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terça-feira, 26 de julho de 2016

Grupos adiam ato pró-impeachment - Movimento Brasil Livre e Nas Ruas optam por protestar mais perto da votação no Senado; Vem Pra Rua mantém protesto no domingo, 31; frentes em defesa do mandato de Dilma mantêm manifestações no mesmo dia

Os principais grupos que organizam manifestações de rua a favor do impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff se dividiram em relação à realização do próximo ato, marcado para o domingo, 31, em diversas cidades brasileiras. Em São Paulo, o protesto deve ocorrer na Avenida Paulista.
Enquanto os grupos Movimento Brasil Livre e Nas Ruas optaram por adiar o protesto para agosto, em uma data mais próxima à votação do impeachment no Senado, o Vem Pra Rua preferiu manter a data inicialmente marcada.
Em nota, o Vem Pra Rua afirmou que haverá atos em pelo menos 175 cidades. O grupo resumiu suas reivindicações em cinco itens: defendem o impeachment definitivo de Dilma; manifestam apoio à Operação Lava Jato; pedem a aprovação do projeto das 10 medidas contra a corrupção proposto pelo Ministério Público Federal; querem a prisão de políticos corruptos; a renovação política e o fim do foro privilegiado.
Um dos coordenadores nacionais do MBL, Kim Kataguiri, afirmou que o adiamento da participação do grupo foi decidido pela baixa adesão dos seguidores ao protesto e por ele estar marcado em data muito distante da votação no Senado. “A mobilização não estava boa”, admitiu. O estudante de Direito disse que as coordenações estaduais do MBL foram informadas do adiamento da participação do grupo no dia 31, mas foram liberadas para organizar atos locais se assim quiserem.
Racha. O grupo não marcou data para uma próxima manifestação na Avenida Paulista. Ainda assim, Kataguiri nega que haja um racha entre os movimentos pró-impeachment. “Já houve outras ocasiões em que fizemos atos sem a adesão de outros grupos, como o Vem Pra Rua”, disse ele, citando como exemplos a marcha a pé a Brasília e acampamentos em frente ao Congresso Nacional.
Apoio. Já as manifestações em defesa do mandato da presidente afastada Dilma Rousseff e com o lema “Fora Temer”, também marcadas para o domingo,  estão mantidas em diversas cidades brasileiras. Organizados pelas frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, que congregam mais de 40 entidades ligadas a movimentos sociais e sindicatos de trabalhadores, os atos devem ocorrer em ao menos 16 capitais.
Em São Paulo, o manifesto está marcado para as 14 horas no Largo da Batata, em Pinheiros, na zona oeste. Os manifestantes também irão às ruas pela garantia dos direitos trabalhistas e contra o que chamam de retrocessos propostos pelo governo interino, além da defesa da reforma política.
Agora RN

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Movimentos que pedem o impeachment de Dilma vão às ruas no dia 17 de abril

Manifestações deverão ocorrer em mais de 300 cidades brasileiras, a exemplo do que ocorreu no dia 13 de março, quando as manifestações reuniram cerca de 5 milhões de pessoas no País inteiro


Por Estadão Conteúdo
 

O Vem Pra Rua, um dos principais grupos de oposição à presidente Dilma Rousseff, marcou a próxima manifestação pró-impeachment para o dia 17 de abril.
A expectativa no Congresso Nacional é que a votação do impedimento na Câmara ocorra nesta data, um domingo.
Os organizadores pretendem instalar telões em dois caminhões de som na Avenida Paulista, de onde será transmitida a movimentação dos parlamentares.
O movimento deverá se repetir em mais de 300 cidades brasileiras, a exemplo do que ocorreu no dia 13 de março, quando as manifestações reuniram cerca de 5 milhões de pessoas no País inteiro.
Portal no Ar

quarta-feira, 2 de março de 2016

Por impeachment, oposição se une a movimentos anti-Dilma

Para levar adiante o processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, os deputados federais da oposição criaram um comitê junto a movimentos de rua antipetistas. A iniciativa será divulgada publicamente nesta quarta-feira (2) com o lançamento de uma mesa redonda do MBL (Movimento Brasil Livre) da qual participarão os deputados federais Bruno Araújo (PSDB-PE), Raul Jungmann (PPS-PE) e Bruno Vieira Lima (PMDB-BA). O MBL é um dos principais organizadores dos protestos contra o governo que levaram milhares de pessoas às ruas em diversas cidades do Brasil.
Robson Pires

domingo, 20 de setembro de 2015

Movimento pró-impeachment de Dilma já recolheu mais de um milhão de assinaturas

A página virtual traz a íntegra do pedido de impeachment apresentado pelo jurista Hélio Bicudo, fundador do PT


