por Felipe Patury

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

CPI da Petrobras será instalada na próxima quinta-feira (26 /02/2015) na Câmara Federal


Na sessão de instalação serão eleitos o presidente e os vices e escolhido o relato



Por Iolando Lourenço / Agência Brasil
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara destinada a investigar a prática de atos ilícitos e irregulares na Petrobras será instalada na quinta-feira (26) da próxima semana, às 12h. A decisão sobre a data de instalação foi tomada pelo presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que deu prazo para os partidos indicarem os seus representantes na comissão até a hora da instalação dos trabalhos.
Na sessão de instalação serão eleitos o presidente e os vices e escolhido o relator. A CPI, que tem como primeiro signatário o líder do PSDB, deputado Carlos Sampaio (SP), será composta de 27 deputados titulares e igual número de suplentes. Deverá funcionar pelo prazo de 120 dias, prorrogáveis por mais 60. O requerimento de criação da comissão foi assinado por 182 deputados de vários partidos políticos.
Dos 27 integrantes titulares da CPI, faltam ser indicados 12 deputados, sendo três do PT, três do PMDB, dois do PP, um do PRB, um do PSC, um do PHS e um do PPS. Se esses partidos não fizerem a indicação dos seus representantes caberá ao presidente da Câmara fazer as indicações.
Os dois cargos mais importantes da CPI são a presidência e a relatoria, que estão sendo disputados pelos maiores blocos (PMDB) ou partidos (PT). O líder do PT, deputado Sibá Machado (AC), disse que seu partido não abre mão de ficar com a presidência ou com a relatoria da CPI, até por ser a maior bancada da Câmara.
A CPI da Petrobras é a primeira a ser instalada nesta legislatura pela Câmara dos Deputados. No ano passado, foram criadas duas comissões para investigar as denúncias de corrupção na Petrobras, sendo uma no Senado e uma mista composta de deputados e senadores. Os deputados da oposição entendem que os trabalhos da CPI mista foram prejudicados e, por isso, apresentaram o requerimento para a criação da nova comissão, destinada a aprofundar as investigações de corrupção na estatal.
Portal no Ar

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Primeiro mandato de Dilma bate recorde de “festividades e homenagens”

O carnaval está quase no final, mas o ritmo de festividades e homenagens do governo federal acontece durante o ano inteiro. O primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff rendeu o recorde de “mais festeiro”. Em quatro anos, os gastos cresceram 87,3% em relação ao desembolsado no segundo mandato do governo Lula. Em valores constantes (atualizados pelo IGP-DI, da FGV), enquanto o ex-presidente desembolsou R$ 161,6 milhões entre 2007 e 2010, a atual presidente utilizou R$ 302,7 milhões com os eventos e os materiais para produzi-los.
O governo Dilma também bateu os valores gastos pelo primeiro mandato de Lula e o segundo de Fernando Henrique Cardoso. De acordo com levantamento do Contas Abertas, os quatro últimos anos de FHC somaram R$ 65,2 milhões. Já o primeiro governo do presidente Lula somou R$ 53,1 milhões, o montante mais baixo do período pesquisado. A média anual de gastos por mandato também subiu significativamente. FHC gastou em média R$ 16,3 milhões. Os primeiros quatro anos do governo Lula tiveram média de R$ 13,3 milhões. A elevação da média ficou por conta do segundo mandato do petista, quando R$ 40,4 milhões foram gastos por ano. A presidente Dilma apresenta média de R$ 75,7 milhões gastos anualmente.
Robson Pires

Crise política e econômica expõe divisão no ‘núcleo duro’ do 2º mandato de Dilma


dilma-zangada-300x168Divergências sobre como enfrentar as turbulências na política e na economia marcaram, nos últimos dias, as reuniões da presidente Dilma Rousseff com o “núcleo duro” do Palácio do Planalto. Apelidado de “G6″, o grupo é composto por seis ministros do PT que tentam, ainda sem sucesso, encontrar uma estratégia para Dilma romper o cerco político, sair das cordas e driblar o pessimismo com o governo.
O ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, é o maior alvo de críticas e fogo amigo no G6, no PT e na base aliada. Em conversas reservadas, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), atribui a Mercadante o fracasso da articulação política do Planalto e a rota de colisão do PT com o PMDB.
A eleição para o comando da Câmara foi um dos episódios da temporada de divisões do G6, que, além de Mercadante, abriga Miguel Rossetto (Secretária-geral da Presidência), Pepe Vargas (Relações Institucionais), Jaques Wagner (Defesa), José Eduardo Cardozo (Justiça) e Ricardo Berzoini (Comunicações).
Robson Pires

Ministérios têm atuação restrita devido às indefinições no Orçamento


Um mês e meio após tomar posse para o segundo mandato, o governo da presidente Dilma Rousseff ainda se arrasta do ponto de vista administrativo. 

