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quarta-feira, 15 de março de 2017

Maia, Eunício, José Serra e Aécio Neves são alvos de investigação do STF

Eunício Oliveira, Rodrigo Maia, Aécio Neves e José Serra

Presidentes da Câmara e do Senado, além de senadores tucanos, estão entre os alvos da Procuradoria-Geral da República encaminhados ao Supremo

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu para investigar  os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (PMDB), além dos senadores Edison Lobão (PMDB), Romero Jucá (PMDB). O Estadoapurou também que estão na lista de pedidos de inquérito daPGR os senadores tucanos José Serra (SP) e Aécio Neves (MG). Como parlamentares, todos têm privilégio de foro e a decisão sobre a investigação cabe ao ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal.
Os casos dos ex-presidentes Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva e dos ex-ministros Antonio Palocci e Guido Mantega devem ser remetidos à primeira instância, como os petistas perderam o foro privilegiado.
Governo. A PGR também pediu investigação para ao menos cinco dos 29 ministros de Temer (PMDB). São eles Eliseu Padilha (PMDB), da Casa Civil, Moreira Franco (PMDB), da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Kassab (PSD), das Comunicações, Bruno Araújo (PSDB), das Cidades, e Aloysio Nunes Ferreira (PSDB), das Relações Exteriores.
No total, Rodrigo Janot enviou 320 pedidos ao STF com base nas delações premiadas de 78 executivos da Odebrecht. São 83 pedidos de abertura de inquéritos, 211 declínios de competência para outras instâncias da Justiça, nos casos que envolvem pessoas sem prerrogativa de foro, 7 pedidos de arquivamentos e 19 outras providências.
Segundo a PGR, “não é possível divulgar detalhes sobre os termos de depoimentos, inquéritos e demais peças enviadas ao STF por estarem em segredo de Justiça.” Por isso, Rodrigo Janot, em seus pedidos, também solicitou ao ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato, a retirada do sigilo desse material considerando a necessidade de promover transparência e garantir o interesse público.
Agora RN

sábado, 26 de novembro de 2016

Brasil - A Lava Jato chega ao PSDB - Depoimentos mostram como o dinheiro da Odebrecht bancou a campanha de Serra em 2010

As delações da Odebrecht atingiram em cheio o PSDB. Em reportagem na edição desta semana, já nas bancas, VEJA revela como despesas da campanha de José Serra à Presidência em 2010, como o jatinho que ele usou para viajar pelo país, foram bancadas com dinheiro sujo da Odebrecht.
Os recursos foram depositados na Suíça em contas pessoais de um aliado do tucano, o ex-banqueiro Ronaldo Cezar Coelho. O texto também põe fim a um mistério: três fontes confirmaram à revista que o codinome “santo” que aparece em planilhas da empreiteira refere-se ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) — nenhum deles, no entanto, disse ter negociado diretamente com o paulista.
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domingo, 6 de novembro de 2016

Planalto considera a hipótese de Lula fugir do Brasil

Segundo o Planalto Lula pode fugir do Brasil para não ser preso
O presidente da República, Michel Temer, e o ministro das Relações Exteriores, José Serra, durante cerimônia de posse do novo ministério no Palácio do Planalto, em Brasília (DF) - 12/05/2016 (Andressa Anholete/AFP)

Reportagem publicada na mais recente edição de VEJA que chegou  às bancas neste sábado revela os detalhes de como o governo do presidente Michel Temer vem lidando em sigilo com um delicado assunto: o risco de o ex-presidente Lula fugir do país.

No momento em que o cerco da Operação Lava-Jato se fecha sobre o petista, as investidas dos advogados de Lula na Organização das Nações Unidas (ONU) levaram o ministro José Serra a procurar o presidente da República para analisar as consequências de um eventual pedido de asilo político de Lula.
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quarta-feira, 9 de março de 2016

Senadores do PSDB e do PMDB vão discutir impeachment

Diante do agravamento da crise política, a cúpula do PSDB se reunirá na quarta-feira com caciques do PMDB para discutir os possíveis cenários sobre o afastamento da presidente Dilma Rousseff.
O encontro será em um jantar na casa do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) e contará com a presença dos senadores tucanos Aécio Neves (MG) e Cássio Cunha Lima (PB), possivelmente de José Serra (SP) e Aloysio Nunes (SP), além do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), do líder do PMDB na Casa, Eunício Oliveira (CE), e do senador Romero Jucá (PMDB-RR).
Segundo um dos convidados, o jantar servirá para que o PSDB, o principal partido de oposição que está à frente das movimentações pelo impeachment, meça o grau de empenho do PMDB no processo.
Robson Pires

domingo, 6 de dezembro de 2015

Tucanos fecham apoio a Temer, e Dilma diz esperar ‘confiança’ do vice

O vice-presidente Michel Temer (PMDB) conseguiu nos últimos dias algo raro na política brasileira: a união dos senadores tucanos Aécio Neves (MG) e José Serra (SP) e do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, em torno de uma estratégia comum que tem como objetivo a disputa pela Presidência.

