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quarta-feira, 12 de abril de 2017

Governador, senadores e deputados potiguares são incluídos em lista de Fachin

Governador Robinson Faria (PSD) foi citado em delação da Odebrecht

Ainda no alto escalão, a prefeita do município de Mossoró, Rosalba Ciarlini também foi citada no meio das delações da Odebrecht

A lista de nomes mencionados durante as delações de Odebrecht e dados ao ministro do Supremo Tribunal Federal e relator da Lava Jato Edson Fachin, inclui nomes de políticos potiguares. O governador Robinson Faria (PSD), os senadores Garibaldi Alves (PMDB) e José Agripino Maia (DEM), além dos deputados federais Felipe Maia (DEM), Fábio Faria (PSD) e da prefeita de Mossoró Rosalba Ciarlini (PP). O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a abertura de inquérito contra eles.
As investigações que tramitarão especificamente no Supremo com a autorização do ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato na Corte, foram baseadas nos depoimentos de 40 dos 78 delatores. Os crimes mais frequentes descritos pelos delatores são de corrupção passiva, corrupção ativa, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, e há também descrições a formação de cartel e fraude a licitações.
Os relatos de Marcelo Odebrecht, ex-presidente e herdeiro do grupo, são utilizados em 7 inquéritos no Supremo. Entre os executivos e ex-executivos, o que mais forneceu subsídios para os pedidos da PGR foi Benedicto Júnior, (ex-diretor de Infraestrutura) que deu informações incluídas em 34 inquéritos. Alexandrino Alencar (ex-diretor de Relações Institucionais) forneceu subsídios a 12 investigações, e Cláudio Melo Filho (ex-diretor de Relações Institucionais) e José de Carvalho Filho (ex-diretor de Relações Institucionais), a 11.
Os pedidos do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, foram enviados no dia 14 de março ao Supremo. Ao todo, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, encaminhou ao STF 320 pedidos – além dos 83 pedidos de abertura de inquérito, foram 211 de declínios de competência para outras instâncias da Justiça, nos casos que envolvem pessoas sem prerrogativa de foro, sete pedidos de arquivamento e 19 de outras providências. Janot também pediu a retirada de sigilo de parte dos conteúdos.
Entre a chegada ao Supremo e a remessa ao gabinete do ministro Edson Fachin, transcorreu uma semana. O ministro já deu declarações de que as decisões serão divulgadas ainda em abril. Ao encaminhar os pedidos ao STF, Janot sugeriu a Fachin o levantamento dos sigilos dos depoimentos e inquéritos.
Agora RN

quinta-feira, 16 de março de 2017

Senadores potiguares divergem sobre PEC do fim do foro privilegiado - Proposta prevê o fim do foro privilegiado para todas as autoridades brasileiras, inclusive o presidente da República

Proposta prevê o fim do foro privilegiado para todas as autoridades brasileiras, inclusive o presidente da República

Os três senadores do Rio Grande do Norte têm opiniões divergentes sobre a Proposta de Emenda à Constituição que tenta por fim ao foro privilegiado nos termos como hoje é aplicado. No Senado, circula pedido de assinaturas para que a PEC tramite em urgência. São necessárias 41 assinaturas. Do RN, apenas Fátima Bezerra (PT) e Garibaldi Alves assinaram.
A proposta prevê o fim do foro privilegiado para todas as autoridades brasileiras, inclusive o presidente da República, nas infrações penais comuns. Pelas novas regras, as autoridades manteriam o foro por prerrogativa de função nos crimes de responsabilidade, aqueles cometidos em decorrência do exercício do cargo público, como os contra o exercício dos direitos políticos, individuais e sociais; a segurança interna do país; a probidade na administração; a lei orçamentária; o cumprimento das leis e das decisões judiciais, entre outros.
Ao portalnoar.com, os trê senadores enviaram posicionamento sobre o tema através de assessoria de imprena.
Garibaldi Filho defende uma tese diferente do texto que vai à discussão. Para ele, o foro deve ser mantido apenas para chefes de poder nas diferentes esferas. Todos os demais devem perdê-lo. Estima-se que 22 mil autoridades possuem algum tipo de privilégio pela função que ocupam hoje no Brasil.
José Agripino afirmou que não poderia emitir opinião porque é líder de partido e não pode decidir sozinho, sem antes ouvir seus correligionários. Agripino é o único senador potiguar que, até agora, foi citado nas investigações da Lava Jato.
Fátima Bezerra é favorável à proposta que está para ser votada no Senado Federal. Sua assessoria de imprensa informou que esse é o posicionamento já que ela assinou a petição que pede regime de urgência para a votação da matéria.
Portal no Ar

