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sábado, 6 de maio de 2017

Parlamentares federais do RN devem quase R$ 3,5 milhões à União

Senador José Agripino Maia (DEM) é quem mais deve: R$ 3,2 milhões

Segundo dados da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, José Agripino Maia e deputados Felipe Maia e Rogério Marinho têm dívidas próprias e de empresas

Informações divulgadas pela Coordenação Geral de Estratégias de Recuperação de Créditos da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional mostram que pelo menos três parlamentares potiguares têm dívidas com a União. Somados os débitos dos devedores, o valor alcança a marca de R$ 3.474.465,47.
Os valores, que chegam a cifras milionárias em um dos casos, abrangem dívidas atualizadas até o mês de março deste ano e vieram à tona após reportagem do jornal Folha de S. Paulo apontar que deputados e senadores devedores querem anistia para dívidas contraídas por eles, por empresas criadas em seus nomes ou corporações que colaboraram em suas campanhas.
Entre deputados e senadores do Rio Grande do Norte, o destaque é o senador José Agripino Maia (DEM). Segundo dados da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, o congressista está inscrito na dívida ativa da União por um débito de R$ 38.875,52.
Além dele próprio, empresas controladas por Agripino possuem débitos junto à União. Neste caso, o total de dívidas soma R$ 3.169.891,49, contraídas por três empresas das quais Agripino é sócio. São elas a Rádio Libertadora Mossoroense LTDA – ME (R$ 37.622,53), a Tropical Comunicação LTDA (R$ 265.249,16) e a Fazenda São João LTDA – ME (R$ 2.867.019,80).
Filho de José Agripino, o deputado federal Felipe Maia (DEM) também aparece na lista de devedores da União, por meio de débitos contraídos por empresas às quais ele é vinculado. A dívida chega a R$ 153.842,62, débito dividido pelas corporações Rádio Curimataú de Nova Cruz LTDA – ME (R$ 42.230,56), Rádio A Voz do Seridó LTDA – ME (R$ 54.248,43), Alagamar Rádio Sociedade LTDA – ME (R$ 49.752,88) e LFC Motos e Veículos LTDA – ME (R$ 7.610,75). Desta, Felipe é sócio administrador; e naquelas, ele vislumbra como sócio.
Por fim, entre os parlamentares potiguares devedores, figura também o deputado federal Rogério Marinho (PSDB). Segundo os dados da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, a dívida do tucano é de R$ 111.855,84.
Em todos os três casos, os dados divulgados pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, que não são sigilosos, não computam dívidas previdenciárias.
Programa de Regularização Tributária
A dívida dos deputados e senadores junto à União se transformou em polêmica após a apreciação, no Congresso Nacional, da Medida Provisória 766, que cria o Programa de Regularização Tributária (PRT), uma espécie de Refis proposto pelo Governo Federal para os contribuintes com dívidas.

A medida, contudo, sofreu alterações no Poder Legislativo. Em uma comissão mista (composta por deputados e senadores) instalada no Congresso, parlamentares fizeram uma série de alterações na proposta que foi enviada pelo Governo. As modificações foram interpretadas como a implantação de uma espécie de anistia aos devedores.
O parecer da comissão, que foi aprovado na última quarta-feira 3, concede desconto nas multas e nos juros das dívidas parceladas, o que estava vetado no texto inicial; acaba com restrições ao uso de créditos fiscais; permite que empresas em recuperação judicial participem do programa; e dobra o prazo máximo de parcelamento, de 120 meses (dez anos) para 240 meses (20 anos).
O prazo para adesão, que acabaria em maio, será reaberto por 120 dias após a regulamentação do projeto – ocorrerá se ele for aprovado pelo plenário da Câmara e do Senado e for sancionado pelo presidente Michel Temer até o final deste mês. A mudança feita pelos congressistas na comissão mista do Congresso também amplia para as dívidas vencidas até 31 de março de 2017 as que poderão ser inscritas no PRT.
A reportagem entrou em contato com as assessorias de José Agripino Maia, Felipe Maia e Rogério Marinho, mas até o final desta edição do Agora Jornal não obteve posicionamentos oficiais dos parlamentares.
Agora RN

domingo, 24 de julho de 2016

Desemprego e endividamento devem impedir aceleração da inflação

Aumento do consumo no Brasil será insuficiente para interromper a trajetória de desaceleração da inflação