Em resposta às articulações do vice, a presidente Dilma Rousseff afirmou ontem (5), no Recife, que espera “integral confiança do Michel Temer”. “Tenho certeza de que ele a dará”, completou a presidente.

Divididos desde o início da crise que ameaça o mandato da petista, em março deste ano, os três presidenciáveis tucanos decidiram apoiar - e, em alguns casos, encorajar - Temer a trabalhar pelo impeachment de Dilma.

Até meses atrás, apenas Serra era um entusiasta da ideia de ver o peemedebista no Planalto. Aécio jogava para tirar Temer e a presidente de uma só tacada e disputar uma nova eleição. Alckmin queria manter Dilma no cargo até 2018, quando também termina o mandato dele no Palácio dos Bandeirantes.

Por conta das movimentações de seu vice, Dilma, entretanto, não esconde a preocupação com o afastamento cada vez maior dele e pediu aos articuladores políticos do governo que monitorem o PMDB com lupa. Nos bastidores, ministros avaliam que Temer flerta com o PSDB para assegurar sua ascensão ao poder e vai lavar as mãos em relação ao processo de impeachment.

O vice tem conversado há tempos com os tucanos, movimento visto no Planalto como “conspiração”. Com o mote da “pacificação nacional”, porém, Temer circula na oposição e é assíduo interlocutor do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, fato que intriga até mesmo petistas.

A possibilidade de debandada do PMDB começou a inquietar o governo na sexta-feira, quando o ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha (PMDB), aliado de Temer, pediu demissão. Desde então, o Planalto redobrou o cuidado na checagem do índice de fidelidade do principal partido da coligação, que ganhou sete ministérios há dois meses.

Adversário de Dilma, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pressiona ministros como Henrique Eduardo Alves (Turismo) e Celso Pansera (Ciência e Tecnologia) a entregar os cargos, mas eles resistem.

No Palácio dos Bandeirantes, auxiliares do governador de São Paulo dizem que, dependendo do pêndulo do PMDB e das vozes das ruas, o impeachment pode evoluir rapidamente. Temer vai se encontrar publicamente com Alckmin amanhã (7), na cerimônia de premiação do grupo de líderes empresariais Lide, presidido por João Doria Júnior.

Encontro reservado
Ontem (5), eles participaram juntos de um evento na capital paulista e tiveram uma conversa em local reservado. A aproximação com adversários do governo está se estreitando. Na quarta-feira, por exemplo, horas antes de Cunha aceitar o pedido de impeachment, Temer, que é presidente do PMDB, foi anfitrião de um almoço com sete senadores de oposição, no Palácio do Jaburu.

À mesa foi discutido o afastamento de Dilma. Um senador observou ali que a presidente não poderia contar nem com Lula e muito menos com o presidente do PT, Rui Falcão, que orientou os três deputados do partido no Conselho de Ética a votar contra a anistia a Cunha. A decisão, com o aval de Lula, foi uma aposta para salvar o PT, desgastado com os escândalos.

Na prática, parte do PSDB aceita apoiar um eventual governo de transição comandado por Temer, caso Dilma caia, desde que o vice garanta não disputar a eleição de 2018. Tucanos dizem, porém, que mesmo assim não ocupariam cargos porque isso seria um “salto no escuro”. 

