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sábado, 3 de junho de 2017

Governo libera vacinação contra a gripe para toda a população - A campanha já tinha sido prorrogada até 9 de junho

O governo federal anunciou a decisão de liberar a vacina contra a gripe para toda a população do país, a partir de segunda-feira. De acordo com o ministro da Saúde, Ricardo Barros, a medida só vale este ano e enquanto durarem os estoques.
Anteriormente, apenas podiam se vacinar nos postos de saúde quem fazia parte do grupo de risco, como idosos, professores e gestantes. O ministro explicou que a retirada da restrição de vacinar somente o público-alvo ocorreu porque ainda há 10 milhões de doses disponíveis na rede pública de saúde. A campanha já tinha sido prorrogada até 9 de junho.
Na campanha deste ano, o governo espera atingir a meta de imunizar 54 milhões de pessoas, que representam 90% da população considerada de risco para complicações por gripe. Mas, até o momento, somente 76,7% do público-alvo foram vacinados. E nenhum grupo prioritário atingiu a meta de vacinação.
Os trabalhadores da saúde foi o grupo com maior cobertura, com 3,9 milhões de doses aplicadas, alcançando 84,5% da meta. A campanha nacional contra gripe foi prorrogada até 9 de junho para tentar alcançar melhores resultados. Entre os estados, apenas o do Amapá atingiu a meta.
De acordo com o último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, 163  pessoas  morreram este ano no Brasil em decorrência da doença. Em todo ano de 2016, a gripe matou 1.982 pessoas no país. O ministro da Saúde, Ricardo Barros, afirmou que este ano houve poucos casos por influenza devido à baixa circulação do vírus. “Em consequência disso, o público-alvo procurou menos os postos de saúde”, explicou.
No entanto, disse que ainda há 10 milhões de doses de um montante de 60 milhões adquiridas. “Para que não haja desperdício, já que estas vacinas só valem por um ano, decidimos estender a todas as faixas etárias, enquanto durarem os estoques”, destacou.
Até esta sexta-feira, 41,3 milhões de pessoas do público-alvo foram vacinadas contra a gripe no país. A imunização contra a gripe protege contra os três sorotipos do vírus da gripe H1N1 e H3N2 e Influenza B. A vacina é segura e apenas pessoas que têm alergia ao ovo devem procurar o médico para orientações.
Portal no Ar

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Sesap orienta sobre vacinação contra febre amarela

Para o Rio Grande do Norte foram disponibilizadas 36.400 doses

A vacina contra a febre amarela é ofertada no Calendário Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) e é enviada, mensalmente, para todo o país. Em 2016, foram repassados aos estados mais de 16 milhões de doses, sendo que para o Rio Grande do Norte foram disponibilizadas 36.400 doses. Todos os municípios estão abastecidos com a vacina e o RN tem estoque suficiente para atender a população nas situações recomendadas.
Deste modo, a recomendação de vacinação para a população continua a mesma: toda pessoa que reside em Áreas com Recomendação da Vacina contra febre amarela e pessoas que vão viajar para regiões silvestres, rurais ou de mata dentro dessas áreas, devem se imunizar. Para as pessoas que necessitam se deslocar para Estados ou países onde há recomendação de vacina contra a febre amarela que procurem os postos de saúde com antecedência mínima de dez dias para se vacinar.
Para quem necessita da certificação internacional para febre amarela, ele pode ser emitido no porto, aeroporto e na sede da ANVISA no setor de orientação ao viajante, localizada na avenida Alexandrino de Alencar, Nº 1402 Tirol Natal/RN, telefone 3222-2093.
A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) alerta para a necessidade dos municípios serem rigorosos quanto aos critérios para vacinação, visto que os estoques da vacina pelo Ministério da Saúde estão sendo direcionados para controlar a epidemia nos Estados que necessitam de medidas mais rigorosas para vacina.
Ademais, devem informar e vacinar viajantes de seus municípios que se dirigem para áreas onde é obrigatória a certificação da vacina contra a febre amarela e ainda, que não há critérios epidemiológicos para recomendação de vacina para a população do RN que não se enquadre nos critérios anteriores (viajantes).
No mundo, são raros os relatos de efeitos secundários graves da vacina contra febre amarela, mas existem riscos. Deste modo, a vacina contra a febre amarela não deve ser administrada nos seguintes casos:
– Pessoas com doença febril aguda, cujo estado de saúde geral está comprometido;
– Pessoas com histórico de hipersensibilidade a ovos de galinha e/ou seus derivados;
– Mulheres grávidas, exceto em uma emergência epidemiológica e situações em que há recomendação expressa de autoridades de saúde;
– Pessoas severamente imunodeprimidas por doenças (por exemplo, cancro, leucemia, aids etc.) ou medicamentos;
– Crianças com menos de 6 meses de idade (consulte a bula do laboratório da vacina);
– Pessoas de qualquer idade com uma doença relacionada ao timo;
– Pessoas com mais de 60 anos devem receber a vacina após avaliação médica.
Apesar do Rio Grande do Norte se localizar fora da área de risco para a febre amarela, desde o mês de janeiro de 2016, a Sesap vem intensificando as ações de monitoramento das notificações de casos e de óbitos suspeitos por arboviroses que apresentam manifestações hemorrágicas, considerando o contexto de circulação de diversas arboviroses (como zika, dengue e chikungunya) transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.
No RN, especialmente na região metropolitana, são considerados casos suspeitos de Febre Amarela:
  1. a) Óbitos por síndrome febril ictérica e/ou hemorrágica: caso de óbito com quadro febril ícterico e/ou hemorrágico sem causa definida;
  2. b) Casos de síndrome febril ictérica e/ou hemorrágica: caso com quadro febril ictérico e/ou hemorrágico sem causa definida;
A ocorrência de casos suspeitos deve ser comunicada ao CIEVS Estadual através do 0800-281 2801 ou 3232-2801 e notificada através do SINAN.
Portal no Ar