Por Estadão Conteúdo
O aumento do consumo no Brasil, que deverá vir quando a economia apresentar seus primeiros sinais de melhora, será insuficiente para interromper a trajetória de desaceleração da inflação. Segundo especialistas ouvidos pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, fatores que ainda comprometem a renda do brasileiro, como o desemprego e o endividamento devem retardar o avanço da demanda, impedindo os empresários de elevar os preços para recuperar prejuízos registrados durante a crise.
Desde que o dólar começou a se valorizar e a tarifa de energia elétrica ficou mais cara, em 2015, a indústria tem sofrido com o aumento dos custos de produção. O repasse ao preço, no entanto, esbarrou na queda da demanda dos consumidores. As empresas, como resultado, tiveram de reduzir seus lucros. Outras, em situação mais delicada, fecharam as portas ou fizeram pedidos de recuperação judicial. As que sobreviveram, agora, estão na expectativa de que a economia se recupere, para que possam correr atrás do tempo perdido e voltar a ter lucros mais confortáveis.
Se a recuperação se confirmar, as empresas poderão ficar tentadas a subir o preço ao primeiro sinal de melhora da demanda, mas, segundo economistas, enquanto a taxa de desemprego estiver alta, a demanda seguirá baixa. “Embora haja sinais de início de recuperação da economia, ela será muito tímida e não conseguirá reduzir o desemprego no curto prazo”, afirma Thiago Curado, da 4E Consultoria. Na sua avaliação, a taxa de desocupação deve terminar 2016 com uma média de 12,1%, subindo para 13,6% no ano que vem. “Então, até 2018, será limitada a capacidade das empresas de repassarem maiores aumentos de preços”, disse.
O economista André Braz, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), chama a atenção também para o baixo nível de poupança dos brasileiros, que ficou ainda menor após a crise econômica. “Estamos vivendo um período de ‘despoupança’ enorme”, observou Braz. “As reservas que foram construídas estão sendo retiradas pelas pessoas que estão passando por esse período de turbulência, principalmente aqueles que perderam o emprego”, afirmou o pesquisador do Ibre. Com a poupança comprometida, os brasileiros não teriam folga para voltar a consumir como antes.
Para ele, quando o mercado de trabalho melhorar, o primeiro passo do consumidor será pagar as dívidas em atraso, para só então recompor as reservas. “Não vai haver espaço para aquecimento abrupto da demanda, ela vai se aquecendo lentamente”, prevê o economista. No primeiro semestre de 2016, a retirada líquida da poupança alcançou R$ 42,606 bilhões, o maior volume da série histórica do Banco Central (BC) iniciada em janeiro de 1995 (21 anos). Até então, a primeira metade de 2015 era a responsável pelo pior resultado, com um volume de saques R$ 38,542 bilhões superior ao de depósitos.
Embora não ofereça riscos para a inflação no curto prazo, a tentação das empresas em subir os preços deverá dificultar a tarefa do BC em levar a inflação para o centro da meta em 2017, de 4,5%, alerta o economista Marcel Caparoz, da RC Consultores. Para ele, já há uma dificuldade de alcançar o centro da meta em razão da inércia inflacionária que refletirá os reajustes aplicados este ano. A tentativa das empresas de recuperar margens de lucro, portanto, será um fator a mais. A expectativa da RC é de que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fique em 6% no ano que vem, depois de atingir 7,4% em 2016.
Na avaliação de Caparoz, os preços devem ser elevados principalmente pelos setores de serviços e comércio, que são compostos, em sua maior parte, por empresas pequenas e médias. Por serem de menor porte, diz o economista, sofrem mais com a crise e são mais sensíveis às relações de demanda e oferta. “Elas têm uma capacidade menor de diferenciar seus produtos pela qualidade, então, subir o preço torna-se a única saída para recuperar suas margens”, afirmou. Empresas de maior porte, ele compara, podem apostar mais em aumento da qualidade e elevar suas vendas com base nisso.
Portal no Ar

