domingo, 25 de setembro de 2016

Garçom é assassinado quando voltava do trabalho no Potengi

Wallaf Rodrigues foi surpreendido por um motoqueiro não identificado


Um jovem de 21 anos foi morto na tarde deste sábado (24), na Avenida Rio Doce, no conjunto Santarém, bairro Potengi, zona Norte de Natal. Segundo a policia Wallaf Rodrigues de Medeiros que trabalhava como garçom Ponta Negra foi alvo de disparos de arma de fogo.
De acordo com informações repassadas pelo Ciosp (Centro Integrado de Operações de Segurança Pública), Wallaf voltava do trabalho quando foi surpreendido por um desconhecido armado em uma motocicleta. O suspeito atirou no exato momento que a vítima desceu do ônibus acertando o peito dela fatalmente.
O assassino fugiu, mas ainda foi visualizado por uma equipe da Força Nacional que patrulhava a região, no entanto, mesmo após um acompanhamento, o suspeito fugiu. As razões para o crime ainda são desconhecidas, mas os familiares disseram ao delegado da DHPP que Walaff tinha um comportamento agressivo.
Portal BO

ONU Mulheres Brasil diz que pesquisa sobre estupro reflete a sociedade

Mais de um terço da população brasileira (33%) consideram que a vítima é culpada pelo estupro, informou o levantamento


