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quinta-feira, 16 de abril de 2015

Gisele Bündchen chora em despedida: “me senti muito querida”


A top deixou o desfile visivelmente emocionada e recebeu homenagem de tops veteranas


A tão aguardada despedida de Gisele Bündchen das passarelas aconteceu carregada de emoção, na noite desta quinta-feira (15), no São Paulo Fashion Week .
A modelo abriu o desfile da Colcci usando um vestido branco e rodado, e causou comoção no público ao surgir, sorridente.
Em sua segunda e última entrada, usava um modelo bicolor, branco e laranja, e deixou a passarela visivelmente emocionada. “Me senti muito querida. Obrigada pelo carinho”, disse, imediatamente após retornar ao backstage.
Além da despedida, Gisele se referia à homenagem prestada pelas demais tops veteranas ao final do desfile. Elas usavam camisetas estampadas com fotos da modelo e a receberam para um abraço coletivo final.
A top disse ainda que é “uma honra terminar onde tudo começou”, e ressaltou que ela mesma fez questão de convidar amigas para o desfile, como Carol Bittencourt e Fernanda Tavares.
Os filhos de Gisele não estavam presentes, mas o pai, a mãe, as irmãs e o marido, Tom Brady, acompanharam tudo da primeira fila.
Camarim especial
A top ocupou três camarins em seu último desfile da carreira; um ficou com o marido, outro com as amigas e o terceiro com o pessoal da marca.
No dela, alguns pedidos especiais, mas nada muito complexo: água de coco, suco verde, plantas, flores e aromatizante de lavanda.
Fonte: Terra

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Jornalista da BBC abandona carreira para se tornar freira de clausura

Desde 1991 ela cobria a política norte-irlandesa e sua decisão deixou desconcertado o establishment político-midiático do país
 
 
    
 
A jornalista política da BBC na Irlanda do Norte, Martina Purdy, uma das mais conhecidas repórteres, vai deixar sua carreira de 25 anos para ingressar numa ordem religiosa contemplativa, noticiou o jornal inglês “The Telegraph”.
 
Martina anunciou pelo Twitter que escolheu “uma vida completamente diferente” na congregação das Irmãs Adoradoras de Belfast.
Desde 1991 ela cobria a política norte-irlandesa e sua decisão deixou desconcertado o establishment político-midiático do país.
Martina foi à procura de algo muito mais importante: a Adoração Reparadora do Santíssimo Sacramento. “Peço orações – disse ela – ao embarcar nesse caminho com toda humildade, fé e confiança”.
 
A decisão da jornalista causou enorme impacto na Irlanda. Martina disse ter ficado “verdadeiramente sobrecarregada” de mensagens de apoio, mas esclareceu que não comentaria mais o assunto, pois seus pensamentos estão todos postos na vida religiosa.
Muitas pessoas custavam acreditar, até quando ela apareceu indo à Missa dominical rodeada de religiosas do Convento da Adoração de Belfast.
 
O instituto de freiras adoradoras, que já foi muito numeroso, estava vivendo uma severa crise após as modernizações de costumes e hábitos no período “pós-conciliar”.
Exemplos edificantes como o de Martina Purdy não são raros na história da Igreja, e até houve artistas ou mulheres do “jet-set” de grande destaque que abandonaram o mundo para abraçar uma vida severa de penitência e oração, até mesmo em Carmelos.
 
Mas casos como o dela estão se tornando mais frequentes nos nossos dias, diante da frustração da vida moderna e a retomada da disciplina e das práticas tradicionais em certas Ordens da Igreja.
Sobretudo, uma especial e crescente ação da graça divina em certas almas nesta época de caos e desagregação religiosa.
 

Fonte: Telegraph

domingo, 8 de setembro de 2013

Cantor Daniel completa 45 anos e afirma que não se importa com sua fama de gay e brega; leia!

Cantor falou sobre sua fama de gay durante entrevista a jornal!
O cantor Daniel que já chegou a trabalhar algumas vezes na Globo, completa 45 anos de idade na próxima segunda-feira. Ainda de quebra, Daniel completa 30 anos de carreira no fim deste mês, e para comemorar lançará um CD comemorativo gravado em São Paulo. Em entrevista ao jornal “Extra”, Daniel falou sobre carreira, vida pessoal e também sobre sua fama de ser gay e brega, além é claro sobre sua tentativa de ser “pop” e a polêmica entrono da sua regravação da música “Maravida”.
Confira os melhores momentos da entrevista:
Você sente falta de exercitar sua porção ator?
Ah, sinto… A novela “Paraíso” (2009) me deu a oportunidade de reencontrar o mundo do sertão, que me fascina desde garoto. Quando criança, tive contato com boiada, cavalo, fruta colhida no pé… No começo dos trabalhos, confesso que fiquei meio apreensivo. Ficava muito tempo esperando para gravar e pensando: “Podia estar fazendo tanta coisa agora…”. Mas depois engrenou, e me apaixonei.
Como será seu papel em “Pedacinho de chão” (novela que substituirá “Joia rara” no horário das 18h, na Globo), no ano que vem?
Benedito (Ruy Barbosa, autor) me ligou fazendo o convite para viver um cantor. Não sei muitos detalhes ainda. Tudo pode acontecer.
Qual é sua concepção de brega?
Para mim, o brega está muito longe do estilo que eu faço. É algo bem mais popular, muito mais povão.
Sente algum tipo de rejeição?
Olha, há pouco tempo, fui muito criticado por causa da minha versão para “Maravida”, de Gonzaguinha, gravada para a abertura de “Amor à vida”. Disseram que eu estou gritando demais na música. Poxa, é minha interpretação! O fato é que sou acessível às críticas, todo artista tem que ser. Embora eu ache que se fosse uma Maria Bethânia cantando, encarariam de forma diferente…
Você não usa mais chapéu, fivela, botas… Resolveu se afastar de vez do estilo sertanejo?
Com o passar dos anos, fui mudando alguns hábitos. Costumava usar pulseira, corrente, relógio, e deixei isso de lado também. Nunca vou negar minhas origens sertanejas, fui criado ouvindo esse tipo de música. Mas sou um cantor romântico, popular, e tenho a liberdade de enveredar pelo pop, experimentar novos caminhos.
Já pensou em parar?
Muitas e muitas vezes. É complicado se reinventar, se manter vivo, aceso, depois de tantos anos na estrada. Acho que só não parei porque não encontrei outra coisa para fazer, efetivamente.
Sua sexualidade também já foi alvo de muitos comentários. Como recebeu essas provocações?
O povo é criativo… Os boatos de que eu era gay surgiram numa época em que não expunha meu relacionamento. Mas nunca rebati. Primeiro, porque não tenho preconceito. Depois, porque não o sou, minha opção sempre foi mulher. Quem sofreu muito com esses comentários foi minha família, que é conservadora e recebia as notícias atravessadas. A mim, pessoalmente, não magoaram.
No “The voice”, Lulu Santos o apelidou de Príncipe. Você tem consciência da imagem de bom moço que transmite para as pessoas?
Prezo muito a educação que recebi em casa. Não é nada pensado, fabricado. Também falo palavrão, sou normal. Mas tenho uma responsabilidade com meu público. Sei que o que faço e o que sai da minha boca importam muito para os meus fãs.