domingo, 19 de junho de 2016

Temer discute com governadores dívida dos estados

Em meio à decretação de estado de calamidade pública pelo Rio de Janeiro devido à crise financeira, o presidente interino da República, Michel Temer, fará, na próxima segunda-feira (20), no Palácio do Planalto, uma reunião com todos os governadores para negociar uma solução para a dívida dos estados.
Desde que assumiu o governo, em 12 de maio, após o afastamento da presidenta Dilma Rousseff, Temer já recebeu cinco governadores para tratar do tema. Essa será a primeira vez que o peemedebista estará reunido com todos os governadores para discutir o impasse sobre o parcelamento do montante a ser pago pelos estados para a União. No encontro, Temer e governador do Rio, Francisco Dornelles, também tratarão de um eventual socorro federal ao estado.
No início do mês, o Ministério da Fazenda apresentou aos representantes dos estados uma contraproposta que muda o período de carência do pagamento das parcelas da dívida dos estados com a União. Nela, o prazo de carência das prestações cai de 24 meses, (como propuseram os estados), para 18 meses, com descontos escalonados. Na ocasião, contudo, os secretários de Fazenda ficaram insatisfeitos com a proposta da equipe econômica.
Robson Pires

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Dívida de R$ 1,9 mil pode ter motivado assassinado de homem em São Gonçalo do Amarante


Otávio Alves de Lima Neto foi morto a facadas e teve o corpo queimado. Dois suspeitos foram presos



Por Redação
A Polícia Civil elucidou o caso do homem que foi assassinado e teve o corpo queimado, na semana passada, em São Gonçalo do Amarante. Foram presos Ricardo Bruno Lima de Souza, de 33 anos, e Antônio Carlos Nenna de Ávila, de 27 anos. A dupla é suspeita do crime que vitimou Otávio Alves de Lima Neto.
Ele foi assassinado com várias facadas dentro da própria casa. Depois, teve parte do corpo queimado. De acordo com o delegado Raimundo Rolim, a constatação foi feita depois de uma perícia com Luminol.
Vestígios de sangue foram encontrados na sala, cozinha e quarto da vítima. Além disso, duas camisas queimadas foram localizadas no quintal da residência utilizadas para a limpeza do chão.
Segundo o delegado, a motivação do crime seria uma dívida de Otávio com os suspeitos. Antônio Carlos morava com a vítima. Ele esteve na casa no início da madrugada do dia 8, mas só retornou no início da manhã.
Durante o período em Antônio Carlos esteve ausente, uma testemunha relatou que viu na frente do condomínio da vítima um homem alto, forte, “barrigudo”, usando capacete na cabeça, com luvas e uma pistola em uma das mãos. Vizinhos escutaram gritos naquela madrugada e foi avistado um veículo tipo “Saveiro, de cor branca”, durante a madrugada, entrando de ré na garagem da casa da vítima.
A polícia também apreendeu em poder de Ricardo Bruno um veículo Fiat Strada, cor branca, e um canivete com lâmina de 10cm, que foi reconhecido por parentes da vítima como pertencente a Otavio Neto, bem como dois capacetes e duas munições calibres 40 e 380.
Em depoimento, Ricardo Bruno e Antônio Carlos contaram que ambos estavam bebendo durante a madrugada do dia 8 e em dado momento saíram no veículo Strada para irem tirar um amigo do “prego” no bairro da Redinha, quando no percurso pararam num posto de combustíveis e compraram gasolina para levar até o colega que estava no “prego”.
O delegado Rolim já solicitou outras perícias nos veículos apreendidos. A prisão temporária dos suspeitos é de 30 dias, podendo ser prorrogada por mais 30 a pedido da autoridade policial para fins de conclusão das investigações no Inquérito Policial.
Portal no Ar

quarta-feira, 27 de abril de 2016

59,6% das famílias no país continuam endividadas em abril, diz CNC

A maior parte das dívidas é com cartões de crédito (77,9%)


Por Agência Brasil
O percentual de famílias endividadas no país caiu de 60,3% em março para 59,6% em abril deste ano. Segundo os dados da Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada hoje (27) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o percentual é também inferior ao observado em abril de 2015, que ficou em 61,6%.
A proporção de famílias inadimplentes, ou seja, com dívidas em atraso, caiu de 23,5% em março para 23,2% em abril deste ano. No entanto, esse indicador ainda está em patamar superior ao observado em abril de 2015 (19,7%).
O mesmo acontece com as famílias que não terão condições de pagar suas contas. O percentual recuou de março (8,3%) para abril (8,2%), mas manteve-se acima do patamar de abril de 2015 (6,9%).
O percentual de famílias que se consideram muito endividadas subiu de 12% em abril de 2015 para 14,5% em abril de 2016. A maior parte das dívidas é com cartões de crédito (77,9%). Em seguida, aparecem os carnês (15,4%), financiamentos de carro (11,9%) e créditos pessoais (10,5%). O tempo médio dos pagamentos em atraso fica em 61,8 dias.
Portal no Ar