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Nenhum dos três senadores potiguares foi a todas as sessões em 2016; veja o ranking da assiduidade

Jader Barbalho foi o campeão em faltas não justificadas

Além de Reguffe, o único a ter 100% de presença, outros quatro senadores tiveram apenas uma ausência ao longo do ano

Em seu primeiro mandato, o senador Reguffe (sem partido-DF) foi o único a comparecer a todas as sessões reservadas a votação em 2016. Outros quatro registraram uma única ausência em todo o ano: o candidato à presidência do Senado e líder do PMDB, Eunício Oliveira (PMDB-CE), José Pimentel (PT-CE), Pedro Chaves (PSC-MS) e Waldemir Moka (PMDB-MS). Os dados são de levantamento da Revista Congresso em Foco, que também apontou o senador Fernando Collor (PTC-AL) como o mais ausente do ano, excluído os casos motivados por problemas de saúde. Collor faltou uma a cada três sessões.
Os dois senadores que mais se ausentaram das sessões de 2016 enfrentaram problemas de saúde ao longo do ano: Jader Barbalho (PMDB-PA), que somou 62 faltas, e Rose de Freitas (PMDB-ES), que faltou 30 vezes. Ambos se valeram de licenças de saúde. Ainda assim, Jader foi o campeão em ausências não justificadas. O senador deixou 18 faltas acumuladas sem justificativa.
Rose chegou sobre uma cadeira de rodas para votar o afastamento de Dilma. Segundo a assessoria da peemedebista, a capixaba sofreu uma ameaça de acidente vascular cerebral (AVC) no início do ano. Mesmo assim, 12 faltas dela ficaram sem justificativa. Entre os dois peemedebistas, apenas Davi Alcolumbre (DEM-AP) deixou mais faltas injustificadas (17, ao todo).
“A ausência, lamentavelmente, deixou de ser justificada pela chefia de gabinete à época. Em outras ocasiões, a senadora estava presente na Casa, mas, envolvida em negociações políticas à frente da presidência da Comissão Mista de Orçamento ou da liderança do governo no Congresso, e, por isso, não registrou presença”, disse o gabinete da parlamentar capixaba.
Das 91 reuniões de que deveria participar até o início de dezembro, Collor faltou a 30. Dessas, 25 foram justificadas por ele, todas para realizar alguma atividade parlamentar. Esse tipo de explicação é a mais comum entre as usadas pelos senadores para escapar do desconto no salário, previsto para quem faltar sem justificar.
Na prática, a atividade parlamentar pode ser qualquer coisa que o congressista fizer em Brasília, no seu estado ou no exterior. Depois de Collor, o senador que mais apresentou esse tipo de justificativa foi Zezé Perrella (PTB-MG). O petebista faltou a 25 sessões (23%) das 91 realizadas entre o início de fevereiro e 8 de dezembro, data em que o levantamento foi concluído. Ele atribuiu 23 dessas ausências ao exercício de atividades parlamentares.
A senadora Lídice da Mata (PSB-BA) também faltou a 25 sessões, empatando com Perrella. Mas apresentou justificativas detalhadas. Lídice tirou três licenças por motivo de saúde e se ausentou 11 vezes para desempenhar atividades parlamentares fora do Senado. A senadora viajou aos Estados Unidos, ao Uruguai, a Portugal e a Marrocos em missão oficial.
“Todas as ausências em sessões deliberativas foram justificadas, conforme determina o regimento do Senado, e estão oficialmente registradas no Diário Oficial da Casa. Essas ausências se deram por participação como membro de colegiados internacionais. Também integrei delegações oficiais brasileiras representando o Senado”, disse a senadora à Revista Congresso em Foco.
O levantamento considerou as 91 sessões deliberativas realizadas entre o início de fevereiro e 8 de dezembro. Depois dessa data, o Senado realizou outras duas reuniões reservadas a votação, mas os dados não estavam disponíveis até o fechamento da reportagem. Ao todo, nas 91 sessões contabilizadas, os senadores acumularam 883 faltas, o que representa um índice de 14%, percentual equivalente ao contabilizado em 2015. Dessas, 656 foram justificadas – ou seja, de 74%, apenas 2% a menos que no ano anterior. As outras 232 não tiveram qualquer tipo de explicação dos parlamentares.
Fonte: Congresso em Foco

