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segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Kenui filho de do ator Kadu Moliterno assume ser gay e vira militante LGBT

Enquanto Kadu Moliterno segue no ar como o guerreiro Acã de “A Terra Prometida”, Kenui Moliterno, filho caçula do famoso, de 18 anos, decidiu se tornar militante gay.



O estudante, que mora com a mãe na Califórnia, é youtuber e criou o canal “Gay Code”. Ele já conta com 25 mil inscritos e quase 900 mil visualizações dos vídeos em que apresenta, de uma forma direta e descontraída, tópicos e entrevistas ligados ao tema e tirando dúvidas sobre relacionamentos.



Recentemente, Kenui esteve no Brasil passando uns dias com o pai, no Rio, e com amigos em São Paulo. Questionado por um jornal americano sobre seu trabalho, ele foi objetivo: ““Eu realmente adoro ajudar as pessoas e ouvir suas histórias de vida”.


tv foco

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Família homofóbica muda de ideia depois que filho gay ganha na loteria

Seus pais, que até então o evitavam, agora exigem parte da bolada. O que você faria?

Muitos buscam a solução para o preconceito de sua família quanto à sexualidade ou identidade de gênero de um filho ou parente. É um problema que faz sofrer milhares de pessoas LGBT. Mas não é nada que alguns milhões de dólares não resolvam, como descobriu um sortudo.
O usuário do Reddit idontwanttogivitup foi recentemente a um fórum neste site para pedir conselho para seu dilema. Depois de ganhar mais de 15 milhões de dólares na loteria, seus pais estão pressionando-o para que recebam um quarto da bolada. Agora, aparentemente, ficou fácil esquecer todas as ressalvas que fizeram quando o expulsaram de casa aos 15 anos e o mantiveram isolado da família até que ele completasse 20. Como o próprio conta:
“Olá pessoal, me disseram que eu devia trazer meu problema para o reddit para descobrir o que as pessoas acham. Mas antes de começar, eu preciso dizer que eu sei que esse é um tipo de problema que todos gostariam de ter, e não estou me debulhando em lágrimas por causa disso. É apenas algo que está pesando para mim.
Então. Eu sou um cara de 29 anos e ganhei na loteria. E é uma quantia alta o suficiente para que eu não tenha que trabalhar nunca mais na vida se eu não quiser (mais de 15 milhões de dólares). Meus planos são fazer alguns cursos de administração e finanças por um tempo, para que eu possa tomar decisões inteligentes sobre meus investimentos e aja responsavelmente com meu dinheiro. Eu sou terrível na administração de dinheiro. Quero fazer com que ele se transforme em mais dinheiro e, espero, me envolver com projetos de caridade. Eu sei que é altruísta, mas eu sempre fiz trabalho voluntário, e faz parte do meu jeito de ser.
Meu problema? Minha família, principalmente meus pais, acham que têm direito a 1/4 da quantia. Eu me ofereci para pagar o financiamento da casa deles, e dar também uma pequena quantia, mas isso não basta para eles depois que eles descobriram o valor total. Minha família e eu temos uma relação cordial, mas eu fui morar a uma hora de distância deles para me afastar da minha mãe opressora e meu pai ausente. Minhas irmãs são pessoas legais, mas nós não temos realmente um relacionamento. A definição da família branca de classe média dispersa. Buá buá, eu sei.
No fim das contas, eu não acho que eles têm direito a nada, e eu já estou sendo o mais generoso possível (eu nunca disse isso para eles exatamente assim, mas, em retrospecto, acho que isso ficou implícito). A conversa ficou feia e quando minha mãe me falou “nós criamos você”, eu pensei imediatamente sobre como meu pai e minha mãe não falaram comigo por 5 anos (entre os 15 e 20 anos) depois de descobrirem que eu sou gay. E eu quase tive que largar o ensino médio por causa disso. Isso é criar alguém? É claro que eu guardo rancores.
Como eu faço para explicar para eles mais uma vez quais são meus planos, e que eles não estão incluídos neles? Eu deveria conversar com meu advogado por via das dúvidas? Eu não acho que eles vão entrar com um processo, mas as pessoas fazem coisas idiotas. Eu não quero arruinar nossas relações, mas acho que o dano já foi feito. Acho que muita gente vai me dizer para mandar eles se fuderem.”
Muitos membros do fórum tiveram exatamente essa reação, e muitos afirmam que ele já está sendo generoso até demais ao pagar o financiamento da casa dos pais. Particularmente, eu acho que ele não precisaria doar um quarto de seu prêmio mesmo que seus pais tivessem sido compreensivos quando ele se declarou gay. Mas, até aí, pais assim certamente não seriam mesquinhos a ponto de exigir que seu filho lhes doe qualquer coisa. Provavelmente a sorte desse felizardo aconteceu na verdade quando passou cinco anos importantes de sua formação afastado de seus pais, e com isso aprendeu a ser generoso e a ter empatia pelo sofrimento alheio.

