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sábado, 6 de maio de 2017

Ex-BBB Cristiano assume romance com modelo bombado; veja fotos

Apesar de gay, Cristiano nunca falou sobre sua sexualidade dentro do reality show
O ex-participante do reality show publicou diversas fotos com o novo amor, em seu perfil no Instagram

Cristiano Carnevale, BBB da edição de 2004 que ganhou fama após defender a participante Juliana depois de uma briga dela com Marcela Mama e Tatiana, acaba de assumir romance com Mister Fernando de Noronha 2016 e engenheiro civil Charles Giacon. A informação é do site TVFoco.
O ex-participante publicou diversas fotos com o novo amor, em seu perfil no Instagram. Em um dos posts, ele escreveu: “Ainda há algum tempo atrás nós não éramos nada um para o outro, mas você se tornou especial e agora é tudo para mim. Nossa história está apenas começando”.
O modelo fitness acrescentou, em outra foto: “É o momento mais feliz da minha vida”, lembrando que Cristiano trabalhou como assistente de palco do “Tudo por audiência”, programa que Tatá Werneck e Fábio Porchat tinham no Multishow.
Apesar de gay, Cristiano nunca falou sobre sua sexualidade dentro do reality show. De qualquer forma, fora da casa ele se assumiu. Em janeiro, o rapaz anunciou que estava namorando o Mister Bahia, Aron Freitas, mas o romance acabou não dando certo.
Fonte: Notícias ao Minuto

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Conheça 10 artistas brasileiros que são homossexuais assumidos

A homossexualidade está deixando cada vez mais de ser um tabu na sociedade brasileira, conforme a evolução da mente das pessoas, que se abre para aceitar as diferenças com mais naturalidade. Diante disso, até mesmo os artistas estão se desprendendo e assumindo o que realmente são.
Eles não costumam expôr a vida pessoal nas redes sociais, mas não têm nenhum problema em dizer publicamente que são gays ou lésbicas. Diante disso, elencamos uma lista de 10 nomes que são homossexuais e você, provavelmente, ainda não sabia. Confira eles a seguir:.

José de Abreu: O ator, famoso por vários personagens de sucesso nas novelas da Globo, se declarou bissexual em entrevista há alguns anos. A última novela que ele atuou foi “A Regra do Jogo”.

Marco Nanini: Intérprete do personagem Lineu em “A Grande Família” por mais de dez anos, o ator surpreendeu a todos com a revelação de que é homossexual. Sua última novela foi “Eta Mundo Bom”.

Monique Evans: Monique assumiu o namoro com a DJ Cacá Werneck há poucos anos, e revelou que parou de frequentar a igreja depois que assumiu publicamente o relacionamento, por receio dos julgamentos.

Adriana Calcanhotto: A cantora não tem o menor problema em assumir publicamente que viveu por muitos anos com a cineasta Susana de Moraes.
Ana Carolina: Foi no ano de 2005 que a cantora de MPB se declarou bissexual.
Alessandra Maestrini: A atriz, que ficou famosa após atuar no seriado “Toma Lá Dá Cá”, também assumiu recentemente que é homossexual.
Daniela Mercury: A cantora, que já foi casada com um homem, surpreendeu ao anunciar que agora vive com uma mulher.
Theodoro Cochrane: Filho da jornalista Marília Gabriela, o ator curtiu a folia no camarote da Schin em Salvador, aos beijos com um rapaz. Sua última novela foi “Geração Brasil”, no papel de Gaspar Cardoso.
Fernanda Gentil: A jornalista revelou recentemente que namora uma mulher. Desde então, ela passou a publicar fotos ao lado da sua parceira, sem medo de mostrar sua felicidade nas redes sociais. “Estou só exercendo meu direito de ser muito, muito feliz”, disse ela em entrevista ao jornal O Globo.
Netinho: O cantor de Axé revelou ser bissexual no ano de 2008.