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Garibaldi Alves: “Acredito que o Senado vai aprovar, julgar e afastar a presidente Dilma Rousseff”

Para o senador peemedebista, o resultado favorável ao impeachment na Câmara dos Deputados já era aguardado: 'Placar até mais dilatado do que se esperava'

O senador Garibaldi Alves Filho (PMDB) repercutiu nesta segunda-feira (18) a votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) realizada neste domingo (17), na Câmara dos Deputados. O senador não se mostrou surpreso com o resultado final, mas disse que não esperava que o placar fosse tão dilatado. Em relação à próxima fase do processo, que agora será analisada pelo Senado, o parlamentar permanece confiante que os senadores também aprovarão o impeachment.
“Para mim não foi surpresa a decisão adotada na Câmara, de admitir o processo de impeachment. Eu diria que foi surpresa o placar, que até foi mais dilatado do que se esperava. E agora nós vamos receber o processo que será entregue ao Senado, que com a responsabilidade que terá de julgar, porque uma coisa foi a admissão do processo pela Câmara, outra coisa o Senado o fará em duas etapas: admitindo também, e depois se tornando o órgão julgador e teremos até mesmo a presença – claro, isso está previsto na Constituição – o julgamento será presidido pelo próprio presidente do Supremo Tribunal Federal”, explica Garibaldi.
Já com seu voto favorável declarado anteriormente, Garibaldi agora aguarda a posição oficial do PMDB no Senado, que já era aguardada para após o processo passar pela Câmara.
“Claro que alguns senadores como eu já se declararam favoráveis ao impeachment, mas a bancada do PMDB só terá um aposição oficial depois dessa reunião. Mas eu acredito que o Senado vai aprovar, vai julgar e vai culminar com esse julgamento pelo afastamento. Meu voto já é declarado”, destaca.
Agora RN

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Rosalba admite realinhamento político com DEM e PMDB

“Sem mágoas, nem rancor…”

É assim que a ex-governadora Rosalba Ciarlini (PP) faz política. 
E ela deixou bem claro durante a entrevista ao Jornal da Noite na 95FM, ao admitir um realinhamento político com o DEM do senador José Agripino, e com o PMDB do Ministro Henrique Alves e Senador Garibaldi Filho, de quem foi adversária em 2014: “Faço política sem mágoa, nem rancor. Pela razão. O passado é passado. Passou. Vejam que Robinson rompeu comigo, fez oposição ao meu Governo e votei nele para Governador”. 
Ou seja, sem dificuldades de argumentos, a Rosa contará com DEM e PMDB na disputa pela Prefeitura de Mossoró. 
Alguém tem alguma dúvida? 
  Heitor Gregório

domingo, 8 de novembro de 2015

TRE confirma vitória do PMDB em Passagem/RN - Garibaldi e Henrique agradece o povo de Passagem pela vitória do PMDB

O senador Garibaldi Alves Filho (PMDB) emitiu nota de agradecimento ao povo de Passagem/RN e congratulação aos novos eleitos na eleição suplementar, realizada neste domingo (8). O pleito elegeu o candidato Tota Fagundes e o vice Luciano Silvestre, ambos do PMDB.
“Agradeço ao povo de Passagem, região Agreste do Rio Grande do Norte, que neste domingo (8), deu seu voto de confiança ao PMDB, elegendo o prefeito Tota Fagundes e o vice Luciano Silvestre. Tenho certeza que ambos honrarão a confiança realizando, com nossa ajuda, uma administração profícua”.

TRE confirma vitória do PMDB em Passagem/RN

urna_confirmaNo final da tarde de hoje (08) foi concluída a apuração dos votos da eleição suplementar de Passagem/RN que deu a vitória a Tota Fagundes como prefeito e a Luciano Silvestre como vice-prefeito do município, ambos do PMDB, pela coligação “Passagem vai votar para se libertar”.
Dos 3.597 eleitores aptos a votar, 3.066 compareceram às urnas, o que representa uma abstenção de 14,76 %. A coligação vencedora obteve 1.312 votos (44,15 % dos votos válidos), Lívia Laisy Lima Torres Silva e Ricardo Romeiro obtiveram 887 votos enquanto que Lucinaldo Chaves e “Irmãos Robson obtiveram 773 votos. 21 eleitores votaram em branco (0,68 %) e 73 votaram nulo (2,38 %).
Durante toda a eleição nenhuma urna apresentou problema e a eleição transcorreu em clima de tranquilidade. O que motivou o novo pleito eleitoral em Passagem a cassação do mandato de José Pereira Sobrinho, conhecido como “Dede de Babá”, e Josefa Cristiane Dionizio Chacon (ex-prefeito e vice), ambos do DEM, por abuso de poder político e econômico (RESPE n° 1153-48.2012.6.20.0013 que manteve o acórdão do TRE-RN e a sentença do juízo da 13ª zona).
Robson Pires