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Serra tem 33%, Suplicy, 27%, Kassab, 7%, aponta Ibope

 

senadores SP
Pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (9) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto na corrida para o Senado por São Paulo:
José Serra (PSDB) – 33%
Eduardo Suplicy (PT) – 27%
Gilberto Kassab (PSD) – 7%
Ana Luiza (PSTU) – 1%
Marlene Campos Machado (PTB) – 1%
Fernando Lucas (PRP) – 0%
Edmilson Costa (PCB) – 0%
Kaka Wera (PV) - 0%
Genildo Moreira (PSB) – 0%
Senador Fláquer (PRTB) – 0%
Juraci Garcia (PCO) – 0%
Brancos e nulos – 12%
Não sabe – 17%
No levantamento anterior, divulgado em 2 de agosto, Serra tinha 33%, Suplicy, 28%, e Kassab, 8%. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo.Realizada entre os dias 4 e 9 de setembro, a pesquisa contou com entrevistas de 2.002 eleitores, em 97 municípios paulistas. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levada em conta a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o protocolo número SP-00028/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob protocolo número BR-0056/2014.
Robson Pires

sábado, 14 de junho de 2014

PSDB lança Aécio Neves à Presidência, em convenção em SP

 

  • O pré-candidato à Presidência pelo PSDB Aécio Neves cumprimenta o público ao lado do ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso durante convenção do partido em São Paulo
    O pré-candidato à Presidência pelo PSDB Aécio Neves cumprimenta o público ao lado do ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso durante convenção do partido em São Paulo
Agora é oficial. Aécio Neves foi oficializado como candidato do PSDB à Presidência da República, durante convenção nacional do partido em São Paulo.
Seu nome teve a aprovação de 447 dos 451 delegados da convenção. .
Principal candidato de oposição até agora e segundo colocado nas pesquisas eleitorais, Aécio será o terceiro tucano a tentar chegar ao Palácio do Planalto desde a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, em 2002.
Antes dele, Geraldo Alckmin, em 2006, e José Serra, em 2010, fracassaram na tentativa. Mas desta vez as condições são mais favoráveis para Aécio, já que a candidatura petista será da presidente Dilma Rousseff, que busca a reeleição num momento de baixa popularidade, crescimento econômico fraco, inflação alta e queda nas pesquisas eleitorais.
O ex-governador de São Paulo José Serra elogiou a capacidade de gestão do candidato do PSDB à Presidência da República e afirmou que o "espírito de mudanças" converge para Aécio Neves.
Por um bom tempo, houve sinais de que Serra queria ser novamente o candidato do PSDB à Presidência --tentou, e perdeu, em 2002 e 2010. Embora improvável, ainda é um dos nomes mencionados para compor como vice de Aécio.
"O Aécio sempre teve a habilidade de juntar as melhores pessoas para seu governo", afirmou ele. "Chegou a hora de pôr as mãos à obra. E esse espírito de mudanças, que agora converge na sua candidatura, é o desdobramento de uma jornada já longa do Brasil."
Serra também fez amplas críticas à gestão do atual governo, ressaltando a inflação elevada, o crescimento econômico lento e as denúncias envolvendo a Petrobras e afirmando que o modelo de gestão do país caminha para a "esclerose". 

Uol

terça-feira, 13 de maio de 2014

ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS: Aécio, Serra e a vice

  
Nova estratégia
Serra: só entra se agregar muito
A chance de José Serra ser vice de Aécio Neves é quase nula – afinal, a cúpula do partido e da campanha tucana não quer. Mas como em política o pragmatismo tende sempre a falar mais alto, uma grande pesquisa nacional será encomendada pelo PSDB para lapidar o tema.  Se agregar muito, entra. Se não, nem pensar.
Por Lauro Jardim

terça-feira, 6 de maio de 2014

Indicação de Serra como candidato a vice de Aécio esbarra na rejeição

 

aecio-e-serra-em-dilma
A Folha de S. Paulo destacou que a indicação do ex-governador de São Paulo, José Serra, para a vaga de vice na chapa presidencial do senador Aécio Neves (MG) passou a ser discutida como uma possibilidade real dentro do PSDB. Serra e Aécio dizem não ter conversado pessoalmente sobre o assunto, mas já foram abordados por interlocutores dentro e fora do tucanato para tratar do tema.
A decisão é complexa. Envolve não apenas um cálculo político, mas também pessoal. Aliados de Aécio dizem que ele enxerga a tese da composição com Serra “mais com incredulidade do que com restrição”. Os que trataram com Serra sobre o assunto afirmam que o ex-governador não dá sinais de que toparia a empreitada, mas também não a rechaça.
REJEIÇÃO
O problema, segundo aliados do senador, é que Serra tem hoje uma rejeição muito alta, na casa dos 40%. Esse grupo receia que o ex-governador possa transferir para a Aécio essa rejeição.