Por Allan Darlyson
Adesão popular ao impeachment de Dilma aumenta a cada dia (10).    10/09/2015 - Foto: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO CONTEÚDO
Adesão popular ao impeachment de Dilma aumenta a cada dia (10). 10/09/2015 – Foto: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO CONTEÚDO
Iniciado no dia 10 de setembro, o movimento pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), que lançou o site www.proimpeachment.com.br, para recolher assinaturas populares em torno da causa, já conseguiu mais de um milhão de assinaturas.
O site abre com a seguinte mensagem: “Assine o abaixo assinado pelo impeachment de Dilma”. A página diz “#impeachmentjá!” e “Chega! Os brasileiros não aceitam mais mentiras, crise ética/moral, corrupção generalizada desemprego crescente, inflação alta, pedaladas fiscais, Mensalão e Petrolão, aumento de impostos, luz e gasolina mais caras e cortes na saúde, educação e segurança”.
“Estamos ao lado da população, indignados com tanta bandalheira! E, assim como a maioria dos brasileiros, defendemos que a presidente seja afastada o mais rápido possível, através do seu impeachment! Participe você também do Movimento Pró-Impeachment!”, diz texto na página da petição.
A página virtual traz a íntegra do pedido de impeachment apresentado pelo jurista Hélio Bicudo, fundador do PT. Na peça apresentada, Bicudo cita as “pedaladas fiscais”, a Operação Lava Jato e a compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, pela Petrobras para afirmar que Dilma cometeu crime de responsabilidade.
O movimento, que reúne deputados de PSDB, PPS, DEM, SD, PSC, PTB e até partidos da base, como PMDB e PSD, tem também perfil no Twitter e página no Facebook.

sábado, 12 de setembro de 2015

Movimentos sociais aderem ao requerimento de Hélio Bicudo sobre impeachment


bicudoMovimentos sociais que protocolaram pedidos de afastamento da presidenta da República, Dilma Rousseff, anunciaram ontem (11) que unificarão seus requerimentos ao do jurista e ex-deputado Hélio Bicudo. Fundador do PT, Bicudo protocolou no último dia 1º, na Câmara dos Deputados, um pedido de abertura de processo de impeachment da presidenta.
“Os movimentos contra a corrupção estão aderindo a esse pedido do doutor Hélio em respeito a tudo que ele representa, a luta que ele representa contra a corrupção”. disse Carla Zambelli, do movimento Nasruas, porta-voz de 30 grupos que querem o afastamento de Dilma.
“Eu estou muito feliz, alegre, de ter vocês aqui, em casa, nesse movimento comum, nacional, a favor da moralidade pública da política brasileira”, afirmou Bicudo após reunião com representantes dos movimentos, ocorrida em sua residência, no bairro dos Jardins, em São Paulo.
Robson Pires

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Presidente da CUT diz que vai às ruas ‘de armas na mão’ defender Dilma

Dilma  e Vagner Freitas
O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, pediu aos movimentos sociais a ida à “rua entrincheirados, com armas na mão, se tentarem derrubar a presidente”.
Vagner Freitas presidente nacional da CUT
Os três principais grupos que lideram a convocação para protestos contra a presidente Dilma Rousseff e o PT, no domingo (16), decidiram adotar três palavras de ordem em comum: “Fora corruptos”, “Fora Dilma” e “Lula nunca mais”. Em paralelo, movimentos sociais voltaram a dar apoio à petista em ato no Palácio do Planalto, no qual o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Wagner Freitas, falou em ir às ruas “de armas na mão”.
Os protestos deste domingo foram convocados para mais de 200 cidades do País. O alvo prioritário são o PT, Dilma e seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva. Com a definição de ontem entre a Aliança Nacional dos Movimentos Democráticos, o Movimento Brasil Livre (MBL) e o Vem Pra Rua, os principais articuladores das manifestações decidiram oficialmente poupar o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que é investigado pela Operação Lava Jato por suspeita de ter cobrado propina do esquema de corrupção na Petrobrás.
“A questão do Eduardo Cunha não é central para nós. Ele não é o foco, mas vamos pressioná-lo pela admissibilidade dos pedidos de impeachment que estão na Câmara”, disse Carla Zambelli, porta-voz da Aliança Nacional dos Movimentos Democráticos, frente que reúne dezenas de grupos anti-Dilma. Como presidente da Câmara, Cunha é quem decide se aceita ou não pedido de impeachment.
Por sua vez, os movimentos anti-Dilma já adotaram como alvo o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que se reaproximou do Planalto. Na noite de quarta-feira, integrantes do MBL fizeram um ato de protesto na frente da residência oficial do peemedebista.
Os grupos discordam, porém, sobre o tratamento a ser dado ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, responsável por investigar autoridades com foro no Supremo Tribunal Federal, como os alvos da Lava Jato. “A lentidão do Janot no processo chama a atenção, mas não existe indicação de que ele esteja obstruindo a investigação”, afirmou Rogério Chequer, do Vem Pra Rua.
‘Às armas’
Grupos pró-PT têm adotado o discurso da defesa da democracia para rechaçar movimentos pelo impeachment. Mas ontem, em solenidade no Palácio do Planalto, o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Wagner Freitas, afirmou que os movimentos sociais serão o “exército” que vai “enfrentar essa burguesia”.
“Recado para os golpistas: nós somos trabalhadores, trabalhamos pela democracia”, discursou o sindicalista. “O que se vende é a intolerância, o preconceito de classe contra nós. Somos defensores da unidade nacional. Isso implica ir para a rua entrincheirados de armas na mão, se deitar e lutar se tentarem tirar a presidente.”
Os presentes responderam com gritos de “Não vai ter golpe”. Dilma ouviu as manifestações, mas não comentou o discurso de Freitas. Em entrevista após a cerimônia, o ministro Miguel Rossetto (Secretaria-Geral) tampouco respondeu ao ser questionado sobre o assunto e limitou-se a dizer que o “governo não trabalha com a hipótese de impeachment”. “O governo trabalha com um ambiente de mais estabilidade, mais diálogo, especialmente com nossa base.”
Portal no Ar