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

PMDB já pensa em Garibaldi para presidir o Senado

 

garibaldi faustino
Ganhou destaque no G1 a notícia de O PMDB trabalha com alguns nomes como alternativa, caso o atual presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), decida não concorrer ao cargo novamente. O partido aguardará uma posição do senador alagoano, mas deve exercer alguma pressão caso haja respingos vindos da Operação Lava-Jato sobre apadrinhados do presidente do Senado, indicados para cargos na Petrobras.
O PMDB teme que isso possa acabar resultando numa ação penal contra o próprio Renan e por isso trabalha com outras opções para evitar que esse desgaste eventualmente se estenda sobre a própria legenda. O ministro Garibaldi Alves Filho (RN) e os senadores Eduardo Braga (AM) e Valdir Raupp (RO) tem sido os mais citados no momento.
Robson Pires

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

PMDB busca uma cadeira para Henrique Alves

garibaldi henrique previdencia
A coluna também Poder Online, do IG, também destaca que o PMDB da Câmara já definiu como uma das prioridades na negociação com o Planalto garantir um lugar ao sol para o atual presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (RN). Derrotado na eleição no Rio Grande do Norte, ele figura na lista de peemedebistas que o governo já sabe que terá de afagar, para evitar o troca em votações estratégicas no Congresso.
Uma das propostas que circulam no partido é acomodar Alves no Ministério da Previdência. O atual titular da vaga, Garibaldi Alves, segundo peemedebistas, poderia se transformar em alternativa para a eleição para a presidência do Senado.
Robson Pires

domingo, 19 de outubro de 2014

“O que posso dizer é que a eleição não está decidida”, declara Garibaldi Filho

 

garibaldi mossoro
Em entrevista ao jornal O Mossoroense, o ministro da Previdência Social, Garibaldi Filho (PMDB), analisou as pesquisas eleitorais. Segundo o líder peemedebista não houve uma mudança substancial na campanha. Não há um fato novo que justifique uma mudança tão abrupta na pesquisa que daria vantagem ao candidato do PSD ao governo, Robinson Faria. “Creio que as pesquisas às vezes cometem erros. Não estou afirmando categoricamente que a pesquisa está errada. Para dizer isso eu tenho que ter dados e eu não tenho condições de provar. Quero apenas advertir, no bom sentido”, comentou Garibaldi.
O ministro lembrou que a eleição não vai ser decidida por uma pesquisa. “Há aquele impacto inicial porque não se espera. Agora o eleitor de Henrique [Alves] tem que ir à rua como estou fazendo em Mossoró, rodando em busca do eleitor. O eleitor nosso não pode arriar a bandeira, ele deve seguir dizendo ao indeciso que ele não pode se deixar levar por um sentimento de protesto. O que posso dizer é que a eleição não está decidida”, destacou o líder peemedebista. “Então, não vamos nos deixar levar por esse sentimento. Nós vamos ganhar essa eleição se Deus quiser. Não vamos morrer de véspera que nem peru”.
Robson Pires

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Garibaldi Filho se dedica à campanha em Mossoró


garibaldi feirinha
O ministro da Previdência Social, senador licenciado Garibaldi Alves Filho (PMDB), se dedicará à campanha do candidato ao governo Henrique Eduardo Alves (PMDB) em Mossoró. Na capital do Oeste, o ministro inicia sua agenda visitando a Central de Abastecimento (COBAL), a partir das 7 horas. Às 8h30, concede entrevista ao programa de J. Nobre, na Rádio Difusora. Ainda pela manhã, a partir das 9h30, fará caminhada no bairro de Quixabeirinha.
No período da tarde, ao lado da vereadora Izabel Montenegro, o ministro visita empresas de Mossoró. Em seguida (17h), participa de carreata pelo bairro Santo Antônio, encerrando a agenda com reunião de campanha em Barrocas. Durante os três dias, o ministro deverá contar com a presença da ex-prefeita Fafá Rosado e o deputado Leonardo Nogueira, além das deputadas federal e estadual, Sandra e Larissa Rosado.
Robinson Pires

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Garibaldi pode deixar o governo Dilma por causa do apoio de Lula a Robinson