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Butantan anuncia testes clínicos de vacina contra dengue em mais quatro cidades

Ensaios clínicos começarão no dia 5 de outubro em Brasília e Cuiabá e, no dia 19, no Recife e em Belo Horizonte


Por Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil
Mais quatro cidades brasileiras começaram a testar a terceira e última etapa da vacina da dengue, que está sendo desenvolvida pelo Instituto Butantan. Os ensaios clínicos começarão no dia 5 de outubro em Brasília e Cuiabá e, no dia 19, no Recife e em Belo Horizonte. Até este momento, os testes envolvem 17 mil voluntários em 13 cidades brasileiras.
“Hoje estamos enfrentando este grande desafio. São anos de estudo. É a última fase da primeira vacina do mundo tetravalente com dose única e contra quatro tipos de vírus, com altíssimo índice de proteção. Estamos muito otimistas”, disse o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, durante uma reunião entre pesquisadores do Instituto Butantan e de 14 centros de pesquisa de todo o país que estão conduzindo os ensaios clínicos da vacina contra a dengue.
Essa etapa da pesquisa servirá para comprovar a eficácia da vacina. Do total de voluntários, dois terços receberão a vacina e um terço, receberá placebo, que é uma substância com as mesmas características da vacina, mas sem os vírus, ou seja, sem efeito. Ninguém – nem a equipe médica, nem o voluntário – saberão quem receberá a vacina e quem receberá o placebo. O objetivo disso é descobrir, a partir dos exames que serão coletados desses voluntários, se quem tomou a vacina ficou protegido e se quem tomou o placebo contraiu a doença.
Os voluntários são pessoas saudáveis, que já tiveram, ou não, dengue em algum momento da vida e que se enquadrem em três faixas etárias: 2 a 6 anos, 7 a 17 anos e 18 a 59 anos. Durante cinco anos, eles serão acompanhados por uma equipe médica para verificar a eficácia da proteção oferecida pela vacina.
Ofensiva contra o Aedes aegypti
O governo paulista também anunciou hoje (19) uma nova ofensiva em todo o estado para evitar o avanço do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus, no próximo verão.
Chamada de Todos Juntos Contra o Aedes aegypti, a campanha contará com a participação de 20 mil agentes municipais e estaduais, além de mais 30,2 mil profissionais fazendo atividades extras aos sábados, visitando imóveis públicos, privados e baldios e removendo criadouros.
“Resolvemos dar continuidade ao mutirão, primeiro, contratando os voluntários que trabalharão aos sábados, com uma remuneração de R$ 120 por sábado trabalhado. Serão mais de 30 mil voluntários”, disse o secretário estadual da Saúde, David Uip. “A segunda ação é a busca por resíduos de pneus. São mais de 300 municípios envolvidos, e vamos em busca desses pneus, que são os principais redutos de mosquitos.”
Segundo Uip, de 1º de janeiro a 31 de agosto deste ano, o número de casos de dengue em todo o estado caiu 77%, na comparação com o mesmo período do ano passado, passando de 675.129 em 2015 para 154.180 casos da doença neste ano. Também houve queda de 84% no número de óbitos por dengue, que passaram de 482 entre janeiro e agosto do ano passado para 77 este ano.
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sábado, 25 de junho de 2016