Robson Pires

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

José Serra usa rede social para lamentar morte de João Faustino

O ex-ministro e ex-governador de São Paulo José Serra foi mais um a lamentar a morte do ex-senador João Faustino, que ocorreu na madrugada desta quinta-feira (8). Amigo do político potiguar, o tucano teve relação próxima com Faustino durante gestão no Ministério da Saúde e no Governo paulista.
Arquivo TNJosé Serra trabalhou com João Faustino durante gestão de Fernando Henrique Cardoso e quando foi governador de São PauloJosé Serra trabalhou com João Faustino durante gestão de Fernando Henrique Cardoso e quando foi governador de São Paulo

A relação de José Serra e João Faustino teve início ainda no movimento estudantil, quando os dois participavam da União Nacional dos Estudantes (UNE). Desde então, os dois foram contemporâneos na Câmara dos Deputados e participaram da fundação do PSDB, no fim dos anos 90.

Auxiliar de Serra no Governo de São Paulo, João Faustino ocupava cargo estratégico nas relações políticas entre Executivo e Legislativo paulista. Em evento que ocorreu no Rio Grande do Norte durante a campanha presidencial de 2010, José Serra enalteceu a importância de Faustino para o Governo paulista.

Após a morte do político potiguar, Serra definiu Faustino como "um grande homem público". "Foi-se o João Faustino, amigo querido, companheiro da UNE, do PSDB, do Congresso, do governo FHC, do governo de SP. Bom caráter. Grande homem publico!", postou José Serra.
 
TN

sábado, 30 de novembro de 2013

Em pesquisa Datafolha, Dilma cresce e oposição encolhe

De junho para cá, os pré-candidatos a presidente fizeram o possível para recuperar a popularidade perdida por causa do abalo provocado pelas manifestações de rua em todo país. Por enquanto, só a presidente Dilma Rousseff segue em trajetória ascendente. A oposição oscila entre bons e maus momentos, e agora encolheu um pouco mais, segundo o Datafolha. Dilma ou seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, ambos do PT, lideram a corrida presidencial em todos os cenários mais prováveis para 2014 --o Datafolha testou nove combinações de nomes. A presidente pontua de 41% a 47%, dependendo de quem são seus adversários. Lula oscila de 52% a 56%. O Datafolha entrevistou 4.557 pessoas em 194 municípios na quinta (28/11/2013) e na sexta-feira (29/11/2013). A margem de erro máxima é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
 
Apesar do conforto momentâneo que oferecem a Dilma, os eleitores emitem um sinal contraditório para a petista. Dois terços dizem preferir que "a maior parte das ações do próximo presidente seja diferente" das adotadas por ela. Entre todas as simulações com os nomes dos pré-candidatos, o cenário que parece mais provável hoje é também aquele em que Dilma está mais bem colocada. Ela tem 47% contra 19% de Aécio Neves (PSDB) e 11% de Eduardo Campos (PSB). Em outubro, ela pontuava 42%. O tucano tinha 21% e o socialista, 15%.
Nesse cenário, o percentual de eleitores que vota em branco, nulo ou que se diz indeciso ficou inalterado em 23%, de outubro até agora. Ou seja, a petista cresceu extraindo votos dos dois adversários diretos nesse período. Ganharia no primeiro turno. A presidente só não venceria hoje a eleição na primeira votação nos cenários em que Marina Silva aparece como candidata. Ocorre que a ex-senadora se filiou ao PSB e não é certo que vá concorrer como cabeça de chapa nas eleições do ano que vem.
Numa das simulações, a petista fica com 41% contra 43% dos outros dois adversários somados (Marina registra 24% e José Serra 19%). Mas Dilma está se recuperando. Em outubro, tinha 37%, contra 28% de Marina e 20% de Serra. O presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, testado num dos cenários, aparece com 15%, numericamente em segundo lugar. Dilma, com 44%, venceria no primeiro turno. Aécio teria 14%. Campos, 9%. Diferentemente de Dilma, o ex-presidente Lula venceria a disputa no primeiro turno nos quatro cenários em que seu nome aparece --inclusive contra Marina e Serra.
 