Por Heloisa Cristaldo/Agência Brasil
A responsabilização da mulher por atos de violência sexual – medida pela pesquisa realizada pelo Datafolha, encomendada Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) – acendeu o debate em torno do assunto no país. Mais de um terço da população brasileira (33%) consideram que a vítima é culpada pelo estupro, informou o levantamento. A pesquisa mostrou ainda que 65% da população têm medo de sofrer violência sexual.
Para a representante da Organização das Nações Unidas (ONU) Mulheres Brasil, Nadine Gasman, o levantamento traz “dados muito fortes” e reflete a estagnação da sociedade brasileira em questões de gênero.
“Apontar que a mulher tem culpa em ser estuprada é uma constatação de que a sociedade brasileira tem avançado em muitos aspectos, mas segue machista, sexista e muito racista. A gente conhece as estatísticas de feminicídio. Tem aumentado mais a violência contra mulheres negras. É uma sociedade que ainda não acredita que mulheres e homens são iguais”, afirmou em entrevista à Agência Brasil.
“Essa questão é reveladora e temos que trabalhar muito para mudar as concepções de gênero. Temos que entender as construções sociais, de mulheres e homens, que são produtos de uma formação patriarcal, onde os homens têm vantagens que os colocam em uma situação de poder contra totalmente o que a humanidade dispõe de marco – de que nascemos livres e iguais”, completa.
O levantamento mostra ainda que 42% dos homens e 32% das mulheres entrevistados concordam com a afirmação: “mulheres que se dão ao respeito não são estupradas”, enquanto 63% das mulheres discordam.
O Datafolha fez 3.625 entrevistas com pessoas a partir de 16 anos, em 217 municípios. A coleta de dados foi feita entre os dias 1º e 5 de agosto deste ano. A margem de erro é dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Violência sexual
A pesquisa aponta que a violência contra as mulheres é definida pelas Nações Unidas como qualquer ato de violência de gênero que resulte ou possa resultar em dano físico, sexual, dano psicológico ou sofrimento para as mulheres, incluindo ameaças, coerção ou privação arbitrária de liberdade, tanto na vida pública como na vida privada.
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a violência sexual é “qualquer ato sexual ou tentativa de obter ato sexual, investidas ou comentários sexuais indesejáveis ou tráfico ou qualquer outra forma, contra a sexualidade de uma pessoa usando coerção”. A violência pode ser praticada por qualquer pessoa, independente da relação com a vítima, e em qualquer cenário, incluindo a casa e o trabalho. O ato pode acontecer em casa ou na rua.
Dados do 9º Anuário Brasileiro de Segurança Pública apontam que foram registrados 47.646 casos de estupro em todo o país em 2014, o que significa um estupro a cada 11 minutos.
Denúncia
Apesar do número de casos, a pesquisa destaca que a maioria das pessoas que sofre violência sexual não registra denúncia na polícia, o que torna difícil estimar a prevalência deste crime.
“Em termos regionais, o maior medo é verificado nas regiões Norte e Nordeste do país, atingindo 72% de toda a população. No entanto, se verificamos apenas as respostas das mulheres, notamos que 90% das mulheres que residem no Nordeste afirmam ter medo de sofrer violência sexual, seguidas de 87,5% da população feminina do Norte, 84% no Sudeste e Centro-Oeste e 78% no Sul do país”, aponta o documento.
O levantamento aborda a culpabilização pela violência sofrida pela mulher como uma reação frequentemente relatada, até mesmo quando elas recebem atendimento nos serviços de justiça, segurança e saúde. “A dificuldade de reunir evidências materiais do não consentimento, bem como o risco de revitimização durante os procedimentos legais – humilhação, julgamento moral, procedimentos de coleta de provas que expõem o corpo violado da vítima a novas intervenções – são desafios específicos relacionados à violência sexual”.
A coordenadora de projetos do Instituto Avon, Mafoane Odara, ressalta que a mulher não se sente acolhida em espaços de atendimento após situações de abuso sexual. “As mulheres não reconhecem esses espaços como pontos acolhedores. Se sentem revitimizadas, não se sentem respeitadas nesses lugares. Com isso, as mulheres se sentem deslegitimadas a denunciar”.
“Está na hora de a polícia falar mais sobre isso e da gente encontrar formas de acompanhamento das mulheres em situação de violência. Essa não é uma questão das mulheres, é uma questão da sociedade brasileira”, argumenta. “É importante olhar como as instituições corroboram para perpetuação de uma prática como essa e aí isso vai ser sentido pela população”.
Das pessoas entrevistadas, a metade não acredita que a Polícia Militar esteja bem preparada para atender mulheres vítimas de violência sexual. O resultado da pesquisa indica também que mais da metade da população (53%) acredita que as leis brasileiras protegem estupradores.
“Em um país em que persistem altos índices de desigualdade social e que ainda enfrenta o desafio do acesso ao ensino formal, pode-se estimar que o conhecimento sobre a legislação brasileira e sobre as penalidades atualmente previstas para os casos de estupro não seja amplamente difundido entre a população”, ressalta a pesquisa.
No Brasil, a pena para o crime de estupro varia de seis a 12 anos, podendo chegar a 30 anos, a maior pena prevista no ordenamento jurídico brasileiro em caso de morte da vítima. “Um atendimento acolhedor, melhores taxas de esclarecimento nas investigações e resolução dos casos que são denunciados poderiam ter um efeito mais positivo para o enfrentamento do problema e, ainda, tornar a população mais confiante no trabalho das instituições policiais e do Judiciário” diz a pesquisa.
A vítima
A pesquisa revelou que uma grande parcela da população considera as próprias mulheres vítimas de agressão sexual como culpadas por não se comportarem de acordo com uma “mulher respeitável”. A perpetuação da ideia de controle do comportamento e do corpo das mulheres faz com que a violência sexual possa ser tolerada diante da sociedade brasileira.
A pesquisa mostrou, ainda, que 42% dos homens concordam com a afirmação de que “mulheres que se dão ao respeito não são estupradas”, enquanto 63% das mulheres discordam. É bastante comum que o comportamento de quem foi vítima seja questionado com base no que se entende serem as formas corretas de “ser mulher” e “ser homem” no mundo.
A professora de Psicologia Clínica da Universidade de Brasília (UnB), Valeska Zanello, ressalta o aspecto da “objetificação da mulher”.
“Uma coisa que é profundamente naturalizada na nossa cultura é o não protagonismo da mulher com relação ao seu corpo. É punido tanto o protagonismo com relação à própria sexualidade [quando ela não pode escolher se quer ou não fazer sexo e com quantos] e também quando ela não pode dizer não. Geralmente, quando uma mulher sofre violência sexual, se tenta descobrir algum signo na vida dela que desqualifique esse protagonismo e, principalmente, coloque em xeque a índole dela, se ela é uma pessoa recatada ou não. E é isso que vai definir se ela foi estuprada ou não. Para ter uma mudança efetiva, a gente vai ter que trabalhar as novas gerações”, opina.
Educação
A pesquisa mostra que 91% dos entrevistados concordaram com a afirmação de que “temos que ensinar meninos a não estuprar”. Para Valeska Zanello, a mudança desse conceito na sociedade brasileira se dará, de fato, por meio da educação. “Lei é importante, mas ela muito pouco efetiva. A cultura punitiva é muito pouco eficaz, porque, em geral, ela vai punir só aquela pontinha do iceberg. Para a gente mudar uma cultura, as leis não são suficientes. Isso só acontece por meio da educação”, finaliza.
“Uma das coisas mais importantes é que temos leis, políticas, programas, mas tem que trabalhar a educação formal e não formal e meios de comunicação nessa mudança de paradigmas da sociedade com relação a igualdade, especialmente entre homens e mulheres: a ideia de toda sociedade de todos e todas sejam iguais”, ressalta Nadine Gasman.
Portal no Ar