Não são apenas os problemas enfrentados com os escândalos de corrupção da Petrobras ou o quadro econômico desgastado que provocou a recessão em 2014 — os dados oficiais do IBGE ainda não foram anunciados, mas o Banco Central mostrou uma retração de 0,15% no ano passado — que paralisam o governo. A ausência de nomeações no segundo e no terceiro escalão e a não aprovação do Orçamento de 2015 amarram os ministros empossados em primeiro de janeiro.
Dos 39 titulares da Esplanada, os que mais apareceram até o momento foram os integrantes da equipe econômica: Joaquim Levy (Fazenda), Nelson Barbosa (Planejamento) e Alexandre Tombini (Banco Central). “É natural que isso aconteça. Os números da economia, não são bons e o ajuste, com a correção de rumos na economia precisa ser feito. Por isso, eles tornaram-se os protagonistas neste período inicial”, explicou um dos ministros ao Correio Braziliense.
Robson Pires

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Governo Dilma prepara cartilha sobre economia de energia para a população


Apesar de descartar extensão do horário de verão, Executivo também vai cortar consumo em prédios públicos


Apesar de continuar descartando um racionamento de energia, o governo federal decidiu nesta quarta-feira que vai elaborar uma cartilha para ensinar os consumidores a reduzir o consumo energético. As recomendações devem ser publicadas na internet. “Vamos abrir para todo e qualquer cidadão que quiser fazer adesão a um guia desenvolvido por técnicos e que já está testado em laboratórios para ter uma economia de 30% no uso da energia”, disse o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, após reunião com a presidente Dilma Rousseff no Palácio do Planalto.
As dicas de economia são fruto de um guia elaborado pelo Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Cepel) e pela Eletrobras. O governo também deve divulgar orientações para a redução no consumo de água.
Como parte das medidas para reduzir o consumo energético, o Ministério do Planejamento também elaborou uma portaria com novas regras para que todos os prédios públicos federais reduzam o consumo de energia em aproximadamente 30%. As determinações devem ser publicadas no Diário Oficial desta quinta.
O governo ainda determinou que vai ampliar a compra de energia elétrica de consumidores que possuam geradores de energia e queiram oferecer o excedente ao sistema elétrico. O objetivo é adquirir 300 megawatts adicionais por mês e, assim, reduzir a sobrecarga do sistema. “Serão implantados medidores àqueles consumidores que quiserem aderir ao programa”, disse Eduardo Braga. Ele afirmou que a medida não vai resultar em aumento da tarifa.
Por outro lado, o governo descartou estender o horário de verão. Dessa forma, os relógios devem ser atrasados em uma hora no dia 22 de fevereiro. “Parte do Brasil ficaria com parte da manhã escura e nós teríamos consumo de energia”, explicou Braga.

Fonte: VEJA

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Vitória de Eduardo Cunha dificulta planos do governo da presidente Dilma

