Mostrando postagens com marcador piadas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador piadas. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Mulher com enorme traseiro pensava em suicídio após ser alvo de piadas

Ela espera encontrar um homem que a veja não somente como um “objeto de prazer”


Uma mulher que sofreu abusos devido ao tamanho de seu traseiro pensou em cometer suicídio. Lerato Pitso, uma mulher de 50 anos, da África do Sul, contou que devido ao tamanho de seu traseiro, ela é alvo de comentários maliciosos de pessoas nas ruas.

Ela disse até já ter percebido que as pessoas a fotografarem. Além disso, a mulher também relatou que os homens que se envolvem como ela não buscam ter um relacionamento sério, mas apenas relação íntima. Essas situações levaram Lerato a ficar deprimida e ela pensou em suicídio.

Após ter participado recentemente de um desafio para perder peso, ela afirmou, no entanto, que sua vida foi salva, já que, após a perda de peso – que ela não divulgou a quantidade – seu lado psicológico foi melhorado.

Lerato decidiu perder peso após sofrer com uma embolia pulmonar, há dois anos. Ela espera encontrar um homem que a veja não somente como um “objeto de prazer”.

R7

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Renato Aragão desabafa: ‘Feios, negros e gays não se ofendiam antes’

Renato Aragão, no especial 'Didi, O Peregrino', da TV Globo. Foto: Divulgação
Renato Aragão, no especial ‘Didi, O Peregrino’, da TV Globo. Foto: Divulgação


O comediante Renato Aragão, que completa 80 anos na próxima terça-feira, falou sobre a dificuldade de se fazer humor atualmente com a patrulha do politicamente correto. “Hoje todas as classes sociais ganharam a sua praia, e a gente tem que respeitar muito isso. Eu sou até a favor. Mas, naquela época, essas classes dos feios, dos negros, dos homossexuais, elas não se ofendiam. Elas sabiam que não era para sacanear”, diz o ator em entrevista à edição de janeiro da PLAYBOY, da Editora Abril, que também publica VEJA.
Na revista, que chega nesta terça-feira às bancas, o humorista defende que ele e Mussum, seu companheiro de Trapalhões, se divertiam com as piadas raciais. “Na época, a gente fazia como uma brincadeira. Como se fôssemos duas crianças em casa brincando. A intenção não era ofender ninguém.” Apesar da reflexão sobre o humor de antigamente e a mudança da opinião pública, o intérprete de Didi alfinetou o trabalho feito pelo grupo Porta dos Fundos. “Eles só estão errando porque pegam pesado demais. Não precisa.”
Aragão também aponta que nunca agradou à crítica especializada com seus programas de TV e filmes de cinema pelo estigma de ser nordestino. “Os pseudocineastas ficavam umas araras porque os filmes deles não encostavam [em bilheteria]. Chegava um nordestino com um rolo compressor e passava por cima”, diz.
Fonte: VEJA