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sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Usando “drones” ataque aéreo dos EUA mata terrorista que matou jornalistas


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Os Estados Unidos lançaram nesta quinta-feira (12) um ataque aéreo com drones na Síria que teve como alvo o cidadão britânico Mohammed Emwazi, conhecido como “Jihadi John”, que apareceu em vários vídeos de decapitações do Estado Islâmico (EI), informou o Departamento de Defesa dos EUA.
O porta-voz Peter Cook não informou se Mohamed Emwazi morreu, afirmando apenas que “os resultados da operação realizada durante a madrugada estão sendo avaliados e informações adicionais serão dadas quando for apropirado”, segundo comunicado.
Ele é acusado de executar jornalistas. TV americana diz que alvo foi ‘aniquilado’.
G1

sábado, 4 de julho de 2015

MP instaura inquérito para apurar ataques racistas contra jornalista


O Ministério Público do Estado (MPE) informou nesta sexta-feira, 3, que instaurou um procedimento investigatório criminal para apurar os comentários racistas direcionados à jornalista Maria Júlia Coutinho, do “Jornal Nacional”, da TV Globo.
“As pessoas acham que estão navegando em um oceano de impunidade, mas já presidi várias investigações (sobre crimes de racismo na internet) e tive sucesso”, afirma o promotor de Justiça Criminal Christiano Jorge Santos, que também é professor de Direito Penal da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).
Santos diz que o órgão teve acesso ao caso por meio do controle interno que é feito no MPE e que a investigação logo foi aberta. Ele diz que o fato de a jornalista ser uma figura pública não interferiu no processo. “Para nós, não faz diferença se é conhecida ou não”.
Robson Pires

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Jornalista da BBC abandona carreira para se tornar freira de clausura

Desde 1991 ela cobria a política norte-irlandesa e sua decisão deixou desconcertado o establishment político-midiático do país
 
 
    
 
A jornalista política da BBC na Irlanda do Norte, Martina Purdy, uma das mais conhecidas repórteres, vai deixar sua carreira de 25 anos para ingressar numa ordem religiosa contemplativa, noticiou o jornal inglês “The Telegraph”.
 
Martina anunciou pelo Twitter que escolheu “uma vida completamente diferente” na congregação das Irmãs Adoradoras de Belfast.
Desde 1991 ela cobria a política norte-irlandesa e sua decisão deixou desconcertado o establishment político-midiático do país.
Martina foi à procura de algo muito mais importante: a Adoração Reparadora do Santíssimo Sacramento. “Peço orações – disse ela – ao embarcar nesse caminho com toda humildade, fé e confiança”.
 
A decisão da jornalista causou enorme impacto na Irlanda. Martina disse ter ficado “verdadeiramente sobrecarregada” de mensagens de apoio, mas esclareceu que não comentaria mais o assunto, pois seus pensamentos estão todos postos na vida religiosa.
Muitas pessoas custavam acreditar, até quando ela apareceu indo à Missa dominical rodeada de religiosas do Convento da Adoração de Belfast.
 
O instituto de freiras adoradoras, que já foi muito numeroso, estava vivendo uma severa crise após as modernizações de costumes e hábitos no período “pós-conciliar”.
Exemplos edificantes como o de Martina Purdy não são raros na história da Igreja, e até houve artistas ou mulheres do “jet-set” de grande destaque que abandonaram o mundo para abraçar uma vida severa de penitência e oração, até mesmo em Carmelos.
 
Mas casos como o dela estão se tornando mais frequentes nos nossos dias, diante da frustração da vida moderna e a retomada da disciplina e das práticas tradicionais em certas Ordens da Igreja.
Sobretudo, uma especial e crescente ação da graça divina em certas almas nesta época de caos e desagregação religiosa.
 