Vacina contra a dengue entra em fase de testes em todo o País

A fórmula tem potencial para proteger contra quatro vírus da doença com uma única dose


Por Agência Brasil
Os testes da terceira e última etapa da vacina contra a dengue, que já vinham sendo feitos desde fevereiro com 1,2 mil voluntários recrutados pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), começaram a ser realizados também, nessa quinta-feira (23), com 1,2 mil voluntários na Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp), no interior paulista.
O Hospital das Clínicas e a Famerp são dois dos 14 centros de estudo credenciados pelo Instituto Butantã – que desenvolve a vacina -, onde serão feitos os testes da terceira etapa do projeto. Esta fase envolverá 17 mil pessoas em 13 cidades, nas cinco regiões do país. Na próxima semana, segundo o instituto, um centro em Manaus (AM) e outro em Boa Vista (RO) também darão início aos trabalhos.
A última etapa da pesquisa servirá para comprovar a eficácia da vacina. Do total de voluntários, dois terços receberão a vacina e um terço receberá placebo, que é uma substância com as mesmas características da vacina, mas sem os vírus, ou seja, sem efeito. Ninguém – nem a equipe médica e nem o voluntário – saberá quem vai receber a vacina e quem receberá o placebo. O objetivo é descobrir, a partir dos exames do material coletado desses voluntários, se quem tomou a vacina ficou protegido e se quem tomou o placebo contraiu a doença.
Segundo Jorge Kalil. diretor do Instituto Butantã, São José do Rio Preto é a única cidade sem ser uma capital que participará desta etapa. “É o único centro que não está em uma capital. [São José do] Rio Preto tem uma medicina de muito boa qualidade e está em uma região onde é muito forte a dengue. Então, é  lugar bom para a gente testar [a vacina]”, disse Kalil, em entrevista à Agência Brasil.
Em São José do Rio Preto, a vacinação e o acompanhamento dos voluntários pela Famerp são feitos em uma Unidade Básica de Saúde. As pessoas que participarão do teste são voluntárias, saudáveis, que já tiveram ou não dengue em algum momento da vida e que se enquadrem em três faixas etárias: 2 a 6 anos, 7 a 17  e 18 a 59. Eles são acompanhados pela equipe médica por um período de cinco anos para verificar quanto tempo dura a proteção oferecida pela vacina.
“Essa última etapa significa que, nos 14 centros, vamos vacinar 17 mil pessoas em três faixas etárias. Vamos começar pelos adultos, depois os adolescentes e, em seguida, as crianças. Vamos dar a vacina em um estudo chamado de duplo cego aleatório, ou seja, nem a pessoa que administra nem a que recebe sabe se está tomando a vacina ou o placebo. Vamos ver os casos que vão ocorrer naturalmente de dengue. Há um comitê de observação que sabe quem recebeu uma coisa ou outra [placebo ou vacina], e que vai observar, por cálculos estatísticos, para mostrar se a vacina protege e em que percentual. Esperamos que proteja entre 80% e 90%”, acrescentou Kalil.
Segundo ele, a última etapa de testes pode durar em torno de um ano. “Podemos ter a resposta daqui a um ano, mas vamos acompanhar esses indivíduos por cinco anos porque queremos saber como eles vão se comportando nesse período: se ainda estarão protegidos contra a dengue e se haverá necessidade de uma dose de reforço no futuro”, disse.
O instituto estima que a vacina esteja disponível para registro até 2018. “Essa vacina é importante para o mundo todo. Há 3 bilhões de pessoas no mundo que têm risco de contrair a dengue e existem no Brasil, por ano, mais de 3 milhões de casos da doença, com mortalidade relativamente elevada”, acrescentou o diretor do instituto.
A vacina
A vacina contra a dengue tem potencial para proteger contra quatro vírus da doença com uma única dose. Ela é produzida com vírus vivos, mas geneticamente enfraquecidos. Com os vírus vivos, a resposta imunológica é maior, mas como eles estão atenuados, não há potencial para provocar a doença.
Nas etapas anteriores, a vacina foi testada em 900 pessoas: 600 na primeira fase de testes clínicos, feita nos Estados Unidos, e 300 na segunda etapa, realizada na cidade de São Paulo em parceria com a Faculdade de Medicina da USP (por meio do Hospital das Clínicas e do Instituto da Criança) e com o Instituto Adolfo Lutz.
Segundo Kalil, as demais fases de testes demonstraram que a vacina tem se comportado bem. “Se pegarmos todos os casos das outras fases, quando olhamos o nível de anticorpos neutralizantes produzidos, ou seja, o número de anticorpos que não deixam o vírus proliferar, vemos que ela induziu uma resposta muito forte contra os quatro sorotipos. Além de anticorpos, a vacina induz uma resposta celular, ou seja, a vacina ensina linfócitos chamados T a se defenderem do vírus e isso é um coadjuvante muito importante da resposta antiviral”, comentou.
Portal no Ar