Propaganda eleitoral no rádio e na TV acaba na próxima quinta (29/09/2016)

Termina na próxima quinta-feira (29) a propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão. Também é o último dia para reuniões públicas, comício e a utilização de aparelhagens de sonorização fixa, entre às 8h até a meia-noite, com exceção do comício de encerramento da campanha que poderá ser prorrogado por mais duas horas.
Termina, ainda, o prazo para a realização de debate no rádio e na televisão. A partir da próxima quinta-feira, o juiz poderá expedir salvo conduto em favor de eleitor que sofrer violência moral ou física na sua liberdade de votar.
Robson Pires

Com aplicativos para celular, eleitores podem fazer denúncias de compra de votos

De olho na conectividade cada vez maior dos brasileiros, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) desenvolveu 11 aplicativos para smartphones e tablets para que os eleitores participem mais ativamente do processo eleitoral deste ano. Com os apps, é possível acompanhar o resultado das eleições municipais, fazer denúncias de irregularidades e até participar da verificação do número de votos registrados nas urnas eletrônicas.
“Desde que o processo se tornou informatizado, há 20 anos, o compromisso da Justiça Eleitoral é justamente utilizar os recursos e as funcionalidades que a tecnologia proporciona e evoluir o processo eleitoral na mesma velocidade que evolui a tecnologia”, diz o secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Giuseppe Janino. Os aplicativos estão disponíveis para as plataformas IOS e Android. Atualmente, existem mais de 196 milhões de acessos em internet móvel no país, incluindo 3G e 4G.
Uma das principais apostas do TSE para este ano é o aplicativo Pardal, que permite que os eleitores façam denúncias de propaganda eleitoral irregular, tanto nas ruas como na internet e em veículos de comunicação. A denúncia é feita pelo próprio aplicativo, com o envio de fotos, vídeos ou áudios. Por exemplo, se um eleitor encontrar um outdoor de um candidato na rua, que é proibido, pode tirar uma foto e mandar pelo aplicativo, que automaticamente envia a denúncia para análise do Ministério Público Eleitoral. Também é possível denunciar outras irregularidades como compra de votos, uso da máquina administrativa ou gastos irregulares. Veja aquiquais são as condutas proibidas aos candidatos.
Robson Pires

No próximo domingo, brasileiros vão às urnas eleger prefeitos e vereadores


Daqui a uma semana, quando os brasileiros forem votar no primeiro turno das eleições municipais, uma série de caciques políticos estará de olho nos resultados para definir os próximos passos. São nomes que, direta ou indiretamente, estão ligados ao resultado que sair das urnas para garantir uma sobrevivência perante o eleitorado, uma ascendência na máquina partidária ou a definição se têm cacife para alçar voos mais altos do que o cenário a curto prazo sugere.