domingo, 10 de abril de 2016

Dois irmãos são executados dentro de casa na zona Norte

Suspeitos estavam encapuzados e chamaram pelo nome das vítimas antes de atirar

Dois irmãos foram executados, na madrugada deste domingo (10), dentro de casa, na rua dos Operários, no loteamento Jardim Progresso, zona Norte de Natal. De acordo com a polícia os autores do crime estavam encapuzados e chamaram pelo nome das vítimas antes de atirar.
O fato ocorreu por volta das 3h, os irmãos identificados como João Maria Santos da Silva, de 22 anos e José Francisco dos Santos Rodrigues, de 19 dormiam quando cerca de quatro homens chegaram em um carro, arrombaram a porta da casa e antes de efetuarem disparos em direção as vítimas ainda chamaram pelo nome delas.
As informações sobre a ação dos criminosos foram repassadas por testemunhas e confirmadas pela Polícia Militar. João e José eram usuários de drogas e por esse motivo a DHPP (Divisão de Homicídios e Proteção a Pessoa) irá investigar a relação das mortes com a guerra do tráfico.
Portal BO

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Natal lidera dívida de precatórios com R$ 95,8 milhões

Dez principais municípios devedores de precatórios somam débito de R$ 137 milhões


Por Redação
As dez prefeituras que mais têm débitos em precatórios, no Rio Grande do Norte são responsáveis por um montante de 137 milhões, o que equivale a 86% do total da dívida dos municípios com o pagamento dessas quantias oriundas de decisões judiciais.
Segundo informações da Divisão de Precatórios do Tribunal de Justiça, esses municípios são Natal, com R$ 95,8 milhões; João Câmara, que soma R$ 15,7 milhões; Santa Cruz, corresponde a R$ 7,6 milhões; Caicó, com R$ 6.8 milhões; Parnamirim, cujo valor é de R$ 3,1 milhões e Jandaíra, com R$ 2 milhões.
A lista dos maiores devedores continua com Pau dos Ferros, que totaliza R$ 1,9 milhão; Mossoró, cuja dívida é de R$ 1,8 milhão; Assu, com valor de R$ 1,4 milhão e Rui Barbosa, que soma R$ 1,3 milhão.
A dívida dos municípios do Rio Grande do Norte com precatórios se aproxima dos R$ 160 milhões. O valor, contabilizado em janeiro de 2016, pode aumentar no decorrer do ano e se refere ao montante que deve ser pago aos credores beneficiários de processos judiciais contra as prefeituras. Os dados são da Divisão de Precatórios do TJRN.
Ao todo, são 93 prefeituras devedoras, que correspondem a cerca de 27% de todo o montante que deve ser repassado ao TJRN para pagamento aos credores, por todos os entes com débitos nesta área.
“Em relação ao Município de Natal, estamos em processo de pagamento das prioridades, e aguardando a transferência dos recursos referentes aos depósitos judiciais para saber se vai haver saldo ou dívida remanescente de 2015”, observou chefe da Divisão de Precatórios do TJRN, o juiz Bruno Lacerda. No caso da capital potiguar, o dinheiro é destinado a 1.086 credores que estão esperam receber dos precatórios.
Decisão
Por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), a partir desse ano as prefeituras vão realizar os pagamentos de forma diferente. “Estamos providenciando para esse mês uma remessa de ofícios para todos os municípios que são de regime especial informando que, com a decisão do supremo, o regime passa a ser mensal. A dívida que eles possuem deve ser dividida em 60 parcelas, sendo o valor mínimo igual a 1% da receita corrente líquida”, explicou o juiz Bruno Lacerda.
Com essa decisão, a regra da anualidade deixa de existir e o pagamento deve ser mensal. A expectativa é que com esse novo modo de realizar o pagamento, a dívida dos municípios diminua.
Bruno Lacerda ainda destaca que a missão da Divisão de Precatórios é justamente essa. “Para pagar corretamente, a gente precisa também cobrar de forma eficiente, porque se não tiver o dinheiro, não temos como fazer o pagamento. Havendo dinheiro a gente faz o nosso esforço para fazer o pagamento, quando não há dinheiro, o esforço é para que esse dinheiro venha”, defende.
Portal no Ar