A vitória de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para a presidência da Câmara dos Deputados deve dificultar os planos do governo e assim colocar em xeque a tentativa de reconquistar a credibilidade entre consumidores, empresários e investidores, o que pode prejudicar a economia. Segundo analistas ouvidos pelo Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, Cunha tem um perfil mais “independente” em relação ao Executivo e sua administração na Câmara vai exigir um articulação política muito grande do governo da presidente Dilma Rousseff, aspecto que se mostrou desastroso no primeiro mandato.
O cientista político da Tendências Consultoria Rafael Cortez avalia que a presidência de Cunha na Câmara “é uma variável importante na definição de como Dilma vai gerir a política econômica nos próximos quatro anos, especialmente na questão fiscal”. Para ele, aumenta o risco de a agenda econômica do governo não ser tão exitosa. Cristiano Noronha, sócio e chefe do Departamento de Análise Política da consultoria Arko Advice, também acredita que o peemedebista traz dificuldades adicionais a Dilma, até porque ele já impôs perdas importantes ao governo na última legislatura e pode trazer de volta temas espinhosos como a questão do chamado “orçamento impositivo”.
Ian Bannister, sócio da consultoria CCI, aponta que a governabilidade de Dilma já era frágil, em razão do Congresso extremamente fragmentado, e agora piorou. “O mercado está gostando do início dos trabalhos da nova equipe econômica, mas muitas medidas precisam de apoio do Congresso – então isso se tornou mais imprevisível”, comenta.
Cortez, da Tendências, também acredita que o principal impacto na economia será por meio da confiança, mas aponta que o problema de Dilma não é necessariamente o Eduardo Cunha em si, e sim a falta de coesão da base aliada. “O governo pode ficar refém da disputa entre PT e PMDB”, avalia. Noronha lembra que o presidente da Câmara tem o poder de determinar a agenda de votações e também decidir sobre pedidos iniciais de CPI, mas diz que, com uma base bem articulada, o governo poderia contornar situações complicadas.
Portal no Ar

Avaliação de Dilma despenca de 42% para 23%

Os resultados vêm em meio à combinação do escândalo de corrupção na Petrobras e da piora da economia brasileira


A avaliação ótima/boa do governo de Dilma Rousseff caiu de 42% em dezembro para 23% agora. É o que mostra pesquisa Datafolha divulgada neste sábado, 7. Já avaliação dos que consideram o governo da petista ruim e péssimo subiu de 24% em dezembro para atuais 44%, de acordo com o levantamento.
Os resultados vêm em meio à combinação do escândalo de corrupção na Petrobras e da piora da economia brasileira. Trata-se da pior marca desde que Dilma chegou ao Planalto e da avaliação mais baixa de um governo federal desde Fernando Henrique Cardoso em dezembro de 1999 (46% de ruim/péssimo).
Segundo o Datafolha, 77% dos entrevistados acreditam que Dilma tinha conhecimento da corrupção na Petrobras. De cada dez entrevistados, seis consideram que a presidente mentiu durante a campanha eleitoral. Para 46%, ela falou mais mentiras que verdades – desses, 25% se dizem petistas. E, para 14%, Dilma só disse mentiras.
Nota vermelha
De acordo com o levantamento do Datafolha, Dilma obteve a primeira nota vermelha (4,8) após quatro anos no governo e uma campanha vitoriosa pela reeleição.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Dilma detesta Eduardo Cunha e prova o gosto amargo da derrota

O governo da presidente Dilma Rousseff amanheceu ontem sem dispor de uma resposta satisfatória para a indagação que corria de boca em boca entre ministros de Estado e líderes do PT desde o início da semana passada.
A saber: O que seria pior? Eduardo Cunha (PMDB-RJ) se eleger presidente da Câmara dos Deputados para um mandato de dois anos? Ou ser derrotado e permanecer como líder do seu partido na Câmara?
O presidente da Câmara é o segundo na linha de sucessão do presidente da República. Em caso de ausência simultânea do presidente e do vice, é ele quem assume.
No comando de 513 deputados e de um orçamento de R$ 5,1 bilhão, cabe a ele definir que projetos serão votados, e quando serão votados.
Instalação de CPIs depende dele, que pode arquivar ou dar seguimento a pedidos de cassação de mandatos por quebra de decoro.
Agora, o que mais apavorava o governo: é atribuição do presidente da Câmara receber ou ignorar pedidos de impeachment do presidente da República.
Dilma detesta Eduardo. Sempre o tratou mal. Considera Eduardo um dos deputados mais fisiológicos da Câmara.
Não o perdoa por ter contribuído para derrotas do governo em votações importantes. E não quis pagar preço algum para tentar convertê-lo em aliado.
Se tivesse ouvido Lula, ela teria procedido de outra forma. Ou teria feito um acordo com Eduardo ou se mantido distante da eleição na Câmara.
Mas, não. Dilma mobilizou a máquina do governo para derrotar Eduardo. E acabou conferindo-lhe o rótulo de candidato da oposição – embora a oposição propriamente dita apoiasse a candidatura a presidente do deputado Júlio Delgado (PSB-MG).
Dilma imaginou eleger um candidato do PT – e perdeu.
Robson Pires