Fonte: Telegraph

terça-feira, 1 de julho de 2014

Lobão resolve inovar repertório e cria música irreverente detonando o PT

    

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Na semana passada este blog trouxe em primeira mão a nota da ONG Repórteres Sem Fronteiras, de Paris. A entidade protestava contra o farto de o PT ter elencado inimigos públicos a serem combatidos. Entre eles, o cantor Lobão. Segue o resumo do comunicado parisiense:
 
A tensão entre o governo e os jornalistas da oposição acaba de subir de tom. Num artigo publicado a 16 de junho de 2014 no site do Partido dos Trabalhadores (PT), atualmente no poder, o vice-presidente do partido Alberto Cantalice estabelece uma lista negra de jornalistas designados como os “pitbulls da grande mídia”. Para o dirigente petista, o ódio de Reinaldo Azevedo, Arnaldo Jabor, Demétrio Magnoli, Guilherme Fiúza, Augusto Nunes Diogo Mainardi, Lobão e dos humoristas Danilo Gentili e Marcelo Madureira contra as medidas progressistas dos governos Lula e Rousseff se tornou ainda mais evidente desde o começo do Mundial, que esperam que fracasse.

Esses “inimigos da pátria” não demoraram em responder. O jornalista Demétrio Magnoli denunciouem Globo um artigo “calunioso” e uma ação de propaganda por parte do PT. Magnoli se mostra preocupado pelo fato de um político do partido no poder convidar à “caça” dos jornalistas opositores “na rua”. Já Reinaldo Azevedo, da revista Veja, afirmou sua intenção de processar Alberto Cantalice por “difamação”.

A MARCHA DOS INFAMES
(Junho 2014)
Aqueles que não são
E que jamais serão
Abusam do Poder
demência e obsessão
Insistem atacar
Com as chagas abertas do rancor
E aos incautos fazer crer
Que seu ódio no peito é amor
Tanto martírio em  vão
Estupro da nação
Até quando esse sonho ruim,
esse  pesadelo sem fim?
Apedrejando irmãos
E os que não são iguais
A destruição é a fé,
E a morte e a vida ,banais
E um céu sem esperança
a Infâmia  cobriu
com o manto da  ignorância
o desastre que nos pariu
E o sangue dos ladrões
De outros carnavais
Na veia de vilões
Tratados como heróis
E até quando ouvir
Cretinos e boçais
Mentir ,mentir,mentir
Eternamente mentir
Mas o dia chegará
em que chão da Pátria irá tremer
e o que não é, não mais será
em nome do povo ,o Poder
 
Fonte: Yahoo

domingo, 1 de junho de 2014

Record lamenta morte de Maurício Torres; “JN” ignora o fato

O jornalista e apresentador esportivo Maurício Torres
O jornalista e apresentador esportivo Maurício Torres
Em comunicado divulgado na noite deste sábado (31), a Rede Record lamentou a morte prematura do jornalista e narrador esportivo Maurício Torres, que nos deixou aos 43 anos, vítima de uma infecção pulmonar.
Confira a nota:
“A Rede Record lamenta profundamente a morte de seu apresentador e narrador esportivo Mauricio Torres
O Brasil perde um dos principais jornalistas esportivos do país e um dos mais promissores talentos de sua geração.
Externamos nossa solidariedade e sentimentos aos familiares, amigos e fãs.”

SURPRESA DESAGRADÁVEL 
A morte de Maurício vem repercutindo entre a imprensa e colegas de trabalho. Nomes como Milton Neves, Renata Fan, César Filho, Renato Ribeiro, Álvaro José, Adriana Araújo, José Illan, Luiz Bacci, Roberto Cabrini, Mylena Ciribelli, Eduardo Zebini, Antero Greco, Britto Jr., Paulo Soares, Tino Marcos, Celso Portiolli, Roberta Peporine, entre outros lamentaram a perda.
Chamou a atenção, porém, o tratamento reservado pelo “Jornal Nacional” ao fato. Ou melhor, a falta dele. O principal noticiário da TV Globo, emissora da qual Torres fez parte por mais de uma década, simplesmente ignorou a morte do jornalista.
Veículos das Organizações Globo, como SporTV, Globo News e GloboEsporte.com, entretanto, já noticiaram o ocorrido.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Micarla de Sousa volta para a “telinha”



