Mostrando postagens com marcador Felipe Maia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Felipe Maia. Mostrar todas as postagens

sábado, 5 de novembro de 2016

Fátima, Rogério, Felipe e Fábio estão na lista de políticos citados na “Farra das Passagens”

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, recebeu do Ministério Público Federal nesta sexta-feira (4) um documento listando 219 políticos que estariam envolvidos no caso da “Farra das Passagens”.
Dentre os citados que teriam usado recursos públicos indevidamente para fins particulares relacionadas às passagens aéreas da Câmara e do Senado, estão os deputados federais Fábio Faria (PSD), Felipe Maia (DEM) e Rogério Marinho (PSDB), e a senadora Fátima Bezerra (PT).
O documento cita nominalmente deputados, senadores, ministros do Tribunal de Contas da União e governadores – políticos que detêm foro privilegiado perante o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Superior Tribunal de Justiça (STJ). Na lista também estão o ministro Eliseu Padilha (Casa Civil/Governo Michel Temer), que foi deputado federal (2003-2015), e o ministro Vital do Rêgo, do Tribunal de Contas da União, que foi senador e é alvo da Operação Lava Jato.
Agora RN

sábado, 3 de setembro de 2016

Ministro da Educação se reunirá com prefeitos do RN na próxima segunda

A reunião foi articulada pelo Presidente da Federação e Prefeito do município de Assú, Ivan Júnior, com o apoio do líder da bancada do partido Democratas na Câmara, deputado federal Felipe Maia


Por Redação
Devido a incompatibilidade de horários na agenda do Ministro da Educação Mendonça Filho (DEM-PE), a reunião entre ele e os Prefeitos do Rio Grande do Norte, promovida pela Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte – FEMURN – na próxima segunda-feira (05) será às 14 horas – e não mais às 9h, como divulgado inicialmente.
Mendonça Filho estará na Escola de Governo, em Natal, na próxima segunda-feira a convite do Presidente da Federação, Ivan Lopes Júnior, para atender os prefeitos dos municípios do Rio Grande do Norte. Os gestores vão levar suas demandas sobre convênios, projetos e programas de governo junto ao Ministério da Educação e discutir propostas com o Ministro.
A reunião foi articulada pelo Presidente da Federação e Prefeito do município de Assú, Ivan Júnior, com o apoio do líder da bancada do partido Democratas na Câmara, deputado federal Felipe Maia (DEM-RN): “A necessidade de diálogo dos gestores é importante. Precisamos conversar com os governantes, mostrar as nossas demandas e firmar parcerias, para o bem dos municípios”, considera Ivan Júnior. Ele também agradeceu o apoio do deputado Felipe Maia e a aceitação do convite de Mendonça Filho: “Ficamos muito felizes com a sensibilidade e o apoio do deputado Felipe Maia, e com a aceitação do Ministro Mendonça. Esperamos que a reunião seja proveitosa”, avalia o Presidente.
Principais Demandas
Entre as principais demandas dos gestores, está o repasse do Fundo Nacional de Desenvolvimento à Educação (FNDE) para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), implantado em 1955, e que atualmente repassa apenas R$ 0,50 para a merenda dos alunos conveniados. O valor restante da refeição é pago pelas prefeituras, que pela falta de recursos, não têm condições de arcar com a alimentação das crianças.
Os gestores também pedirão apoio para a adesão do programa Caminho da Escola – programa de renovação da frota de veículos escolares – e ações que fortaleçam os programas do livro didático e da biblioteca na escola, melhorando a educação pública dos municípios potiguares.
Portal no Ar

domingo, 19 de outubro de 2014

Multidão participa de ato em apoio a Aécio Neves em Natal

 

multidao aecio
Uma imensa faixa azul se formou na Avenida Hermes da Fonseca, uma das principais vias de Natal (RN), durante a tarde deste sábado (18). O movimento de apoio a candidatura de Aécio Neves (PSDB) à Presidência da República contou com a participação de diversos setores da sociedade e percorreu o trajeto entre o Museu Câmara Cascudo e o Midway Mall. A estimativa da organização é que mais de 3 mil pessoas participaram do ato.
Durante o percurso, foram muitos os acenos de moradores de edifícios e motoristas que passavam pelo caminho. Entre os presentes, muitos levaram cartazes com frases de protesto contra os diversos problemas enfrentados no país atualmente, com destaque para a corrupção e violência.
Antes de iniciar a caminhada, em discurso para os presentes, o deputado federal eleito Rogério Marinho, presidente de honra do PSDB potiguar, disse que “chegou o momento do Brasil dar um basta nos escândalos de corrupção e no descaso com o dinheiro público. Vamos mostrar que os brasileiros querem mudança”, disse o líder tucano do Estado.
Também estiveram presentes no ato o senador José Agripino Maia (DEM), o deputado federal reeleito Felipe Maia (DEM), a vice-prefeita de Natal Wilma de Faria (PSB), o presidente da Câmara Municipal de Natal, Albert Dickson (Pros) e o vereador Júlio Protásio (PSB), além do presidente do Sindicato dos Médicos, Geraldo Ferreira, e da Associação Médica, Álvaro Barros.
Robson Pires

