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quinta-feira, 14 de abril de 2016

Presidente estadual do PT confirma saída do governo Robinson

O posicionamento do deputado Fábio Faria (PSD), que votará em favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) causou reações fortes e rápidas no Diretório Estadual do Partido dos Trabalhadores.
O deputado Fernando Mineiro (PT) defendeu ontem a noite (13), através do twitter, o rompimento com o governo estadual e a entrega dos cargos. O presidente da legenda do PT, Eraldo Paiva, convocou na manhã de hoje (14) uma executiva do partido para oficializar a saída do governo.
Segundo Eraldo Paiva, o PT não pode conviver com um deputado e com um governo que se posiciona contra eles e a presidente Dilma Rousseff.
Nominuto.com

Deputado Fábio Faria anuncia que o PSD não apoia mais Dilma Rouseff

Deputado potiguar seguiu à determinação da bancada e vai votar ao favor do impeachment

Por: Redação

O filho do governador Robinson Fria, o deputado federal, Fábio faria (PSD) anunciou nessa quarta-feira, que seguirá a decisão do partido e será, portanto, favorável ao impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), neste domingo, no Plenário da Câmara dos Deputados.
A decisão, adiante Fábio, foi tomada “em total sintonia” com o partido liderado pelo ministro das Cidades, Gilberto Kassab. Ontem, o PSD anunciou a ruptura com o governo.
Mesmo concordando com a bancada do PSD, Fábio disse também que não seguirá apenas o entendimento majoritário, mas, principalmente, a própria consciência”.
Confira a nota de Fábio Faria na íntegra:
Dirijo-me ao povo do meu Rio Grande do Norte e do Brasil para este comunicado a respeito do meu posicionamento quanto ao processo de instauração do impeachment da presidente da República Dilma Rousseff, a ser votado na Câmara Federal.
Minha posição é fruto de amplo diálogo dentro do meu partido, o PSD, respeitando a liderança do nosso presidente Gilberto Kassab; nos debates travados com nosso grupo político no RN; nas impressões trocadas com empresários e trabalhadores; nas inúmeras conversas com eleitores potiguares e com a minha família.
O Brasil vive hoje uma seríssima crise política e econômica em que o atual governo perdeu completamente a condição de produzir consensos e um mínimo de entendimentos efetivos em prol do desenvolvimento do País. O governo perdeu a capacidade de dialogar com a sociedade, com amplos setores produtivos, com a classe empresarial, e, por último, viu interditado o caminho do diálogo com a Câmara dos Deputados.
Neste domingo, portanto, votarei a favor do impeachment, em total sintonia com o meu partido, com a iniciativa da minha bancada, com o desejo das forças políticas e sociais do meu estado, com a expectativa dos meus eleitores e, principalmente, com a minha consciência.
Votarei pela esperança de ver um Brasil reconstruído, livre da paralisia imposta por uma pauta única provocada pela crise. Precisamos ultrapassar e vencer a pauta do impeachment, para que a economia reencontre os caminhos do crescimento e as ruas voltem a ser passeio público de uma única nação, porque não existem dois Brasis, pois somos apenas um povo, unificado na mistura de raças, credos e costumes.
Que Deus ilumine o Brasil e proteja sempre o seu povo.
Fábio Faria
Brasília, 13 de abril de 2016.
Agora RN

terça-feira, 29 de março de 2016

PP discute data de convenção sobre desembarque do governo nesta quarta-feira

Encontro nacional do PP só deve ocorrer depois da votação do parecer da comissão especial do impeachment, prevista para meados de abril


Por Estadão Conteúdo
 

Dilma pode perder mais um aliado nos próximos dias (Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil)
Dilma pode perder mais um aliado nos próximos dias (Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil)
O presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira (PI), está pedindo cautela ao grupo do partido que defende o rompimento com o governo. Nesta quarta-feira, 30, a partir das 11h, Nogueira realiza uma reunião informal com as bancadas da legenda na Câmara dos Deputados e no Senado Federal para discutir a data da convenção que definirá se o partido rompe ou continua na base aliada da presidente Dilma Rousseff.
Segundo parlamentares da sigla, Nogueira adiantou que o encontro nacional do PP só deve ocorrer depois da votação do parecer da comissão especial do impeachment, prevista para meados de abril. O objetivo é chegar a um consenso pouco antes da análise do pedido de afastamento de Dilma no plenário da Câmara, que também deve acontecer no próximo mês. Atualmente, o partido está dividido entre a ala pró-governo e a de oposição.
“A reunião desta quarta é decisiva. Não nos interessa uma convenção para uma briga interna. Nós queremos a unidade partidária para uma posição em bloco pela saída do governo e favorável ao impeachment”, destacou Jerônimo Goergen (PP-RS), um dos principais nomes da oposição no partido. Apesar da defesa de Goergen por uma decisão unânime, alguns membros acreditam que Ciro optará “no máximo” pela liberação dos votos.
Entre as preocupações do PP, estaria a vinculação do afastamento do governo com a decisão do PMDB, que oficializou nesta terça, 29, o desembarque. Outro motivo de cautela seria a incerteza de um possível mandato de Michel Temer na presidência, que também é alvo de investigações e não possui grande aprovação popular. Além disso, uma parcela da legenda acredita que este seria um bom momento para negociar novos cargos no Executivo.
Na semana passada, parlamentares do PP pró-impeachment entregaram ao presidente do partido uma lista com assinaturas de 22 deputados e de 4 senadores, pedindo a antecipação da convenção nacional da legenda, para discutir a saída do governo. Este é o principal motivo da reunião de amanhã, que deve apaziguar os ânimos.
Portal no Ar