Marcos Dantas

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Ibope mostra Dilma com 41%, Aécio, com 14% e Campos com 10%


dilma microPesquisa Ibope em parceria com o Estado sobre a sucessão presidencial mostra que a presidente Dilma Rousseff (PT) venceria no primeiro turno se as eleições fossem hoje e seus adversários fossem Aécio Neves, pelo PSDB, e Marina Silva ou Eduardo Campos, pelo PSB.
Em três dos quatro cenários avaliados pelo instituto, Dilma tem entre 39% e 41% das intenções de voto, mais do que a soma das preferências pelos adversários. Em apenas um dos cenários, com Serra e Marina na disputa, a petista não supera a soma dos adversários.
No quadro visto hoje como mais provável para 2014 – Dilma contra Aécio e Eduardo Campos – , a presidente teria 41%, o governador de Minas Gerais, 14%, e o governador de Pernambuco, 10%.
Com Marina no lugar de Campos, ela teria mais que o dobro dos votos dele, chegando a21%. Mas Dilma praticamente não perderia eleitores: oscilaria de 41% para 39%. O mesmo aconteceria com Aécio, que passaria de 14% para 13%.
Se os concorrentes fossem Dilma, Serra e Campos, eles teriam 40%, 18% e 10%,respectivamente. A vantagem da petista sobre a soma dos adversários, neste caso, seria de 12 pontos porcentuais, a maior nas quatro hipóteses avaliadas.
A presidente aparece com 39% quando os adversários são Marina (21%) e Serra (16%) – neste caso, ela fica em situação de empate técnico com a soma das intenções de voto dos outros dois candidatos (37%).
A pesquisa feita pelo Ibope, encomendada pela Rede Globo e pelo jornal “O Estado de S. Paulo”, foi divulgada nesta quinta-feira (24).
Robinson Pires

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

PT e PSDB buscam aliados contra Marina e Campos acirra disputa

A filiação de Marina Silva ao PSB mudam as estratégias de  candidaturas nas eleições 2014 


A Folha de São Paulo noticiou que a aliança da ex-senadora Marina Silva com o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), acirrou a disputa entre petistas e tucanos por aliados para a eleição presidencial do próximo ano. Por recomendação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, principal estrategista da campanha da presidente Dilma Rousseff à reeleição, o Palácio do Planalto vai intensificar negociações para manter o PDT a seu lado e tirar o PP e o recém-criado Solidariedade da órbita tucana.
Dilma planeja usar a reforma ministerial prevista para o fim deste ano para amarrar as alianças tanto no plano federal como nos Estados. Do lado do PSDB, o senador Aécio Neves (MG) vai buscar o apoio do PPS, que tentou sem sucesso atrair o ex-governador tucano José Serra e Marina para lançá-los como candidatos à Presidência.
Sem candidato a presidente, a avaliação é que a aliança natural do PPS é com o PSDB, já que a legenda tem vários parlamentares que se elegeram em coligações com os tucanos em seus Estados. “Se analisar o cenário de hoje, só tem ele [Aécio] e o Eduardo Campos”, diz o presidente do partido, o deputado federal Roberto Freire (SP).
candidatos cenario
Robinson Pires

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Aécio diz que vai trabalhar com Serra para derrotar o PT

Aécio Neves enalteceu a importância de José Serra para o PSDB
Pré-candidato à presidência da República, o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), disse nesta terça-feira que pretende trabalhar em parceria com o ex-governador de São Paulo, José Serra, para tentar derrotar o governo do PT nas eleições de 2014. Aécio, que articulou pessoalmente a permanência de Serra nos quadros do partido, afirmou que a decisão do tucano é “uma grande vitória do nosso projeto oposicionista”.
Tentando apaziguar desgastes dentro da sigla, Aécio declarou que “a permanência do José Serra no PSDB vai ao encontro de nossas melhores expectativas”. “Haverá sempre nome e espaço para que ele possa nos ajudar naquele que é nosso grande objetivo, que é colocar fim a esse ciclo de governo do PT que tão mal vem fazendo hoje ao Brasil”, completou o senador.
“Aquilo que nossos adversários temiam aconteceu. Nós estaremos juntos, unidos e construindo um projeto comum. A nossa unidade vai ser o mais valioso instrumento que nós teremos para enfrentar e derrotar o governo”, disse Aécio.
Quebra-cabeça – A decisão de Serra de permanecer no PSDB praticamente acaba com as pretensões dele de disputar mais uma vez a presidência da República. Dentro do partido, asarticulações são para que Serra aceite disputar uma vaga na Câmara dos Deputados, onde se espera que tenha uma votação expressiva e consiga eleger pelo menos outros quatro parlamentares da coligação.
Entre os correligionários, é praticamente consenso de que uma vaga no Senado para Serra não seria possível, já que o cargo deve entrar nas negociações de aliança para o projeto de reeleição do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.
“José Serra terá um papel de protagonista nesta história que começa agora a ser escrita de forma definitiva”, disse Aécio Neves nesta terça-feira.
Mais cedo, ao anunciar que permaneceria no PSDB, José Serra disse que a “prioridade” é derrotar o PT. “O PSDB, partido que ajudei a conceber e a fundar, será para mim a trincheira adequada para lutar por esse propósito. A partir dela me empenharei para agregar outras forças que pretendem dar um novo rumo ao país”, disse o tucano em nota.
Confira, abaixo, a íntegra da nota de Aécio:
“José Serra é uma figura indispensável ao PSDB, de tal forma que sempre foi difícil para mim conceber nosso partido sem ele.
Sua história de vida, seu papel na luta pela liberdade e na construção da democracia no Brasil, a exemplaridade com que exerceu seus mandatos, tudo isso faz dele credor da nossa estima e detentor de justo prestígio político e eleitoral.
Assim, o protagonismo de José Serra no processo político, agora e nas eleições presidenciais que se avizinham, é um fato absolutamente natural e desejável não apenas aos meus olhos, como aos daqueles que buscam uma alternativa ao governo petista.
Tenho me dedicado no exercício da presidência do PSDB, ao lado dos companheiros da direção do partido, a percorrer o país dialogando com os brasileiros, a reforçar nossa organização, a estreitar laços com aliados, a formular propostas concretas para superar os problemas que afetam a vida do nosso povo e comprometem seu futuro.
Ainda não é o momento de definir a candidatura presidencial do PSDB e do conjunto de forças que se dispuserem a marchar conosco. A presença de José Serra em nossas fileiras fornece a nós, tucanos, e aos partidos aliados uma opção de grande dimensão política a ser avaliada no momento e segundo critérios adequados para o sucesso da luta comum.
O que é certo é que estamos e estaremos juntos.
Senador Aécio Neves
​Presidente Nacional do PSDB"