Fonte: Lado Bi

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

LGBT: parlamentares defendem propostas para agravar crimes de ódio

Autora do projeto de lei (7582/14) que propõe tornar crime os atos de intolerância contra Lésbicas , Gays, Bissexuais, Pessoas Trans e Intersexuais (LGBT) e outros grupos considerados vulneráveis, a deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) disse hoje (17), no segundo dia do 13º Seminário LGBT do Congresso Nacional, que a proposta não avançou por interferências propositais de alguns deputados.
O texto, que tramita há dois anos, chegou a ser aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) em novembro de 2014, mas foi arquivado em janeiro de 2015. O desarquivamento ocorreu um mês depois, mas a proposta foi redistribuída para que diversas comissões analisassem o mérito.
“Fechar os olhos à lei é o mesmo que fechar os olhos para muitos assassinatos todos os anos. O projeto estava pronto [para ser votado] e houve um pedido de redistribuição, que foi para várias comissões. Foi proposital. Foi uma redistribuição para travar”, disse.
A parlamentar lembrou de avanços em leis de proteção à mulher, citando a Lei Maria da Penha, e outros segmentos, como o Estatuto da Criança e Adolescente e o Estatudo do Idoso. “Podemos citar várias outras, mas não avançamos quando se trata de identidade de gênero. É uma negação de direito”, afirmou.
Robson Pires

domingo, 19 de junho de 2016

Sobrevivente de ataque a boate em Orlando fala sobre “cheiro de morte no ar”


Tiroteio na Pulse foi o maior com número de vítimas em toda a história dos EUA.



Por Redação
Felipe Marrero – uma das vítimas do tiroteio em uma boate LGBT [sigla para lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, travestis e transgêneros] na cidade americana de Orlando – contou que teve que simular a própria morte durante o ataque para salvar sua vida, tornando-se testemunha ocular dos acontecimentos.
Há uma semana, na noite do domingo (12), no clube Pulse, foram mortas 49 pessoas e feridas outras 53 durante um ataque cometido por Omar Marteen, que foi morto pela polícia local após o atentado. Esse foi o tiroteio com o maior número de vítimas em toda a história dos EUA.
Marrero informou, citado pela agência Associated Press, que estava entre o criminoso e a porta e, por isso, não conseguiu deixar o clube. Então, ele caiu no chão simulando sua morte e se protegendo por um sofá próximo.
“Estive no chão por pelo menos 30 minutos, tentando não fazer movimentos bruscos. Simplesmente estava simulando a morte,” disse.
De acordo com a testemunha ocular, perto dele estava um homem com a cabeça atingida por um tiro e, ao redor, também entre os mortos, estava um dos seus amigos. Assim passaram 30 minutos, 40 minutos enquanto, na sala, ainda se ouviam gritos e lamentos. “Todo o lugar tinha um cheiro terrível tipo pólvora, era o cheiro da morte no ar,” contou Marrero.
De acordo com o sobrevivente, depois, os sons de tiros dentro do clube cessaram e, nas janelas, apareceram luzes de carros policiais. Depois, o atirador aproximou-se de Marrero e atirou, atingindo as costas e a mão esquerda dele. “Estava todo em sangue, com a mão dilacerada, a dor era intolerável,” lembra a vítima.
Depois disso, os policiais entraram na sala e o criminoso fugiu para outra parte do clube.
Portal no Ar

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Casal gay é preso na Rússia após homenagear vítimas de Orlando

Polícia russa prende homem que queria colocar uma placa em frente à embaixada dos Estados Unidos em Moscou, para homenagear as vítimas do massacre de Orlando((Maxim Zmeyev/Reuters) 