Fonte: tv foco

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Casais homoafetivos já são 10% dos adotantes em Natal


O perfil dessas pessoas mostra que têm em sua formação o ensino superior completo e pós-graduação, figurando na faixa da classe média



Por Redação
Nas estatísticas, eles integram 10% dos casais adotantes de crianças e adolescentes em Natal. E nos últimos anos, os números tem aumentado. Em oito anos, os casais homoafetivos fizeram a adoção de 16 crianças e adolescentes na capital potiguar. O perfil dessas pessoas mostra que têm em sua formação o ensino superior completo e pós-graduação, figurando na faixa da classe média. Os dados são da 2ª Vara da Infância e Juventude de Natal.
Os anos de 2014 e 2015 registraram a maior quantidade, quatro adoções cada um. Atualmente, no cadastro de pretendentes há sete casais homoafetivos aguardando a oportunidade de adotar uma criança ou adolescente, na maior cidade do Rio Grande do Norte. Esses casais têm oferecido uma oportunidade maior para crianças e adolescentes com mais dificuldade para serem adotados, aqueles com idades acima dos 3 anos, portadores de deficiência e grupos de irmãos.
O secretário executivo da Coordenadoria da Infância e Juventude do Judiciário norte-rio-grandense (CEIJRN), João Francisco de Souza, observa que as equipes técnicas das unidades de acolhimento institucional devem consultar a criança, com discernimento para decidir, sobre o seu desejo a respeito de querer ou não viver nesta modalidade de família, ou em outros arranjos familiares, com as famílias monoparentais.
“A consulta a criança que possua discernimento atende ao que está previsto nos artigos 45 e 168 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e vale para casais mais velhos ou pessoas solteiras que desejam adotar, respeitando-se a vontade da criança”, explica o secretário da CEIJRN.
Discernimento envolve a capacidade de compreensão e percepção que a criança possui dos mais diversos tipos de arranjos familiares, geralmente baseados em vivências anteriores. Situações comuns são aquelas nas quais a criança vivia em companhia apenas da mãe, ou se o genitor era um indivíduo que representava algum tipo de violência, ela tende a preferir a figura materna. E assim, ela expressa seu desejo naturalmente.
A união homoafetiva foi reconhecida em decisão abstrata do Supremo Tribunal Federal em 2012, ou seja sem analisar caso concreto, destacando “a união contínua, pública e duradoura entre pessoas do mesmo sexo como entidade familiar, entendida esta como sinônimo perfeito de família”. A primeira adoção deste tipo no Brasil ocorreu em 2005, na cidade de Catanduvas (SP).
Portal no Ar

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Brasileiro é o primeiro não europeu a celebrar união gay na Itália


Com um visto de turista, o brasileiro Fernando oficializou sua relação com o italiano Francesco, com quem namorava havia anos


Por Agência Brasil
Na manhã desta sexta-feira (9) foi celebrada em Pisa, na região da Toscana, a primeira união civil gay na Itália envolvendo um cidadão de fora da União Europeia. As informações são da Agência Ansa.
Com um visto de turista, o brasileiro Fernando oficializou sua relação com o italiano Francesco, com quem namorava havia anos.
Fernando já tinha tentado regularizar sua situação no país em diversas ocasiões, mas sem sucesso. Agora ele poderá obter a permissão de estadia e ficar legalmente em território italiano.
No início de agosto, o brasileiro Fábio, de 35 anos, havia oficializado sua união civil com Giorgio, 46, também na Toscana, mas como Fábio tem dupla cidadania, Fernando é o primeiro cidadão de fora da União Europeia a se beneficiar da recente mudança na legislação italiana.
O projeto de lei que estende aos homossexuais o direito à união civil foi aprovado em maio passado, após meses de discussões no Parlamento italiano. No entanto, os gays continuam proibidos de adotar crianças no país.
Portal no Ar

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Papa Francisco diz que Igreja deve pedir desculpas aos homossexuais




Francisco voltou a dizer que se a pessoa "tem boa vontade e que busca Deus, quem somos nós para julgá-la?".



Por da Agência Brasil
O papa Francisco disse no último domingo (26) que a Igreja deve pedir desculpas aos homossexuais pela forma com que foram tratados todos estes anos.
Em conversa com jornalistas a bordo do avião papal, quando voltava de uma visita de três dias à Armênia, Francisco voltou a dizer que se a pessoa “tem boa vontade e que busca Deus, quem somos nós para julgá-la?”.
“Os cristãos devem pedir perdão por ter acompanhado tantas decisões equivocadas”, disse, quando foi questionado se está de acordo com o cardeal Reinhard Marx, que declarou que a Igreja Católica deve pedir desculpas à comunidade gay por tê-la marginalizado.
“Eu creio que a Igreja não só deve pedir desculpa a essa pessoa que é gay e que ofendeu, mas também deve pedir desculpas aos pobres, às mulheres e às crianças exploradas no trabalho. Deve pedir desculpas por ter abençoado tantas armas”, acrescentou.
Em 2013, na viagem de regresso a Roma após visitar o Rio de Janeiro para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), o papa Francisco chamou a atenção da imprensa mundial ao se referir pela primeira vez como Pontífice sobre o tema. “Se uma pessoa é gay e procura Jesus e tem boa vontade, quem sou eu para julgá-la? O catecismo diz que não se deve marginalizar essas pessoas. Elas devem ser integradas à sociedade”, declarou na ocasião.
Portal no Ar