PMDB anuncia oficialmente saída da base do governo Dilma

PMDB também decidiu que os ministros do partido deverão deixar os cargos. Participaram da reunião mais de 100 membros do Diretório Nacional do PMDB.


Por Agência Brasil
Por aclamação, o Diretório Nacional do PMDB decidiu hoje (29) deixar a base aliada do governo da presidenta Dilma Rousseff. A decisão foi anunciada pelo senador Romero Jucá (RR), vice-presidente da legenda, que substituiu o presidente nacional do partido, Michel Temer, vice-presidente da República.
O PMDB também decidiu que os ministros do partido deverão deixar os cargos. Participaram da reunião mais de 100 membros do Diretório Nacional do PMDB.
Portal no Ar

PMDB fortalece Temer e entregará 600 cargos no rompimento com Dilma

Rompimento do partido com o Governo está previsto para acontecer na tarde desta terça-feira


Por Estadão Conteúdo
 

Brasília-DF 11-08-2015 Fotos Lula Marques/Agência PT. Presidenta Dilma durante cerimônia de anúncio do Programa de Investimento em Energia Elétrica
PMDB romperá com o governo nesta terça (Foto: Lula Marques)
Num raro movimento de união partidária na história do partido, o PMDB vai aprovar na tarde desta terça-feira (29) o rompimento com o governo da presidente Dilma Rousseff. A decisão, que deve ser tomada por aclamação em convenção partidária e levará à entrega de sete ministérios e outros 600 cargos na máquina pública federal, tem por objetivo fortalecer o vice-presidente e presidente do partido, Michel Temer, beneficiário direto de um eventual impeachment de Dilma.
A iniciativa do PMDB, maior partido da Câmara e do Senado e que preside as duas Casas Legislativas, reforça também o isolamento da presidente às vésperas da votação do pedido de abertura de processo de afastamento dela pelos deputados.
Na conversa que teve em São Paulo no domingo (27), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tentou em vão dissuadir o presidente do partido de comandar um afastamento do partido em relação ao governo. Na ocasião, o vice deixou claro que o partido trabalhará pelo impeachment de Dilma.
Na eleição de 2002, o PMDB seguiu rachado na eleição de Lula – naquela disputa, o partido participou com a ex-deputada Rita Camata (ES) como vice do então candidato tucano, José Serra. Em seguida, aproximaram-se aos poucos da gestão do petista, ganhando ministérios, compuseram a chapa à reeleição de Lula em 2006 e, nas eleições de 2010 e 2014, Temer foi vice na chapa de Dilma. Atualmente, só perde para o PT em participação no governo.
Ontem, logo após uma reunião em que o vice e o presidente do Senado e um dos principais aliados da petista no Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL), fecharam um acordo do desembarque do partido, um aliado de Temer, o ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, antecipou-se à decisão da convenção e pediu exoneração do cargo.
Os outros seis ministros do partido terão até o dia 12 de abril para deixar os postos. São eles: Marcelo Castro (Saúde), Celso Pansera (Ciência e Tecnologia), Eduardo Braga (Minas e Energia), Mauro Lopes (Secretaria de Aviação Civil), Kátia Abreu (Agricultura) e Helder Barbalho (Secretaria de Portos). Nos bastidores, Castro e Braga são os que mais resistiam a entregar os cargos. Kátia Abreu, por sua vez, poderia até deixar a legenda.
A decisão do PMDB de romper com o governo deve se dar por aclamação, em que não haverá o registro de voto nominal dos 119 integrantes do Diretório Nacional da legenda aptos a votar. Para não ser acusado da pecha de que patrocina uma eventual derrubada de Dilma, Temer não comparecerá ao ato partidário que será realizado em uma das comissões da Câmara, previsto para começar as 15 horas. Deverá caber ao 1º vice-presidente do partido, o senador Romero Jucá (PMDB-RR), a condução dos trabalhos.
O desembarque oficial do maior partido do Congresso da Esplanada dos Ministérios poderá levar à saída de outras legendas da base aliada de Dilma. Partidos de centro do espectro político têm sido instados a abandonar a petista e a liberar as bancadas a votarem como quiser em relação ao impeachment da presidente, mesmo tendo participação no governo: o PP (com o Ministério da Integração Nacional), o PR (com os Transportes) e o PSD (com as Cidades).
Esse grupo deve reforçar a articulação dos principais partidos de oposição em favor da queda de Dilma, uma vez que eles abandonaram uma saída para a crise política pela cassação da chapa Dilma e Temer pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com a consequente novas eleições, se ocorresse ainda este ano. A demora pela via do TSE, que não tem prazo para apreciar as ações da campanha da presidente, pesou contra.
Diante do fortalecimento de Temer, que tende a aglutinar o PMDB e atrair partidos hoje na base de Dilma, o Palácio do Planalto decidiu lançar mão de duas estratégias principais para impedir que haja pelo menos 342 votos de deputados federais no plenário a favor da abertura do processo.
A primeira é atuar no varejo dos partidos – e não em suas direções – a fim de cabalar apoios. A outra é colar a imagem de que o vice conspira com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e réu na Operação Lava Jato, para derrubá-la.
Portal no Ar