Robson Pires

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Polícia desvenda que mulher encomendou morte de bugueiro em Natal

Investigações revelaram que a Rosely Louzada, de 38 anos, encomendou a morte de Juarez da Silva, de 59 anos, porque ele havia anunciado que iria se separar dela


Por Redação
Uma investigação realizada pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) elucidou o assassinato do bugueiro Juarez da Silva, 59 anos, morto no dia 15 de junho deste ano, na comunidade do Leningrado, no bairro Guarapes, na Zona Oeste de Natal.
O crime foi encomendado pela esposa da vítima Rosely Louzada, 38 anos, que combinou com três homens a invasão da residência do casal e a realização de um falso assalto. Ela teria prometido pagar o valor de R$ 900 para os executores, porém não efetivou o pagamento. Os quatro suspeitos pelo homicídio já estão detidos, inclusive o suspeito pelos disparos, um adolescente de 15 anos.
A Polícia descobriu que no dia do crime, o adolescente levou um iPad que estava na casa da vítima e dias depois, devolveu o aparelho para a viúva. As investigações prosseguiram e revelaram que a Rosely encomendou a morte de Juarez porque ele havia anunciado que iria se separar dela. Assim, ela decidiu simular um roubo para despistar a encomenda do homicídio. O trio de executores subtraiu alguns bens da casa, como eletroeletrônicos, para dividir entre eles.
Nesta quarta-feira (21), foram efetivadas as primeiras as prisões. A equipe da DHPP conseguiu prender um homem conhecido como “Matador de Leningrado”, o rapaz de apenas 18 anos, de nome Joalissom da Silva de Morais, vulgo “Pimpim”, já responde a seis inquéritos na DHPP, pela prática de assassinatos. Ele foi detido na comunidade de Leningrado.
No mesmo dia, foi preso Eduardo da Silva, vulgo “Tião”, na cidade de Angicos. Na casa dele, os policiais apreenderam duas espingardas. Nesta quinta-feira (22), os policiais civis conseguiram apreender o adolescente de 15 anos e Rosely Louzada.Ela foi intimada para prestar esclarecimentos na sede da DHPP e foi presa na Especializada. Todas as prisões dos suspeitos foram mediante mandados de prisão temporária.
Portal no Ar

Prefeito mantém ‘campanha zumbi’ e direitos de candidato em Mossoró



Com isso, Silveira Júnior goza de direitos de candidato, como programa eleitoral e participação em debates



Por Dinarte Assunção
Uma inusitada situação eleitoral foi gerada com o anúncio da desistência do prefeito de Mossoró, Silveira Júnior (PSD), na corrida eleitoral. O chefe do Executivo anunciou que se retirava da disputa, mas não formalizou o recuo junto à Justiça Eleitoral.
Com isso, Silveira continua gozando dos direitos de um candidato. Permanece com programa eleitoral, que tem utilizado para atacar a principal adversária, a candidata do PP, Rosalba Ciarlini.
Além disso, pela legislação, ficam as emissoras que promovem debates obrigadas a convidá-lo para as discussões. O próximo debate em Mossoró será na terça-feira (27), promovido pela TCM e 95 FM.
Na urna eletrônica há também os efeitos. Sem retirar formalmente a candidatura, a opção do voto por Silveira estará disponível. Quem apertar o número de sua legenda, verá sua foto estampada.
Ainda eleitoralmente, a retirada da candidatura ainda afetou os partidos que eram aliados e as 184 candidaturas a vereador, que ficaram entregues à própria sorte.
De mais a mais, a desmobilização do prefeito ainda desgastou a força do partido, o PSD, em Mossoró.
Portal no Ar

