Mostrando postagens com marcador vida. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador vida. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Edson Celulari e filho celebram recuperação: ‘final feliz’

Edson Celulari e o filho Enzo (Reprodução/Instagram)


Ator usou as redes sociais para agradecer o apoio durante o tratamento contra o câncer

O ator Edson Celulari aproveitou o Dia Nacional de Combate ao Câncer para comemorar sua recuperação. “Graça recebida. Graça agradecida. Um coração pleno de obrigados. Vida que segue com muito amor. Dia de um sol lindo por aqui, e que ele ilumine a todos”, escreveu Celulari em seu perfil no Instagram um dia depois de afirmar ao jornal O Globo que está curado da doença.
Em junho deste ano, o ator foi diagnosticado com linfoma não-Hodgkin, tipo de câncer que atinge o sistema linfático, o mesmo sofrido por Reynaldo Gianecchini.
Enzo Motta Raia Celulari, filho do ator, também usou a rede social para celebrar a vitória do pai. “Esse aí, ao meu lado, é o verdadeiro exemplo. Exemplo de vida, de pessoa, de força, de coragem, de determinação, e principalmente, de superação! No dia de hoje, agradeço primeiramente a Deus e a todos os amigos e pessoas das quais recebemos mensagens de apoio e carinho. E queria deixar claro aqui, o meu maior agradecimento… Que é a você, papai, por ensinar a todos nós como enfrentar uma batalha árdua com tanto louvor e como alcançar um final feliz, mesmo que às vezes, o caminho seja tortuoso. Eu te amo, meu guerreirão! E agora, o que nos resta é brindar… Brindar a vida… A SUA vida!”
veja

terça-feira, 10 de maio de 2016

Michael Schumacher está entre a vida e a morte: “É questão de horas”, diz médico

Atual presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), Jean Todt falou sobre o estado de saúde do heptacampeão Michael Schumacher durante uma evento que celebrava a resistência da Sicília no que foi chamado de “La Targa Florio”, em Palermo, na Itália.
“Nós só podemos desejar o melhor para ele e sua família. Michael está lutando a maior batalha de sua vida. Mas aqui não é o lugar para falarmos disso. Mas Michael faz parte da história do automobilismo e é aquele que ganhou mais de GPs e títulos mundiais”, afirmou Jean.
Mas o que causou mesmo foi a declaração de um dos neurocirurgiões que operou Schumacher.  “Ele não pesa mais do que 45 quilos e apenas um milagre pode mantê-lo vivo. Resta esperar. É uma questão de horas”, disse o médico ao site News Every Day.
Desde que Schumacher deixou o hospital para continuar sendo tratado em casa, junto da família, que se multiplicaram os rumores sobre o seu estado de saúde. Nada foi divulgado à imprensa ou aos fãs do ex-piloto de F1. Ninguém sabe se ele voltou a se comunicar ou a andar. Todo o tratamento de Michael é feito a sete chaves.
tv foco

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Criança de dois anos é salva pelos guardas vidas do Corpo de Bombeiros na Praia do Meio

A falta de atenção dos pais é um dos principais fatores que levam menores a correr riscos

Os guardas vidas do Corpo de Bombeiros Militar (CBMRN) resgataram na manhã deste domingo (13), na Praia do Meio, em Natal, uma criança, de 2 anos de idade, vítima de um princípio de afogamento. No momento do salvamento, a criança respirava com dificuldades e perdia aos poucos a consciência. A rápida ação dos bombeiros foi fundamental para estabilizar os sinais vitais da criança.
De acordo com o Sargento Wellington, do Grupamento de Busca e Salvamento, no momento do afogamento, a maré ainda estava baixa e a criança se afogou no raso. Para ele, a falta de atenção dos pais foi o que motivou o acidente.
“Uma criança de dois anos de idade precisa de atenção redobrada na praia. No momento da ocorrência, a mãe do garoto tentava tomar conta de cinco crianças ao mesmo tempo, o que é impossível! Essa ocorrência é um exemplo de que mesmo no raso é preciso atenção pois há risco de afogamentos”, disse o sargento.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Natal foi acionado e colaborou com o Corpo de Bombeiros na ação. A criança passa bem e já está em casa.

