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terça-feira, 26 de julho de 2016

Correr na rua ou na esteira? Saiba qual a melhor opção para você


Escolha deve se basear no perfil da pessoa e nos objetivos a serem alcançados



Por Redação
Adotar a corrida como prática esportiva é, sem dúvida, um grande passo em direção a uma vida mais saudável. Porém, uma das dúvidas em torno desta atividade, que ganha cada vez mais adeptos, está na escolha entre correr na esteira ou na rua.
Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Exeter, na Grã-Bretanha, e dirigido pelo professor Andrew Jones, convidou nove corredores para correr em uma rua, medindo o gasto de energia. Logo depois, ele levou os mesmos voluntários para correr em uma esteira, na mesma intensidade, mas com inclinações diferentes. Ao final da pesquisa, concluiu-se que é possível compensar de forma adequada o esforço extra de correr ao ar livre colocando a esteira a uma inclinação de 1%.
Segundo a unidade MIP (medicamento isento de prescrição) do Aché Laboratórios, a opção pela esteira, normalmente praticada em casa e nas academias, é mais indicada aos iniciantes, pessoas com sobrepeso ou que estejam voltando de alguma lesão, pois impulsiona o corredor para frente, proporcionando um exercício com menos dificuldade, e consequentemente, causando menos impacto nas articulações. Já o treinamento na rua é aconselhado para quem já pratica a atividade, pois exige mais intensidade e condicionamento físico. Ao ar livre o atleta também aprende a lidar com a variação climática, pressão do ar e melhora sua percepção quanto ao ritmo, além de diversificar estímulos mecânicos com subidas, descidas e diferentes tipos de terrenos, ideal para quem visa participar de competições.
Vale ressaltar que é importante seguir algumas cautelas que melhoraram o desempenho, como manter uma alimentação equilibrada, ingerir bastante água para manter o corpo sempre hidratado, realizar alongamentos e seguir a orientação de um médico e um educador físico.
Em casos leves de dores e incômodo, uma alternativa para aliviar os sintomas é a utilização de medicamento à base de dietilamonio diclofenaco, como o Biofenac, da unidade MIP (medicamento isento de prescrição) do Aché Laboratórios, que possui ação analgésica e anti-inflamatória para diminuir o inchaço e a dor na região. Trazendo, dessa forma, alívio imediato às lesões causadas pelo esforço no treinamento.
Portal no Ar

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Prática de caminhada pode acrescentar até sete anos na vida de uma pessoa

Pesquisa revela que caminhada reduz pela metade o risco de morte por ataque do coração

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação
Um estudo apresentado no Congresso da Sociedade Europeia de Cardiologia revelou que a chave para combater o envelhecimento e manter uma vida saudável pode estar na prática de exercícios físicos. Segundo a pesquisa da Universidade de Saarland, na Alemanha, uma caminhada diária pode acrescentar até sete anos na vida de uma pessoa.
De acordo com os pesquisadores, apenas uma caminhada diária de 20 a 25 minutos pode render até sete anos a mais de vida. Um dos motivos é que a prática de exercício pode, por exemplo, reduzir pela metade os riscos de morte por ataque do coração entre as pessoas de 50 ou 60 anos e retardar o envelhecimento do DNA. Além disso, a prática de exercícios diminui a probabilidade de desenvolvimento de diabetes e hipertensão.
Os cientistas analisaram 69 pessoas saudáveis não fumantes com idades entre 30 e 60 anos que não praticavam exercícios regulares e passaram a fazer alguma atividade física. Após realizar exames de sangue durante os seis meses de vida ativa, os cientistas constataram que a prática de exercícios aeróbicos regulares, treinos de força, entre outros exercícios, desencadearam um processo antienvelhecimento capaz de reparar o DNA envelhecido.
“ Nunca podemos evitar nos tornar completamente velhos, mas podemos atrasar o envelhecimento. Exercício adquire três a sete anos a mais de vida. É um antidepressivo, melhora as funções cognitivas e agora há uma evidência que pode retardar sintomas de demência”, afirma o pesquisador Sanjay Sharma da St Georges Universtity ao jornal “The Independent”.
O estudo indica ainda que os exercícios físicos trazem benefícios a qualquer idade, independente de quando começou a ser praticado.
“Quanto mais ativo você é, e não importa quando você começa, mais benefícios você terá”, afirmou Christi Deaton, da Fundação Florence Nightingale.
Fonte: O GLOBO

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

A cada dez anos com colesterol alto, risco de infarto cresce 40%

Coração: de acordo com pesquisadora, nunca é cedo para adotar medidas para controlar o colesterol(Thinkstock/VEJA)

De acordo com estudo, malefícios causados por esse tipo de gordura são cumulativos

Um novo estudo revelou que, a cada dez anos em que uma pessoa vive com a taxa de colesterol elevada, o risco de ela sofrer uma doença do coração aumenta em quase 40%. A descoberta foi relatada nesta segunda-feira no periódico Circulation, da Associação Americana do Coração.