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Mesmo sendo evangélica, Andressa Urach posta foto em culto e diz que ama os gays

Andressa Urach surpreendeu muita gente nesta última quinta-feira (1), ao postar uma foto com uma legenda que esclareceu sua posição à respeito dos homossexuais.
Em um culto da Igreja Universal, Andressa Urach postou no Instagram, uma foto na qual aparece orando em um culto da Igreja Universal. Na legenda, a apresentadora que se tornou evangélica, falou sobre o que acha dos gays:
“Muitas pessoas  me perguntam se agora sou contra os gays. Minha resposta é uma só: eu amo os gays. Não assumi a religião evangélica e sim uma fé inteligente. E esta fé que tenho aprendido na Universal me faz respeitar e amar os gays assim como qualquer outro ser humano”, escreveu a loura.
“Não importa a opção sexual de ninguém, nem se é rico ou pobre, negro ou branco. Deus nos aceita como somos de forma igual. Assim como me aceitou, com tantos erros e falhas, Deus aceita cada um da mesma maneira, sem julgamentos”, completou Andressa.
tv foco

domingo, 28 de junho de 2015

Suspeito de matar professor de religião a tiros, ex-namorado é preso. Professor foi morto com um terço na mão.

De acordo com a polícia, fim de relacionamento teria motivado brigas e morte.

 Um jovem suspeito de homicídio foi preso neste sábado (27), no bairro do Alecrim. De acordo com a Polícia Civil, Allan Maycon de Medeiros Brown, de 20 anos, teria matado o ex-namorado Airton Gomes Teixeira, de 39 anos. O crime aconteceu em novembro do ano passado, quando Airton, que era professor de religião, foi assassinado a tiros, em Macaíba.

Apesar das evidências e depoimentos que levaram à Justiça a expedir mandado de prisão contra Allan Maycon, o jovem nega que tenha praticado o homicídio. Ainda segundo o delegado Normando, além do ex-namorado, a polícia investiga a participação de outra pessoa na morte do professor Airton Gomes.O delegado Normando Feitosa, que comanda o inquérito, disse ao Portal BO que Allan e Airton teriam tido um relacionamento de dois anos e, ao término do namoro, eles começaram a brigar. “O Airton estava querendo que Allan devolvesse alguns objetos que ele tinha lhe dado e, com isso, os tiveram algumas brigas, que resultaram no assassinato”, explica o delegado.

O professor ensino religioso e filosofia Airton Gomes era coordenador do Terço dos Homens na igreja de São Sebastião, no bairro do Alecrim. Ele foi morto a tiros e com um terço na mão.
Portal BO

Feliciano chama homossexualidade de 'modismo' ao falar com 'ex-gays'

Audiência pública com pessoas que dizem terem deixado de ser homossexuais  foi realizada nesta quarta-feira, dia 24 de junho de 2015
(Foto: Gabriela Korossy / Câmara dos Deputados)

Para o deputado do PSC, 'pais não sabem mais o que fazer' sobre o tema.
Audiência na Comissão de Direitos Humanos da Câmara ficou lotada.

