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segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Regina Duarte comparece as manifestações contra políticos e sobe em carro na Avenida Paulista

Regina Duarte

Manifestantes vestindo verde e amarelo ocuparam sete quarteirões da Avenida Paulista, em São Paulo, em protesto a favor da Operação Lava Jato neste domingo (4). As manifestações também foram realizadas em outras cidades do país.

A Polícia Militar informou que, aproximadamente, 15 mil pessoas estiveram presentes na manifestação no horário de maior concentração, que foi entre 16h e 16h30. Por volta das 18h, os manifestantes começaram a deixar a avenida.


Entre os participantes, a atriz Regina Duarte. A atriz subiu no carro de som e foi ovacionada pelo público ao ser anunciada no microfone. Regina gritou palavras de ordem e deu um abraço simbólico nos manifestantes. “Os que estão aqui já sabem que precisam estar aqui”, disse a artista, sendo bastante aplaudida.
No ano passado, ela fez um selfie de cima de uma árvore durante um protesto contra a ex-presidente Dilma Rousseff. Recentemente, a artista contou que foi vítima de assédio moraldurante uma briga no trânsito, na Zona Sul do Rio de Janeiro. “Ontem, no fim da tarde, fui vítima de intolerância num incidente de trânsito. Mais que tudo, me impressiona a agressividade generalizada e a desconfiança reinante”, declarou.
tv foco

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Manifestantes comemoram impeachment na Avenida Paulista

Manifestação contra a ex-presidenta Dilma Rousseff e contra o PT ocorre na Avenida Paulista em frente ao prédio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). A via está bloqueada pelos manifestantes, que comemoram o impeachment.
Às 18h40, houve confusão entre pessoas contra e a favor do impeachment no local. Um grupo começou a gritar xingamentos contra o PT. A polícia interveio e a confusão foi dispersada. Dois bonecos estão sendo inflados neste momento, um representando Dilma e outro Renan Calheiros.
A Polícia Militar fez um cordão de isolamento entre o quarteirão onde estão os manifestantes pró-impeachment e o quarteirão onde ocorre manifestação contra o impedimento de Dilma. Dois carros da tropa de choque também ajudam no bloqueio.
Robson Pires

domingo, 17 de abril de 2016

Manifestações pró e contra o impeachment ocorrem em pelo menos 10 Estados do País