domingo, 12 de outubro de 2014

Após distribuição de 100 mil adesivos, Natal realiza carreata para Aécio Neves

 

adesivaço aecio
A onda da razão tomou conta do Rio Grande do Norte. Neste sábado (11), atos em apoio a candidatura de Aécio Neves (PSDB) para presidente da República foram realizados em Mossoró, Parnamirim e Natal. Na capital, um adesivaço ocorreu pela manhã, com forte adesão dos natalenses, enquanto na parte da tarde as ruas da cidade foram tomadas por uma carreata quilométrica, que reuniu cerca de 1,5 mil veículos.
A mobilização marcou também o encerramento de uma marca histórica em se tratando de campanhas políticas no Estado. De terça-feira (07) até o final da carreata já na noite deste sábado, o diretório estadual do PSDB no RN distribuiu impressionantes 100 mil adesivos de Aécio Neves. A ampla maioria deles para Natal. Também foram espalhadas pela cidade 3 mil bandeiras do presidenciável.
Já no início da carreata, o presidente de honra do partido no estado e deputado federal eleito, Rogério Marinho, convocou os potiguares a se unirem na luta pela mudança. “Ninguém aguenta mais tantos desmandos, tantos escândalos de corrupção. Já deu. Eles estão desesperados, e a cada mentira dita por eles, vamos dizer duas verdades”, disse o líder tucano no RN. O evento também contou com as presenças do senador José Agripino Maia, presidente nacional do DEM, do deputado federal Felipe Maia (DEM), e do vereador Aroldo Alves, presidente municipal do PSDB.
Robson Pires

domingo, 5 de outubro de 2014

Cada coligação precisa de 200 mil votos para eleger um deputado federal e 75 mil para eleger um estadual

    

7I5I5I
Walter deverá ser o mais votado de sua coligação; Fábio Faria poderá ajudar a eleger mais um federal; e Rafael Motta disputa liderança com Walter Alves
 