Alvo de protestos por conta de declarações polêmicas envolvendo homossexuais, o ex-presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Marco Feliciano (PSC-SP) classificou nesta quarta-feira (24) a homossexualidade de "modismo" durante uma audiência pública com pessoas que se consideram "ex-gays". O encontro, proposto pelo próprio Feliciano, reuniu no Legislativo, além de parlamentares, ativistas da causa LGBT e pessoas ligadas à bancada evangélica.
Em meio à sessão, o deputado do PSC defendeu o debate com os "ex-gays" como uma maneira de reduzir o preconceito tanto entre grupos héteros quanto na comunidade LGBT. Composta majoritariamente por deputados com postura mais conservadora, a audiência pública foi boicotada por parte dos parlamentares historicamente ligados às bandeiras dos movimentos sociais.
“Essa audiência traz fôlego aos pais que não sabem mais o que fazer, quando a homossexualidade se tornou um modismo”, ressaltou Feliciano, acrescentando que, se uma pessoa pode ser gay, também “existe o caminho inverso”.
O plenário da Comissão de Direitos Humanos ficou lotado durante a audiência pública. Cinco pessoas convidadas pelos integrantes do colegiado relataram como começaram a se relacionar com pessoas do mesmo sexo. Todos contaram ter sofrido abusos na infância ou problemas de relacionamento com os pais na adolescência, e defenderam que ninguém “nasce gay”, mas que o comportamento é determinado pela sociedade.
Em 2013, ano em que presidia a Comissão de Direitos Humanos, o deputado do PSC colocou em discussão um projeto, de autoria do deputado João Campos (PSDB-GO), que pretendia autorizar o tratamento, por psicólogos, da homossexualidade. Depois de o texto ser criticado inclusive nas manifestações de junho de 2013, os deputados decidiram arquivar a proposta.Marco Feliciano negou, diante dos colegas da comissão, que sua proposta de ouvir pessoas que se autodenominam "ex-gays" seja uma tentativa de reacender o debate sobre a chamada “cura gay”. “Não existe cura, porque não é doença”, enfatizou.
Convidado a participar da audiência pública desta quarta-feira, o vice-presidente do Conselho Federal de Psicologia, Rogério de Oliveira Silva, defendeu a resolução da entidade, de 1999, que disciplina a atuação dos profissionais da categoria e proíbe que psicólogos empreguem “tratamento e cura" da homossexualidade.
Os 'ex-gays'
Entre as pessoas convidadas a palestrar na audiência pública da Comissão de Direitos Humanos havia quatro pastores e uma estudante de psicologia que se autodeclaram "ex-gays". Uma missionária, mulher de um dos pastores, também deu seu relato aos deputados.
Durante o encontro, o pastor Joide Pinto Miranda contou que foi travesti por muitos anos, inclusive no exterior, mas, segundo ele, sempre viveu em conflito. “Coloquei quatro litros e meio de silicone nos glúteos e cheguei a ser o terceiro travesti mais belo na minha cidade”, relatou Miranda, exibindo um cartaz com uma fotografia da época em que era travesti.
“Decidi mudar e fui ajudado por uma psicóloga, sim. Na verdade, eu nunca fui gay, eu nasci hétero, mas a vida me levou a ser gay. Hoje, sou casado há 17 anos e tenho um filho de 5 anos”, destacou o pastor.
A estudante de psicologia Raquel Beraldo também relatou ser ex-gay. Ela disse, entretanto, que atualmente está casada com um homem.
“Fui abusada dos 8 aos 15 anos por um homem. [...] Hoje, eu vejo que comecei a tomar uma repulsa do sexo masculino. [...] Deixei essa opção sexual e entendo que eu nunca fui homossexual. Isso foi algo devido a situações que me levaram a isso.”
Outro convidado da audiência, o pastor Robson dos Santos Alves afirmou que, após sofrer abuso sexual de um homem, se tornou "viciado na prática homossexual”. “Eu não nasci homossexual”, afirmou Alves.
Ele relatou ter procurado ajuda psicológica, no entanto, disse que não encontrou apoio na sua decisão de deixar de ser gay.
“É uma fábrica de homossexuais, você não tem apoio, te incentivam a sair do armário”. Emocionado e com a voz embargada, Alves disse que conseguiu “vencer tudo isso e deixar a prática homossexual com a ajuda da "força de vontade" e pela "fé”. Alves foi à audiência acompanhado da mulher, a missionária Ana Paula Alves, que também deu seu depoimento.
Ao final da audiência, o vice-presidente do Conselho Federal de Psicologia alertou para o que ele chamou de “estratégia” para reacender o debate no Congresso sobre a “cura gay” e derrubar a resolução do conselho. “O que está colocado aqui é uma estratégia de um grupo de deputados que querem reacender esse debate para derrubar essa resolução que trata da forma como nós, da psicologia, entendemos que o exercício deva ser colocado”, disse.
Ele ponderou que a psicologia “acolhe toda forma de sofrimento” e acusou grupos mais conservadores de quererem “moldar o mundo a sua convicção religiosa ou ideológica”.  “A psicologia não pode coadunar com isso”, afirmou.
Fernanda CalgaroDo G1, em Brasília