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Prefeitura do Natal fechará 2015 com meio bilhão de reais em dívidas, diz Seplan


Foto: Marlio Forte
Foto: Marlio Forte

Patamar de endividamento é o mesmo de quando o prefeito Carlos Eduardo assumiu a prefeitura, em 2012


A situação financeira da Prefeitura do Natal não está fácil e reflete o que tem ocorrido em todos os municípios do Brasil em função do momento de recessão por que passa o país. Segundo informou a secretária de Planejamento de Natal, Virgínia Ferreira, até o final de 2015, a cidade terá contabilizado cerca de R$ 500 milhões em dívidas.
“A gente sabe que não é uma crise pontual da prefeitura. Nós recebemos um município com R$ 500 milhões em dívidas e devemos permanecer nesse mesmo patamar até o fim desse ano, que é o que nós estamos tentando fazer, manter esse endividamento”, afirma a secretária de Planejamento.
Apesar das dificuldades, Virgínia garante que a prefeitura tem se esforçado para manter os investimentos e continuar economizando recursos para garantir o pagamento do funcionalismo público. Entre as medidas tomadas pela administração municipal ela elenca a reforma administrativa, decretos de cortes de gastos, execução de programas de recuperação fiscal (Refis) e renegociação de dívidas de IPTU.
“Se a gente não tivesse tomado várias medidas desde que assumiu o governo a situação estaria muito pior do que a que a gente tem. E mais, a situação também só não está pior porque Natal é uma cidade turística, e na hora que o turista chega à cidade, movimenta a economia do município”, destaca Virgínia.
Como medidas de médio e longo prazo Virgínia prevê a aplicação de mecanismos do Plano Diretor, a revisão de método do planejamento atual, aprofundamento da participação popular e aprovação de projetos com retorno econômico e social para o município.
Fonte: Agora RN

sábado, 31 de outubro de 2015

Joelma e Chimbinha se afogam em dívidas e valor dos shows cai muito

O cachê dos shows tem sido usado para pagar o que o ex-casal deve

A guerra vivida entre o ex-casal Joelma e Chimbinha está refletindo diretamente no sucesso da banda Calypso. Com as constantes brigas, o valor cobrado pelos shows caiu e a dupla está afogada em dívidas, de acordo com o jornal ‘Extra’. São 15 anos de grupo e o patrimônio adquirido pelos dois não é pequeno. Fazendas e propriedades em São Paulo e Belém fazem parte dos bens. A sede da banda em Recife, onde ficam os escritórios, um estúdio e um apartamento para os músicos, vale R$ 8 milhões, mas não pode ser vendido por está comprometido com pagamento de dívidas trabalhistas, fornecedores e impostos.
Apesar das dívidas, Joelma descobriu que Chimbinha comprou um apartamento de Belém por R$ 3 milhões – onde estaria morando a amante que o cantor manteve por dois anos.
De acordo com o jornal, atualmente o dinheiro que entra por conta da banda, 

que se apresenta sem Chimbinha, vai para o pagamento que os dois devem. E, 

além de já ter destino fixo, o valor cobrado diminui. Se antes custava R$ 160 

mil para contratar Calypso, agora é preciso desembolsar R$ 80 mil. Além disso, 

muitas 

apresentações marcadas foram canceladas, após Joelma chorar e Chimbinha 

sair do palco em um show em Teresina, no Piauí. Nessa briga de casal, os 

atuais 

músicos da banda seguem com Joelma, e apenas o baterista vai com 

Chimbinha.
Fonte: iBahia

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Pesquisa: 45% dos inadimplentes não têm condições de pagar suas dívidas

“Devo, não nego. Pago quando puder”. A famosa expressão descreve bem como muitos brasileiros se encontram atualmente. Diante do agravamento da crise econômica, mais consumidores têm enfrentado dificuldades para colocar a vida financeira em ordem.

Um estudo realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todas as capitais revela que quatro em cada dez (45%) brasileiros inadimplentes não têm condições financeiras de pagar suas dívidas atrasadas em um intervalo de até três meses.
O levantamento mostra também que a perspectiva de continuar inadimplente é mais frequente nas classes C, D e E (46%) do que nas classes A e B (32%). Além disso, 44% dos devedores ouvidos pelo SPC Brasil afirmaram que a situação financeira atual deles está pior se comparada ao ano passado.
Robson Pires

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Secretário de Finanças do RN diz que Robinson herdou dívida de mais de R$ 1 bi

Todos os esforços estão sendo direcionados para que o Estado pague a 1ª parcela do 13º salário dos servidores ainda neste mês


O secretário estadual de Planejamento e Finanças, Gustavo Nogueira, confirmou que o governador Robinson Faria (PSD) recebeu o Estado com dívidas de curto prazo que chegam a R$ 1 bilhão.