segunda-feira, 28 de março de 2016

Henrique Alves pede exoneração do Ministério do Turismo

Henrique Eduardo Alves entregou o cargo de ministro do Turismo a Dilma Rousseff(Pedro França/Agência Senado/VEJA)

Ele é o primeiro peemedebista a deixar um cargo no primeiro escalão do governo de Dilma Rousseff. Temer e Renan Calheiros têm acordo para que os outros ministros da sigla deixem suas pastas

O ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), pediu exoneração do cargo na tarde desta segunda-feira. Ex-presidente da Câmara e próximo do vice-presidente Michel Temer, Alves enviou à presidente Dilma Rousseff uma carta em que anuncia sua saída da pasta, ato que inaugura a debandada dos ministros do PMDB do governo da petista.
No documento enviado à presidente, Henrique Alves afirma que "o momento nacional coloca agora o PMDB, o meu partido há 46 anos, diante do desafio maior de escolher o seu caminho, sob a presidência do meu companheiro de tantas lutas, Michel Temer". O agora ex-ministro diz que sempre prezou pelo diálogo com o governo, "que - lamento admitir - se exauriu".
O líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (CE), afirmou hoje que Temer e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), fecharam um acordo para que os ministros do partido entreguem os cargos na convenção marcada para a tarde de amanhã.
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Eunício, que também é tesoureiro da legenda, participou do encontro dos dois realizado há pouco na residência oficial de Renan. O líder peemedebista ressaltou que, com a decisão, os cargos ficarão à disposição da presidente Dilma Rousseff e não poderão ser mais considerados cota do partido no governo.
Até a saída de Henrique Alves, o PMDB ocupava sete pastas na Esplanada dos Ministérios. Segundo o senador cearense, a tendência é que não haja nenhum prazo extra para que os ministros devolvam os postos. "Se ficar (no cargo), estará na cota pessoal da presidente", explicou Eunício. Os ministros de Minas e Energia, Eduardo Braga, e da Saúde, Marcelo Castro, seriam os dois peemedebistas que mais resistem a devolver os cargos.
A tendência é que a decisão de desembarque do partido do governo Dilma ocorra por aclamação.
veja

Delegação potiguar do PMDB deverá aderir ao rompimento com Dilma

Representação potiguar tem se mostrado reticente ao rompimento, mas deverá se alinhar à estratégia nacional do partido.


Por Dinarte Assunção
Henrique e o vice-presidente Michel Temer, em evento em Natal (Foto: Wellington Rocha/PortalNoAr)
Henrique e o vice-presidente Michel Temer, em evento em Natal (Foto: Wellington Rocha/PortalNoAr)
A delegação potiguar do PMDB deverá decidir ainda nesta segunda-feira (28) qual o posicionamento que levará à reunião desta terça-feira, data marcada para o PMDB definir se fica ou rompe com o governo Dilma.
A expectativa é que o partido deixe a base governista. O diretório do Rio Grande do Norte, no entanto, tem se mostrado reticente com o posicionamento nacional da legenda.
O movimento que indica o desembarque, contudo, tem levado a delegação potiguar a se alinhar com a corrente majoritária. No Rio Grande do Norte, o partido é presidido pelo ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, que deixaria o posto que ocupa com o PMDB rompendo com Dilma.
“Temos que tomar essa decisão sobre qual será nosso posicionamento antes da reunião de amanhã. A tendência é pelo desembarque”, comentou o senador Garibaldi Filho, que se reunirá com Henrique e o deputado estadual Hermano Morais para definir o posicionamento potiguar da legenda.
Portal no Ar

sábado, 12 de março de 2016

PMDB vai avaliar em 30 dias rompimento com o governo

O vice presidente Michel Temer, o presidente do senado, Renan Calheiros, e o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, participam do Congresso do PMDB no Hotel Nacional em Brasília, nesta quarta-feira (17)(Pedro Ladeira/Folhapress)