Um casal gay foi preso na Rússia após tentarem colocar uma placa com a mensagem "o amor vence" em um memorial para as vítimas do tiroteio de Orlando do lado de fora da embaixada americana em Moscou. Imagens transmitidas pela emissora russa Rain TV capturaram o momento exato em que Felix Glyukman e seu namorado Islam Abdullabeckov foram detidos pela polícia, antes de deixarem sua homenagem.
Segundo as autoridades russas, o casal foi preso por violar uma lei local que proíbe que indivíduos organizem eventos ou manifestações públicas sem a permissão do governo. "A polícia nos prendeu na hora e nos colocou na viatura pelo que chamaram de 'ação não autorizada'", relatou Abdullabeckov à imprensa russa. "Nós só queríamos prestar nossas condolências pelo assassinato dessas pessoas e não esperávamos nenhuma retaliação por isso".
Glyukman postou em sua página no Facebook uma foto em que aparece ao lado de Abdullabeckov no banco de trás da viatura da polícia que os prendeu e um vídeo, no qual relata o ocorrido. Segundo ele, assim que colocaram a placa junto às outras homenagens, um policial a retirou e pediu que o casal deixasse o local. "Mas Islam disse que não queríamos ir embora. Ele então agarrou Islam e o levou para o carro e eu os segui", relata.
O casal foi detido por aproximadamente três horas na delegacia do Distrito de Presnensky, região central de Moscou, antes de ser liberado pela polícia. O advogado dos jovens, Sergy Pancahenko, disse esperar que essa "situação horrível" não acabe em um processo e julgamento.
Manifestações pelos direitos homossexuais são proibidas na Rússia, onde a homossexualidade era crime até 1993 e foi classificada como uma doença mental até 1999. Em maio desse ano, cerca de vinte pessoas da comunidade LGBT de São Petersburgo foram presas por participar do desfile anual de 1º de maio sem permissão.
(Da redação)/Reuters)




domingo, 12 de junho de 2016

Atirador mata cerca de 20 pessoas e fere mais de 40 em boate gay

O homem ainda fez reféns, mas foi morto durante uma troca de tiros com a polícia


Por Agência Brasil
A polícia de Orlando, nos Estados Unidos, informou que aproximadamente 20 pessoas foram mortas e pelo menos 42 ficaram feridas por um atirador na boate Pulse no início da madrugada de hoje (12).
O homem ainda fez reféns, mas foi morto durante uma troca de tiros com a polícia. A boate é voltada para o público LGBT.
Um policial chegou a ser atingido no capacete, segundo informações divulgadas no Twitter da polícia de Orlando. Os feridos foram levados para os hospitais da cidade.
Em dois dias, este é já o segundo caso de tiroteio em Orlando. Na sexta-feira, 10, um homem matou a tiros a cantora Cristina Grimmie após um show.
Robson Pires

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Com agenda lotada, Inês Brasil fatura mais que muito ex-BBB

A carioca de 46 anos Inês Tânia Lima da Silva, conhecida como Inês Brasil, ficou nacionalmente famosa após a  divulgação de seu vídeo de inscrição para o programa Big Brother Brasil, um vídeo um tanto inusitado, gerador de muitos  memes. De lá pra cá, sua fama e faturamento só aumentaram.
Inês faz muito mais sucesso que vários ex-BBBs que sumiram do mapa ou ganham alguns “trocados” apenas com presenças vips em eventos. Além do sucesso nas redes sociais, ela se tornou uma espécie de rainha do público LGBT.
Sendo ovacionada por uns e alvo de chatota por vários, seja por suas roupas, falta de conexão de suas palavras, aparência ou bordões, o fato é que mesmo sem entrar no programa que tanto queria, ela faz carreira, e segundo seu empresário, Thiago Araújo, ela tem feito cerca de 20 shows por mês, com cachê  em torno de R$ 12 mil.

tv foco

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Movimento LGBT debate assassinatos LGBTfóbicos na Câmara de Natal

A Câmara Municipal de Natal debateu nesta terça-feira, 04, a violência contra a comunidade LGBT de Natal. A Audiência Pública foi proposta pelo mandato do vereador Hugo Manso (PT) e contou com a presença de representantes da organismos da Sociedade Civil e Poder Público como a Secretaria Estadual de Mulher, o Centro de Referência em Direitos Humanos da UFRN (CRDH), o Grupo de Mulheres Independentes (GAMI), a ATREVIDA (Ong de transexuais), o Setorial LGBT do PT, a Secretaria Estadual de Políticas Públicas para as Mulheres (SPM), e a Coordenação de Defesa das Mulheres e Minorias (CODIMM).

