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domingo, 5 de fevereiro de 2017

Estudo diz que homens carecas são mais másculos e dominantes; concorda?

Segundo informações do portal americano "USA Today", os pesquisadores conduziram três experimentos
Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, divulgou uma pesquisa que indica que os caras com a cabeça totalmente raspada atraem as mulheres

Dizem que gosto é algo que não se discute, já que se trata de assunto pessoal. Por outro lado, algumas características costumam chamar atenção da maioria das mulheres. Você, por exemplo, sente mais atração por um homens cabeludos, calvos ou carecas? Isso pode parecer um detalhe bobo, mas está relacionado à ideia de masculinidade.
A Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, fez um estudo e descobriu que os homens com cabeça raspada foram classificados como mais atraentes. A justificativa é que os homens carecas passam a imagem de mais dominantes, másculos, altos e fortes.
Analisando os perfis
Segundo informações do portal americano “USA Today”, os pesquisadores conduziram três experimentos. Foram apresentadas para as mulheres fotos de diferentes homens e elas tiveram que analisar as imagens e dizer que características combinavam com esses caras.
As participantes falaram quais homens passavam a imagem de mais dominantes , quais elas consideravam mais másculos , em quais sentiam mais confiança e por quais eram mais atraídas . As mulheres também fizeram a classificação contrária, expondo os homens que passavam a ideia de serem fracos e menos atraentes .
Aparência
Se você é do time que acha que os cabeludos são mais bonitos, não se sinta sozinha. Os homens de cabeça raspada foram considerados mais dominantes, mas isso não que dizer necessariamente que eram os mais belos para as mulheres.
Em outra parte do experimento, foi mostrado fotos de homens com e sem cabelo. O resultado indicou que, estando com a cabeça raspada, o homem pode passar a imagem de ser até quatro anos mais velho.
Argumentos
Agora você deve estar se perguntando por que os carecas foram escolhidos como mais másculos se os cabeludos podem ser mais bonitos e com aparência mais jovem. Os estudiosos explicam que isso acontece devido aos estereótipos .
Como exemplo, eles citam que os caras de cabeça raspada são frequentemente encontrados em profissões que tradicionalmente eram consideradas masculinas, como ofícios que envolvem serviços braçais.
Outro argumento, é que raspar a cabeça passa uma ideia de autoconfiança , pois o homem desiste de usar produtos para evitar a perda de cabelo, mostrando que ele domina a situação e não vê problemas com a perda dos fios.
Isso pode ser verdade, pois a pesquisa também indicou que a atração só funciona se o homem for completamente careca. As imagens dos caras como cabelo desigual ou que sofrem de calvície passaram a ideia de que são fracos e pouco atraentes para as mulheres que participaram da pesquisa.
Fonte: iG

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

A perigosa moda do uso de testosterona para o desejo sexual

Os principais riscos associados ao uso de suplementos de testosterona são infarto, problemas de fertilidade, no cérebro, no fígado e no sistema endócrino. (iStock)


Homens e mulheres estão recorrendo a injeções de testosterona para aumentar o apetite sexual. Saiba por que isso é um risco para a saúde