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sábado, 13 de julho de 2013

ELE NÃO DESISTE: Fracasso de novo partido faz Serra buscar opções para disputar eleição


Com o fracasso da operação para criar uma nova legenda de oposição a partir da fusão do PPS com o PMN, o ex-governador José Serra, hoje no PSDB, estuda outras alternativas para sair candidato à Presidência em 2014.

Até então, o partido que nasceria da união do PPS com o PMN, a natimorta MD, seria o destino mais provável para uma candidatura de Serra. O ex-governador está sem espaço no PSDB, já que os tucanos estão praticamente fechados em torno do senador Aécio Neves (PSDB-MG).

Como o PMN desistiu da fusão, o ex-governador passou a estudar uma série de cenários, que incluem desde permanecer em seu partido e, à frente, aguardar a chance de disputar internamente a candidatura com Aécio, até trocar o PSDB pelo PPS, presidido por seu amigo, o deputado federal Roberto Freire.

"O PPS já havia convidado o Serra antes de anunciar qualquer fusão. Portanto, o convite a ele está mantido. Nada mudou", afirma Freire.
Fora do país, o ex-governador conversou ontem com Freire pelo telefone. "Ele demonstrou preocupação com o problema da MD, assim como todos os que torcem para fortalecer a oposição", disse.
Na prática, para Serra, o principal problema causado pelo naufrágio da fusão é que, se decidir sair, terá de deixar o PSDB sozinho.

A criação de uma nova legenda abriria uma janela na lei da fidelidade partidária que permitiria aos deputados e vereadores aliados de Serra deixarem o PSDB sem risco de perda do mandato. Sem a criação da MD, essa possibilidade não existe.

O ex-governador, no entanto, poderia migrar sozinho para o PPS e fazer uma aliança com o PSDB de São Paulo, para a eleição de Geraldo Alckmin ao governo, dividindo o palanque de Aécio no maior Estado do país.

Aliados de Serra já apontam, inclusive, o argumento que o tucano usará, se decidir sair. Dirá que, lançando candidatura, não divide, mas fortalece a oposição. Nessa lógica, quanto mais candidatos forem contra a presidente Dilma Rousseff, mais chances de um segundo turno.
Entre os serristas há ainda quem pregue uma reaproximação com o ex-prefeito Gilberto Kassab, presidente do PSD. O problema é que, hoje, Kassab está com Dilma.

