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quinta-feira, 30 de março de 2017

70% dos brasileiros mudaram seus hábitos em função da violência

40% tiveram algum de seus membros vítima de furto, assalto ou agressão
A falta de segurança pública restringe cada vez mais o uso das cidades pela população. Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) com 2.002 pessoas mostra que 70% dos brasileiros estão tomando alguma medida restritiva, como evitar andar com dinheiro, sair à noite, deixar de circular por alguns bairros, aumentar a segurança privada e até mesmo trocar de casa ou os filhos de escola .
Um ponto de destaque é que 27% das pessoas mudaram o modo de se vestir para reduzir o risco de assalto ou de assédio. Há diferença significativa entre os gêneros: 30% das mulheres estão se privando de vestir como gostariam, contra 23% dos homens. A pesquisa Retratos da Sociedade Brasileira – Segurança Pública foi feita em 141 municípios entre os dias 1 e 4 de dezembro de 2016. As alterações de hábitos nos últimos 12 meses se devem ao fato de 80% das pessoas terem vivenciado de perto alguma situação de risco, como pessoas usando drogas (70%), a polícia prendendo alguém (50%), alguém sendo agredido (39%) ou assaltado (32%), ou estiveram presentes em um tiroteio (26%), entre outras.
Das famílias brasileiras, 40% tiveram algum de seus membros vítima de furto, assalto ou agressão nos últimos 12 meses. Em 2011, 30% das famílias diziam ter sido afetadas. O medo da violência altera o modo de vida e impacta no bolso dos brasileiros. Dos entrevistados, 76% contrataram serviços ligados à segurança privada, como instalação de alarmes, grades e trancas, compraram armas ou contrataram seguros contra roubo ou furto. A violência tem impacto também sobre a economia do país.
“A violência provoca tanto a perda da qualidade de vida, como da competitividade, ou seja, do desenvolvimento do país. Trabalhadores ficam mais tensos e, com isso, menos focados no trabalho, menos produtivos. As empresas desviam recursos da produção para atividades de segurança. Investidores desistem de investir no país. Como consequência, os produtos ficam mais caros”, afirma o gerente-executivo de Pesquisa e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca. De um modo geral, a sociedade acredita que iniciativas sociais são mais eficazes no combate à violência que as repreensivas. No entanto, quando instados a escolher as duas principais medidas para combater a violência, 85% citam pelo menos uma ação repressiva.
“O paradoxo parece refletir o fato da população estar pressionada pelo aumento da violência e desejando que sejam encontradas soluções urgentes. O que acaba recaindo em ações repressivas”, analisa Renato da Fonseca.
IMPUNIDADE – A certeza da impunidade é motivo para o aumento da criminalidade, na opinião de 82% dos entrevistados. Para 75% das pessoas, penas mais rigorosas reduziriam a criminalidade e 85% defendem a redução da maioridade penal para 16 anos. Os crimes de ódio, originados por preconceitos de cor, de gênero, de classe social, de orientação sexual, entre outros, devem ser punidos de forma mais severa do que os crimes comuns, na opinião de 73% dos entrevistados.
As ações repressivas mais citadas como forma de melhorar a situação da segurança são o maior combate ao tráfico de drogas (43%), o aumento do policiamento (41%), das penas pelos crimes (24%) e o combate à venda ilegal de armas (21%). Para 83% das pessoas é preciso ter uma política de tolerância zero, em que todo tipo de infração seja punida. E 55% das pessoas concordam que a violência dos criminosos justifica a violência policial.
Portal no Ar

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Natal registra quase 40 roubos de carro em 24 horas


Apesar de diligências, nenhum suspeito foi preso.



Por Redação
Em 24 horas, 38 veículos foram alvo de roubo (quando há ação com violência) e furto (quando não há) em Natal, informou o Portal BO.
De acordo com a publicação policial, os registros constam de boletins de ocorrência feitos só no sábado nas delegacias de plantão das zonas Norte e Sul.
Apesar de diligências, nenhum suspeito foi preso.
Portal no Ar

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Mulher é presa após furtar clientes em supermercado

Miriam Alves já respondeu criminalmente pelo mesmo crime


Uma mulher de 45 anos foi presa na noite desta quinta-feira (18), suspeita de furtar clientes de um supermercado, no bairro Neópolis, na zona Sul de Natal. Mirim Alves da Silva já respondeu criminalmente pelo mesmo crime.
De acordo com o cabo da Polícia Militar Silva, Mirim foi flagrada por seguranças do estabelecimento após furtar as bodas de duas mulheres. "As vítimas informaram que ela chegava sempre conversando e tirando a atenção para poder retirar os pertences da bolsa. Miriam já foi presa outras vezes pelo mesmo crime", disse.
Na delegacia a suspeita preferiu o silêncio, mas acabou reconhecida por pelo menos três pessoas que estavam no supermercado. Miriam foi autuada por furto.

sábado, 4 de junho de 2016

Jovem é detida pela 18ª vez ao ser flagrada furtando em supermercado

Ela foi apreendida 16 vezes quando menor de idade.

Uma jovem de 20 anos foi presa, na noite desta sexta-feira (3), em um supermercado de Natal. Fernanda Patricia da Silva Felipe foi flagrada furtando objetos. O detalhe é que essa é a 18ª vez que ela é detida.
Fernanda foi apreendida 16 vezes quando era menor de idade e presa pela segunda vez depois de adulta. Sem mostrar arrependimento e até rindo pra foto, ela disse que gosta de furtar.
Na Delegacia de Plantão da Zona Sul, ela afirmou que gosta de usar roupas boas, mas não tem dinheiro para comprar, por isso realiza furtos. Desta vez, ela foi interceptada pelos seguranças do supermercado quando ia saindo.
Portal BO

sábado, 12 de setembro de 2015

Quadrilha é presa suspeita de furtar relógios e celulares no Mercado Público do bairro Santa Terezinha em São Gonçalo do Amarante

Policiais da Delegacia de São Gonçalo do Amarante prenderam uma quadrilha suspeita de ter arrombado seis boxes no mercado público daquela cidade, durante a madrugada desta sexta-feira (11/09/2012), e furtado relógios, celulares e diversos produtos.
O bando foi detido no final da tarde e o material furtado foi apreendido. O delegado Raimundo Rolim, titular da DP de São Gonçalo, disse ao Portal BO que durante as investigações chegou ao nome de Altamir Alves da Silva Gones.
“Conseguimos um mandado de busca e apreensão e fomos até a residência do suspeito, onde começamos encontrar os produtos do furto. Depois, localizamos outros suspeitos e mais produtos”, disse o delegado.
Altamir da Silva é funcionário do Fórum de São Gonçalo do Amarante. O material apreendido e os quatro suspeitos detidos, sendo três menores de idade, foram conduzidos para delegacia da cidade.
Portal BO