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quarta-feira, 26 de abril de 2017

Centrais sindicais dão como certa grande adesão à greve geral na sexta-feira

As reformas da Previdência e trabalhista são os principais alvos

Na capital paulista, metroviários, motoristas de ônibus e professores aderiram à chamada greve geral e devem parar durante todo o dia

Centrais sindicais e movimentos sociais já dão como certa a adesão de diversas categorias na paralisação convocada para esta sexta-feira, 28, contra as reformas propostas pelo presidente Michel Temer (PMDB) no Congresso Nacional. As reformas da Previdência e trabalhista são os principais alvos.
Na capital paulista, metroviários, motoristas de ônibus e professores aderiram à chamada greve geral e devem parar durante todo o dia. O Sindicato dos Metroviários e o Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo prometem uma paralisação geral durante o dia. Os metroviários prometerem parar durante 24 horas, mas não divulgaram se a paralisação vai atingir todo o sistema de trem e metrô. Já os motoristas têm uma reunião marcada na tarde desta quarta-feira para definir a extensão da greve.
O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) afirmou que os professores da rede estadual são contrários à reforma da Previdência e à terceirização e vão paralisar suas atividades na sexta-feira, assim como os servidores municipais. Para estes, o prefeito João Doria (PSDB) afirmou que o Executivo vai descontar o dia parado na folha de pagamento daqueles que aderirem à manifestação.
Na rede particular de ensino, os sindicatos que integram a Federação dos Professores do Estado de São Paulo, e representam os professores, auxiliares e técnicos de ensino da rede privada, anunciaram que participarão da paralisação. “Estamos unidos para barrar reformas lesivas aos trabalhadores, especialmente perversas aos professores, promovidas por um governo sem voto”, afirmou Celso Napolitano, presidente da Federação.
Em assembleia realizada na segunda-feira, 24, em São Bernardo, os metalúrgicos do ABC paulista também aprovaram a mobilização para a greve geral. “A intenção do governo com esse discurso de déficit na Previdência é empurrar todos os trabalhadores para a previdência privada”, disse Aroaldo Oliveira, vice-presidente do sindicato.
Além dessas categorias, entidades que representam bancários, motoboys, petroleiros e profissionais da saúde do Estado de São Paulo também comunicaram adesão à paralisação. A Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Força Sindical divulgaram nesta quarta-feira que todas as categorias profissionais vinculadas às entidades participarão do movimento.
Segundo a CUT, sindicatos dos 26 Estados e do Distrito Federal aderiram à paralisação, entre eles trabalhadores dos transportes públicos, portuários, aeronautas, petroleiros, professores, metalúrgicos, químicos e bancários. A Força divulgou que, em São Paulo, vão parar ônibus, metrô e trens, além de metalúrgicos, químicos e trabalhadores da construção civil.
Na capital paulista, uma manifestação chamada pelas frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo está marcada para as 17 horas no Largo da Batata. No Rio de Janeiro, um ato está programado para as 15 horas na Cinelândia.
Agora RN

domingo, 20 de setembro de 2015

Movimento pró-impeachment de Dilma já recolheu mais de um milhão de assinaturas

A página virtual traz a íntegra do pedido de impeachment apresentado pelo jurista Hélio Bicudo, fundador do PT


Por Allan Darlyson
Adesão popular ao impeachment de Dilma aumenta a cada dia (10).    10/09/2015 - Foto: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO CONTEÚDO
Adesão popular ao impeachment de Dilma aumenta a cada dia (10). 10/09/2015 – Foto: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO CONTEÚDO
Iniciado no dia 10 de setembro, o movimento pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), que lançou o site www.proimpeachment.com.br, para recolher assinaturas populares em torno da causa, já conseguiu mais de um milhão de assinaturas.
O site abre com a seguinte mensagem: “Assine o abaixo assinado pelo impeachment de Dilma”. A página diz “#impeachmentjá!” e “Chega! Os brasileiros não aceitam mais mentiras, crise ética/moral, corrupção generalizada desemprego crescente, inflação alta, pedaladas fiscais, Mensalão e Petrolão, aumento de impostos, luz e gasolina mais caras e cortes na saúde, educação e segurança”.
“Estamos ao lado da população, indignados com tanta bandalheira! E, assim como a maioria dos brasileiros, defendemos que a presidente seja afastada o mais rápido possível, através do seu impeachment! Participe você também do Movimento Pró-Impeachment!”, diz texto na página da petição.
A página virtual traz a íntegra do pedido de impeachment apresentado pelo jurista Hélio Bicudo, fundador do PT. Na peça apresentada, Bicudo cita as “pedaladas fiscais”, a Operação Lava Jato e a compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, pela Petrobras para afirmar que Dilma cometeu crime de responsabilidade.
O movimento, que reúne deputados de PSDB, PPS, DEM, SD, PSC, PTB e até partidos da base, como PMDB e PSD, tem também perfil no Twitter e página no Facebook.