Foi a onda de insatisfação popular que ganhou as ruas do país com centenas de protestos em junho que reacendeu a esperança de Serra.PROTESTOS

Logo no início dos protestos, ele se reuniu com um de seus colaboradores, o marqueteiro Luiz González, e pediu análises sobre uma candidatura presidencial.
González lhe disse que, até ali, não via chance de sucesso para Serra, dado o desgaste das últimas derrotas eleitorais. Fez, no entanto, uma ressalva: disse que, se o país mergulhasse em uma "grande crise", com frustração econômica e insatisfação social, haveria uma chance de o eleitor buscar "um porto seguro".
Apenas nesse cenário, avaliou, Serra poderia representar uma alternativa, dada sua experiência administrativa.
Desde essa conversa, os protestos atingiram seu ápice e a avaliação da presidente Dilma Rousseff desabou. Serra, então, passou a disputar protagonismo como voz de oposição.

folha

sexta-feira, 12 de abril de 2013

“O PT vai deixar o País no chão”, diz José Serra

Serra afirmou que o Brasil “foi capturado por um grupo” que não se preocupa de enfraquecer a democracia para se fortalecer


O tucano José Serra aproveitou seu discurso durante o segundo dia da Conferência Política Nacional do PPS (Partido Popular Socialista), nesta sexta-feira (12), para apontar as falhas da gestão do PT e reafirmar seu papel de opositor ao governo.
Em embate interno dentro do PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira) com o senador Aécio Neves (PSDB-MG) pela vaga de candidato à presidência da República em 2014, Serra é cortejado pelo PPS e falou como quem vai atuar efetivamente na corrida eleitoral do próximo ano.
Segundo Serra, quem vencer as eleições vai herdar uma dos piores legados, situação que comparou à herança da ditadura militar e do governo Collor. De acordo com o tucano, que ocupar o lugar de Dilma Rousseff vai encontrar  o País no chão.
— A herança próxima é uma herança do padrão da deixada pela ditadura, do [João] Figueiredo para Tancredo [Neves], e da deixada por [Fernando] Collor para o Itamar [Franco]. Vamos encontrar um País no chão. Imagine ainda se tem reeleição? Aí vai ser abaixo do nível do chão.
José Serra afirmou que o Brasil “foi capturado por um grupo” que não se preocupa de enfraquecer a democracia para fortalecer o poder. O ex-governador acusou a gestão do PT de não aceitar a independência entre os poderes, a imprensa livre e a alternância de poder.
R7

sábado, 27 de outubro de 2012

Candidato do PT deverá se eleger amanhã. Em SP, Haddad tem 59% dos votos válidos, e Serra, 41%, aponta Ibope neste sábado


Pesquisa feita nos dias 26 e 27 tem margem de erro de 3 pontos.
Segundo instituto, 'em São Paulo, Fernando Haddad será eleito prefeito'.
Do G1 São Paulo

O Ibope divulgou, neste sábado (27), a última pesquisa de intenção de voto sobre o segundo turno da disputa pela Prefeitura de São Paulo neste ano.
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo, em parceria com o jornal "O Estado de S.Paulo".

Segundo o Ibope, "em São Paulo, Fernando Haddad será eleito prefeito".
Veja os números do Ibope, considerando os votos válidos:
Fernando Haddad (PT) – 59%
José Serra (PSDB) – 41%
Em relação à pesquisa anterior, Haddad foi de 57% para 59%, e Serra, de 43% para 41%
Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.
A pesquisa foi realizada nos dias 26 e 27 de outubro. Foram entrevistadas 1.204 pessoas na cidade de São Paulo. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.
A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP), sob o número SP-01935/ 2012.
No primeiro turno, Serra teve 30,75% dos votos válidos, e Haddad, 28,98% (veja os números completos da apuração dos votos em São Paulo).

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

PMDB anuncia apoio à candidatura de Haddad no segundo turno e o PT natalense deve apoiar Carlos Eduardo

Evento nesta tarde de quinta-feira, 11 de outubro de 2012 selou o acordo do apoio do PMDB  ao candidato do PT em São Paulo.

O PMDB anunciou nesta quinta-feira (11) o apoio formal ao candidato à Prefeitura de São Paulo Fernando Haddad (PT) no segundo turno.
O petista e o candidato derrotado do PMDB, Gabriel Chalita, assinaram um termo de compromisso com propostas da campanha derrotada que devem ser incorporadas pelo programa de Haddad. Com a presença do vice-presidente Michel Temer, os dois disseram que a aliança foi feita com base em propostas.



Fernando Haddad, Michel Temer e Gabriel Chalita em evento que selou o apoio do PMDB à candidatura petista
Fernando Haddad, Michel Temer e Gabriel Chalita em evento que selou o apoio do PMDB à candidatura petista

O vice-presidente Michel Temer disse que ainda não foram resolvidas as negociações sobre alianças em Natal (RN) e Mauá, no ABC paulista. O impasse adiou ontem o anúncio do apoio. Segundo Temer, haverá reuniões nesta tarde para discutir a questão. 