PT fica sem cadeira na Mesa da Câmara



Maior bancada da Câmara, o PT sai enfraquecido da disputa pelo comando da Casa após tentar impor uma derrota ao deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), desafeto do Palácio do Planalto.
Os petistas ficaram sem representantes nos outros dez cargos da Mesa Diretora e sem direito a escolher as três principais comissões.
A última vez em que o PT ficou sem cadeira na Mesa foi entre 2005 e 2007, na gestão Aldo Rebelo (PC do B-SP), mas ele era aliado dos petistas.
A nova ausência foi motivada pela estratégia para atrair aliados para a candidatura de Arlindo Chinaglia (PT-SP), loteando os cargos de direção. A sigla entregou as três vagas do bloco de apoio ao petista para PSD, PR e Pros.
Os cargos na Mesa dão visibilidade aos partidos e aos deputados que ocupam as vagas, pois tratam de questões como reajustes de benefícios para os congressistas.
Robson Pires

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Dilma Rousseff toma posse do segundo mandato na Presidência

Dilma desfilou em carro aberto na cerimônia de posse (Estadão Conteúdo)


A presidenta, o vice, os presidentes do Congresso, da Câmara e do STF assinaram o termo de posse


Por Agência Brasil
A presidenta Dilma Rousseff e o vice-presidente Michel Temer tomaram posse às 15h31, no plenário da Câmara dos Deputados, para o segundo mandato. Na presença dos presidentes do Congresso Nacional, senador Renan Calheiros, da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves, e do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, de autoridades estrangeiras, entre elas, os presidentes do Uruguai, José Mujica, e da Venezuela, Nicolás Maduro, além de ministros de seu governo e outros convidados, Dilma e Temer fizeram o juramento de “manter, defender e cumprir a Constituição, observar as leis, promover o bem geral do povo brasileiro, sustentar a união, a integridade e a independência do Brasil”.
A cerimônia começou, após Renan Calheiro declarar aberta a sessão e a banda dos Fuzileiros Navais executar o Hino Nacional. Em seguida, Dilma e Temer fizeram juramento de compromisso com a pátria e o presidente da Câmara os declarar empossados. A presidenta, o vice, os presidentes do Congresso, da Câmara e do STF assinaram o termo de posse e, então, Dilma iniciou seu pronunciamento.
Depois do presidente do Congresso encerrar a sessão solene, os dois eleitos e seus acompanhantes seguem para a presidência do Senado. Antes de deixarem o Congresso, mas já na área externa, eles acompanharão mais uma vez a execução do Hino Nacional pelo Batalhão da Guarda Presidencial. A presidenta passará a tropa em revista e, só então, seguirá no Rolls-Royce para o Palácio do Planalto
As cerimônias de posse respeitam o protocolo foi definido em um decreto de 1972. No país, os servidores públicos devem ser empossados na presença de um superior. No caso do presidente da República, seu superior é o povo, representado pelos deputados federais. Por isso a cerimônia de posse é realizada na Câmara dos Deputados. Cerca de 1 mil autoridades nacionais e estrangeiras foram convidadas para o evento no Congresso, além de 450 jornalistas credenciados para cobrir a solenidade.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Dilma anuncia mais 14 ministros e fecha equipe para próxima gestão



A presidente Dilma Rousseff concluiu nesta quarta-­feira (31) a montagem do primeiro escalão para o segundo mandato e confirmou mais 14 ministros que tomarão posse nesta quinta-­feira (1º). Ela decidiu trocar o comando do Ministério das Relações Exteriores e indicou Mauro Luiz Iecker Vieira, embaixador nos Estados Unidos, para a pasta. O atual titular, Luiz Alberto Figueiredo Machado, será deslocado para a representação brasileira em Washington, segundo nota divulgada pela Presidência.
Os outros 13 ministros que faltavam serem confirmados foram mantidos. Dessa forma, Aloizio Mercadante ficará na Casa Civil, José Eduardo Cardozo continuará na Justiça e Arthur Chioro será mantido na Saúde. Os demais ministros que permanecem na função são: Eleonora Menicucci (Política para Mulheres), Guilherme Afif Domingos (Micro e Pequena Empresa), Ideli Salvatti (Direitos Humanos), Izabella Teixeira (Meio Ambiente), José Elito (Segurança Institucional), Luis Inácio Adams (Advocacia­Geral da União), Manoel Dias (Trabalho), Marcelo Neri (Assuntos Estratégicos), Tereza Campello (Desenvolvimento Social) e Thomas Traumann (Comunicação Social).
A indefinição do nome para o Itamaraty foi o principal entrave que levou ao adiamento para esta quarta do anúncio do restante do ministério, previsto para terça-­feira. Embora tenha um bom relacionamento com Dilma, o chanceler Figueiredo é bastante criticado. Na nota divulgada pelo Palácio do Planalto, a presidente “agradeceu a dedicação” do atual ministro das Relações Exteriores.
Robson Pires