Entrevistado ontem no programa Observador Político (93 FM/TV Mossoró), o auxiliar do Governo estadual afirmou que um ponto que chamou a atenção da equipe que assumiu o Poder Executivo em 1º de janeiro deste ano foi o que classificou como verdadeiro descontrole fiscal.
“O Governo pegou um descontrole fiscal absoluto, com dívidas de curto prazo na casa de R$ 1 bilhão. Era algo em torno de R$ 800 milhões somados com a dívida do Pro-Gás que apareceu agora para a Petrobras chegando a R$ 1 bilhão, além de um déficit ao longo do ano que beirava R$ 780 milhões de caixa, mesmo assim, com muito controle, muito rigor, muito rigor fiscal, o governador colocou a folha em dia, dentro do mês trabalhado”, destacou.
Gustavo Nogueira fez questão de enfatizar que o chefe do Poder Executivo norte-riograndense determinou que todos os esforços sejam direcionados para que o Estado consiga a primeira parcela do 13º salário dos servidores públicos ainda neste mês.
“Estamos aguardando a cota e como se comporta o Fundo de Participação dos Estados. A expectativa é que nós iremos conseguir. Hoje, eu ainda não tenho como afirmar, mas existe um esforço e uma determinação muito grande do governador”, pontuou Nogueira, frisando que a cota do FPE referende ao dia 10 apresentou frustração estimada em R$ 16 milhões. “É esse desaquecimento econômico do país que impacta fortemente nos Estados do Norte e Nordeste”, observou.
Fonte: Gazeta do Oeste

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Brasileiros recorrem as poupanças para pagar dívidas


imagescrise vivenciada no Brasil fez com que os saques nas poupanças aumentassem nos últimos dias.
O brasileiro precisa saldar suas dívidas e recorrer ao “porquinho que poupa” é a melhor saída! 
Robson Pires

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Dívida derruba direito de voto do Brasil em órgãos da ONU e exclui o País do comando das missões de paz


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Com recursos reduzidos para sua política externa, o Brasil perdeu o direito de votos em instituições internacionais, sofreu derrotas em eleições para cargos, foi excluído do comando das missões de paz e teve sua credibilidade de potência emergente afetada. No total, a dívida do País com as agências da ONU soma R$ 662 milhões e os efeitos já começaram a ser sentidos.
Robson Pires

domingo, 18 de janeiro de 2015

Com renda comprometida, brasileiros devem evitar dívidas novas em 2015

Como-nao-ficar-endividadoOs brasileiros contrairão menos débitos novos em 2015, mas enfrentarão aperto para saldar os antigos, segundo especialistas ouvidos pela Agência Brasil. Eles ressaltam que, este ano, os consumidores evitarão comprar bens de maior valor e a prazo, porque estão mais cautelosos e a elevação dos juros restringiu o crédito. Mas, em um primeiro momento, o pé no freio não ajudará a diminuir o comprometimento da renda, pois o nível está elevado, e a renegociação, mais difícil.
“As pessoas estão comprando menos. Não se acredita no crescimento da quantidade de pessoas endividadas. Mas fica complicado para quem já está [comprometido com débitos]”, afirma o economista Gilberto Braga, professor de finanças do Ibmec. “Ainda tem um comprometimento alto da renda. Quem conseguiu [renegociar a dívida] em meados do ano passado fez antes de subirem os juros. Quem fizer agora vai repactuar bem mais caro”, acrescenta o economista.
De acordo com Gilberto Braga, para restaurar o equilíbrio financeiro, o consumidor precisará ter muita disciplina. “É preciso que [as pessoas] se disciplinem e não deixem de pagar as parcelas”, recomenda. O economista destaca que será necessário lidar ainda com o cenário adverso da inflação, que contribui para o aperto da renda. “A inflação está resistente, com previsão de [fechar o ano em] 6,6%”, lembrou, referindo-se à estimativa do último boletim Focus, pesquisa semanal feita pelo Banco Central com instituições financeiras. O patamar está acima do teto da meta da inflação oficial, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que é 6,5%.