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Renato Aragão desabafa: ‘Feios, negros e gays não se ofendiam antes’

Renato Aragão, no especial 'Didi, O Peregrino', da TV Globo. Foto: Divulgação
Renato Aragão, no especial ‘Didi, O Peregrino’, da TV Globo. Foto: Divulgação


O comediante Renato Aragão, que completa 80 anos na próxima terça-feira, falou sobre a dificuldade de se fazer humor atualmente com a patrulha do politicamente correto. “Hoje todas as classes sociais ganharam a sua praia, e a gente tem que respeitar muito isso. Eu sou até a favor. Mas, naquela época, essas classes dos feios, dos negros, dos homossexuais, elas não se ofendiam. Elas sabiam que não era para sacanear”, diz o ator em entrevista à edição de janeiro da PLAYBOY, da Editora Abril, que também publica VEJA.
Na revista, que chega nesta terça-feira às bancas, o humorista defende que ele e Mussum, seu companheiro de Trapalhões, se divertiam com as piadas raciais. “Na época, a gente fazia como uma brincadeira. Como se fôssemos duas crianças em casa brincando. A intenção não era ofender ninguém.” Apesar da reflexão sobre o humor de antigamente e a mudança da opinião pública, o intérprete de Didi alfinetou o trabalho feito pelo grupo Porta dos Fundos. “Eles só estão errando porque pegam pesado demais. Não precisa.”
Aragão também aponta que nunca agradou à crítica especializada com seus programas de TV e filmes de cinema pelo estigma de ser nordestino. “Os pseudocineastas ficavam umas araras porque os filmes deles não encostavam [em bilheteria]. Chegava um nordestino com um rolo compressor e passava por cima”, diz.
Fonte: VEJA

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Um homossexual é espancado por hora no Brasil

 

A cada hora, um homossexual sofre algum tipo de violência no Brasil. Nos últimos quatro anos, o número de denúncias ligadas à homofobia cresceu 460%. Segundo números obtidos pelo jornal “O Estado de S. Paulo”, o Disque 100, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDHPR), registrou 1.159 casos em 2011.
Neste ano, em um levantamento até outubro, os episódios de preconceito contra gays, lésbicas, travestis e transexuais já superam a marca de 6.500 denúncias. Os jovens são as principais vítimas dos atos violentos e representam 33% do total das ocorrências. A cada quatro casos de homofobia registrados no Brasil, três são com homens gays.
Robson Pires

sábado, 25 de outubro de 2014

Rapazes de universidades britânica posam contra a homofobia.


A mídia e o Brasil Sempre ficam  chocados a cada novo caso de homofobia… Mas, por um outro lado se vibra quando vemos boas ações. Um grupo de atletas britânicos posaram “pelados,  pelados nú com a mão no bolso”. Os atletas   fazem parte do time de remo da Universidade de Warwick, uma das principais universidades no Reino Unido, e tiraram a roupa pelo quinto ano consecutivo para um calendário muito sexy, que faz parte da campanha da luta contra a homofobia. 
 
Parte do lucro das vendas vai para o programa “Sports Allies”, fundado pelo grupo da universidade Warwick Rowing and Educational Action Challenging Homophobia (EACH), que luta contra a homofobia entre os jovens. Ponto para os atletas.

Papa Francisco mandou investigar escândalo sexual em diocese italiana-Prostituição entre padres e corrupção afetam o catocilismo segundo o Vaticano.


O Vaticano quer apurar se as suspeitas que recaem sobre uma diocese italiana são verdadeiras: os padres 'playboys' são acusados de posarem nus para sites gays e de roubarem os cofres da Igreja.
 