Na convenção do partido, em Brasília, oposicionistas aceitaram a proposta de Michel Temer de postergar em trinta dias a decisão sobre o desembarque do governo Dilma

Sob gritos de "fora Dilma" e "Brasil para frente, Temer presidente", o PMDB abriu neste sábado a convenção nacional que reconduzirá o vice-presidente da República, Michel Temer, ao comando do partido, em meio a pressões majoritárias para o desembarque do governo Dilma Rousseff. Oposicionistas do PMDB leram a Carta de Brasília, um manifesto político que condena a crise do governo petista e exige o abandono imediato da aliança. Eles aceitaram a proposta do vice-presidente: postergar em trinta dias a decisão de sair do governo federal.
"Propomos que o PMDB se afaste imediatamente dessa desastrosa condução do país e atue de forma independente no Congresso Nacional. Temos que desembarcar do governo que não nos respeita nem considera", diz trecho da carta.
Além da Carta de Brasília, os diretórios e parlamentares oposicionistas propuseram uma moção que exige a "imediata entrega de cargos" em todas as esferas do Executivo federal, sob pena de abertura de processo de expulsão. A cláusula foi incluída para tentar enquadrar ministros como Celso Pansera (Ciência e Tecnologia), Marcelo Castro (Saúde) e Katia Abreu (Agricultura) - nomes que, na avaliação deles, devem se manifestar contra o rompimento. A moção afirma que o quadro econômico é "caótico" e que é "notória a incapacidade do governo federal para enfrentá-lo".

A carta tem o apoio de diretórios do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Pernambuco, Bahia, Acre, Espírito Santo, Rondônia, Roraima, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal, entre outros.
O acordo prevê que, nesse prazo, a Executiva Nacional a ser eleita neste sábado pelo Diretório Nacional se manifeste sobre a moção de rompimento. Um dos principais assessores do vice-presidente avalia que o partido "vai deixar o governo mais adiante".
Os parlamentares favoráveis ao impeachment de Dilma acreditam que, ao longo do período, aumente a pressão de movimentos de rua contra o PT e também a deterioração da economia.
"O Michel tem condições de ser o Itamar [Franco], mas precisa mostrar ao Brasil que o PMDB está unido", disse o deputado Darcísio Perondi (RS). "Queremos o PMDB do Senado conosco, principalmente o Renan e o Eunício. O Michel vai mostrar que tem a unidade no PMDB. Se o PMDB não tiver responsabilidade vai ser arrasado pelas ruas com o PT."
"Esses trinta dias são o tempo que o PMDB vai ter para analisar a situação, buscar caminhos e coragem para seguir em frente", ponderou o senador Valdir Raupp (RO), vice-presidente do partido, citando o Papa Francisco.
Segundo oposicionistas, o recuou se deve pela necessidade de convencer a bancada do Senado, sobretudo, o presidente da Casa, Renan Calheiros (AL), e o líder do partido, Eunício Oliveira (CE). "O argumento do [senador Romero] Jucá foi: quem vai comandar o impeachment no Senado?", afirma um deputado, sob anonimato.
Carta com proposta de rompimento do PMDB com o governo(VEJA.com/VEJA)


segunda-feira, 7 de março de 2016

Diretórios estaduais do PMDB apresentam moção de desembarque do governo Dilma

Texto final foi fechado em reunião na capital gaúcha e contou com a participação dos deputados federais do RS, SC, PR e MS


Os diretórios estaduais do PMDB do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e do Mato Grosso do Sul irão apresentar na Convenção Nacional do partido, prevista para o próximo sábado, 12, moção em que defendem o desembarque imediato do governo da presidente Dilma Rousseff.

