Mostrando postagens com marcador acordos políticos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador acordos políticos. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Fátima Bezerra também mantém vetos a vários partidos que não integram base de Dilma caso firme chapa com Robinson

Na conversa desta quinta-feira (06) em Natal, entre o PSD do vice-governador Robinson Faria e o PT da deputada federal Fátima Bezerra uma pauta para formação de uma chapa.  Na conversa já se sabe que Fátima e a turma do PT não aceitam coligação com o PSB da ex-governadora Wilma de Faria, o PSDB do ex-deputado Rogério Marinho, o DEM do senador José Agripino e da governadora Rosalba Ciarlini...
Vale lembrar ainda que o PMN do deputado Antônio Jácome, o PPS do ex-deputado Wober Júnior, o Solidariedade do deputado Kelps Lima, o PV do senador Paulo Davim, o PSC do ex-vereador Adenúbio Melo não integram a base da presidente Dilma Rousseff e por estão fora do arca de alianças do PT. 
 
Marcos Dantas

domingo, 19 de janeiro de 2014

DILMA, AÉCIO E CAMPOS: Estados trocam governadores e embaralham palanques

Dilma Rousseff, Eduardo Campos, e Aécio Neves ( Reuters e Folhapress e AFP)          
 
 Como ocorre a cada quatro anos, boa parte dos governadores do país não cumprirá seus mandatos até o fim em 2014. Para dar sequência aos seus projetos pessoais, oito deles devem renunciar ao cargo em abril para voltar às urnas em outubro, conforme determina a legislação eleitoral, numa troca de cadeiras que tem influência direta na montagem dos palanques estaduais. Dos oito que se articulam para deixar o posto, sete tentarão uma cadeira no Senado, um caminho tradicional na política brasileira para governadores que não podem tentar a reeleição. Já o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, tentará um voo mais alto e disputará a Presidência da República pelo PSB.
 
A troca de comando nos Estados modificará o arco de alianças dos potenciais candidatos ao Palácio do Planalto. E, pelo menos por enquanto, o cenário tende a beneficiar a presidente Dilma Rousseff, que distribuiu cargos no governo para quase todos os partidos do país em troca de apoio político – não à toa, o Brasil fechou o ano com inacreditáveis 39 ministérios.
 
O senador tucano Aécio Neves deverá perder dois palanques: Pará e Roraima, ambos administrados atualmente pelo PSDB, passarão a ser chefiados, respectivamente, pelo PSD, neoaliado da presidente Dilma Rousseff (PT), e pelo PSB. Desses, o Pará é o que mais preocupa os tucanos pela densidade eleitoral no Norte do país – 5,1 milhões de votos. Nas eleições de 2010, o tucano José Serra obteve 37% dos votos. Sucessor do governador Simão Jatene (PSDB), o vice Helenilson Pontes (PSD), não esconde a preferência pela reeleição de Dilma: “Se eu ocupar o posto de Jatene, a Dilma vai passar a ter um governador aliado no Pará. Vou fazer questão de que ela venha nos visitar mais vezes, vamos recebê-la com todo o carinho”, afirmou. "Ter a base no Estado significa consolidar a vitória de Dilma no Norte, então espero que ela nos venha nos visitar.” 
 
Em Roraima (271.596 eleitores), o substituto do governador Anchieta Júnior (PSDB) vai trabalhar para a candidatura de Eduardo Campos: “Teremos palanque para Campos sair vitorioso na disputa pelo Palácio do Planalto. É claro que a minha chegada ao governo muda a recepção política dele aqui”, afirma o herdeiro do cargo, Francisco Rodrigues, conhecido como Chico Rodrigues.
O novo tabuleiro eleitoral tende a dificultar a campanha de Campos. Com a substituição do governador Wilson Martins (PSB) por Antônio José Filho (PMDB), ele perderá o palanque no Piauí, Estado onde Dilma teve ótima votação em 2010 – 67% dos 2,2 milhões de votos. Campos também terá de resolver uma série de entraves decorrentes da chapa com a ex-senadora Marina Silva e seu quase partido, a Rede Sustentabilidade, cujos militantes não aceitaram alguns arranjos estaduais – como o apoio do PSB à reeleição de Geraldo Alckmin (PSDB) em São Paulo (31,5 milhões de votos). 
 
Se por um lado sairá fortalecida na nova composição dos palanques estaduais, Dilma também precisa se articular para desatar os nós em Estados de grande potencial eleitoral, como Rio de Janeiro e Maranhão. O cenário mais complicado – e explosivo –  é o Rio de Janeiro (12 milhões de votos), onde o PT abriu guerra contra o PMDB, aliado preferencial do Palácio do Planalto. O PMDB lançará o vice-governador, Luiz Fernando Pezão, à sucessão de Sérgio Cabral. O PT não abre mão da candidatura do senador Lindbergh Farias. A menos de seis meses do início oficial da campanha, é muito provável que os dois se enfrentem nas urnas, o que forçará Dilma a se equilibrar nos dois palanques.  

 A presidente também se apressa para encontrar uma solução no Maranhão (4,5 milhões de eleitores) e manter o apoio de um de seus principais redutos eleitorais – em 2010, o Estado lhe rendeu sua segunda melhor performance no país, com 79% dos votos. Agora, porém, o quadro é outro: o clã Sarney vive um momento de desgaste, às voltas com uma grave crise no sistema prisional e o diretório estadual do PT está dividido entre manter ou não o apoio ao grupo da governadora Roseana Sarney (PMDB).