Nos últimos anos, injetar doses de testosterona, o hormônio masculino, virou moda entre mulheres que querem aplacar o cansaço constante e aumentar seu desejo sexual. De acordo com a revista Pulse, o uso dos suplementos dobrou nos últimos cinco anos na Europa e nos Estados Unidos – tanto entre homens quanto mulheres – como uma saída contra o cansaço e a falta de desejo sexual.
A popularidade da prática é tanta que, segundo informações da rede britânicaBBC, Nick Panay, médico da Real Associação de Obstetras e Ginecologistas do Reino Unido, defendeu que a substância seja administrada gratuitamente, em mulheres, pela rede pública de saúde.
A FDA, agência americana que controla e regulamenta os alimentos e medicamentos, lançou um alerta sobre os riscos de infarto e problemas de fertilidade causados pelo consumo excessivo destes suplementos.”O abuso da testosterona, geralmente em uma dose maior do que a receitada pelos médicos, pode afetar seriamente a saúde da pessoa e causar infarto, problemas no cérebro, no fígado e no sistema endócrino”, disse o comunicado da FDA.
Os suplementos de testosterona só devem utilizar a substância caso seja diagnosticada a baixa produção de hormônio e se o seu consumo for controlado por um médico. A nova moda surgiu acompanhada de advertências. Especialistas afirmam que esses suplementos hormonais devem ser usados somente sob supervisão médica. O uso inadequado das substâncias “pode causar infarto, problemas cerebrais, danos no fígado e no sistema endócrino”.
A testosterona é o hormônio masculino responsável pelo desejo e pelas funções sexuais do homem, mas também é possível sintetizar a substância. Várias empresas desenvolveram suplementos de testosterona, retirando-a de plantas (que também a produzem) para vendê-las na forma de comprimidos, injeções ou gel.
Panay esclarece que a substância não é “uma espécie de Viagra feminino. É apenas algo que pode ajudar entre os que sofrem de uma deficiência do composto. Nas mulheres, por exemplo, o hormônio combate o distúrbio conhecido como transtorno do desejo hipoativo, que afeta 15% das mulheres na menopausa. Vi mulheres que passaram a correr maratonas”, explicou o médico.

Adeptos famosos

A prática já tem adeptos famosos: o cantor britânico Robbie Williams admitiu, há dois anos, que tomava injeções de testosterona para aumentar o apetite sexual e aguentar o ritmo das turnês. “Um médico me disse que meu nível de testosterona era igual ao de um homem de 100 anos, então comecei a tomar injeções que me ajudaram não só a melhorar meu estado físico, como a minha atividade sexual”, disse o cantor à revista Esquire.

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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Belfort repõe testosterona para ‘salvar casamento’, diz Wanderlei Silva

Wanderlei ridiculariza TRT de Belfort: Exigência de casa     
Segundo Vanderlei Silva, esposa de Vitor estaria exigindo uso de TRT pelo marido. Foto:Divulgação
Segundo Vanderlei Silva, esposa de Vitor estaria exigindo uso de TRT pelo marido. Foto:Divulgação
 
Wanderlei Silva defendeu Vitor Belfort na polêmica discussão sobre a Terapia de Reposição de Testosterona [TRT], e disse em entrevista ao “Combate” que o rival não contraria as regras e é acompanhado pelos médicos do Ultimate Fighting Championship, que o mantém dentro do limite hormonal permitido.
“Acho que, se ele está fazendo, é porque pode. Se não pudesse, ele não faria. É tudo com médicos, tudo dentro de números. O cara tem o direito também de ter a testosterona de um cara de 21 anos, se você está lutando contra um cara de 21. A testosterona é uma coisa que vai baixando com o passar do tempo”.
Mas na mesma resposta, o “Cachorro Louco” ridicularizou Belfort ao declarar que o tratamento foi uma exigência de casa, em outras palavras, da esposa Joana Prado, que segundo ele quer salvar seu casamento.
“Soube de um papo lá que ele estava meio… Que esse negócio de TRT não era nem para lutar, foi uma exigência em casa, era o que o pessoal estava falando. Se é para salvar o casamento, se começou por outros motivos e passou para o lado profissional, se tem que fazer, faz. Por que não? É coisa de saúde, dentro da lei, não vejo problema nenhum”.
Wanderlei e Vitor são rivais de longa data. Em 1998, no ginásio da Portuguesa, em São Paulo, o curitibano foi nocauteado em quarenta e quatro segundos pelo “Fenômeno”. Na primeira temporada do TUF Brasil, eles foram escolhidos como treinadores e teriam feito a aguardada revanche, não fosse por uma contusão na mão de Vitor. Silva agora torce para que o antagonista conquiste o cinturão dos médios, para, quem sabe, fazer o que ele chama de gran finale.
 