A ideia, segundo alguns dos responsáveis pelo documento, é de também coletar, ao longo da semana, apoio de outros Estados e levá-lo para votação no dia do encontro nacional do partido. Na ocasião, o vice-presidente da República, Michel Temer, deverá ser conduzido ao comando da legenda, posto que ocupa desde 2001.
“Vamos informar ao Michel sobre a moção que preparamos. Mas antes vamos coletar assinaturas de outras bancadas. Acreditamos que também teremos apoio de São Paulo, Espírito Santo, Bahia, Pernambuco, Acre e talvez Tocantins”, disse o deputado federal Osmar Terra, vice-presidente estadual do PMDB em RS. “Hoje, 80% das bases do partido apoiam o desembarque”, acrescentou.
O texto final do documento foi fechado em reunião realizada nesse último sábado na capital gaúcha e contou com a participação dos deputados federais do RS, SC, PR e MS.
O documento, que passou pela aprovação “unânime” dos diretórios estaduais, traz uma série de críticas ao PT e propõe o afastamento do governo Dilma e independência na atuação no Congresso Nacional.
“Propomos: que o PMDB se afaste dessa desastrosa condução do País e atue de forma independente do governo federal, nas suas ações e nas suas posições no Congresso Nacional. Temos que desembarcar do governo e construir a unidade em torno do vice-presidente Michel Temer e do partido, para socorrer o Brasil e ajudá-lo a sair do precipício onde se encontra. Isso é incompatível com seguir cegamente um governo que nunca nos ouviu ou respeitou”, diz trecho do documento intitulado Carta de Porto Alegre.
Na moção, os peemedebistas citam, indiretamente, como fonte da ampliação da atual crise política, os episódios das últimas duas semanas que englobaram a prisão de João Santana, marqueteiro das últimas campanhas presidenciais do PT; a delação do senador Delcídio Amaral (PT-MS) e Operação da Lava Jato dessa sexta-feira (4), que teve como foco principal o ex-presidente Lula.
“A crise ética avilta a Nação e chega ao centro do poder! A crise política alterna a condição de causa e efeito do quadro emergencial que vivemos agora. Mas tais crises estão ainda no seu início. Na raiz de tudo está uma condução do País errática, desacreditada e que se enfraquece a cada dia”, diz o texto.
Embora façam parte do governo, ocupando a vice-presidência da República e cinco ministérios, os peemedebistas consideram que o governo não consegue encontrar soluções para a crise política e econômica e se pauta pela ” pressão de cargos”.
“Agora o governo, sem apontar um caminho claro, rende-se a um jogo político pautado pela pressão por cargos, num leilão sem qualquer respaldo em projetos ou propostas, sem conseguir apontar um horizonte de esperança para o povo brasileiro”, diz trecho da moção.
Na convenção do PMDB, além da escolha do presidente da legenda, também serão definidos os demais postos do Diretório Nacional e Executiva Nacional. O encontro está previsto para ocorrer, em Brasília, na véspera das manifestações contra o governo Dilma marcadas para o próximo domingo, 13.
Portal no Ar

terça-feira, 20 de outubro de 2015

‘Se eu desse mais espaço, o governo seria entregue ao PT’, diz Robinson

Ao comentar rompimento, governador diz que deu mais espaço ao PT do que o que foi pedido


Por Dinarte Assunção
Governador enfrenta turbulência política (Foto: Alberto Leandro/PortalNoar)
Governador enfrenta turbulência política (Foto: Alberto Leandro/PortalNoar)
O governador Robinson Faria (PSD) minimizou o rompimento do grupo da senadora Fátima Bezerra com seu governo. Nessa segunda-feira (19), os cargos indicados pela petista deixaram a administração após a crescente insatisfação de que vinham se queixando.
“Eles queriam indicar o secretário de Educação desde o começo. Fizeram votação interna e o grupo de Mineiro venceu. O meu governo já tinha dado espaços até mais do que o PT pediu. Eu não poderia dar mais, senão seria um governo entregue ao PT”, declarou Robinson em entrevista ao portalnoar.com.
O grupo da deputada Fátima Bezerra vem manifestando insatisfação com os eventos nos intramuros do Centro Administrativo. Primeiro houve indisposição sobre cargos na Ceasa. Depois veio o episódio da adjunta de Educação, Maria do Socorro Batista, indicada de Fátima e exonerada sem prévia comunicação à senadora. O episódio da CBTU foi o estopim.
Fontes próximas a senadora revelaram que a impressão que ela tem é de que não pode confiar em Robinson, já que o governador teria lhe prometido que Fátima não sofreria revés sobre seus indicados na CBTU, onde o deputado federal Fábio Faria conseguiu interferir.
Para pessoas próximas a Fátima, a postura do governo é de construir o descontentamento para que a senadora, que seria vista pelo grupo de Robinson como uma ameaça em 2018, se afaste do governador.
Indagado pela reportagem se os eventos atuais guardam semelhança com outubro de 2011, quando Robinson rompeu com Rosalba e assumiu um projeto político para 2014, o governador fez outra avaliação.
“Não vejo nenhuma semelhança. Tem que ter calma, cautela. A própria Fátima disse que não há rompimento com o governador. Ela foi clara em dizer que não estava rompendo com o governador. Isso diz muito mais respeito ao PT do que a mim”, comentou Robinson.
Apesar disso, conforme pessoas próximas a Fátima, a senadora tinha a certeza de que não seria candidata em 2018 ao Governo do Estado. Agora, tal sentimento não está mais consolidado. “Eles estão fazendo crescer nela esse sentimento de que deve disputar o governo em 2018”, observou uma das fontes consultadas pela reportagem.
Portal no Ar