O cálculo não é nada simples, por isso, tem muito candidato e coligação fazendo conta desde o início da campanha. Assim é a eleição proporcional que, neste ano, vai eleger os oito deputados federais e os 24 deputados estaduais no Rio Grande do Norte. Isso porque, diferente da eleição majoritária, onde vence quem tem mais voto, na disputa pelo legislativo, o eleito é aquele que fica melhor colocado nas coligações. E assim como há quatro anos, a expectativa é que o coeficiente para federal seja de mais de 200 mil votos e o de estadual, em torno de 75 mil.
De forma simplificada, o cálculo para se encontrar o coeficiente eleitoral é feito com base no número de votos válidos de uma eleição (ou seja, a quantidade de votantes, retirando os nulos e brancos). No Rio Grande do Norte, em 2010, os votos validos foram 1.653.375 para federal e 1.722.118 para estadual. E como o crescimento do eleitorado no Estado foi de menos de 4%, segundo dados de Tribunal Regional Eleitoral (TRE), a expectativa é que os números fiquem parecidos com relação ao último pleito.
Sendo assim, espera-se que o coeficiente eleitoral fique em torno dos 210 mil votos para a Câmara Federal, em Brasília, e 75 mil votos para a Assembleia Legislativa. A projeção de quantos serão eleitos, no entanto, aí já é um cálculo mais complicado e passa pela estimativa de votos dos principais nomes na disputa.
Na coligação para federal que apoia o candidato ao Governo do RN, Henrique Eduardo Alves (PMDB), por exemplo, a expectativa é que sejam eleitos, pelo menos, seis parlamentares. O próprio candidato a governador tem falado isso em seus discursos, baseado na estimativa de votos dos principais nomes em disputa: Walter Alves (PMDB), Felipe Maia (DEM), Zenaide Maia (PR) e Rafael Motta (PROS).
Esses seriam os responsáveis por “puxar” os demais candidatos, permitindo que um número maior de cadeiras sejam ocupadas (das oito destinadas ao RN, eles querem ficar com seis). No lado de Robinson Faria, candidato ao Governo pelo PSD, a expectativa é que sejam, pelo menos, duas cadeiras (alguns acreditam em três). Fábio Faria, do PSD, seria o responsável por puxar o grupo, tendo algo próximo aos 200 mil votos.
Aí que fica clara a situação que muitos taxam como “desleal” do cálculo proporcional. Tendo 200 mil votos, Fábio Faria poderia ajudar a eleger alguém com uma votação bem menos expressiva, com algo em torno de 70, 60 mil votos. “Do outro lado”, um candidato com mais de 100 mil votos, pode ficar de fora, porque o número de vagas não foi suficiente para acomodar a todos os que tiverem ampla votação.
Isso, inclusive, é bem mais comum do que se imagina. No Rio Grande do Norte, mesmo, aconteceu, em 2010. Naquele ano, Rogério Marinho, do PSDB, teve mais de 100 mil votos. Contudo, devido à coligação, não garantiu a cadeira na Câmara Federal. Sandra Rosado, com 92 mil, e Paulo Wagner, com apenas 55 mil votos, conseguiram se eleger, sendo puxados pela votação recorde de Fátima Bezerra, do PT, com 220 mil votos, e João Maia, do PR, com 217 mil votos, respectivamente.
No caso da disputa pela Assembleia Legislativa, o panorama é parecido: Henrique espera (e também já disse isso em discursos) eleger 19 deputados estaduais “do seu lado”. Diferente da disputa pela Câmara Federal, no entanto, a aliança peemedebista é subdividida em três coligações. A primeira coligação “União pela Mudança”, formada por PMDB, PSB, PR, PROS, DEM, SDD, PDT e PRB, é a que agrupa o maior número de candidatos à reeleição, por isso, espera-se, seja a que eleja mais nomes.
Afinal, só pelo PMDB, tentam renovar seus mandatos os deputados Gustavo Fernandes, Hermano Morais, Nélter Queiroz e Ezequiel Ferreira. O PSB vai com os nomes dos deputados Tomba Farias, Márcia Maia e Larissa Rosado. E ainda tem o PROS, com outros cinco candidatos: Ricardo Motta, Gustavo Carvalho, Vivaldo Costa, Raimundo Fernandes e Gilson Moura (que lançou o irmão Junior Moura para substituí-lo).
Coligações fazem os cálculos para saber quantos conseguirão eleger pelo coeficiente eleitoral
Cálculo do quociente eleitoral
Saiba como é realizado o cálculo do quociente eleitoral para distribuição de cadeiras pelo sistema de representação proporcional.
Divisão de 8 cadeiras do Rio Grande do Norte.
1ª operação
Determinar o nº de votos válidos, deduzido do comparecimento os votos nulos e os em branco:
Exemplo: 2.245.115 (eleitorado em 2010) – abstenções – votos em branco – votos nulos = 1.653.375 (número de votos válidos em 2010 para federal)
2ª operação
Determinar o quociente eleitoral, dividindo-se os votos válidos pelos lugares a preencher. Despreza-se a fração, se igual ou inferior a 0,5, arredondando-a para 1 se superior.
Exemplo: Votos válidos (1.653.375) ÷ número de cadeiras (8) = 206.672 (quociente eleitoral)
3ª operação
Determinar os quocientes partidários, dividindo-se a votação de cada partido (votos nominais + legenda) pelo quociente eleitoral. Despreza-se a fração, qualquer que seja.
Exemplo: PSL/PTN/PSC/DEM/PMN e PSDB (coligação com mais votos em 2010) 560.351 ÷ 206.672 = 2
4ª operação
Distribuição das sobras de lugares não preenchidos pelo quociente partidário. Dividir a votação de cada partido pelo nº de lugares por ele obtidos + 1 ( art. 109, nº I do Código Eleitoral). Ao partido que alcançar a maior média, atribui-se a 1ª sobra.
JH

sábado, 13 de setembro de 2014

Candidaturas dos filhos de Garibaldi Alves, Robinson Faria e Agripino Maia são as mais ricas

    

atores-fabio-faria-2d3c68
Jovens, filhos de políticos influentes e cheios de dinheiro na conta da campanha. É assim que estão os candidatos a deputado federal Walter Alves (PMDB), Fábio Faria (PSD) e Felipe Maia (DEM), que aparecem, nesta ordem, como os detentores das campanhas mais caras para a Câmara Federal. Segundo dados do portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a campanha dos três, juntos, já ultrapassou a casa dos R$ 2,7 milhões.
 