segunda-feira, 2 de maio de 2016

H1N1: entenda os sintomas da doença

A chegada do Outono, época que antecede a estação mais fria do ano, traz consigo alguns problemas comuns dessas estações, como gripes e resfriados. Além do aumento alarmante das arboviroses – dengue, chikungunya e zika vírus – neste início do ano, surge agora mais uma preocupação à população brasileira: a gripe H1N1.
“Os sintomas são muito parecidos, mas as chances de complicações e de hospitalizações com o vírus H1N1 são mais frequentes do que com os outros tipos de vírus influenza”, afirma o coordenador de infectologia pediátrica do Hospital Sabará de São Paulo, Dr. Marco Aurélio Sáfadi.
Os casos começaram a aparecer mais cedo este ano e ainda não se sabe a explicação para esse fenômeno. Torna-se preocupante ver casos de H1N1 no verão, já que essa é uma doença mais comum no inverno. Com alguns sintomas muito parecidos com os das arboviroses, que tiveram um grande aumento este ano, fazer um diagnóstico diferenciado pode ser um desafio, especialmente nos atendimentos dos prontos socorros. Sintomas como febre, dores musculares, dor de cabeça e fadiga se assemelham aos das arboviroses, mas a H1N1 se diferencia pela presença de coriza, problemas respiratórios e dor de garganta.
Robson Pires

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Ministério da Saúde promove neste sábado Dia D de Vacinação contra a Gripe

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe começa oficialmente amanhã (30), data escolhida pelo Ministério da Saúde como Dia D de mobilização em todo o país. Devem receber a dose crianças com idade entre 6 meses e 5 anos, gestantes, idosos, mulheres com até 45 dias após o parto, pessoas com doenças crônicas e profissionais de saúde.

O público-alvo, de acordo com o Ministério da Saúde, totaliza 49,8 milhões de pessoas. A meta é imunizar pelo menos 80% dessa população, considerada de risco para complicações por gripe. Povos indígenas, pessoas privadas de liberdade e funcionários do sistema prisional também estão entre os grupos que vão receber a dose.
Robson Pires

terça-feira, 26 de abril de 2016

Brasil já registra 230 mortes por H1N1 em 2016

Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe será aberta oficialmente no próximo sábado (30)

Por: Agência Brasil

O Brasil registrou este ano, até o 16 de abril, 230 mortes pelo vírus influenza A (H1N1). De acordco com levantamento do Ministério da Saúde divulgado hoje (25), ao todo, foram registrados 1.365 casos da doença em todo o país neste período.
Com 976 notificações, a Região Sudeste concentra o maior número de casos de H1N1 este ano, com 883 apenas no estado de São Paulo. Também houve registro de H1N1 em 2016 em Santa Catarina (102), Goiás (62), Rio de Janeiro (44), Minas Gerais (44), Pará (42), Distrito Federal (36), Rio Grande do Sul (32), Bahia (32), Paraná (30), Mato Grosso do Sul (14), Pernambuco (11), Alagoas (6), Ceará (6), Rio Grande do Norte (6), Espírito Santo (5), Mato Grosso (4), Paraíba (3), Amapá (1) e Sergipe (1).
Embora pelo menos cinco estados tenham começado a imunização, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe será aberta oficialmente no próximo sábado (30) em todas as cidades do país e é voltada a públicos com maior risco de complicações pelos vírus, como crianças com menos de seis anos, gestantes, idosos e profissionais da saúde.
Sintomas
Os principais sintomas da chamada gripe A são infecção aguda das vias aéreas e febre – em geral mais acentuada em crianças do que em adultos. Também podem surgir calafrios, mal-estar, dor de cabeça e de garganta, moleza e tosse seca, além de diarreia, vômito, fadiga e rouquidão.
A prevenção da doença é feita com regras básicas de higiene, como cobrir a boca ao tossir ou espirrar e lavar as mãos com frequência. Também se deve evitar permanecer por muito tempo em ambientes fechados, sem ventilação e com aglomeração de pessoas.
Agora RN

terça-feira, 29 de março de 2016

RN registra a primeira morte por gripe H1N1 em 2016

A vítima, cuja identidade foi preservada, tinha 15 anos e era residente da cidade de Lagoa Nova