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

CRISE - Cargos de Fátima no governo Robinson são entregues ao próprio PT

Grupo da senadora entrega cargos na gestão de Robinson Faria, alegando falta de apoio do governo para realizar ações


Por Allan Darlyson
Rodrigo Bico confirma saída do governo Robinson (Foto: Wellington Rocha/PorrtalNoAr)
Rodrigo Bico confirma saída do governo Robinson (Foto: Wellington Rocha/PorrtalNoAr)
O grupo da senadora Fátima Bezerra (PT), da corrente “Avante”, antigo “Movimento PT”, anunciou, na noite desta segunda-feira (19), que entregará os cargos no governo Robinson Faria (PSD). Os membros da corrente anunciaram a decisão em reunião com o presidente estadual do PT, Eraldo Paiva; o deputado estadual Fernando Mineiro, líder do governo na Assembleia Legislativa; o vereador Hugo Manso; e outros membros da sigla. A decisão revelou um racha interno na agremiação.
Segundo os integrantes da corrente “Avante”, a senadora Fátima Bezerra, que não participou da reunião, foi favorável à decisão do seu grupo de deixar o governo. O governador ainda não foi comunicado oficialmente. Na prática, a reunião se deu para o grupo entregar ao próprio PT os cargos que são ocupados atualmente pelo setor ligado à senadora. Por tanto, o partido continuará aliado oficialmente da gestão estadual. No entanto, sem a “contribuição” do clã de Fátima. Caberá à direção estadual indicar os substitutos.
O ainda presidente da Fundação José Augusto, Rodrigo Bico, disse, em entrevista à imprensa, logo após a reunião, que existem problemas e divergências na gestão, o que levou o grupo a tomar esse caminho. Entretanto, o petista enfatizou que, apesar de a corrente “Avante” estar deixando o governo, o PT continua aliado. “A senadora ajudou a eleger o governador. Ela participou da decisão. Nós entregamos os cargos para que o PT indique os substitutos, mas continuamos aliados do governo”, declarou Bico.
Assessor de Fátima Bezerra e coordenador estadual da corrente “Avante”, Raimundo Alves pontuou que o grupo decidiu sair da gestão devido à falta de atenção do governo com a Cultura, que era a área ocupada por eles. Segundo o petista, o grupo não conseguiu implementar o programa que pretendia na gestão e não teve apoio governamental para isso. “Os cargos que tínhamos estão todos à disposição”, enfatizou.
A decisão da corrente “Avante” não foi bem recebida pelas demais alas do partido. O vereador Hugo Manso (PT) saiu da reunião antes do término nervoso. Negou-se a comentar o assunto. Já o presidente estadual do PT, Eraldo Paiva, evitou falar com a imprensa. Desde a formação da equipe de governo, o grupo de Fátima tem sido menosprezado a favor da ala conduzida pelo deputado Fernando Mineiro, que comanda a legenda. A saída definitiva da corrente da senadora da gestão é mais um capítulo da disputa interna que existe no partido.
Portal no Ar

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Temer: “ninguém resiste 3 anos e meio com essa popularidade”


Temer disse ainda que não basta torcer para o índice de popularidade melhorar

Ao participar de um debate promovido pelo Movimento Política Viva, na noite dessa quinta-feira (3), em São Paulo, o vice-presidente da República, Michel Temer, disse, ao ser indagado sobre a atual baixa popularidade do governo, que ninguém resiste três anos e meio com esse índice, de acordo com áudio, de parte do debate.


“Hoje, realmente o índice é muito baixo. Ninguém vai resistir três anos e meio 

com esse índice baixo. Muitas vezes, se a economia começar a melhorar, se a 

classe política colaborar, o índice acaba voltando ao patamar razoável”, 

afirmou.


Temer disse ainda que não basta torcer para o índice de popularidade 

melhorar, é preciso trabalhar para isso. “O que nós precisamos não é torcer, é 

trabalhar para que nós possamos estabilizar essas relações. Se continuar 

assim, eu vou dizer a você, para continuar 7%, 8% de popularidade, de fato fica 

difícil passar três anos e meio”.
Fonte: Terra

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Dilma se complica com a saída de Michel Temer

A decisão do vice Michel Temer (PMDB) de abandonar a articulação política é o que de pior poderia acontecer a presidente Dilma. Analistas políticos experientes dizem que ele nem precisa passar a conspirar contra a titular do cargo: ainda que não estimule isso, o Palácio Jaburu, sua residência oficial, vai virar local de romaria de parlamentares que sonham com a queda de Dilma e a posse dele no Palácio do Planalto.