Levantamento do jornal O Estado de S. Paulo mostra que os atos seguem pacíficos


Por Estadão Conteúdo
Pelo menos dez Estados registram manifestações favoráveis ou contrárias ao impeachment da presidente Dilma Rousseff neste domingo (17), dia em que a Câmara dos Deputados decide sobre a admissibilidade do processo de afastamento da petista da Presidência. Levantamento do jornal O Estado de S. Paulo mostra que os atos seguem pacíficos
Em Brasília, do lado norte da Esplanada dos Ministérios, separado para quem é contra o impeachment, o movimento ainda é fraco no início da tarde, já que os manifestantes estão se concentrando a seis quilômetros do local e deverão seguir para o Congresso Nacional mais tarde. Cerca de seis mil pessoas estão na concentração, de acordo com o último boletim da Polícia Militar. Integrantes da União Nacional dos Estudantes (Une) puxam gritos de guerra próximo ao Ministério das Comunicações.
Em São Paulo, manifestantes contra o impeachment já lotam o Vale do Anhangabaú, na região central da capital paulista. Militantes sindicais, de movimentos sociais e também cidadãos não ligados a organizações carregam faixas contra o golpe e o presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Gritam “Não vai ter golpe, vai ter luta”, mensagens expostas também em um telão instalado no local. Ainda não há estimativa de público, mas a população já ocupa uma extensão que vai do Viaduto do Chá, onde um carro de som faz as vezes de palco, até a esquina com a Avenida São João.
Os apoiadores do afastamento da presidente se reúnem em frente ao prédio da Fiesp, na Avenida Paulista. Por lá, a movimentação segue tranquila e o número de manifestantes é menor em comparação a outras manifestações que pediam o impeachment de Dilma.
No interior do Estado, em Campinas, está previsto um ato para as 14h na Avenida Norte-Sul, em Cambuí, bairro nobre da cidade. Até perto das 13h, a movimentação era pequena, mas há um grande número de barracas montadas na avenida para a venda de bebidas e comidas para os manifestantes. A expectativa dos organizadores é que 300 mil pessoas participem da manifestação. Mais cedo, na cidade paulista de Osvaldo Cruz, cerca de 200 pessoas pediam a saída da petista da Presidência. Em Indaiatuba, também houve um ato contra a presidente Dilma.
No Rio de Janeiro, a manifestação “Funk contra o Golpe” entrou na reta final pouco antes das 13h. Os organizadores informaram ao microfone de carro de som que o ato reuniu 50 mil pessoas. Procurada, a Polícia Militar disse não ter feito estimativa de público. O protesto é organizado pela produtora de funk Furacão 2000 e pela Frente Brasil Popular, movimento que reúne partidos, sindicatos e movimentos sociais de esquerda. Outro protesto, a favor do impeachment, está marcado para ocorrer às 15h em Copacabana, ponto de partida do ato da manhã.
Em Minas Gerais, manifestantes começavam a chegar à Praça da Liberdade por volta das 13h30 para participar do protesto pelo afastamento da presidente. Três caminhões de som estão posicionados na praça. Um telão está sendo montado para transmissão da votação do impeachment. Cerca de duas mil pessoas contrárias ao impeachment, saíram em outro ato da Praça Raul Soares e seguiram para a Praça da Estação, de onde acompanharão a sessão na Câmara dos deputados também por telões.
No Espírito Santo, os grupos pró-impeachment poderão acompanhar a votação em telões que serão instalados na Praça do Papa, na Enseada do Suá, em Vitória, e em um posto de combustíveis na Praia da Costa, em Vila Velha, na grande Vitória.
Na Bahia, manifestantes a favor do governo estão acampados no Farol da Barra, na orla de Salvador (BA), desde o sábado (16). A maioria integra o MST e acompanhará a sessão da Câmara por um telão. A expectativa das lideranças é de que 150 mil pessoas ocupem a orla da Barra, que já foi palco de protestos do grupo defensor do impedimento de Dilma. Desta vez, aqueles que pedem o fim do governo se reunirão no Jardim de Alah, bairro do Costa Azul.
No Paraná, na cidade de Francisco Beltrão, o movimento “Vem Pra Rua” instalou nas ruas cavaletes com os nomes dos deputados do Estado que são contrários ao impeachment.
Na capital de Rondônia, Porto Velho, manifestantes contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff já estão em concentração na Praça das Três Caixas D’Água desde as 10h. Participam do movimento membros da Central Única dos Trabalhadores (CUT/RO), MST, Partido dos Trabalhadores, entre outros movimentos. Os organizadores esperam que mais de cinco mil pessoas se unam à manifestação até o início da votação, às 14h.
Em Mato Grosso, pessoas pró e contra o impedimento da presidente Dilma se reúnem em praças e bares para acompanhar a votação. Movimentos sociais, sindicais e estudantis que compõem a Frente Brasil Popular em Mato Grosso participam desde as 9h, na sede da Central Única dos Trabalhadores (CUT), para a “Vigília Ecumênica pela Paz e pela Democracia”. (, especial para O Estado)
Em Recife, capital de Pernambuco, a movimentação dos grupos pró e contra o impeachment já começou. No Marco Zero, região central da cidade, estão reunidos manifestantes favoráveis ao Governo. Neste momento, cerca de 400 pessoas, segundo a organização, circulam pela área. O clima é de tranquilidade e muitas crianças acompanham os pais.
No segundo jardim da praia de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, os manifestantes favoráveis ao impeachment estão reunidos. De acordo com o movimento Vem Pra Rua, a mobilização já conta com mais de 200 integrantes. Muitas famílias vestido verde a amarelo carregam faixas e cartazes contra a presidente Dilma Rousseff.
Portal no Ar