Pesquisadores analisaram dados de 1 478 adultos sem doenças cardiovasculares aos 55 anos e calcularam o tempo em cada um deles tinha o colesterol elevado e o risco de sofrer um infarto ou um derrame. 

Entre os 389 voluntários que viviam com o índice elevado de um a dez anos, a probabilidade era de 8,1%. Já entre os 577 voluntários que tinham colesterol alto de onze a vinte anos, o risco subia para 16,5%. Dos participantes que não tinham problemas de colesterol, 512, o risco era de 4,4%.

A cada década de exposição ao colesterol elevado, a probabilidade de sofrer uma doença cardiovascular crescia em 39%, sugerindo que o malefício do colesterol elevado é cumulativo.


Prevenção — “Nunca é cedo demais para um jovem adulto falar com seu médico sobre doenças do coração e adotar medidas de controle de colesterol, como dieta, prática de exercício e, em alguns casos, remédios”, afirma Ann Marie Navar-Boggan, líder do estudo e cardiologista do Duke Clinical Research Institute em Durham, nos Estados Unidos.

“As placas que se desprendem das artérias e causam ataques cardíacos levam anos para se desenvolver. O que acontece nas suas veias, especialmente no seu nível de colesterol aos 30 e 40 anos, afeta sua saúde cardíaca aos 50, 60 e 70 anos.”

Estratégias para controlar o colesterol

Consuma ômega-3


O ômega-3 é um ácido graxo que tem função anti-inflamatória. Ele diminui o risco de placas de gordura, formadas pelo colesterol alto, inflamarem e causarem coágulos. Além disso, o nutriente reduz o colesterol ruim (LDL) e aumenta o bom (HDL). O ômega-3 pode ser encontrado em peixes, principalmente na sardinha e no salmão. Não por acaso, um estudo comprovou que a dieta do mediterrâneo, que é rica nesse ácido graxo, pode reduzir os níveis de colesterol no sangue.

Evite alimentos ricos em gordura saturada




Carnes gordas (como a picanha), leite integral, queijo amarelo, presunto e manteiga são exemplos de alimentos ricos em gordura saturada. "Esse tipo de gordura é o que tem a maior concentração de colesterol ruim em sua composição", diz o cardiologista Luiz Bortolotto, coordenador do Centro de Hipertensão do Hospital Oswaldo Cruz, em São Paulo. Prefira as versões menos gordurosas desses alimentos, como carnes brancas e leite desnatado.


Pratique exercícios físicos


A prática de atividades física acelera o metabolismo e, consequentemente, incentiva a ação das enzimas que elevam a concentração de colesterol bom no sangue. Indiretamente, o exercício reduz o nível de colesterol ruim e protege as artérias. O ideal é praticar pelo menos 30 minutos de atividade física três vezes por semana.

Eleve a ingestão de fibras


As fibras ajudam a diminuir a absorção intestinal das gorduras, matéria-prima do colesterol. "Esse mecanismo faz com que o organismo excrete mais gordura do que absorve e ajuda a controlar os níveis de colesterol ruim no corpo", afirma Marcelo Paiva, cardiologista do Núcleo de Cardiologia do Hospital 9 de Julho, em São Paulo. Um estudo mostrou que ingerir três quartos de xícara de chá por dia de leguminosas — como feijão, lentilha e grão-de-bico —, ricas em fibra, pode diminuir em 5% as taxas de colesterol ruim. Outras boas fontes do nutriente são aveia, chia e caqui. 

Pare de fumar


O tabagismo em si não eleva os níveis de colesterol ruim no sangue. Porém, componentes como a nicotina deterioram as paredes das artérias, de modo que fica mais fácil o colesterol se fixar nelas. "O cigarro acelera e agrava o processo de formação de placas de gordura", diz Marcelo Paiva.
veja

domingo, 7 de dezembro de 2014

Quer emagrecer? Veja 15 dicas que podem acelerar o metabolismo


Excesso de alimentos termogênicos pode dar o efeito rebote, já que prejudica o sono, que é essencial para o metabolismo



Mantenha uma garrafinha perto de você o tempo todo. Foto: Divulgação
Mantenha uma garrafinha perto de você o tempo todo. Foto: Divulgação