 

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O colunista Cláudio Humberto destaca que o primo do candidato ao governo Henrique Alves (PMDB-RN), ministro Garibaldi Filho (Previdência) avalia abandonar o cargo após notícia de que ex-presidente Lula irá ao Estado para pedir votos ao adversário Robinson Faria (PSD). Garibaldi confirma ter conversado com Henrique sobre a possibilidade de deixar o ministério, mas nada foi decidido: “Não pretendo tomar nenhuma decisão isolada ou precipitada”, afirmou.
A oposição aguarda o desfecho do caso para tentar fazer Garibaldi Alves “correr para o abraço” com Aécio Neves para presidente. O problema com Lula será tratado inicialmente pelo vice Michel Temer num “contexto nacional”, diz Garibaldi: “Não queremos dissidência”. Henrique Alves tem sido pressionado a romper com o governo Dilma desde que Lula gravou vídeo pedindo voto para Robinson, no 1º turno. Lula apoia Robinson sob pressão do PT-RN, que acusa Henrique de prejudicar Fátima Bezerra para se aliar ao DEM, PSDB e PSB.
Robson Pires

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Garibaldi abraça campanha de Wilma de Faria em Natal

                                    

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Cumprindo uma agenda de compromissos nos últimos dias em Natal, o ministro da Previdência, Garibaldi Filho, esteve ao lado da candidata ao Senado Federal, Wilma de Faria, participando de mobilizações de campanha pelos bairros da Zona Norte de Natal. Durante o trajeto, que teve início no Parque dos Coqueiros, o ministro cumprimentou moradores e aproveitou o contato para pedir o apoio para os candidatos da coligação União pela Mudança.
Marcos Dantas

sexta-feira, 27 de junho de 2014

PMDB tem o maior número de prefeitos e de filiados

Garibaldi e Henrique os maiores líderes do PMDB potiguar
logo_PMDBDepois de oito anos, o PMDB lançará candidato próprio ao Executivo potiguar. Segundo levantamento da Tribuna do Norte, a legenda chega para o pleito deste ano com uma base na qual conta com mais de 50 prefeitos no estado, sendo a legenda com o maior número de gestores municipais, além de 40.302 filiados. Além do candidato a governador, o deputado federal Henrique Eduardo Alves, o partido lançará postulantes à Câmara Federal e à Assembleia Legislativa. Para as vagas de deputado estadual o PMDB lançará 14 candidatos próprios.
O arco de alianças formado para apoiar a chapa majoritária liderada por Henrique Eduardo, ao governo, e Wilma de Faria, para o Senado, será dividido na disputa proporcional para a Assembléia em três coligações distintas. O PMDB integrará uma delas, junto com PSB, PR, PROS, DEM,SDD,PDT e PRB, que terá 44 candidatos. Outra, integrada pelos partidos PPS, PHS,PTB e PV, lançará 46 candidatos a deputado estadual. Na terceira coligação estão 38 candidatos a estadual representando o PSDB, PSC, PSDC, PMN, PRP.

Robson Pires

terça-feira, 15 de abril de 2014

Inauguração da agência do INSS em São Gonçalo reúne oposição e situação no mesmo palanque

Prefeito Jaime Calado falando aos presentes
A deputada federal e candidata ao senado pelo PT Fátima Bezerra e o vereador Eraldo Paiva
João Maia, Fátima Bezerra e o ministro  senador Garibaldi Filho
Só em determinados momentos na política: "a convivência dos contrários"
 
A inauguração da agência do INSS em São Gonçalo do Amarante, no início da noite de ontem, reuniu políticos da situação e oposição. O ministro Garibaldi Filho, os deputados estaduais Márcia Maia e Walter Alves, além do deputado federal João Maia participaram do evento.
A deputada federal Fátima Bezerra e o vereador Eraldo Paiva, ambos do PT, também estavam na solenidade.
 