domingo, 13 de março de 2016

Avenida Paulista reúne 1,4 milhão de pessoas; governo teme impacto de atos


A Polícia Militar informa que, aproximadamente, 1 milhão e 400 mil pessoas estiveram presentes no horário de pico (16h15), durante a manifestação ocorrida na região da Avenida Paulista, neste domingo (13). O cálculo foi elaborado pelo programa COPOM online, que realiza o georreferenciamento da área, definindo polígonos de concentração de pessoas por meios de inúmeras fotos aéreas e terrestres, contabilizando a própria avenida Paulista, alameda Santos, rua São Carlos do Pinhal e todas as transversais.
No período das 15h às 16h30, foram registradas 228 mil pessoas chegando a região, somente pelas estações de Metrô da avenida Paulista. Nos demais municípios do Estado foram reunidos aproximadamente 400 mil pessoas nas manifestações. A estimativa não considera a rotatividade do público presente. Não houve nenhuma ocorrência grave, sendo registrados dois furtos de celular e um desacato.
Robson Pires

sábado, 12 de março de 2016

Riachuelo “se veste” para protestos deste domingo em SP

Mesmo sendo domingo da manifestação, o potiguar Flávio Rocha, decidiu manter a filial da Riachuelo na Avenida Paulista aberta. E mais: “vestiu” a loja de tonas verdes, amarelos e azuis. Estoque esgotado já neste sábado.

Robson Pires

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Cerca de 30 mil pessoas celebram último dia do ano na São Silvestre


sao silvestre
Trinta mil corredores lotam a Avenida Paulista no último dia do ano, na tradicional Corrida Internacional de São Silvestre. Ao lado de corredores de elite, atletas anônimos de todo o Brasil participam da prova que tem 15 quilômetros (km) de trajeto, percorrendo pontos da região central de São Paulo. Às 8h40 foi a largada das atletas do feminino e pouco depois, às 9h, largaram os atletas do masculino. Os atletas de ponta foram seguidos por um mar de pessoas com mensagens, fantasias e disposição para completar a prova, que comça na altura da Rua Frei Caneca e termina próximo à Avenida Brigadeiro Luís Antônio.
Entre as promessas de pódio para o Brasil, está o mineiro Giovani dos Santos. Ele foi o melhor atleta brasileiro nas últimas edições da prova, tendo ficado na quinta colocação no ano passado. Na elite do feminino, está Joziane Cardozo, que foi a melhor classificação do Brasil em 2014, no oitavo lugar. Os principais destaques da prova continuam sendo os quenianos e etíopes. Dawit Fikadu Admasu, da Etiópia, campeão no ano passado também participa neste ano. Assim como o queniano Stanley Koech, que ficou a segunda colocação.
Robson Pires

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Datafolha: protesto Pró-Dilma em SP reúne 37 mil


Contagem feita pelo Datafolha mostra que cerca de 37 mil pessoas participaram do ato realizado na tarde desta quinta-feira (20) em São Paulo, em contraponto aos protestos de domingo (16) que pediam impeachment da presidente Dilma Rousseff. Sob chuva fina, os manifestantes foram do Largo da Batata, em Pinheiros, até a avenida Paulista.
A contagem começou às 17h30 e foi até as 21h30. Nem todos os manifestantes estiveram presentes durante as quatro horas de protesto. O pico da manifestação foi às 20h30, quando a contagem indicou cerca de 29 mil pessoas presentes no ato simultaneamente.
A manifestação desta quinta-feira recebeu apoio do PT, que chegou a veicular propaganda fazendo convocação. CUT (Central Única dos Trabalhadores) e UNE (União Nacional dos Estudantes) estavam entre os organizadores do ato. MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) e PSOL também participaram, mas com críticas mais diretas ao ajuste fiscal promovido por Dilma e à chamada Agenda Brasil, conjunto de propostas encabeçadas pelo PMDB do Senado e apoiadas pelo governo.
Nesta quinta, os organizadores do evento afirmaram que o ato mobilizou 100 mil mil pessoas. Segundo a Polícia Militar, teriam sido 40 mil. Para a contagem do público, o Datafolha dividiu o trajeto da manifestação em quadrantes. Em cada um desses trechos, os pesquisadores aplicaram uma metodologia de contagem a partir da densidade do público.
Robson Pires