Desgastada políticamente a jornalista e ex-prefeita de Natal Micarla de Sousa não ficará no anonimato como alguns defendiam.
A ex-chefe do execultivo natalense vai estrear na “telinha” a partir de janeiro quando irá apresentar um programa religioso evangélico.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Intrigante: delegada conta como foi planejada a morte de F Gomes

F. Gomes, era jornalista, radialista e blogueiro e foi assassinado no dia 18 de outubro de 2010, em Caicó. Ele foi morto a tiros na porta de sua casa, o que ficou evidenciado uma morte planejada. Só agora depois de dois anos o mistério fica perto de chegar ao fim.
Na imagem acima, estão os envolvidos em um crime que passou para a história policial como um dos mais intrigantes assassinatos do país.

O Delegado Geral Fábio Rogério Silva juntamente com a Delegada Titular da Divisão Especial de Combate ao Crime Organizado (DEICOR), Sheila Freitas, concederam entrevista na manhã desta terça-feira (08), no Fórum do município de Caicó, para detalhar as investigações sobre o caso do jornalista Francisco Gomes de Medeiros, o F. Gomes, assassinado no dia 18 de outubro de 2010, em Caicó.

Na entrevista a delegada Sheila Freitas contou sobre a condução das investigações que culminaram na prisão dos envolvidos, bem como a conduta de cada um deles no crime.

Um dia após o assassinato do radialista, a polícia efetuou a prisão o pistoleiro João Francisco dos Santos, o “Dão”, autor confesso dos tiros que mataram o radialista. No entanto, as investigações sobre o caso levantaram outros envolvidos. Dentre eles o comerciante Lailson Lopes, Vulgo “Gordo Da Rodoviária”, como mandante do crime, seu advogado Rivaldo Dantas de Farias, Gilson Neudo Soares do Amaral, vulgo “Pastor”, além do Policial Militar Evandro Medeiros e do Coronel Marcos Antônio de Jesus Moreira.

O comerciante Lailson Lopes, mais conhecido como “Gordo da Rodoviária”, preso desde o dia 21 de janeiro do ano passado, foi o mandante do assassinato do radialista, em virtude motivada principalmente pelas denúncias constantes do radialista sobre o tráfico de drogas e também por causa da amizade e admiração que a esposa do acusado tinha com a vítima. Lailson inclusive compareceu ao velório de F. Gomes para não ser considerado como suspeito.

Lailson Lopes foi preso junto com Rivaldo Dantas, na ocasião sob acusação de extorsão. A partir disso, a Polícia Civil começou as investigações sobre a ligação dele com o pistoleiro “Dão”, solicitando inclusive, a quebra de sigilo telefônico e bancário dos envolvidos. Em depoimento “Dão” confessou ter sido Lailson o mandante do crime, o que culminou com a prisão preventiva do comerciante.

Foram constatadas também diversas ligações telefônicas que Lailson recebeu e efetuou, a partir das 18 horas do dia da morte de F. Gomes, com Rivaldo, Dão, Pastor Gilson e do PM Evandro, bem como no decorrer da madrugada após o crime, havendo, portanto, uma intensa comunicação entre os acusados, o que contribuiu para incriminar os acusados.

Um dos motivos que teria motivado Lailson a mandar matar o radialista, de acordo com as investigações feitas pela Deicor, foi porque este havia denunciado o acusado, dono de uma loja de celulares em Caicó, de utilizar o seu comércio como fachada para praticar diversos crimes, razão pela qual, Lailson moveu ação judicial contra rádios e jornais.

As investigações concluíram também que Dão foi pago pelo grupo, para matar F. Gomes, visto que tinha laços estreitos com Rivaldo, que era seu advogado e com quem trabalhava como motorista, recebendo um telefone com chip, apenas para se comunicarem após o crime. Pela empreitada Dão receberia inicialmente, R$ 3 mil para fugir, pagos por Pastor, e mais R$ 5 mil, que seriam pagos pelo Coronel Moreira e repassados por Rivaldo.