Vaticano está preocupado com o liberalismo de alguns padres e o afastamento dos fiéis
 
O Vaticano quer apurar se as suspeitas que recaem sobre uma diocese italiana são verdadeiras: os padres 'playboys' são acusados de posarem nus para sites gays e de roubarem os cofres da Igreja.
Desde que foi nomeado Papa, Jorge Mario Bergoglio tem feito do combate contra as práticas criminosas no seio da Igreja uma das suas prioridades - A  LESSANDRO DI MEO/EPA
 
A diocese católica de Albenga-Imperia, na Liguria, norte de Itália, está debaixo do olhar atento do Vaticano. O motivo? Alguns dos padres desta diocese terão publicado fotos, nus, em sites gays. Mas o escândalo não fica por aqui: terão também desviado dinheiro dos cofres da diocese e assediado membros da paróquia. O papa Francisco decidiu, por isso, enviar o comissário Adriano Bernardini para apurar se as suspeitas são verdadeiras.
Além de posarem nus para sites gays e de desviarem fundos da Igreja, os sacerdotes ‘playboys’, como os descreve o The Telegraph, terão vivido uma vida paralela, não inteiramente concordante com os valores católicos tradicionais. Alguns tatuavam os corpos, festejavam até altas horas da noite e alguns terão mesmo vivido abertamente com os seus parceiros.
Estes episódios terão ocorrido sobre a liderança de Mario Oliveria, ainda que o bispo de 70 anos não tenha participação direta no caso. Todavia, a sua decisão de acolher vários padres com um passado duvidoso, quando não criminoso, é vista como algo irresponsável pelo Vaticano.
Um dos padres desta diocese, por exemplo, foi considerado culpado de ter organizado uma rede de prostituição e outros sacerdotes envolveram-se em redes de pornografia infantil. O caso mais conhecido é o de Luciano Massaferro, padre francês, considerado culpado de abusar de um jovem acólito e sentenciado a quase oito anos de prisão. No entanto, o líder da diocese italiana sempre o defendeu.
Existe ainda o caso da médica Luisa Bonello, uma das vítimas do assédio sexual perpetrado por membros da diocese, que, depois de denunciar a sua situação ao Papa Francisco, numa carta enviada em fevereiro deste ano, cometeu suicídio no mês passado.
O bispo Mario Oliveria e o Vaticano recusaram-se a comentar o caso, quando confrontados pelo La Repubblica e pelo The Telegraph, respetivamente, com o argumento de que esta “não era a altura certa” e de que “deviam esperar pelo fim da investigação”. Para já, e de acordo com o jornal Il Secolo XIX, Mario Oliveria vai ser substituído num futuro próximo por um bispo auxiliar.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Vaticano defende mudança da Igreja em relação aos gays

 

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Numa grande mudança de tom, um documento do Vaticano declarou nesta segunda-feira (13/10/2014)  que os homossexuais têm “dons e qualidades a oferecer” e indagou se o catolicismo pode aceitar os gays e reconhecer aspectos positivos de casais do mesmo sexo. O documento, preparado após uma semana de discussões sobre temas relacionados à família no sínodo que reuniu 200 bispos, disse que a Igreja deveria aceitar o desafio de encontrar “um espaço fraternal” para os homossexuais sem abdicar da doutrina católica sobre família e matrimônio.
Embora o texto não assinale nenhuma mudança na condenação da igreja aos atos homossexuais ou em sua oposição ao casamento gay, usa uma linguagem menos condenatória e mais compassiva que comunicados anteriores do Vaticano, sob o comando de outros papas. “Os homossexuais têm dons e qualidades a oferecer à comunidade cristã: seremos capazes de acolher essas pessoas, garantindo a elas um espaço maior em nossas comunidades? Muitas vezes elas desejam encontrar uma igreja que ofereça um lar acolhedor”, afirma o documento.
Robson Pires

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Casos de violência contra homossexuais crescem 46% em 2012; denúncias sobem 166% no País

No ano de 2012, houve 9.982 casos de violações contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais. Foto: Divulgação
No ano de 2012, houve 9.982 casos de violações contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais. Foto: Divulgação


No ano de 2012, houve 9.982 casos de violações contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais. Em 2011, esse número foi de 6089 casos. Por dias foram registrados 27,3 casos de violações.Segundo Relatório sobre Violência Homofóbica no Brasil com dados referentes a 2012, divulgado nesta quinta-feira (27) pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH), os casos de violações (que inclui violência física, psicológica e discriminação) contra homossexuais no Brasil cresceram 46,6% no ano passado.

