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terça-feira, 30 de agosto de 2016

Crise no casamento de Fátima Bernardes e William Bonner já existia quando ela deixou o “JN”

Muito se sabia que quando Fátima Bernardes deixou a bancada do “JN” em 2011, da qual dividiu por longos anos com William Bonner, outras cosias estavam em jogo. Além de atender a uma vontade da apresentadora que queria mudar radicalmente de ares, a Globo sabia que uma crise no casamento dos âncoras do “Jornal Nacional” havia se instaurado e por isso, aquele era o momento mais adequado para uma mudança nos apresentadores de seu principal telejornal.
Na época, boatos que os jornalistas começavam ali um processo de desligamento da imagem do casal perfeito ganharam força, mas a assessoria de ambos fez questão de desmentir. O fato é que eles conseguiram manter as aparências até aqui. Fátima consegui se desvencilhar de William, seguir seus próprios passos e hoje tem um programa com seu nome na Globo.
Esse então, foi realmente o melhor momento para essa separação. Fonte seguras, afirmam que o casal já não se relacionava há algum tempo, mas resolveu anunciar o fim do casamento de 26 anos só agora para não tirar as atenções dos telespectadores dos Jogos Olímpicos.
tv foco

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Pela primeira vez na história, “JN” e novela das nove da Globo perdem para a novela "Os Dez Mandamentos" da Record por quatro dias seguidos

Dois produtos de maior audiência da televisão brasileira – e da Globo – durante décadas, o “Jornal Nacional” e a novela das nove vem sofrendo com a concorrência de “Os Dez Mandamentos”. Nesta quinta-feira (05), perderam para a trama da Record pelo quarto dia consecutivo.



Exibido das 20h35 às 21h32, o telejornal comandado por William Bonner e Renata Vasconcellos marcou apenas 21.1 pontos de média, segundo dados consolidados da Grande São Paulo. Em seguida, indo ao ar das 21h33 às 22h36, “A Regra do Jogo” alcançou 26.3 pontos de média – e foi líder na média geral. No entanto, os dois ficaram em segundo lugar na disputa com o folhetim bíblico da Record, das 20h35 às 21h44.

Ontem, “Os Dez Mandamentos” cravou 22.2 pontos de média, 25.0 de pico e 32% de share, contra 21.0 da Globo, que no mesmo horário, levava ao ar o “JN” e parte da novela das nove.
Quando comparado desde a semana passada, o resultado é ainda mais avassalador para a Globo: “Os Dez Mandamentos” já não perde a liderança há seis capítulo seguidos. De um lado a Record edita a produção bíblica, e do outro a Globo estica e puxa o “Jornal Nacional” para empurrar sua novela das nove para mais tarde.
Cada ponto equivale a 67 mil domicílios na Grande São Paulo.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Globo preocupada com Rezende

William Bonner em clima descontraído antes do início do JN na Globo (Foto divulgação: Facebook Jornal Nacional)


Reunião recente dentro do jornalismo da TV Globo, mostrou o quanto William Bonner está pra lá de preocupado com o desempenho do programa de Marcelo Rezende, que esta batendo o “Jornal Nacional” no confronto entre eles.
Bonner comentou, entre colunas, que o telejornal precisa mudar bem mais e ter uma linguagem mais carismática com a dona de casa. Uma das pessoas na sala comentou que eles poderiam trazer o Marcelo de volta pra Globo e colocar seu programa de madrugada, depois do Jô. A sugestão caiu pesado porque seria acusar o golpe, mas ninguém respondeu e continuaram a procurar alternativa de enfrentamento de Marcelo.
Teve gente que até disse que poderiam esperar o Marcelo terminar o programa pra depois colocar o jornal no ar, mas isto logo pareceu inviável porque o Marcelo pode esticar o programa dele o quanto desejar e a novela da TV Globo tem limite de tempo.
No final da conversa, alguém brincou que, do jeito que ia a novela das nove, iria ser a novela das onze. Ninguém deu risada.
tv foco

sábado, 4 de julho de 2015

MP instaura inquérito para apurar ataques racistas contra jornalista


O Ministério Público do Estado (MPE) informou nesta sexta-feira, 3, que instaurou um procedimento investigatório criminal para apurar os comentários racistas direcionados à jornalista Maria Júlia Coutinho, do “Jornal Nacional”, da TV Globo.
“As pessoas acham que estão navegando em um oceano de impunidade, mas já presidi várias investigações (sobre crimes de racismo na internet) e tive sucesso”, afirma o promotor de Justiça Criminal Christiano Jorge Santos, que também é professor de Direito Penal da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).
Santos diz que o órgão teve acesso ao caso por meio do controle interno que é feito no MPE e que a investigação logo foi aberta. Ele diz que o fato de a jornalista ser uma figura pública não interferiu no processo. “Para nós, não faz diferença se é conhecida ou não”.
Robson Pires