Fonte:Terra

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Reposição de testosterona em forma de desodorante chega ao país

TESTOSTERONA E O AUMENTO DA LIBIDO NO MACHO
 
A diminuição do hormônio masculino é um processo natural que ocorre a partir dos 40 anos
Uma nova droga para repor testosterona em homens com baixos níveis do hormônio deve chegar ao Brasil no próximo mês. A novidade é o formato: o medicamento é aplicado nas axilas, como se fosse um desodorante.
Hoje, existem três remédios de reposição hormonal masculina no país, todos injetáveis. Dois deles são aplicados a cada três semanas e o outro, a cada três meses.
Já o novo medicamento, de uso tópico, deve ser usado diariamente pela manhã, depois do desodorante comum.
Dessa forma, a droga tenta imitar a produção natural da testosterona –que tem níveis mais altos no começo do dia. Com os remédios injetáveis de longa duração, podem ocorrer picos do hormônio logo após as aplicações e níveis baixos no fim do período.
O remédio é colocado em um aplicador usado diretamente nas axilas, o que evita que o produto entre em contato com as mãos e diminui os riscos de contaminar outras pessoas com o hormônio. A dose pode variar de acordo com a recomendação médica. Cada “bombeada” do produto tem 30 mg, e a dose máxima diária, segundo a bula, é de 120 mg. Uma unidade com 110 ml custará R$ 283,93, o que é suficiente para um mês, em média, a depender da dose indicada.
 
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quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Atividade física ajuda a proteger a fertilidade masculina

Corrida ao ar livre é uma das atividades que, segundo estudo de Harvard, pode ajudar a melhorar a fertilidade masculina

Segundo pesquisa americana, exercícios ao ar livre ou musculação parecem ser especialmente benéficos

Alguns tipos de atividade física podem melhorar, ou pelo menos proteger, a fertilidade masculina, aumentando as chances de concepção de um casal, revelou uma pesquisa feita na Universidade Harvard, nos Estados Unidos. No estudo, homens que faziam exercícios ao ar livre ou musculação apresentaram uma maior concentração de espermatozoides no sêmen do que aqueles que não praticavam essas atividades. Essas conclusões serão apresentadas nesta semana durante o encontro da Federação Internacional das Sociedades de Fertilidade, em Boston.
A contagem de esperma é uma medida da quantidade de espermatozoide por mililitro de sêmen. Quando esse número é superior a 39 milhões, considera-se que o homem é saudável; abaixo dos 15 milhões, que ele tem baixa contagem (oligospermia); e, menos do que 10 milhões, que é infértil.
Conclusões — Na pesquisa, feita entre 2002 e 2006, 137 homens responderam a questionários sobre prática de atividade física e tiveram suas amostras de sêmen analisadas. Os cientistas descobriram que os voluntários que praticavam pelo menos sete horas semanais de qualquer exercício de intensidade moderada a vigorosa tinham uma contagem de esperma 48% maior do que aqueles que se exercitavam menos do que uma hora por semana.
Certos tipos de atividade parecem ser mais benéficos à fertilidade masculina do que outros. Os participantes que faziam ao menos uma hora e meia de exercícios ao ar livre, por exemplo, apresentaram uma contagem de esperma 42% maior do que os que praticavam atividades físicas em ambientes fechados. A exposição ao sol, acreditam os especialistas, pode contribuir de alguma forma com a fertilidade masculina, pois ajuda a aumentar os níveis de vitamina D no organismo.
Segundo o estudo, o benefício dos exercícios ao ar livre vale para todas as modalidades esportivas, exceto o ciclismo. Os pesquisadores descobriram que os voluntários que pedalavam durante uma hora e meia ou mais por semana tinham uma concentração de espermatozoides 34% menor do que os outros. O aumento da temperatura na região genital quando o homem está sentado em uma bicicleta pode ajudar a explicar esse dado.
Outro tipo de atividade física que parece contribuir com a fertilidade é a musculação. O estudo indicou que participantes que praticavam musculação por mais do que duas horas por semana tinham, em média, uma contagem de esperma 25% maior do que aqueles que não praticavam. "Levantar peso parece aumentar os níveis de testosterona e melhorar a sensibilidade à insulina, e esses dois fatores já foram associados a maiores concentrações de espermas", diz Audrey Gaskins, pesquisadora da Faculdade de Saúde Pública de Harvard e uma das autoras do trabalho.
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