O relatório também mostrou um aumento considerável no número de denúncias: 166%. De 1.159 denúncias no Disque 100 (da Secretaria de Direitos Humanos) e Disque 180 (da Secretaria de Política para as Mulheres) em 2011, o valor saltou para 3.084.
O perfil dos denunciantes também mudou de 2011 para 2012. No ano retrasado, a maioria das denúncias foi feita pela pessoa agredida. No ano passado, quem mais denunciou foram pessoas desconhecidas das vítimas e agressores.
Entre as vítimas, a grande maioria ainda é do sexo masculino (71%), gay (60,44%) e com idade entre 15 e 29 anos (61,33%). Em relação aos agressores, a maioria é conhecida da vítima (51%). Os atos realizados dentro da casa da vítima contabilizaram 38% do total, enquanto agressões nas ruas foram 30% do total.
Também foram divulgados casos coletados na mídia pelo relatório. No ano passado, foram noticiados 511 casos de violação contra homossexuais. Casos de homicídio foram 310 (o que resultou em um aumento de 11,51% em relação a 2011). A região Nordeste foi a que mais teve casos noticiados na mídia (0,31 por 100 mil pessoas). Em relação aos Estados, Paraíba e Alagoas foram os que mais tiveram agressões por habitantes.
“Constituímos uma possibilidade de comparar um período com outro. Descobrimos qual trabalho poderemos realizar”, afirmou a ministra da SDH, Maria do Rosário. A ministra também disse que os dados precisam ser analisados com calma: “O número de denúncias pode não significar o aumento da violência. Mas o aumento de homicídios noticiados na mídia pode”.
Para Eleonora Menicucci, ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, os números mostram que houve um aumento de confiança nos sistemas de denúncia. “O relatório mostra que a população LGBT sente mais apoio para denunciar”, disse. Menicucci ressaltou a importância das denúncias: “Precisamos reafirmar que nenhum criminoso é punido se não houver denúncia”, falou.

Sistema de enfrentamento à violência

Depois da apresentação dos dados, a SDH lançou o Sistema Nacional de Enfrentamento à Violência contra Lésbicas, Gays, Travestis e Transexuais. O sistema visa integrar políticas públicas estaduais e municipais contra violência aos homossexuais.
Atualmente, Estados e municípios lançam programas para a prevenção da violência contra homossexuais. A ideia do sistema é integrar dados que estão isolados nacionalmente em uma rede contra a homofobia.
De acordo com Gustavo Bernardes, presidente do Conselho Nacional Contra a Discriminação LGBT, o relatório apresentado nesta quinta-feira vai servir como base para o alinhamento das prioridades do sistema. “Os dados dos relatórios de 2011 e 2012 vão dar o foco para o sistema. Vamos criar as prioridades e apresentar para a adesão dos estados”, diz. Essas ações ainda serão definidas.
Maria do Rosário destacou a importância do sistema para poder agir com os dados contra violência. “Esperamos que a denúncia mova uma rede de proteção e atendimento. Hoje ainda não temos estabelecidos qual é a rede ideal de atendimento para esses casos. A homofobia não pode ficar impune”, afirmou.
Durante o lançamento do Sistema, uma representante do Ministério da Saúde anunciou outra novidade: nas fichas de identificação de agressões irá constar o item que verifica se a violência foi contra homossexual. Esses dados ajudarão no mapeamento da violência.

Deputada critica “cura gay”

Durante o lançamento do Sistema Nacional de Enfrentamento à Violência contra Lésbicas, Gays, Travestis e Transexuais, a deputada federal Erika Kokay (PT-DF) afirmou que o projeto de lei que autoriza a prática da chamada “cura gay” é obra de uma comissão que está sob “intervenção fascista”.
“Esse projeto é uma tentativa de hierarquização do ser humano. E tudo que nós não queremos é o fogo inquisitório pós-moderno da Comissão de Direitos Humanos”, afirmou a deputada, que é uma das grandes opositoras do deputado Marco Feliciano (PSC-SP) dentro da comissão.
Kokay pediu que as pessoas se manifestem nas ruas contra o projeto. “As ruas têm que gritar contra isso. Temos esperança que vamos derrotar a cura gay. Precisamos focar não na cura gay, mas sim na cura da homofobia. Ovo de serpente precisa ser destruído. Porque depois pode nos colocar em cerceamento da liberdade”, afirmou.
A ministra Maria do Rosário endossou a opinião de Kokay. “A homossexualidade não pode ser tratada como doença. Precisamos derrotar essa estrutura no século 21″, afirmou a ministra da Secretaria de Direitos Humanos.