domingo, 16 de agosto de 2015

Protesto contra Dilma reuniu 135 mil em São Paulo segundo Datafolha e 350 segundo a polícia militar na Avenida Paulista


av_paulista
A manifestação contra a presidente Dilma Rousseff realizada na tarde deste domingo (16) na Avenida Paulista, em São Paulo, reuniu cerca de 135 mil pessoas, segundo contagem feita pelo Datafolha, entre 13h e 17h30. De acordo com a Secretaria da Segurança de São Paulo, a Polícia Militar calculou que o protesto na Paulista reuniu 350 mil pessoas no horário de pico, às 16h. No Estado de São Paulo, segundo a PM, o total foi de 465 mil pessoas.
Pelos números do Datafolha, foi um protesto maior que o realizado em 12 de abril com a mesma finalidade, quando o instituto contou 100 mil pessoas. Mas menor que o do dia 15 de março, o primeiro da série de grandes atos conta o governo Dilma, que teve 210 mil participantes. O número apurado pelo do Datafolha indica a quantidade de pessoas diferentes que, em algum momento do dia, foram à manifestação.
No horário de pico deste domingo, às 15h, o Datafolha calculou que havia 120 mil pessoas na avenida Paulista. O tamanho do ato deste domingo é parecido com o de outras aglomerações históricas na cidade. Entre elas, as jornadas de junho de 2013, que levaram cerca de 110 mil pessoas à via. A maior manifestação pelo impeachment de Fernando Collor, em 1992, juntou cerca de 70 mil pessoas. Eventos não políticos já registraram números bem maiores, porém. Em 2012, a Marcha para Jesus, organizada por várias denominações evangélicas, levou 335 mil pessoas às ruas em São Paulo. No mesmo ano, a Parada Gay atraiu 270 mil.

segunda-feira, 16 de março de 2015

Dezenas de ciclistas participaram da oitava edição da Pedalada Pelada, que ocorreu na Avenida Paulista.


pedalada-pelada-em-sao-pauloDezenas de ciclistas participaram da oitava edição da Pedalada Pelada, que ocorreu na Avenida Paulista. A iniciativa, que estimula os manifestantes a tirar a roupa como forma de protesto, tem como objetivo ressaltar a fragilidade de quem dirige uma bicicleta em relação aos carros, motos, ônibus e caminhões.

domingo, 15 de março de 2015

Dilma enfrenta o maior protesto popular da história democrática


Avenida Paulista em São Paulo reuniu  um milhão de pessoas para protestar contra Dilma, Lula e PT 
50 mil pessoas foram à Brasília pedir o impeachment da presidenta Dilma
Copacabana ficou tomada de manifestantes que pediam o impeachment de Dilma