É SÓ FICAR QUIETO
Para o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB-BA), Temer nem precisa fazer coisa alguma. “Se ficar quieto, a presidência cai no seu colo”.
DESCONFIANÇA
Temer é reconhecido pelos amigos por sua lealdade e ponderação, mas Dilma e o PT sempre o trataram com desdém e desconfiança.
ROMPIMENTO
O afastamento de Temer fortalece a defesa que o grupo liderado por Eduardo Cunha faz do rompimento do PMDB com o PT e o governo.
IMPEACHMENT
Sem o PMDB na bancada governista, o impeachment de Dilma pode deixar de ser factível para se transformar em forte possibilidade.
Deu no Cláudio Humberto

domingo, 19 de julho de 2015

Revés de Cunha muda rumo da oposição

A crise em torno de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) preocupa o PSDB e obriga seus principais líderes a rever as estratégias montadas até agora com objetivo de substituir Dilma Rousseff na Presidência. Se, de um lado, a instalação – determinada pelo presidente da Câmara – de mais duas CPIs para investigar o governo federal ajuda a oposição, de outro, um eventual enfraquecimento do peemedebista pode tirar dos tucanos seu maior ardil institucional contra a presidente da República.
No comando da Câmara dos Deputados, Cunha sempre funcionou para os tucanos como um posto avançado de desgaste para a presidente e, agindo dessa forma, se tornou peça essencial da munição da oposição contra Dilma e o PT. Se ele deixar o cargo ou permanecer nele com um poder esquálido, os tucanos e seus aliados na oposição terão de redesenhar os projetos de voltar ao Planalto.
Segundo líderes do PSDB consultados pelo jornal O Estado de S. Paulo, todos os interesses do partido passam, de alguma maneira, por Eduardo Cunha. Por isso, os tucanos vão aguardar os desdobramentos da crise desencadeada na última quinta-feira com o depoimento do lobista Julio Camargo, que acusa Cunha de ter cobrado US$ 5 milhões de propina. O efeito imediato foi uma aproximação dele com a oposição, o que resultou na criação das CPIs do BNDES e dos Fundos de Pensão, duas antigas bandeiras dos tucanos.
“O caminho da oposição depende muito do que Eduardo Cunha fará. Serão três CPIs funcionando (com a da Petrobras) contra Dilma e mais uma frente no Tribunal de Contas da União. Neste momento, Cunha dá força para a oposição”, afirma o deputado federal Silivo Torres (SP), secretário-geral do PSDB nacional.
No longo prazo, no entanto, o desfecho da crise deve influenciar na divisão de forças dentro do PSDB. Se Cunha cair ou permanecer no poder sem força para levar adiante o impeachment de Dilma, o grupo na legenda comandado pelo senador Aécio Neves (MG) ganhará argumentos para sua tese que defende a cassação da candidatura da presidente no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), encampada na convenção nacional do partido. Por essa via, o vice-presidente da República Michel Temer (PMDB) também poderia ser atingido, o que acarretaria na convocação de novas eleições. Conforme o Ibope, Aécio é o líder da mais recente pesquisa de intenção de voto para presidente.
Para o grupo do PSDB reunido em torno do governador de São Paulo Geraldo Alckmin, Cunha funcionou até agora como o maior entrave para que o segundo mandato de Dilma tenha alguma chance de decolar, e os entusiastas da candidatura Alckmin a presidente em 2018 esperam que Dilma permaneça desgastada no poder até lá.
Há também uma espécie de “terceira via” em curso dentro da oposição e ela passa diretamente pelo poder de Cunha e de Temer. No PSDB, aliados do senador José Serra (SP) se movimentam para que o vice-presidente assuma o lugar de Dilma Rousseff e contemple a oposição na formação de uma nova coalizão governista nos moldes da que sustentou Itamar Franco (morto em 2011) quando Fernando Collor sofreu impeachment. Serra teria papel fundamental nesse cenário, seja como ministro e candidato de Temer em 2018, ou até mesmo como primeiro-ministro, caso avance, com apoio de um novo governo, o projeto que reestabelece o parlamentarismo.
Nesse estratagema, Cunha tem de levar adiante a substituição de Dilma na Câmara após uma possível rejeição das contas da gestão da presidente no Tribunal de Contas da União (TCU) e no Congresso. Anteontem, Cunha também deu sinal verde para que avancem na Câmara pedidos de impeachment da presidente. Se ela for deposta por uma dessas vias, Temer estaria desimpedido para assumir.
Agência Estado

