sábado, 14 de junho de 2014

PSDB lança Aécio Neves à Presidência, em convenção em SP

 

  • O pré-candidato à Presidência pelo PSDB Aécio Neves cumprimenta o público ao lado do ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso durante convenção do partido em São Paulo
    O pré-candidato à Presidência pelo PSDB Aécio Neves cumprimenta o público ao lado do ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso durante convenção do partido em São Paulo
Agora é oficial. Aécio Neves foi oficializado como candidato do PSDB à Presidência da República, durante convenção nacional do partido em São Paulo.
Seu nome teve a aprovação de 447 dos 451 delegados da convenção. .
Principal candidato de oposição até agora e segundo colocado nas pesquisas eleitorais, Aécio será o terceiro tucano a tentar chegar ao Palácio do Planalto desde a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, em 2002.
Antes dele, Geraldo Alckmin, em 2006, e José Serra, em 2010, fracassaram na tentativa. Mas desta vez as condições são mais favoráveis para Aécio, já que a candidatura petista será da presidente Dilma Rousseff, que busca a reeleição num momento de baixa popularidade, crescimento econômico fraco, inflação alta e queda nas pesquisas eleitorais.
O ex-governador de São Paulo José Serra elogiou a capacidade de gestão do candidato do PSDB à Presidência da República e afirmou que o "espírito de mudanças" converge para Aécio Neves.
Por um bom tempo, houve sinais de que Serra queria ser novamente o candidato do PSDB à Presidência --tentou, e perdeu, em 2002 e 2010. Embora improvável, ainda é um dos nomes mencionados para compor como vice de Aécio.
"O Aécio sempre teve a habilidade de juntar as melhores pessoas para seu governo", afirmou ele. "Chegou a hora de pôr as mãos à obra. E esse espírito de mudanças, que agora converge na sua candidatura, é o desdobramento de uma jornada já longa do Brasil."
Serra também fez amplas críticas à gestão do atual governo, ressaltando a inflação elevada, o crescimento econômico lento e as denúncias envolvendo a Petrobras e afirmando que o modelo de gestão do país caminha para a "esclerose". 

Uol

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