Por Anna Ruth
 

segunda-feira, 24 de março de 2014

Agnelo Alves fecha apoio à pré-candidatura de Henrique Alves

                                 

Heitor Gregório destaca em seu Blog que o deputado estadual Agnelo Alves (PDT) fechou apoio à chapa Henrique (Governo), João Maia (vice) e Wilma de Faria (Senado), durante reunião nesta tarde, já entrando pela noite deste domingo (23). Como testemunhas do sim de Agnelo, o ministro Garibaldi Filho, o próprio Henrique Alves, a ex-governadora Wilma de Faria e a deputada estadual Márcia Maia.
Marcos Dantas

sábado, 22 de março de 2014

Garibaldi confirma pré-candidatura de Henrique Alves ao Governo

 

Rumo da candidatura de Henrique Alves será definida em reunião na próxima semana
Rumo da candidatura de Henrique Alves será definida em reunião na próxima semana
O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Alves, é pré-candidato ao Governo do Estado. O anúncio deverá ser feito oficialmente na quinta-feira (21) durante uma reunião da cúpula do PMDB potiguar em Natal.
Durante este encontro, também será oficializada a chapa que contará com a atual vice-prefeita de Natal, Wilma de Faria (PSB), como candidata ao Senado Federal.
Na reunião do PMDB será encaminhada definição dos partidos que irão compor a coligação que deverá ser integrada pelo PSB, PR, PROS e PV.
A informação extra oficial foi confirmada hoje com exclusividade para o portalnoar.com pelo ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho durante a realização do evento V Grito da Pesca e Aquicultura na Câmara dos Vereadores de Canguaretama.
“Estamos em entendimentos com esses partidos para configurar essa chapa que deverá ter Henrique como candidato a governador e Wilma para o Senado. O resto nós conversaremos no dia 28 com todos os partidos que irão participar dessa coligação”, disse o ministro.
O deputado Henrique Alves,que estava presente no evento, não quis dar maiores detalhes, mas confirmou que o entendimento aponta na direção da sua candidatura ao Executivo Estadual. “ Teremos essa reunião e vamos seguir no rumo dessa pré-candidatura ao governo estadual”, acrescentou o parlamentar.
Durante a sessão do Grito da Pesca realizado em Canguaretama, o deputado Henrique Alves deixou escapar aos presentes indícios de que poderá está seguindo à candidatura ao governo: “Eu ainda não sei se continuarei na Câmara dos Deputados”.
Em seu discurso Garibaldi Filho defendeu indiretamente nome de Henrique ao cargo: “Nenhum politico local que passou pelo congresso fez mais pelo RN do que Henrique Eduardo”, citando a luta do parlamentar pela construção do Aeroporto Internacional de São Gonçalo,  a ampliação do porto e a duplicação da BR 304.

Portal no Ar

segunda-feira, 17 de março de 2014

Henrique e Garibaldi conversam com Wilma sobre fechamento da chapa

                          

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O furo é do Blog Thaisa Galvão… A ex-governadora Wilma de Faria (PSB) e a filha deputada Márcia Maia (PSB) receberam hoje à tarde o governadorável do PMDB, deputado Henrique Alves e o ministro da Previdência, Garibaldi Filho (PMDB). Conversa em torno do fechamento da chapa com Henrique para o Governo, o deputado João Maia (PR) para vice e Wilma para o Senado.
Pelo andar da carruagem, pelas caras dos peemedebistas quando deixaram o primeiro andar do edifício quase vizinho ao de Henrique, na Getúlio Vargas, a chapa tem tudo para estar fechada. Faltando apenas a ‘pompa e circunstância’ do anúncio, previsto para o dia 28. Há quem pense que o dia previsto pode até não ser cumprido…mas tem tudo para ser. Antes disso, Wilma vai a Recife para mais uma conversa com o presidenciável e presidente do PSB, Eduardo Campos.Mas…para uma conversa, e não mais para uma decisão.
 
Marcos Dantas

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Candidatura de Wilma ao Governo pode implodir aliança do PSB com o PMDB

    

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Alex Viana
Repórter de Política
 