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

No JN, Marina passa sufoco para explicar uso de jato

Marina Silva (PSB), candidata à Presidência da República durante entrevista ao 'Jornal Nacional' (Reprodução/TV Globo)
 
 
Polícia Federal investiga se aeronave que transportava Eduardo Campos foi adquirida com dinheiro de caixa dois empresarial ou do PSB, partido de Marina
                                 
Novidade nas eleições à Presidência da República, Marina Silva (PSB) enfrentou seu mais duro momento nesta quarta-feira desde que entrou na disputa, após a morte de Eduardo Campos num acidente aéreo, no dia 13 de agosto. Entrevistada na bancada do Jornal Nacional, Marina não conseguiu explicar o empréstimo do jato usado por Campos durante a campanha – a Polícia Federal investiga se a aeronave foi comprada com dinheiro de caixa dois empresarial ou do PSB.

As quatro primeiras perguntas foram dedicadas ao tema, o que deixou a candidata visivelmente incomodada. Pressionada, Marina tentou dar uma nova roupagem à
nota vazia divulgada nesta semana pelo PSB, segundo a qual o avião foi emprestado por empresários para a campanha e o pagamento pelo uso seria feito mais tarde. "Nós tínhamos a informação de que era um empréstimo, cujo ressarcimento seria feito no prazo legal, o que, segundo a Justiça Eleitoral, pode ser feito até encerramento da campanha", disse a ex-senadora.
 
Oficialmente, o jato Cessna Citation 560XL estava no nome do grupo AF Andrade, cujos proprietários negavam relação com Campos. "A aeronave de prefixo PR-AFA, em cujo acidente faleceu seu presidente, Eduardo Henrique Aciolly Campos, nosso candidato à Presidência da República, teve seu uso — de conhecimento público – autorizado pelos empresários João Carlos Lyra Pessoa de Mello Filho e Apolo Santana Vieira", afirmou Roberto Amaral, presidente nacional do PSB. De forma evasiva, Marina disse ainda não ter conhecimento de nenhuma ilegalidade sobre aos proprietários e defendeu a investigação que está sendo conduzida pela PF. "Nosso interesse e determinação é que as investigações sejam feitas com todo rigor para que não se cometa injustiça com a memória de Eduardo."
 
Sem apresentar nenhuma de suas propostas de campanha durante a entrevista, a candidata mostrou mais segurança e alívio ao responder os demais questionamentos, aproveitando para narrar sua trajetória. Filha de seringueiros, Marina cresceu no Acre, enfrentou diversas doenças e só foi alfabetizada aos dezesseis anos. "Talvez você não conheça bem a minha trajetória, eu faço questão de explicar porque você tem um certo desconhecimento sobre o que significa ser senadora do cenário de onde vim. No meu Estado, para vencer uma eleição era preciso ser filho de ex-governador, ter um rádio ou um jornal para falar bem de si", disse, ao ser questionada sobre a derrota para seus adversários durante a disputa presidencial em 2010, quando concorreu ao cargo pelo Partido Verde. 
 
Marina minimizou o conflito de opiniões com seu vice, o deputado federal Beto Albuquerque, sobre temas como cultivo de transgênicos. "Essa historia de que a Marina é intransigente não é tão verdadeira assim", disse, tentando livrar-se da pecha de ser inflexível. Ao final da entrevista, Marina defendeu a necessidade de reforma política e disse que não disputará a reeleição caso seja eleita em outubro. "Eu quero ser a primeira presidente que assume o compromisso de que não vai buscar uma nova eleição. Não quero ter um mandato que comprometa o futuro das próximas gerações", disse.
veja

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Resultado da pesquisa Ibope que o Jornal Nacional divulgará hoje (26/08/2014): Marina alcança Dilma

 


Marina subindo
Marina subindo
 
O  aguardadíssimo resultado da pesquisa Ibope que o Jornal Nacional divulgará hoje vai mostrar um novo avanço de Marina Silva. Pela pesquisa, Marina está empatada tecnicamente com Dilma Rousseff no primeiro turno, considerando a margem de erro de 2%.
A pesquisa mostrará Dilma Rousseff entre 31% e 32%, Marina entre 27% e 28% e Aécio Neves entre 18% e 20%.
No segundo turno, Marina aparecerá com dois dígitos à frente de Dilma.
A pesquisa foi feita pelo Ibope entre 23 e hoje. Foram entrevistados 2506 eleitores.
Por Lauro Jardim