Violência contra homossexuais


  • 9.982

    casos de violações contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais

  • 166%

    aumento no número de denúncias

  • 71%

    das vítimas eram homens

  • 51%

    dos agressores eram conhecidos das vítimas

  • 310

    homicídios de homossexuais foram noticiados pela imprensa

Relatório da Secretaria de Direitos Humanos; dados de 2012

Fonte: Uol

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Para diocese, padre excomungado fez 'escândalo' e cometeu 'heresia'


Mais de mil pessoas lotaram igreja em Bauru no domingo de manhã para de despedir das missas celebradas pelo Padre Beto

Um dia após fiéis terem lotado as missas de despedida do padre Beto, a Diocese de Bauru (SP) disse ontem, em um comunicado, que todas as iniciativas de diálogo com o religioso foram esgotadas.


O texto diz que, "em nome da liberdade de expressão", o padre "traiu o compromisso de fidelidade à igreja a qual ele jurou servir no dia de sua ordenação sacerdotal".
Ele afirma também que "estes atos provocaram forte escândalo e feriram a comunhão eclesial".
De acordo com a diocese, com as declarações divulgadas em vídeo na internet, o padre cometeu um "gravíssimo delito de heresia" cuja pena prescrita é a excomunhão.
Quem é excomungado não pode participar de nenhuma cerimônia do culto católico, celebrar ou receber sacramentos. Não pode batizar ou ser batizado, casar-se ou realizar um casamento, confessar-se ou ouvir confissões.


Como membro desligado da Igreja Católica, também não recebe mais os benefícios, como pensão, por cargos que tenha exercido.
Para tocar o processo de excomunhão, um padre especialista em direito penal canônico foi nomeado juiz instrutor pelo bispo de Bauru, Caetano Ferrari, 70.
A assessoria de imprensa da diocese informou que após a decisão nenhum pronunciamento será feito.
Ainda ontem, ao lado de uma advogada, o padre Beto procurou um cartório para registrar seu pedido de afastamento logo após ser informado sobre a excomunhão.
A diocese avalia que a excomunhão "coloca um ponto final nessa dolorosa história" e pede que o padre "tenha a coragem da humildade em reconhecer que não é o dono da verdade e se reconcilie com a igreja". 

folha online

Feliciano pauta projeto sobre 'cura gay' na Comissão de Direitos Humanos


Com maioria dos votos, parlamentares que apoiam o deputado do PSC devem aprovar proposta que permite tratamento para reverter homossexualidade

Marco Feliciano durante reunião da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados
Marco Feliciano durante reunião da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados - Alan Marques/Folhapress
Há dois meses enfrentando protestos para conduzir os trabalhos da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, o deputado Marco Feliciano (PSC-SP) resolveu colocar em votação três projetos que mobilizam militantes ligados ao movimento LGBT (lésbicas, gays, bisexuais e transsexuais). A próxima reunião do colegiado está agendada para o dia 8 de maio. 
O projeto que deverá causar novo atrito com o movimento LGBT, de autoria do deputado João Campos (PSDB-GO), pretende derrubar uma resolução do Conselho Federal de Psicologia que impede, desde 1999, psicólogos de tratarem homossexualidade como doença - e também proíbe que profissionais da área ofereçam a "cura" para gays.
Outra proposta que entrará em discussão penaliza a discriminação contra heterossexuais, e uma terceira tipifica a homofobia como crime. Dos três projetos, os dois primeiros deverão ser aprovados pela comissão. Dos 21 integrantes do colegiado, dez são da bancada evangélica - que, com o reforço de Jair Bolsonaro (PP-RJ), consegue derrotar parlamentares que se opõem a Feliciano.
As propostas em pauta, se aprovadas pela Comissão de Direitos Humanos, ainda precisam seguir um longo caminho - que passa pelos plenários da Câmara e do Senado - antes de entrar em vigor. De qualquer forma, a pauta da próxima quarta deverá novamente mobilizar manifestantes nos corredores da Câmara. Devido aos tumultos, as sessões da comissão têm ocorrido a portas fechadas.
Homofobia
Feliciano é acusado por militantes LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) de ter dado declarações homofóbicas. Em julho de 2012, ele apresentou um projeto para tentar derrubar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que permite a união entre pessoas do mesmo sexo. Em março, poucos dias antes de assumir a presidência da Comissão de Direitos Humanos, ele disse ao site de VEJA que “a união homossexual não é normal” e que “o reto não foi feito para ser penetrado”.
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