domingo, 19 de outubro de 2014

Multidão participa de ato em apoio a Aécio Neves em Natal

 

multidao aecio
Uma imensa faixa azul se formou na Avenida Hermes da Fonseca, uma das principais vias de Natal (RN), durante a tarde deste sábado (18). O movimento de apoio a candidatura de Aécio Neves (PSDB) à Presidência da República contou com a participação de diversos setores da sociedade e percorreu o trajeto entre o Museu Câmara Cascudo e o Midway Mall. A estimativa da organização é que mais de 3 mil pessoas participaram do ato.
Durante o percurso, foram muitos os acenos de moradores de edifícios e motoristas que passavam pelo caminho. Entre os presentes, muitos levaram cartazes com frases de protesto contra os diversos problemas enfrentados no país atualmente, com destaque para a corrupção e violência.
Antes de iniciar a caminhada, em discurso para os presentes, o deputado federal eleito Rogério Marinho, presidente de honra do PSDB potiguar, disse que “chegou o momento do Brasil dar um basta nos escândalos de corrupção e no descaso com o dinheiro público. Vamos mostrar que os brasileiros querem mudança”, disse o líder tucano do Estado.
Também estiveram presentes no ato o senador José Agripino Maia (DEM), o deputado federal reeleito Felipe Maia (DEM), a vice-prefeita de Natal Wilma de Faria (PSB), o presidente da Câmara Municipal de Natal, Albert Dickson (Pros) e o vereador Júlio Protásio (PSB), além do presidente do Sindicato dos Médicos, Geraldo Ferreira, e da Associação Médica, Álvaro Barros.
Robson Pires

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Depois de quase apoiar Robinson e decidir por Henrique, prefeito de Assu larga Henrique e volta para Robinson

    
O prefeito de Assu, Ivan Júnior (PROS), que no primeiro turno quase apóia o candidato a governador Robinson Faria (PSD), mas decidiu apoiar Henrique Alves (PMDB) por acreditar que só o peemedebista era capaz de reconstruir o Rio Grande do Norte, agora já acha que só Robinson pode fazer isso.
“Robinson tem projetos para o Vale do Açu e sempre foi nosso parceiro”, disse Ivan hoje ao deixar a campanha de Henrique e aderir à de Robinson.
Foi isso que Ivan Júnior disse ao Blog no começo da campanha, um dia antes de deixar para lá a parceria com Robinson e debandar para Henrique.
Ivan apoiou Henrique no primeiro turno, porém, em Assu, Robinson ganhou com quase 2 mil votos de maioria.
Resta saber se, mesmo declarando apoio a Henrique, o prefeito trabalhou nos bastidores para o “sempre parceiro”, traindo Henrique, ou se seu grupo foi derrotado mesmo em Assu.
Em nota emitida hoje, Ivan tenta justificar a derrota afirmando que o apoio a Henrique só foi definido “no desenrolar” da campanha, e culpa o deputado George Soares (PR), que lançou uma onda de ataques a ele pelo twitter no final de semana, pelo rompimento com Henrique no segundo turno.
Porém, antes dos ataques de George, Ivan, em entrevista a uma emissora local, depois de apurados os votos, chegou a dizer que o jogo estava zerado e que iria conversar com os aliados.
Telefonei para Ivan, mas ele negou.
No sábado, em comício na feira de Assu, Robinson fez um convite a Ivan, para que este viesse lhe apoiar no segundo turno.
Se estava combinado ou não…o fato é que os ataques de George só começaram depois.
Depois do jogo zerado na rádio.
Depois do convite de Robinson.
Como a eleição não tem terceiro turno, Ivan deverá seguir com Robinson até o fim.
A não ser que Henrique ganhe…
Aí ele deverá cobrar a parceria pelo apoio que deu no primeiro turno.
Na foto abaixo, Ivan Júnior com Robinson e com o deputado Fábio Faria.
Fábio teve o apoio de Ivan, mesmo tendo ido a Assu e não ter tido a presença de Ivan em seu palanque.
Thaisa Galvão