A Polícia Civil chegou ainda à conclusão da participação efetiva do Pastor Gilson no crime. Ele possuía ligações estreitas com o Gordo e Rivaldo e inclusive teria ficado incomodado com as acusações feitas por F. Gomes, na ocasião em que fora preso, razão pela qual, adentrou com várias ações exigindo danos morais, tanto da rádio onde a vítima trabalhava, como dos jornais que noticiaram o fato, e o Estado, pois alega ter sido preso injustamente. Segundo Lailson, antes de planejarem a morte do radialista, Pastor e Rivaldo teriam planejado envenenar todos os funcionários da Rádio, como vingança.

Já contra o advogado Rivaldo Dantas pesa a acusação de ter sido ele o responsável por toda a logística do crime, fornecendo inclusive a arma para Dão matar F. Gomes, de quem também não gostava. Arrecadou também o dinheiro para o pagamento do crime, e sendo o responsável pelo depósito de cinco cheques que lhe foram entregues pelo Coronel Moreira na conta de seu irmão Renner. Rivaldo contou com o apoio do PM Evandro para esconder a arma utilizada no crime e para ajudar na fuga de Dão. Com relação à Moreira, pesa o fato de ele ter vendido um Triciclo em parcelas, e que parte desse dinheiro seria usado para pagar Dão.

Fonte: Robson Pires

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Polícia prende suspeito de participar da morte de jornalista Décio Sá do Maranhão


A polícia prendeu um homem na noite desta quarta-feira (25), que pode estar envolvido na morte do jornalista Décio Sá. O suspeito foi preso na Vila Pirâmide, no Araçagi, em São Luís. A polícia suspeita que o homem preso tenha ajudado na fuga do assassino. A informação foi confirmada por Laércio Costa, secretário-adjunto de Inteligência e Assuntos Estratégicos.
Segundo a polícia, o suspeito foi apontado pela maioria das pessoas, através do Disque-Denúncia, como um dos envolvidos na morte do jornalista Décio Sá.
Um homem que acompanhava o suspeito no momento da prisão também foi detido.
Além dessas informações disponibilizadas através do Disque-Denúncia, a polícia informou e que contra o homem preso já existe uma condenação.
“A prisão dele foi efetivada ontem por equipes da Seic. Estamos checando todas as denúncias que chegaram, e este rapaz que foi preso já responde por duas condenações. Nós estamos checando as informações com toda cautela”, afirmou o delegado Maymone Barros.

Fonte: RP

terça-feira, 24 de abril de 2012

Jornalista é assassinado em restaurante no Maranhão

  • O jornalista e blogueiro Décio Sá foi assassinado com seis tiros à queima roupa em um restaurante na avenida Litorânea, em São Luís, no Maranhão, por volta das 22h30 de segunda-feira (24). Segundo informações, da Polícia Militar do Estado, Décio Sá estava jantando sozinho em um restaurante quando um homem  se aproximou e disparou seis vezes, acertando quatro tiros na cabeça e dois nas costas. Ele morreu no local.

  • O assassino fugiu em companhia de outra pessoa, que o esperava do outro lado da avenida em uma motocicleta. Uma viatura estava a cerca de 150 metros do local quando o jornalista foi assassinado, mas os criminosos conseguiram fugir. À 1h30 desta terça-feira, policais montavam barreiras pela cidade e as buscas continuavam, mas ninguém havia sido detido.

  • Décio Sá trabalhava no jornal “O Estado do Maranhão” – pertencente à família Sarney – e escrevia em um blog famoso por informações de bastidores da política no Maranhão. Ele também trabalhou no jornal “O Imparcial” e chegou a ser correspondente da “Folha de S.Paulo” no final dos anos 90. O jornalista deixa mulher e um filho de 8 anos.

Fonte: Robson Pires