“Em um momento de acirramento político, e uma confusão sobre o direito das minorias vítimas de violência social e histórica, dar visibilidade a pauta da violência LGBT é uma forma de mostrar que essa comunidade precisa, sim, de políticas públicas articuladas que a proteja, pois a LGBTfobia existe física e simbolicamente e está naturalizada na nossa sociedade”, pontuou Hugo.
Robson Pires

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Crucificação da homofobia na Parada Gay é alvo de representação no MPF

A maioria entendeu como uma provocação aberta aos cristãos


A “crucificação” da homofobia em um dos trios elétricos da Parada Gay de São Paulo, ontem, já é alvo de uma representação no Ministério Público Federal.
O deputado distrital Rodrigo Delmasso (PTN-DF), evangélico da Sara Nossa Terra, protocolou uma ação no MPF alegando crime de intolerância.
A encenação da crucificação de Jesus, em plena parada gay de São Paulo, nesse domingo, causou muito mal-estar entre cristãos de diversas matizes. Uns consideraram blasfêmia, outros, apenas deboche, mas a maioria entendeu como uma provocação aberta aos cristãos.
Foi possível ver sábias faixas de cristãos conscientes (e não de cristãos que vivem como folha seca na onda do mar, levados pela correnteza de líderes políticos e líderes cristãos que promovem guerras ideológicas a fim de alimentarem o status e poder que possuem), como a irônica mensagem que dizia: “Deus cura a homofobia”.
Já esta foto acima registra um protesto feito pelos ativistas gays, em que uma pessoa teria sido amarrada a uma cruz, criando uma representação semelhante à da crucificação de Cristo. Em uma placa sobre a cabeça da “atriz”, havia os dizeres: “Basta de homofobia com LGBT”.
Fonte: Com informações de Veja

domingo, 7 de junho de 2015

Primeira escola para gays do país, em Campinas, terá curso de drag queen

A escola não vai oferecer o ensino regular, mas cursos que promovam a cultura homossexual


A cidade de Campinas, no interior paulista, terá a primeira escola para jovens gays do país. Com recursos do Ministério da Cultura e do governo do estado, a ONG E-Jovem vai abrir a escola em março, com cursos gratuitos de dança, canto, TV-Web e produção de fanzines. Dezenas de adolescentes homossexuais e heterossexuais já fizeram as inscrições para as aulas, que terão 20 alunos por turma. Na grade curricular do ano que vem, já está previsto um curso para formação de drag queens.
– A Parada (Gay) mostrou que os homossexuais existem. Agora, queremos mostrar que eles falam e têm o que dizer – afirma o professor universitário e militante gay Deco Ribeiro, de 38 anos, um dos idealizadores do projeto.
A escola não vai oferecer o ensino regular, mas cursos que promovam a cultura homossexual e fomentem a formação de meios de divulgação, como os fanzines e a TV por internet. O projeto tem financiamento público de R$ 180 mil, a serem gastos em três anos. A proposta de criação da escola foi uma das 300 contempladas no programa do governo para a formação de pontos de cultura.
– O importante é valorizar a identidade desses jovens, que precisam de um espaço de cultura e de meios para se expressar. Há muito preconceito, e uma forma de combater isso é valorizando a cultura LGBT – afirma Deco.
Por LGBT entende-se “lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros”, mas a escola está aberta também a heterossexuais. Os cursos são gratuitos, e voluntários já se inscreveram como professores não remunerados. Caso do estudante Cristiano Henrique da Silva, de 18 anos, que ensinará canto.
– Tenho sete anos de conservatório musical, participei do coro da Igreja, e quero dar as aulas – conta Cristiano.
O jovem é irmão de Leandro Henrique Ochialini, de 19 anos, bailarino e futuro aluno de dança da escola. Criados em famílias diferentes, os dois agora moram com a mãe, em Campinas, e há apenas dois anos revelaram um ao outro sua orientação sexual.
– Vivíamos disputando a atenção da nossa mãe, brigávamos. Agora, que um sabe do outro, somos os melhores amigos – diz Leandro.
O bailarino conta que sofreu preconceito na escola e até em academias de dança. Para ele, um centro de cursos sobre cultura gay vai ajuda-lo profissionalmente e deixa-lo mais à vontade para assumir sua identidade. Para se ter uma ideia da pressão que o rapaz sente, seu pai, que vive em outro estado, ainda não sabe sobre sua homossexualidade.
– Com a minha mãe está tudo bem, mas falta o meu pai. Agora, quando ele ler a matéria, eu vou poder falar para ele. Assim, a gente esclarece tudo.
Inscrito no curso de TV-Web, o adolescente Fernando F., de 17 anos, está animado com a perspectiva de usar a internet como meio de expressão. Seus pais ficaram sabendo sobre sua homossexualidade quando, pela extensão telefônica, o pegaram conversando com um amigo sobre uma paquera:
– Meu pai entrou no meu quarto e falou muita coisa para mim. Ele acha que eu sou doente e que pode me curar. Ele quer me curar na Igreja evangélica, como se fosse uma doença.
A escola terá aulas para quem quiser ser drag queen dadas por Chesller Moreira, de 27 anos, dirigente da ONG e companheiro de Deco, e que também é a drag, Loren Beauty .
– Me tornei a Loren por causa da militância. Nos eventos, começavam a pedir a Loren porque ela fala muito melhor com os adolescentes. E foi ficando. É a minha outra identidade – explica Chesller.
O jovem, formado em costura e estilismo, lembra que, na adolescência, quando a mãe descobriu que era gay, ela perguntou: “Você não vai se vestir de mulher, não, né?”
– Todos precisam de um tempo para entender. Agora, é minha mãe que me dá as perucas. Quando ela me viu ‘montada’, disse: ‘Nossa, como você está linda!’
A pesquisadora Miriam Abramovay, da Ritla (Rede de Informação Tecnológica LatinoAmericana), especialista em educação, questões de gênero e violência escolar, aprovou a ideia da escola gay.
– É importante que as pessoas que sofrem mais preconceito tenham seus próprios espaços. Não se trata de uma escola formal, mas de um centro de convivência, formação e diálogo – analisou.
 Fonte: O Globo