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Eduardo Cunha promete romper com o governo Dilma nesta sexta-feira


Presidente da Câmara comenta votação de Reforma Política  (Foto: Wellington Rocha)
Presidente da Câmara foi envolvido no escândalo do Petrolão (Foto: Wellington Rocha)
O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB), deve anunciar nesta sexta-feira (17) o seu rompimento com o governo da presidente Dilma Rousseff (PT). A decisão do peemedebista ocorre após ele ser acusado pelo lobista Julio Camargo de receber 5 milhões de dólares de propina. Cunha acredita que o Palácio do Planalto tem atuado para envolvê-lo no escândalo da Lava Jato com o objetivo de passar para o Congresso Nacional a crise que, por enquanto, tem dominado o Executivo.
“É tudo vingança do governo. Parece que o Executivo quer jogar a sua crise no Congresso”, disse o deputado federal à Folha de São Paulo, que veicula a notícia nesta sexta.
Cunha conversou com o vice-presidente e articulador político do governo, Michel Temer (PMDB), e com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB). Aos dois, o presidente da Câmara teria dito que defenderia o rompimento da legenda com o governo.
Em nota, Eduardo Cunha chamou o lobista de “mentiroso” e o desafiou a provar todas as acusações feitas na delação premiada.
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quarta-feira, 21 de maio de 2014

Dilma trabalha om risco de o PR deixar a aliança

dilma

A coordenação da campanha de Dilma Rousseff avalia que é concreto o risco de o PR deixar a aliança que dará sustentação à reeleição da presidente. Dirigentes do partido que defendiam o apoio à petista estão cada vez mais isolados, e o grupo do ex-deputado Valdemar Costa Neto, preso pelo mensalão, voltou a dar as cartas. O primeiro indicativo de rompimento é a aliança com Geraldo Alckmin em São Paulo, que, segundo dirigentes da sigla, pode ser anunciada nas próximas semanas.

Robson Pires

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

PR rompe com o Governo, João Maia é aclamado candidato ao Governo, mas deputado não confirma disputa

Um dos empresários que fez questão de prestigiar o evento foi Marcelo Alecrim, que fez um rápido discurso, onde disse: "João Maia é um homem sério, que sabe o que o Rio Grande do Norte precisa para melhorar o Estado, e seu nome é o ideal para ser governador. Sua história e experiência de vida comprovam sua capacidade".
Depois das palavras dos componentes da mesa, foi à fez do presidente do PR falar. A emoção tomou conta do Versailles, que estava lotado. Todos ficaram de pé e aplaudiram o deputado João Maia, que comentou sobre a força do PR. "Esse partido hoje mostrou que é uma organização política que tem vida, alma, solidariedade e democracia. Isso é o que é mais importante em um partido político". 
 
Com a saída do PR da base do Governo Rosalba, o partido comandado no Estado pelo deputado federal João Maia não terá muita dificuldade de arrumar as malas. Afinal o único cargo que conseguiu emplacar até hoje no Governo foi a secretaria de Turismo, através do ex-vereador de Mossoró, Renato Fernandes que já deu entrevistas que deixa a pasta e segue com o PR.
Shirley Targino, mesmo sendo uma das figuras mais expressivas do partido, estando à frente da presidente estadual do PR Mulher, é um caso aparte. Seu nome foi indicado pela própria governadora, com quem Shirley caminha desde o tempo em que era prefeita de Mossoró. João Maia deixou Shirley bem à vontade... Até agora, Shirley disse que fica. Por sinal, a demonstração de lealdade de Shirley ao PR foi reconhecida por todos presentes ao encontro, onde foi selado o rompimento do partido ao Governo, que Shirley auxilia.
O encontro do PR, onde definiu pelo rompimento com o Governo Rosalba Ciarlini, durou três horas e chamou atenção não apenas pela saída da base governista, o que já era esperado, mas, principalmente, pelo pré-lançamento da candidatura do deputado federal João Maia ao Governo.
A defesa do nome do líder do PR para o Executivo foi feita pelo empresário Marcelo Alecrim, pelos prefeitos de São Gonçalo, Jaime Calado, e de Ceará-Mirim, Antonio Peixoto, e pelo deputado estadual George Soares.
No entanto, no seu discurso de quase 20 minutos, o deputado João Maia não confirmou entrar na disputa. Disse apenas que dos nomes postos “certamente, é o mais preparado”. “Mas sei esperar a fila”, disse João Maia.
Ao final, ao questionar se o PR deveria romper com o Governo, o aplauso da platéia confirmou a saída da base governista.