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Protesto de domingo em Natal terá “Lula e Dilma” atrás das grades


GetAttachmentO próximo domingo (16) será marcado por mais um protesto contra a presidente Dilma Rousseff em diversas cidades do país. Em Natal, o movimento está confirmado mais uma vez para ocorrer nos arredores do Midway Mall, a partir das 15 horas. E os organizadores da manifestação prometem algumas surpresas, entre elas, a representação da presidente Dilma Rousseff e do ex-presidente Lula da Silva atrás das grades.
Além de Natal, os manifestantes do Rio Grande do Norte também confirmaram protestos em Mossoró e Caicó. O objetivo é ultrapassar a marca dos 12 mil presentes no evento realizado em 15 de março, na capital potiguar. Para Arthur Dutra, um dos organizadores da manifestação, “diante do agravemento do quadro político, com o surgimento de novas denúncias e a insatisfação popular crescente, a expectativa é que um número maior de brasileiros participe e vá para às ruas mostrar sua indignação com o governo do PT”.
Robson Pires

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Movimentos convocam natalenses para “Fora Dilma” no dia 16 de agosto

Por meio das redes sociais, os três movimentos conclamam os eleitores insatisfeitos com o rumo que o País tem tomado para ganhar as ruas no próximo domingo


Por Allan Darlyson
Multidão lotou às ruas no dia 15 de março para pedir impeachment (Foto: Alberto Leandro)
Multidão lotou às ruas no dia 15 de março para pedir impeachment (Foto: Alberto Leandro)
Alinhados com a pauta nacional, os movimentos Brasil Livre, Força Democrática RN e Vem Pra Rua convocam os natalenses para a manifestação pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), marcada para o próximo domingo (16), às 15 horas, no cruzamento das Avenidas Bernardo Vieira e Salgado Filho.
Por meio das redes sociais, os três movimentos conclamam os eleitores insatisfeitos com o rumo que o País tem tomado para ganhar as ruas no próximo domingo. O manifesto atraiu também o apoio de partidos políticos. Líderes do PSDB, DEM, Solidariedade e PPS já anunciaram apoio à manifestação.
Nas páginas dos movimentos, são informados aos leitores, cotidianamente, o que originou o “Fora Dilma”. Diariamente, eles reproduzem as notícias sobre os escândalos de corrupção envolvendo o governo, a crise política, econômica e ética, além do crescente desemprego e o estelionato eleitoral da última campanha.
No dia 15 de março, o movimento reuniu em Natal aproximadamente 15 mil pessoas. Na época, ainda não existia fundamentação para o impeachment de Dilma. Agora, já existem projeções para fundamentar, futuramente, o pedido: as pedaladas fiscais, que estão sendo avaliadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU), e o suposto financiamento da campanha da presidente com dinheiro de propina da Petrobras, caso que será julgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Portal BO

terça-feira, 16 de junho de 2015

Cunha se aproxima de movimentos anti-Dilma


Em São Paulo para participar de um encontro com empresários do setor varejista, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), que foi vaiado pelos petistas durante o congresso do partido, aproveitou para se aproximar de grupos contrários ao governo Dilma Rousseff e ao PT.
Cunha se encontrou nesta segunda-feira com 20 representantes de 17 movimentos, entre eles o Acorda Brasil, Revoltados Online e Movimento Brasil Livre. Entre os temas debatidos, a reforma política e o projeto que cria o Programa Escola Sem Partido.
“Eles me convidaram. Recebi eles em Brasília e falei que debateria pauta com eles e foi isso. Eles têm uma série de pauta, muitas que estão em andamento na Casa, outros temas deles. Debati com eles, como debateria com outros. Não me cabe fazer juízo de valor dos movimentos”, afirmou o presidente da Câmara a’O Globo.
Robson Pires