Moro determina que Planalto analise bens apreendidos de Lula

Bens foram apreendidos durante as investigações da Lava Jato


Por Paulo Victor Chagas/Agência Brasil
O juiz federal Sérgio Moro solicitou à Presidência da República que analise os bens apreendidos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para que verifique se alguns deles devem ser incorporados ao acervo presidencial. Os bens foram apreendidos durante as investigações da Lava Jato.
Em despacho publicado nesta sexta-feira (23), o magistrado da 13ª Vara Federal de Curitiba atende a pedido do Ministério Público Federal para que a Secretaria de Administração do Palácio do Planalto verifique o patrimônio apreendido em fevereiro deste ano em um cofre do Banco do Brasil em São Paulo.
O objetivo das investigações é examinar o que pertence ao acervo pessoal do ex-presidente e o que deveria ter sido armazenado como patrimônio público da Presidência, como por exemplo presentes recebidos por líderes estrangeiros durante visitas oficiais e viagens de Estado.
Na decisão, Sérgio Moro utiliza como referência a auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) que constatou, no mês passado, que 4,5 mil itens do patrimônio da União estão desaparecidos. O juiz informa que o órgão poderá contar com a ajuda do TCU e pede que a averiguação seja feita, se necessário, na própria agência.
“Assim, faz-se necessário solicitar exame por órgão administrativo acerca do material apreendido para que possa ser feito o necessário crivo, entre o que pertence ao acervo pessoal do ex-Presidente – e há objetos, como medalhas, que aparentemente são pertinentes ao acervo pessoal, e o que eventualmente deveria ter sido, na esteira do disposto nos decretos, incorporado ao Patrimônio da Presidência da República”, disse o juiz.
Moro pede ainda que seja verificada a “origem dos bens ali depositados”, e dá o prazo de 45 dias, prorrogável se necessário. Além da intimação, ele pede que o Ministério Público, a defesa de Lula e a Polícia Federal tomem conhecimento do despacho.
Portal no Ar

Governo conclui pagamento dos pensionistas na terça-feira

Neste sábado (24) receberão 497 pessoas que ganham de R$ 6001 até R$ 9 mi


O Governo encerra na próxima terça-feira (27) o pagamento dos pensionistas do Estado. Neste sábado (24) receberão 497 pessoas que ganham de R$ 6001 até R$ 9 mil, totalizando uma folha de R$ 3,6 milhões, com pensão média de R$ 7,2 mil.
Na terça-feira (27) serão creditados os pagamentos dos 754 pensionistas restantes que recebem acima de R$ 9 mil, equivalente a uma folha de R$ 12,033 milhões, com valor médio de pensão de R$ 15,9 mil.
Portal no Ar

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

A 10 dias das eleições, Poti Neto lidera corrida sucessória em São Gonçalo do Amarante

Pesquisa aponta disputa acirrada entre o candidato do PMDB e Paulinho Emídio, do PR, que é apoiado pelo atual prefeito Jaime Calado

A pesquisa encomendada pelo Portal Agora RN junto ao Instituto Perfil mediu a corrida sucessória em São Gonçalo do Amarante visando o pleito de 2016. De acordo com os dados colhidos no levantamento, o candidato do PMDB, Poti Neto, lidera as intenções de voto com uma ligeira vantagem sobre Paulinho Emídio (PR), candidato do prefeito Jaime Calado.
O levantamento teve a participação de 500 eleitores e seu resultado mostrou liderança de Poti Neto com 26,4% das intenções. Paulinho apareceu em segundo, com 24,6%. O terceiro mais mencionado foi Barão (SDD), com 10% das intenções de voto, enquanto que Josi Gonçalves (PEN) apareceu em quarto, com 1,6%.
Ainda foram contabilizados que 9,6% dos eleitores têm a intenção de votar branco ou nulo, enquanto outros 27,8% se mostraram indecisos.
grafico-sga
DADOS DA PESQUISA
A pesquisa Perfil/Agora RN foi realizada entre os dias 10 e 11 de setembro e sua sondagem foi registrada no dia 15 do mesmo mês no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o número 05819/2016. A margem de erro é de 04,37% (quatro pontos percentuais e trinta e sete centésimos) e o intervalo de confiança de 95%.
Agora RN