Veja

Sem o Senado, PT sai com outros parceiros

Deu na Tribuna do Norte
A deputada federal Fátima Bezerra reforça que o projeto do PT para as eleições deste ano, no Rio Grande do Norte, é conquistar uma vaga no Senado. Ela admite que o diálogo entre os dirigentes nacionais dos do PT e do PMDB  está avançado para a formação de uma aliança. Nessa negociação, caberia, confirma a deputada, aos peemedebistas a indicação do candidato ao Governo. Mas, afirma Fátima Bezerra, se no diálogo sobre a formação da coligação, o PMDB negociar com o PSB a vaga da candidatura a senador, o PT poderá buscar outros parceiros. A deputada alerta também que qualquer aliança com o Partido dos Trabalhadores terá que ser homologada pela Direção Nacional da legenda e que os aliados preferenciais são os que integram a base aliada da presidenta Dilma Rousseff.
magnus nascimento
Deputada federal afirma que sem a vaga que o PT reivindica na chapa majoritária, a legenda vai buscar outros aliadosDeputada federal afirma que sem a vaga que o PT reivindica na chapa majoritária, a legenda vai buscar outros aliados

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Fernando Mineiro: "Se o PT quiser ficar (num palanque com o DEM), eu não ficarei"

 

11001
O deputado estadual Fernando Mineiro (PT) disse que o PT não estará no mesmo palanque em que estiver o DEM no Rio Grande do Norte, reafirmando a posição nacional dos petistas, que exclui, além do DEM, o PSDB e o PPS dos palanques regionais. “Se depender de mim, não aceitarei. E se o PT quiser ficar (num palanque com o DEM), eu não ficarei”, disse o petista, durante entrevista ao “Jornal das Seis”, da FM 96. As palavras do petista põe em xeque o acordo costurado entres os líderes do PMDB, Henrique Eduardo Alves, e do PT, Fátima Bezerra, com vistas à formação do palanque da oposição em 2014. 
 
Reunião recente no diretório nacional do PT, em São Paulo, chancelou o acordo entre peemedebistas e petistas. Tal acordo pretende impor a chapa Fernando Bezerra ao governo pelo PMDB, Fátima Bezerra pelo PT para o Senado.Mineiro se referiu à proposta do líder peemedebista que visa juntar no mesmo palanque, além de PT e PMDB, o PSB e o DEM, partidos que estarão em palanques opostos ao da presidente Dilma Rousseff – especialmente o DEM, com quem o PT não admite aliança nem no primeiro, nem no segundo turno das eleições gerais do ano que vem. 
 
Segundo o deputado, caso seja confirmada a presença do DEM, ainda que na chapa proporcional, no palanque do PMDB, o PT não ficará neste palanque.“Acho que o PT não ficará nesse palanque. Todos nós sabemos que existe um movimento do deputado Henrique buscando acordo amplo com todas as forças. São forças que são contraditórias. Evidentemente que se for essa a movimentação, certamente surgirão outras decisões. Até agora, não tenho conhecimento. Se depender de mim, não aceitarei. E, se o PT quiser ficar (num palanque com o DEM), eu não ficarei”, afirmou o petista.
 
Marcos Dantas

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

José Agripino preocupado com possível “isolamento político” do DEM e busca aliança para salvar chapa proporcional

9806


Presidente nacional do Democratas, o senador José Agripino Maia acendeu a luz amarela na sucessão do Rio Grande do Norte. Após o rompimento político do PMDB, o senador ficou preocupado com a chapa proporcional do partido.
Caso não perca o deputado federal Betinho Rosado, o partido terá dois candidatos à reeleição para a Câmara dos Deputados, já que Felipe Maia também vai concorrer. O cociente eleitoral para chegar a uma cadeira em Brasília é estimado em 250 mil votos. Já para a Assembleia Legislativa, os deputados Getúlio Rego e José Adécio são candidatos. A situação de dúvida rola com Leonardo Nogueira, que pode abrir para a esposa, Fafá Rosado, ex-prefeita de Mossoró, que pode assinar a ficha do PMDB, PR ou PV. Sem coligação, dificilmente o DEM conseguia reeleger todos. 
Marcos Dantas

domingo, 25 de agosto de 2013

Deputados Estaduais articulam troca de filiação partidária no RN

A Tribuna do Norte destaca que a 40 dias do prazo final para os políticos que desejam disputarem o pleito de 2014 mudarem de partido, as movimentações entre os deputados estaduais são intensas. Parlamentares que já conseguiram deixar a legenda pelo qual foram eleitos, outros ainda buscando a justa causa na Justiça Eleitoral e há ainda aqueles que pretendiam mudar de partido, mas desistiram temerosos de que os processos no Judiciário não tenham resolutividade antes do prazo final conferido pela legislação.

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Ricardo Motta, e o deputado Raimundo Fernandes entraram com ação na Justiça Eleitoral pedindo desfiliação por justa causa para deixarem o PMN, legenda pelo qual foram eleitos em 2010. Os dois pretendem se filiar ao Partido Progressista, que hoje tem como presidente estadual o vereador Rafael Motta, filho do de Ricardo Motta.

Ao processo, a defesa dos dois deputados anexou um documento assinado pelo deputado estadual Antonio Jácome, presidente estadual do PMN, onde reconhece a justa causa para os dois parlamentares. Embora o partido de origem tenha liberado, o processo dos dois deputados tramitará normalmente na Justiça Eleitoral, mas com um rito célere, porque não terá a instrução. Para concorrerem ao pleito de 2014, necessariamente, Ricardo Motta e Raimundo Fernandes precisam assinar a ficha do novo partido antes de 5 de outubro, prazo final da legislação eleitoral para mudança partidária com vistas ao pleito do ano seguinte.

Marcos Dantas