O governo de Dilma Rousseff foi alvo neste domingo da maior manifestação espontânea já feita no Brasil contra um presidente da República. Vestidos de verde e amarelo, os brasileiros foram às ruas em todos os estados e no Distrito Federal para protestar contra a presidente e o Partido dos Trabalhadores. Ao menos 1,4 milhão de pessoas tomaram praças e percorreram avenidas, segundo estimativas das Polícias Militares nos estados. O número, contudo, não leva em conta manifestações realizadas no interior, que podem elevar significativamente o total.
Ao contrário do que ocorreu na manifestação pró-governo de sexta-feira, quando o braço sindical do petismo, a CUT, e os grupos de sem-teto e sem-terra cooptados pelo governo organizaram marchas com militantes uniformizados - e pagos em grande número de casos -, nenhum partido político ou grupo organizado controlou os movimentos ou pôde reivindicar a sua paternidade. Com exceção de raros políticos em suas bases, nenhum expoente da oposição foi às ruas numa decisão calculada: de um lado, a ausência deles deixa claro que a manifestação é apartidária e espontânea; do outro, também não tinham certeza de como seriam recebidos em algumas praças. O candidato derrotado por Dilma, o tucano Aécio Neves, divulgou um vídeo usando a camisa da seleção brasileira no qual justificou porque não saiu de casa: "Depois de refletir muito, optei por não estar nas ruas neste domingo para deixar muito claro quem é o grande protagonista dessas manifestações: o povo brasileiro, o povo cansado de tantos desmandos, cansado de tanta corrupção".
A multidão que tomou as ruas foi muito maior do que a previsão mais pessimista do Planalto. Na véspera das passeatas, o governo articulava o discurso de que seriam atos sem foco definido, protagonizados pela "elite" e cujo pico de concentração seriam 100.000 pessoas na Avenida Paulista, em São Paulo. De fato, a maior adesão ocorreu em São Paulo, mas com dez vezes mais pessoas do que jamais esperava o Planalto: recorrendo a imagens aéreas e programas de computador, a PM estimou a presença de 1 milhão de manifestantes na Paulista. A jornada também mostrou que pessoas de todos os estratos sociais participaram das marchas nas cinco regiões do Brasil, e que elas tinham, sim um foco claro: o governo. A indignação contra o governo deu o tom das passeatas - sem que faltassem cartazes e palavras de ordem em favor do impeachment da presidente Dilma.
Dilma Rousseff passou o dia trancada no Palácio da Alvorada. Convocou um gabinete de crise para monitorar as passeatas e escalou os ministros Miguel Rossetto, da Secretaria-Geral da Presidência, e José Eduardo Cardozo, da Justiça, para se pronunciar em nome do governo.
A fala teve início por volta das 18h45. A exemplo do pronunciamento de Dilma na semana passada, a fala dos ministros foi recebida com panelaço e buzinaço nas capitais brasileiras Na contramão de uma postagem feita durante a tarde nas contas de redes sociais de seu ministério, que afirmava que o "discurso de ódio fere a democracia e não gera mudanças", Cardozo disse que as passeatas foram "legítimas, democráticas e com respeito às autoridades". Questionado sobre a postagem em entrevista à noite, o ministro disse que deu ordem para que ela fosse retirada do ar. Como remédio contra a indignação, contudo, ele apresentou tão somente velhas promessas e ambições petistas: o envio de um pacote anticorrupção ao Congresso e a realização de uma reforma política que, ele explicitou, deve proibir as doações de empresas.
Se não houve sombra de autocrítica na fala de Cardozo, Miguel Rossetto, integrante de uma ala mais radical do PT, adotou um tom agressivo, para afirmar que a discussão de um processo de impeachment"não deve ser tolerada". Rossetto procurou também qualificar os manifestantes como sendo todos pertencentes ao contingente de eleitores que não votaram na presidente em 2014 - afirmativa categórica que as pesquisas mais recentes de aprovação do governo não autorizam, por mostrar que Dilma Rousseff perdeu rapidamente o cacife com que contava no início de seu segundo mandato. Rossetto também procurou defender o pacote de ajuste econômico que o governo procura implementar, e que desperta a insatisfação de setores de apoio ao petismo - ou do próprio partido.
Enquanto os ministros falavam, a manifestação prosseguia com panelaços semelhantes ao que recebeu o pronunciamento de Dilma Rousseff há uma semana, no Dia da Mulher.