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Malafaia chama Dilma de “apoiadora da causa gay” e defende voto em Marina Silva

Após a presidenta declarar apoio à criminalização da homofobia, pastor ataca a candidata do PT e convoca os eleitores a votarem no pastor Everaldo e na candidata do PSB     
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O pastor Silas Malafaia utilizou nesta terça-feira (2) a sua conta no Twitter para atacar a presidenta e candidata à reeleição Dilma Rousseff. Malafaia, principal opositor das políticas públicas em prol da comunidade LGBT, declarou que Rousseff é “hipócrita”. “Hipocrisia de Dilma: apoiar a causa gay, me perseguir, e agora dizer que vai beneficiar as igrejas. Que piada essa hipocrisia política!”, escreveu.

Em outro tuíte, o pastor comemora o fato de ativistas LGBT terem rompido com a candidatura de Marina Silva (PSB). “O ativismo gay não vai mais apoiar Marina. MARAVILHA!! No 1º turno voto no Everaldo. No 2º vou de Marina”, afirmou o pastor. E continuou: “A Dilma apoia a criminalização da homofobia. Vamos combinar: Os gays votam em Dilma. O restante em Everaldo, Aécio, Levy e Marina”.

A presidenta Dilma Rousseff declarou ontem (1) que é favorável à criminalização da homofobia e ainda criticou a sua opositora, Marina Silva, por ter retirado de seu programa o apoio à referida proposta. “ O que eu estou dizendo é que se deve criminalizar a homofobia. A homofobia não é algo que a gente possa conviver”, declarou a presidenta.

LGBTNa semana passada, quando a coligação Unidos Pelo Brasil apresentou o seu programa de governo, a criminalização da homofobia e o casamento igualitário figuravam entre as propostas. Porém, depois de pressão de setores fundamentalistas religiosos, as duas demandas foram retiradas do programa. O coordenador de políticas públicas LGBT da coligação de Marina Silva deixou a campanha após o episódio.
 