Por Redação
O Rio Grande do Norte registrou a primeira morte provocada pelo vírus influenza (H1N1) em 2016. Ao todo, são nove casos notificados, com um deles confirmado.
Companha de vacinação começa em abril (Foto: Alberto Leandro)
Companha de vacinação começa em abril (Foto: Alberto Leandro)
E, justamente o caso em que foi constatada a presença do vírus, ocorreu o primeiro óbito deste ano. A vítima, cuja identidade foi preservada, tinha 15 anos e era residente da cidade de Lagoa Nova, cidade do interior do RN.
Ela, segundo informou a Secretaria Estadual de Saúde Pública, deu entrada no hospital no dia 27 de fevereiro e faleceu 12 dias depois, em 10 de março deste ano. Até o momento, o mês de maior casos suspeitos notificados foi março, com 4 das 9 notificações.
A informação é da Subcoordenadoria de Vigilância Epidemiológica (SUVIGE), da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), baseada nos dados relativos ao período compreendido entre as semanas epidemiológicas de 01 a 12, período compreendido entre 3 de janeiro e 26 de março.
Redução
Mesmo com a morte registrada, a Sesap informa que os nove casos suspeitos notificados em 2016 do vírus influenza (H1N1) representam uma redução de 78% nas notificações do mesmo período de 2015. No ano passado, no período, foram 41 notificações.
Influenza
A influenza é uma doença respiratória infecciosa de origem viral, que afeta o sistema respiratório e pode levar a complicações graves e até mesmo a morte, especialmente nos grupos de alto risco para as complicações da infecção – crianças menores de 5 anos de idade, gestantes, adultos com 60 anos ou mais, portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais.
A transmissão ocorre por meio de secreções das vias respiratórias da pessoa contaminada ao falar, tossir, espirrar ou pelas mãos, que após contato com superfícies recém-contaminadas por secreções respiratórias pode levar o agente infeccioso direto à boca, olhos e nariz. A principal forma de prevenção é a vacinação.
Confira as principais medidas de prevenção:
  • Lavar as mãos com água e sabão, especialmente após tossir ou espirrar;
  • Ao tossir ou espirrar, cobrir a boca com lenço descartável;
  • Não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal;
  • Lavar as mãos frequentemente e não levar as mãos sujas aos olhos, nariz e boca;
  • Pessoas com qualquer gripe devem evitar ambientes fechados e com aglomeração de pessoas;
Portal no Ar

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Casos de Dengue reduzem em mais de 50% no RN

 

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No Rio Grande do Norte o número de casos notificados de dengue reduziram 52,84% em comparação ao mesmo período em 2013. A informação é do boletim divulgado pela Subcoordenadoria de Vigilância Epidemiológica (Suvige) da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap).
Em 2014, de janeiro até 14 de junho, foram notificados 6.773 casos de dengue. Já em 2013, no mesmo período, foram notificados 14.362 casos.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Campanha de Vacinação contra Influenza é prorrogada até 10 de maio



A Campanha de Vacinação contra a Gripe Influenza foi prorrogada até o dia 10 de maio. No Rio Grande do Norte, até esta quinta-feira (25), um total de 42,40% de pessoas de grupos elegíveis foram vacinadas, o que representa 218.121 doses aplicadas. A vacina está disponível em postos de saúde de todo o Estado.
Na Grande Natal, compreendida pelos municípios de Natal, Parnamirim, Extremoz, Macaíba, São Gonçalo do Amarante e Ceará-Mirim, a cobertura vacinal chegou a 39,34%, o que corresponde a 75.958 pessoas vacinadas.
A população alvo da campanha é composta por indivíduos com 60 anos ou mais de idade, trabalhadores de saúde que atuam em unidades com atendimento para a influenza, crianças na faixa etária de seis meses até menores de dois anos, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, além da população privada de liberdade.
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