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Líderes de todo o mundo confirmam presença na posse de Dilma Rousseff

dilma argumento
Até o inicio da noite desta segunda-feira, 29, cerca de 70 missões estrangeiras confirmaram presença na posse da presidente Dilma Rousseff, que ocorre na próxima quinta-feira, 1° de janeiro. Estarão na cerimônia o vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, o vice-presidente da China, Li Yuanchao, além de José Mujica, presidente do Uruguai, Nicolás Maduro, da Venezula, entre outros.
Robson Pires

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Sem concluir reforma política, Dilma viaja para o litoral baiano


A presidente Dilma Rousseff no helicóptero com o neto Gabriel, após deixar o Palácio da Alvorada, com destino à base aérea de Brasília, de onde segue para a Base Naval de Aratu, na Bahia. Foto: Divulgação
A presidente Dilma Rousseff no helicóptero com o neto Gabriel, após deixar o Palácio da Alvorada, com destino à base aérea de Brasília, de onde segue para a Base Naval de Aratu, na Bahia. Foto: Divulgação
Após passar o Natal em Brasília, a presidente Dilma Rousseff (PT) deixou o Palácio da Alvorada no início da tarde desta quinta-feira rumo à Base Naval de Aratu, na Praia de Inema, no litoral baiano, onde deve descansar até a próxima segunda-feira, dia 29. Por volta das 14 horas, ela embarcou em um helicóptero com o neto, Gabriel, e a filha, Paula, na Base Aérea de Brasília. No fim de outubro, após ser reeleita, a presidente também esteve na Basa de Aratu, descansando da campanha eleitoral. Dilma viaja sem concluir a reforma ministerial: falta anunciar os titulares de 22 ministérios — na terça-feira, ela informou o nome de treze novos ministros. Um dia antes, a presidente havia dito em encontro com jornalistas que pretendia “ter quase todos os ministros indicados” até segunda-feira.
Fonte: VEJA

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Dilma Rousseff faz dieta para a cerimônia de posse do segundo mandato


Dilma Roussef participa de café da manhã com jornalistas no Palácio do Planalto. Foto: Divulgação
Não é só a reforma ministerial que tem ocupado a atenção da presidente Dilma Rousseff. A dez dias da posse, a presidente está preocupada com seu visual na solenidade, que terá desfile na Esplanada dos Ministérios e atos no Congresso, no Palácio do Planalto e no Itamaraty. No último fim de semana, a presidente foi a Porto Alegre experimentar a roupa que usará na cerimônia, numa atividade que não foi registrada na agenda oficial. Dilma também recorreu à DIETA para perder os quilos adquiridos na campanha eleitoral.
Ao chegar ao tradicional café da manhã servido a jornalistas no Palácio do Planalto, nesta segunda-feira, Dilma olhou para a mesa repleta de pães de queijo, croissants recheados, frios, bolos e frutas e disse:
– Não posso comer nada que tem aqui.
A presidente chegou a dizer que ia pedir aos garçons que trouxessem uma água de coco, mas desistiu. Durante toda a entrevista, que durou uma hora e meia, Dilma não bebeu nem suco. Nem café. Apenas se hidratou com um pouco de água.
Ao fim da entrevista, ela disse que tem ingerido bastante suco de melancia por gostar da fruta e por seus poderes diuréticos.
Bem-humorada na maior parte da entrevista, a presidente desejou bom Natal e próspero ano novo para os jornalistas. Cobrada sobre seus dotes culinários, ao fim do encontro a presidente disse que vai fazer para os jornalistas o macarrão que apareceu cozinhando em um dos programas eleitorais.
Dilma também contou que já terminou de assistir a quarta temporada de Downton Abbey e que agora está assistindo a Marco Polo.
Fonte: O GLOBO