 Fonte: Portal Forum

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Feliciano pauta projeto sobre 'cura gay' na Comissão de Direitos Humanos


Com maioria dos votos, parlamentares que apoiam o deputado do PSC devem aprovar proposta que permite tratamento para reverter homossexualidade

Marco Feliciano durante reunião da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados
Marco Feliciano durante reunião da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados - Alan Marques/Folhapress
Há dois meses enfrentando protestos para conduzir os trabalhos da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, o deputado Marco Feliciano (PSC-SP) resolveu colocar em votação três projetos que mobilizam militantes ligados ao movimento LGBT (lésbicas, gays, bisexuais e transsexuais). A próxima reunião do colegiado está agendada para o dia 8 de maio. 
O projeto que deverá causar novo atrito com o movimento LGBT, de autoria do deputado João Campos (PSDB-GO), pretende derrubar uma resolução do Conselho Federal de Psicologia que impede, desde 1999, psicólogos de tratarem homossexualidade como doença - e também proíbe que profissionais da área ofereçam a "cura" para gays.
Outra proposta que entrará em discussão penaliza a discriminação contra heterossexuais, e uma terceira tipifica a homofobia como crime. Dos três projetos, os dois primeiros deverão ser aprovados pela comissão. Dos 21 integrantes do colegiado, dez são da bancada evangélica - que, com o reforço de Jair Bolsonaro (PP-RJ), consegue derrotar parlamentares que se opõem a Feliciano.
As propostas em pauta, se aprovadas pela Comissão de Direitos Humanos, ainda precisam seguir um longo caminho - que passa pelos plenários da Câmara e do Senado - antes de entrar em vigor. De qualquer forma, a pauta da próxima quarta deverá novamente mobilizar manifestantes nos corredores da Câmara. Devido aos tumultos, as sessões da comissão têm ocorrido a portas fechadas.
Homofobia
Feliciano é acusado por militantes LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) de ter dado declarações homofóbicas. Em julho de 2012, ele apresentou um projeto para tentar derrubar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que permite a união entre pessoas do mesmo sexo. Em março, poucos dias antes de assumir a presidência da Comissão de Direitos Humanos, ele disse ao site de VEJA que “a união homossexual não é normal” e que “o reto não foi feito para ser penetrado”.
veja

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Ator de Titanic assume relacionamento homossexual de quase 13 anos



Desde o início do ano, está rolando uma enxurrada de personalidades “saindo do armário”. Acho isso bastante positivo para a comunidade LGBT… Afinal, são formadores de opinião mostrando para o mundo que não há nada de errado em amar e constituir uma família com uma pessoa do mesmo sexo! =)

O ator Victor Garber assumiu a homossexualidade durante uma entrevista para o Greg in Hollywood. Famoso mundialmente pelo filme Titanic, ele revelou que mora com o namorado, o modelo Rainer Andreesen, em Nova York.

Quando perguntado sobre o relacionamento, ele abriu o jogo: “Eu não gosto de falar sobre isso, mas todo mundo sabe. Ele virá comigo para o SAG Awards”, disse o ator, revelando que irá acompanhado do parceiro na premiação.

Além disso, Victor também contou que o relacionamento existe há muito tempo. “Meu companheiro Rainer Andreesen e eu estamos juntos por quase 13 anos, em Greenwich Village. Nós amamos Nova York”, contou o ator revelando o bairro em que moram juntos.

Além de Titanic, Victor já participou de diversos filmes, como Legalmente Loira, Milk e o mais recente, Argo, filme dirigido por Ben Affleck. Ele atuou em Alias, seriado com Jennifer Garner, mulher de Affleck.

Victor e Jennifer são grandes amigos, tanto que o ator foi quem realizou a cerimônia de casamento da atriz e é padrinho da filha mais velha do casal, Violet Affleck.

Diário de Pernambuco, com o blog LGBTudo

domingo, 6 de maio de 2012

Travestis do Rio Grande do Sul ganham direito de ter RG feminino



Os travestis e transexuais do Rio Grande do Sul poderão a partir do dia 17 escolher o nome pelo qual querem ser chamadas --e terão um documento para comprovar isso.

A iniciativa é do governo do RS em parceria com ONGs da comunidade LGBT. O documento será uma "carteira de nome social" e terá o mesmo valor de um RG.

Para a travesti Marcelly Malta, 61, presidente da ONG Igualdade, o documento deve ajudar a diminuir as situações de constrangimento. "O maior problema é na saúde e na educação, em consultas, cadastros. É um sofrimento diário. É você chegar num lugar, verem sua aparência feminina e perguntarem: 'Mas se essa é você, de quem é esse documento aqui?'." 
Fonte: Tribuna da Bahia