Novato na disputa, o deputado estadual Walter Alves, filho do ministro da Previdência Social Garibaldi Alves Filho, tem a campanha mais rica até o momento. Já foram doados para ele, exatos, R$ 1,089 milhão, e há, pelo menos, 10 grandes empresas nacionais e internacionais nesta lista de doadores. A Alpargatas, por exemplo, doou R$ 200 mil; o banco Itaú, R$ 75 mil; o Safra, 30 mil; a CRBS, R$ 80 mil; a Prada, mais R$ 300 mil; e a Vale, R$ 50 mil, mesmo valor doados pela Alesat, Gerdau e pelo banco BTG.
 
Deputado federal, Fábio Faria, filho do candidato ao Governo do RN, Robinson Faria, não ficou muito atrás. Até agosto, ele já havia recebido R$ 915 mil de doações. Teve menos doadores que Walter Alves, mas as quantias recebidas foram maiores. A JBS, grupo dona da marca Friboi, por exemplo, doou R$ 500 mil para a campanha do peessedista vice-presidente da Câmara Federal. O banco BTG “chegou junto” com outros R$ 250 mil; a construtora MRV, R$ 100 mil e o banco Itaú, mais R$ 50 mil.
 
Também deputado federal e filho do senador José Agripino, presidente nacional do DEM, Felipe Maia é o terceiro da lista de maiores arrecadadores da disputa pela Câmara Federal. O parlamentar recebeu, segundo o Tribunal Superior Eleitoral, R$ 740 mil em doações. A principal doadora foi a empresa Koleta Ambiental, que doou R$ 350 mil para o democrata.
 
A Koleta Ambiental Ltda se coloca como a maior empresa da América Latina no seu segmento: a coleta, transporte e destinação final de lixo e resíduos sólidos. Além dessa empresa, a JHV doou R$ 100 mil; a Arosuco, R$ 90 mil; e a potiguar Guararapes, R$ 50 mil.
 
 
PRÓPRIO BOLSO
Enquanto os filhos de Garibaldi, Robinson e Agripino têm as campanhas mais ricas, na disputa pela Câmara Federal há também aqueles que gastam dinheiro do próprio bolso para sustentar suas candidaturas. O principal exemplo é a médica Zenaide Maia, irmã do deputado federal João Maia, do PR. Ela, sozinha, já doou R$ 114 mil para a própria candidatura.
 
E, além disso, Zenaide contou com a ajuda do marido, o atual prefeito de São Gonçalo do Amarante, Jaime Calado, para viabilizar os gastos da campanha. Calado doou outros R$ 50 mil para a candidatura da mulher que, ao todo, soma um total de R$ 325 mil.
 
Além dela, há também registros de doações próprias para as candidaturas de Sandra Rosado (doou R$ 40 mil para a campanha); Paulo Wagner (se doou R$ 60 mil); e Rafael Motta (se doou R$ 38 mil). Fafá Rosado, candidata a federal pelo PMDB, estava em um momento de dificuldade na primeira parcial da prestação de contas, contudo, agora, ficou mais folgada.
Antes, ela tinha apenas os R$ 40 mil doados pelo marido, o deputado estadual Leonardo Nogueira, do DEM. Agora, já chegou a casa dos R$ 391 mil, com a ajuda do PMDB. Rogério Marinho, do PSDB, também tem doações de familiares na prestação de contas: do pai, Valério Marinho, que doou R$ 7 mil para ele.
JH

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Agripino depois do veto a Rosalba sai da cena como o político “mais queimado” com antecipação nas eleições deste ano

O veto do senador e presidente nacional do DEM José Agripino ao projeto de reeleição da governadora Rosalba Ciarlini  gerou grande repercussão negativa nas  redes sociais e na imprensa nacional

Jajá corre o risco de não reelejer o seu filho Felipe Maia

No processo eleitoral deste ano a “liderança política do Rio Grande do Norte” que saiu mais “queimada” com antecedência foi o senador José Agripino Maia pela atitude considerada “desleal” contra a governadora Rosalba Ciarlini impedindo-a sua possibilidade de “reeleição”.

- “Foi um ato covarde. Rosalba foi leal a Agripino em todos os momentos de sua vida pública. Mas, a resposta virá das urnas com a pré-candidatura de seu filho Felipe Maia a deputado federal,” contou ao blogue uma fonte da governadoria ainda revoltado com a condição imposta pelo DEM agripinista na convenção do partido.

A Debandada do DEM/RN para outras legendas e a "vingança" ao mandato de reeleição do deputado federal Felipe Maia é tida como certa por fontes bem informadas

Fala-se que depois da convenção a debandada de filiados ao DEM para outras legendas será grande. Não haverá perdão para Agripino e seu filho e pré-candidato a deputado federal Felipe Maia. Robson Pires