A deputada estadual Márcia Maia, presidente do diretório do PSB em Natal, disse ontem que não está fechada a aliança do PSB com o PMDB. Ela também não descartou que a presidente do PSB, vice-prefeita Wilma de Faria, concorra ao governo do Estado. Ainda segundo Márcia Maia, o prazo para o anúncio da definição do PSB poderá ser final de abril, isto é, após o prazo de desincompatibilização, o que poderá comprometer a permanência do ministro da Previdência, Garibaldi Filho, à frente do Ministério da Previdência.
Garibaldi não descarta concorrer ao governo do Estado, caso o PMDB não formalize aliança com o PSB. A aliança entre as duas legendas apresentaria como candidato ao governo um nome indicado pelo PMDB, e, para o Senado, a ex-governadora Wilma de Faria. Pelo PMDB são lembrados os nomes do presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, e o do ex-senador Fernando Bezerra. Caso Wilma opte por concorrer ao governo, no entanto, o PMDB deverá lançar Garibaldi Filho. Para tanto, o ex-governador terá que deixar o Ministério até o dia 5 de abril, prazo legal para quem detém cargo público renunciar ou pedir exoneração para ficar apto à disputa eleitoral.
Ao conceder entrevista ao “Jornal das Seis”, da FM 96, Márcia confirmou a intenção de Wilma disputar o Senado, alegando que ex-governadora passou parte da vida pública à frente dos poderes executivos e que, agora, gostaria de atuar no legislativo a partir de 2015. No entanto, a socialista também não descartou o partido lançar a candidatura de Wilma ao governo do Rio Grande do Norte nas eleições deste ano. Se isso acontecer, estará implodida no Rio Grande do Norte a aliança entre o PMDB e o PSB.
Ao falar sobre essa possibilidade, em entrevista ao JH, nesta quarta, Garibaldi disse que, na conversa que o PMDB teve com Wilma, a ex-governadora não falou sobre a possibilidade de se candidatar ao governo, deixando implícito que o acordo entre as legendas é ela apoiar o candidato do PMDB. Contudo, Wilma já deixou claro que só aceitaria ser candidata ao Senado se for ao lado de nomes com Henrique ou o próprio Garibaldi. Ela não aceita disputar o Senado ao lado do ex-senador Fernando Bezerra, por considerá-lo candidato fácil de ser abatido.
Para piorar o quadro da aliança entre PMDB e PSB, começa a ganhar força, nas hostes pessebistas, a candidatura de Wilma de Faria ao governo. O que é reconhecido pela própria filha da ex-governadora. Disse Márcia: “É natural que Wilma hoje possa vislumbrar um espaço na chapa majoritária, seja para senadora, seja para governadora. Isso está posto na imprensa, foi dito por ela. Não há, de forma nenhuma, blefe, nem jogo”, afirmou.
Márcia recordou que o projeto inicial de Wilma era disputar uma das oito cadeiras a que o Rio Grande do Norte tem direito na Câmara dos Deputados. No entanto, segundo ela, o projeto cresceu em ambição, à medida que Wilma passou a visitar os municípios no interior do Estado, passando paulatinamente a auferir maior apoio da população, que, devido o desgaste do atual governo, começou a reivindicar a volta dela à gestão estadual.
“Nós começamos a ir para os municípios do Estado do RN, e, paralelamente a isso, veio o desastre do governo Rosalba. É fato: ninguém pode esconder que é uma gestão terrível, que está sendo desaprovada por quase 90% da população do RN. E isso juntou o fato das pessoas, além da identificação com Wilma, compararem os governos”, completou a deputada.
MILITÂNCIA
Sobre as palavras do ministro Garibaldi Filho, que recordou acerto com Wilma, Márcia foi taxativa que quem decide a vida do PSB e da governadora não são acordos com outros partidos, mas a militância do PSBV. “Sempre foi dito por Wilma que ela deseja ir para o Legislativo, que já cumpriu a sua missão no executivo estadual e municipal. Há muitos anos que a ex-governadora Wilma está no executivo, seja como prefeita de Natal, seja como governadora do Estado. Ela externou o seu desejo (ao PMDB). Agora, há também o desejo de parte dos militantes do próprio PSB, o nosso partido, que deseja Wilma candidata a governadora”, dispara Márcia.
Para a socialista, o PMDB tem conhecimento de que Wilma poderá ser candidata ao governo, voltando a enfatizar que não há aliança fechada com o PMDB e que o PSB está conversando com outros partidos, e poderá formar outra aliança. “A gente não pode esconder isso, e nem escondemos também do ministro e senador Garibaldi Filho e do próprio presidente da Câmara Henrique Alves. Nós temos o maior respeito por eles, estamos dialogando com o PMDB sim, não está fechado, mas estamos em processo de diálogo sim e não escondemos isso da população, de forma nenhuma. Todos que integram o PSB sabem disso. Estamos dialogando com o PMDB, como há muito tempo atrás dialogamos com o PT, com o PC do B, com o PSD, com PDT, com PMDB. É natural que a gente dialogue, até porque o estado está passando por situação desastrosa”, acrescentou a deputada.
Para a pessebista, o prazo para a definição de Wilma é abril, podendo ser, até o final do mês vindouro. “Em abril, é o prazo para definição da governadora. Pode ser meados de abril, ou final de abril. Se vai antecipar para março ou início de abril, não tenho conhecimento”, disse a pessebista, concluindo, que caso o PSB decida pela candidatura ao governo, considera muito importante o apoio do PMDB ao projeto. “O apoio do PMDB é muito importante. Temos consciência do peso do PMDB e das lideranças que fazem o PMDB. O deputado Henrique preside um poder, é um homem influente no país inteiro. Não descartamos continuar conversando com o PMDB, seja Wilma candidata a governadora ou a senadora. O desejo dela é ir para o legislativo, mas nem sempre a gente faz o que deseja”, avisa.
Fernando Bezerra sai de cena e zera sucessão estadual
O empresário Fernando Bezerra (PMDB) segue nesta sexta-feira para uma viagem ao exterior, sem um posicionamento final a respeito da possibilidade de ele ser candidato a governador do Rio Grande do Norte nas eleições deste ano. “Sondado” para representar o PMDB numa chapa ao governo, o ex-senador e ex-ministro da Integração Nacional tem revelado insatisfação com todo o processo ao qual foi submetido.
Tachado de “candidato laranja” por setores da mídia, que identificaram nele uma espécie de “guardador do lugar” que, na verdade, seria ocupado pelo deputado Henrique Alves como candidato a governador, Bezerra foi submetido à execração dentro do próprio PMDB, que o rejeitou como candidato.
A própria direção estadual do PMDB teria contribuído para isso, ao dar publicidade a reuniões com prefeitos e lideranças da legenda, através das quais foi verbalizado massivamente a opinião dos peemedebistas, contrários à candidato de Bezerra e incentivando a postulação do deputado Henrique Alves.
Procurado esta manhã pela reportagem de O Jornal de Hoje, Fernando, que está aniversariando, atendeu na terceira tentativa da reportagem. Mas afirmou estar ocupado, numa reunião particular, e que não falaria sobre o processo sucessório.
Há três semanas, Fernando concedeu entrevista na qual afirmou que sua candidatura estava sendo estudada. Ele deixou claro que o PMDB estava “nas mãos” da ex-governadora Wilma de Faria. Convidada para ser candidata ao Senado na chapa com o PMDB, Wilma aceitou concorrer.
No entanto, com a formação da chapa Robinson Faria governador, Fátima Bezerra senadora, Wilma recuou de participar da chapa com “qualquer” candidato do PMDB, mas apenas ao lado de Henrique ao governo, ou, ainda, do ministro da Previdência, Garibaldi Filho.
O fato é que, hoje, com a possibilidade de Wilma concorrer ao governo, parece cada vez mais distante a hipótese de haver aliança com o PMDB. Isso porque o partido dos primos Henrique e Garibaldi aceita ter Wilma no Senado. Mas não quer nem saber de apoiá-la ao governo do Estado.
Neste sentido, parece que o jogo fica zerado. E se não houver comprometimento de Wilma com a candidatura do PMDB a governador, até o dia 5 de abril, Garibaldi, ministro da Previdência, renunciará ao cargo para disputar a eleição contra ela, protagonizando o embate dos ex-governadores. Seria a revanche do senador de um milhão de votos contra a única política que lhe derrotou nas urnas, na eleição de 2006.
 