Para quem quer chegar ao verão literalmente mais leve, fazer DIETAe praticar exercícios físicos é importante. No entanto, atentar-se a algumas dicas para acelerar o metabolismo pode dar uma turbinada na meta, fazendo com que calorias sejam gastas mesmo em repouso.
A nutróloga Liliane Oppermann, membro da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran) ensina alguns truques e mudança de hábitos que deixam o metabolismo mais ativo. Veja:
1 - Beba água: a falta de água prejudica o metabolismo. Mantenha uma garrafinha perto de você o tempo todo.
2 - Use alimentos termogênicos com moderação: usar demais causa efeito rebote, pois tira o sono e prejudica o metabolismo.
3 - Durma bem: a falta de um bom sono dificulta o processo de emagrecimento e deixa o metabolismo mais lento.
4 - Coma mais alimentos fibrosos: os de BAIXA CALORIA, como brócolis, vagem e abobrinha otimizam a digestão e ajudam no metabolismo.
5 - Tenha um hobbie: sair da rotina é ótimo para manter a motivação em um bom estilo de vida.
6 - Pratique atividade física: aumentam a longevidade e diminuem o estresse, além de acelerar o metabolismo.
7 - Coma de três em três horas: assim evita-se exagerar em refeições principais, além de acelerar o metabolismo.
8 - Evite refrigerantes: os consumo de refrigerantes está relacionado ao desenvolvimento do DIABETES e obesidade. Os lights estão ligados à problemas renais. Eles desaceleram o metabolismo.
9 - Coma mais frutas: o ideal é comê-las nos lanches intermediários ou como entrada de almoço ou jantar. As frutas têm antioxidantes que aceleram o metabolismo.
10 - Pare de fumar imediatamente: além de muitos problemas, ele diminui a percepção do paladar e prejudica o metabolismo.
11 - Evite comer doces: e, se for comer, prefira frutas ou chocolate 70% cacau.
12 - Coma mais salada: esse é um truque para comer 15% a menos do prato principal.
13 - Tome café da manhã: depois do jejum da noite de sono, é fundamental tomar café da manhã. Ele dará mais disposição, inclusive para atividade física.
14 - Coma com prazer: saborear alimentos saudáveis e variados ajuda bastante.
15 - Mastigue bem os alimentos: sem a boa mastigação, a digestão fica incompleta.
Fonte: IG

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Atividade física ajuda a proteger a fertilidade masculina

Corrida ao ar livre é uma das atividades que, segundo estudo de Harvard, pode ajudar a melhorar a fertilidade masculina

Segundo pesquisa americana, exercícios ao ar livre ou musculação parecem ser especialmente benéficos

Alguns tipos de atividade física podem melhorar, ou pelo menos proteger, a fertilidade masculina, aumentando as chances de concepção de um casal, revelou uma pesquisa feita na Universidade Harvard, nos Estados Unidos. No estudo, homens que faziam exercícios ao ar livre ou musculação apresentaram uma maior concentração de espermatozoides no sêmen do que aqueles que não praticavam essas atividades. Essas conclusões serão apresentadas nesta semana durante o encontro da Federação Internacional das Sociedades de Fertilidade, em Boston.
A contagem de esperma é uma medida da quantidade de espermatozoide por mililitro de sêmen. Quando esse número é superior a 39 milhões, considera-se que o homem é saudável; abaixo dos 15 milhões, que ele tem baixa contagem (oligospermia); e, menos do que 10 milhões, que é infértil.
Conclusões — Na pesquisa, feita entre 2002 e 2006, 137 homens responderam a questionários sobre prática de atividade física e tiveram suas amostras de sêmen analisadas. Os cientistas descobriram que os voluntários que praticavam pelo menos sete horas semanais de qualquer exercício de intensidade moderada a vigorosa tinham uma contagem de esperma 48% maior do que aqueles que se exercitavam menos do que uma hora por semana.
Certos tipos de atividade parecem ser mais benéficos à fertilidade masculina do que outros. Os participantes que faziam ao menos uma hora e meia de exercícios ao ar livre, por exemplo, apresentaram uma contagem de esperma 42% maior do que os que praticavam atividades físicas em ambientes fechados. A exposição ao sol, acreditam os especialistas, pode contribuir de alguma forma com a fertilidade masculina, pois ajuda a aumentar os níveis de vitamina D no organismo.
Segundo o estudo, o benefício dos exercícios ao ar livre vale para todas as modalidades esportivas, exceto o ciclismo. Os pesquisadores descobriram que os voluntários que pedalavam durante uma hora e meia ou mais por semana tinham uma concentração de espermatozoides 34% menor do que os outros. O aumento da temperatura na região genital quando o homem está sentado em uma bicicleta pode ajudar a explicar esse dado.
Outro tipo de atividade física que parece contribuir com a fertilidade é a musculação. O estudo indicou que participantes que praticavam musculação por mais do que duas horas por semana tinham, em média, uma contagem de esperma 25% maior do que aqueles que não praticavam. "Levantar peso parece aumentar os níveis de testosterona e melhorar a sensibilidade à insulina, e esses dois fatores já foram associados a maiores concentrações de espermas", diz Audrey Gaskins, pesquisadora da Faculdade de Saúde Pública de Harvard e uma das autoras do trabalho.
veja