PT natalense resiste e deve apoiar mesmo Carlos Eduardo

O PT de Natal resiste em apoiar o pemedebista Hermano Moraes no segundo turno. Ele disputa contra o candidato Carlos Eduardo, do PDT. Ambos os partidos --PMDB e PDT-- fazem parte da base de apoio do governo Dilma.

O PT de Natal, derrotado no primeiro turno com Fernando Mineiro (PT), pretende apoiar Carlos Eduardo. Temer indicou que haverá neutralidade do PT na cidade.

 folha

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Haddad abre 2º turno com dez pontos de vantagem sobre Serra, diz Datafolha


O candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, aparece dez pontos à frente de José Serra (PSDB) na primeira pesquisa Datafolha realizada sobre a disputa no segundo turno na cidade.
Haddad aparece com 47% das intenções de voto, contra 37% de Serra. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

O levantamento aponta ainda que 8% do eleitorado ainda não sabem em quem vai votar no dia 28, data em que voltarão às urnas para escolher o novo prefeito. Brancos, nulos e eleitores que afirmam que não votarão em nenhum também somam 8%.
Considerando apenas os votos válidos --quando são excluídos brancos, nulos e, no caso da pesquisa, também eleitores indecisos--, a vantagem é ainda maior: Haddad tem 56% e Serra aparece com 44%.

Editoria de Arte/Folhapress
O último levantamento do Datafolha antes do primeiro turno, divugado no dia 6, mostrou vantagem menor do petista em um até então hipotético confronto com Serra. Naquela pesquisa, o candidato do PT tinha 45%, contra 39% do tucano. Não é possível, porém, apontar um crescimento de Haddad, pois as pesquisas foram realizadas em momentos diferentes da disputa.
No primeiro turno, Serra foi o mais votado, com 30,75% dos votos válidos, enquanto Haddad obteve 28,98% dos votos.
Agora, no segundo turno, embora com um período de campanha mais curto, os candidatos terão mais tempo na TV e no rádio. Cada candidato terá 20 minutos diários divididos em dois blocos do programa eleitoral.
Em São Paulo, as propagadas dos candidatos voltarão a ser veiculadas na próxima segunda-feira (15).
A pesquisa foi realizada entre ontem e hoje e ouviu 2.090 pessoas e está registrada no Tribunal Regional Eleitoral com o número SP-01851/2012. 

folha online

domingo, 7 de outubro de 2012

Com apuração concluída, Serra teve vantagem de 108 mil votos sobre Haddad em São Paulo

Com a apuração concluída, o candidato José Serra (PT) venceu o primeiro turno da eleição para a prefeitura de São Paulo com diferença de 108,5 mil votos sobre Fernando Haddad (PT). Serra obteve 1.884.849 votos (30,75%). Com 28,98%, Haddad conseguiu 1.776.317 votos.

Celso Russomanno (PRB) ficou em terceiro, com 1.324.021 votos (21,6%). Ele foi seguido por Gabriel Chalita (PMDB), com 833.255 votos (13,6%), Soninha Francine (PPS), com 162.384 votos (2,65%), e Carlos Giannazi (PSOL), que obteve 62.431 votos (1,02%).

Ex-prefeito da capital paulista e governador de São Paulo até 2010, José Serra nasceu em São Paulo (SP) e tem 70 anos. Economista, Serra começou sua carreira na política no movimento estudantil da Universidade de São Paulo (USP), chegando à presidência da União Nacional do Estudantes (UNE). Mais tarde, Serra foi deputado federal, senador, ministro, prefeito e governador. Entre as propostas de Serra  estão a ampliação da rede de Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e a transformação de 200 favelas em bairros, com água e esgoto.

Ministro da Educação até o início deste ano, Fernando Haddad nasceu em São Paulo (SP) e tem 49 anos. Formado em direito, Haddad começou sua trajetória política no movimento estudantil da Universidade de São Paulo (USP). No ministério, ajudou a implementar o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Entre as propostas de Haddad estão a implantação de mil novos leitos hospitalares, a construção de três novos hospitais e a criação do bilhete único mensal para o transporte público.

Os votos brancos somaram 381.407 (5,43%) e os nulos, 516.384 (7,36%). São Paulo tem 8.619.170 eleitores, que representam 6,13% do eleitorado nacional. A abstenção registrada foi 18,48%.

Fonte: Agência Brasil