JH

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Henrique e Garibaldi vão dizer hoje a Lula que prefeitos e deputados do PMDB preferem Wilma para o Senado

 

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Na conversa sobre o cenário político do Rio Grande do Norte com o ex-presidente Lula da Silva, o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves e o ministro Garibaldi Filho vão dizer que ouviram as bases do PMDB sobre a opção Senado.
Quase a unanimidade dos prefeitos, deputados e a Executiva Estadual do PMDB disseram que preferiam a ex-governadora Wilma de Faria (PSB) como opção ao Senado. A deputada federal Fátima Bezerra (PT) não teve a simpatia do PMDB. Henrique vai dizer a Lula que além do PMDB, o PR de João Maia, o PROS do presidente da Assembleia, Ricardo Motta e o PDT do prefeito Carlos Eduardo já fecharam questão com o PMDB para o Governo.
 
Marcos Dantas

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Na sinalização de que a aliança PMDB e PSB está praticamente fechada, líderes do PMDB participam de evento com Wilma na zona Norte

 

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Em uma sinalização de que a aliança do PMDB com o PSB para o pleito deste ano está, praticamente fechada, os dois principais líderes do PMDB no Estado, o deputado federal Henrique Eduardo Alves e o ministro Garibaldi Filho, estão participando, neste momento, de um café da manhã, na zona Norte, em comemoração ao aniversário de Wilma de Faria, vice-prefeita de Natal.
A articulação é para o PMDB lançar candidato ao Governo e Wilma seria a postulante ao Senado.