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Dilma faz uso perfeito do 'dilmês' no Jornal Nacional

 

Presidente Dilma Rousseff é entrevistada no Jornal Nacional
DILMÊS APLICADO – A presidente-candidata Dilma Rousseff em entrevista ao Jornal Nacional: rodeios e respostas confusas (Reprodução/TV Globo)
 
Em entrevista ao Jornal Nacional, da Rede Globo, nesta segunda-feira, a presidente-candidata Dilma Rousseff lançou mão do mais puro dilmês: frases longas e confusas, engatadas umas nas outras. Por mais de uma vez, ela insistiu em concluir suas longas explanações: "Só um pouquinho, Bonner", dizia. Dilma ultrapassou em quase 50 segundos o tempo de 15 minutos destinado a ela. Mas desta vez o dilmês pode ter jogado a seu favor. Numa sala do Palácio da Alvorada, e não nos estúdios da Rede Globo, os entrevistadores — além de Bonner, Patricia Poeta — só conseguiram lhe fazer quatro perguntas. Se da entrevista não resultou nenhum slogan de campanha, ela tampouco será lembrada por uma frase negativa, com o reconhecimento de um erro ou malfeito. Diante das interpelações mais duras, Dilma se escondeu atrás de sua barragem de frases. 
 
Na primeira pergunta, William Bonner tratou dos muitos escândalos do governo petista e perguntou se era difícil escolher pessoas honestas para preencher os cargos do governo. A presidente não respondeu diretamente: optou por tratar das instâncias de combate à corrupção. "Nós fomos o governo que mais estruturou os mecanismos de combate à corrupção, a irregularidades e malfeitos", disse ela, que também minimizou os escândalos. "Nem todas as denúncias de escândalo resultaram em realmente a constatação que a pessoa tinha de ser punida e seria condenada".
 
A petista também se escudou convenientemente no cargo e foi evasiva quando o apoio do PT aos mensaleiros condenados por corrupção pelo Supremo Tribunal Federal foi colocado em pauta: "Eu não vou tomar nenhuma posição que me coloque em confronto, conflito, ou aceitando ou não (sic). Eu respeito a decisão da Suprema Corte brasileira. Isso não é uma questão subjetiva".

Em seguida, Dilma afirmou que a troca de César Borges por Paulo Sérgio Passos no Ministério dos Transportes – uma exigência do PR, envolvido em casos de corrupção na própria pasta, para apoiar a reeleição da petista – foi feita com base na integridade do nome indicado pela sigla. "Os partidos podem fazer exigências. Mas eu só aceito quando considero que ambos são pessoas íntegras e não só integras, são competentes", afirmou.

Quando o assunto foi economia, a estratégia foi a mesma: William Bonner perguntou se o governo não havia errado em nenhum momento na reação à crise internacional. A resposta foi o discurso-padrão apresentado pela presidente nos últimos meses: "Nós enfrentamos a crise pela primeira vez no Brasil não desempregando, não arrochando salário, não aumentando tributos e sem demitir", disse ela.
Em um dos poucos momentos significativos da entrevista, a presidente acabou admitindo que a saúde não está em padrões minimamente razoáveis: "Não acho", disse ela, antes de desandar a falar sobre o Mais Médicos, uma das bandeiras de sua campanha.

Já com o tempo estourado, Dilma ainda tentou pegar carona na comoção que tomou o país com a morte do candidato do PSB, Eduardo Campos, cuja frase final no Jornal Nacional – "Não vamos desistir do Brasil" –virou lema do PSB. "Eu acredito no Brasil", disse Dilma, que foi interrompida uma última vez enquanto tentava pedir votos aos eleitores.
veja

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Dilma não vai comparecer a Globo para entrevista hoje

 

dilma na TV
A entrevista de Dilma Rousseff ao Jornal Nacional, hoje, terá um cenário diferente do oferecido a Aécio Neves, Eduardo Campos e pastor Everaldo.
Dilma vai jogar em casa: William Bonner e Patrícia Poeta irão ao Palácio da Alvorada, residência oficial da presidente em Brasília, e lá farão as perguntas.
Os dois apresentadores titulares só vão participar do JN durante o bloco da entrevista com Dilma, enquanto a bancada do telejornal fica aos cuidados de Heraldo Pereira.
JN repete, assim, o que fez com Lula em 2006, quando o ex-presidente disputou a reeleição.
Por Lauro Jardim