Portal BO

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Após ataque cardíaco, homem ‘ressuscita’ em banheira de gelo

Após ataque cardíaco, homem ressuscita em banheira de gelo. Foto: Divulgação


Desde o incidente, há oito meses, Bulent tem juntado um pouco de sua memória, mas ainda tem enormes lacunas em suas lembranças


Um turco teve a vida salva ao ser submetido a um tratamento “alternativo” depois de sofrer ataque cardíaco. O coração de Bulent Sonmez não respondeu aos choques e, então, os médicos decidiram usar um tratamento controverso chamado “hipotermia terapêutica” que baixa a temperatura do corpo para apenas 30 graus Celsius, limitando os efeitos da falta de oxigênio nos órgãos. As informações são do The Mirror.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Alguns animais que as próximas gerações podem não conhecer

Baleia, um dos 26% dos mamíferos ameaçados de extinção no planeta 

No Brasil, 1 173 animais estão ameaçados de extinção, de acordo com o último estudo do Ministério do Meio Ambiente. São animais como a baleia-azul ou o boto-cor-de-rosa, que podem desaparecer no próximo século


Essa tartaruga, que chega a ter 1,5 metro de comprimento, vive nas zonas costeiras do Brasil, do Rio de Janeiro até as praias da região Nordeste. A espécie está na lista de espécies ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) desde 1996 e, no Brasil, entrou para o relatório do Ministério do Meio-Ambiente em 2003. Ela habita o Nordete do Brasil e, no arquipélago de Fernando de Noronha, em Pernambuco, há apenas 17 fêmeas e os estudos indicam uma diminuição de 48% a 67% no número de fêmeas que se reproduzem nos últimos anos. Os principais riscos à espécie são, além da caça, a captura acidental dos ovos em redes de pesca e a poluição dos mares, que impede sua reprodução. No Brasil, o Tamar, projeto de conservação internacionalmente reconhecido, têm contribuído para a manutenção da espécie. 


Em todo o mundo, 41% dos anfíbios, 26% dos mamíferos e 13% dos pássaros estão próximos de desaparecer. No Brasil, são 1 173 animais ameaçados, de acordo com o último estudo do Ministério do Meio Ambiente, divulgado em dezembro. Se as estatísticas continuarem crescendo, em meio século, animais como o a onça-pintada, o boto-cor-de-rosa ou o tatu-bola talvez não existam soltos na natureza. 
Além desses bichos carismáticos, que apelam à emoção e são facilmente estampados em camisetas ou broches que convidam à preservação, uma grande população de animais nem tão simpáticos, como besouros, pererecas ou lacraias tem diminuído drasticamente. De acordo com as pesquisas, a maior parte da população de invertebrados, como abelhas ou borboletas, sofreu um declínio de 45% desde os anos 1970. No mesmo período, os vertebrados tiveram uma queda populacional de 30%. No total, 322 espécies desapareceram nos últimos 500 anos.
Os dados são baseados em estimativas, pois os pesquisadores conhecem cerca de 4% de todos os prováveis 11 milhões de animais de habitam o planeta. "Espécies raras e desconhecidas provavelmente estão ainda mais ameaçadas, pois descobrimos primeiros e prestamos mais atenção aos animais comuns", diz o biólogo americano Clinton Jenkins, pesquisador visitante da Universidade Duke, nos Estados Unidos, e do Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ), no Brasil.  
Para o equilíbrio ambiental e o bem-estar humano, o decréscimo dos animais na natureza é problemático. Perder a biodiversidade pode significar o surgimento e crescimento de doenças em humanos e a diminuição dos recursos naturais que movem a economia mundial.

Morcego ('Fueripterus horrens')



Essa espécie de mamífero voador é rara e habita cavernas da América do Sul. No Brasil, sua população diminuiu em decorrência da atividade mineradora. Os pesquisadores estimam que, nos próximos dez anos, a espécie sofrerá um declínio de pelo menos mais 30%. Ao contrário da maior parte dos morcegos, essa espécie se alimenta de insetos, como borboletas. É classificada com vulnerável pelo Ministério do Meio Ambiente brasileiro. 

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Uma pessoa se suicida no mundo a cada 40 segundos, aponta OMS

Tristeza
Suicídio é mais prevalente em países emergentes e pobres (Thinkstock/VEJA)
O suicídio se tornou uma epidemia de proporções globais, mata mais de 800.000 pessoas por ano e é mais prevalente — 75% dos casos — em países emergentes e pobres, não em capitais escandinavas, como a cultura popular insiste. Esses são alguns dados de um levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre suicídio, divulgado nesta quinta-feira. De acordo com o estudo, a cada 40 segundos uma pessoa tira a própria vida no mundo.
 
Por causa do estigma, apenas 60 dos 194 países da OMS coletam dados sobre o fenômeno. Diante dessa realidade, a entidade vai lançar-se em campanha para ajudar governos a desenhar programas de prevenção e reduzir a taxa em 10% até 2020. Hoje, apenas 28 países têm estratégias nacionais de prevenção. 


Brasil — Em termos absolutos, o Brasil é o oitavo país do mundo com maior número de casos de suicídio: O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://saude.estadao.com.br/noticias/geral,especialistas-criticam-modo-como-suicidio-e-tratado-no-brasil,155439811.821 O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://saude.estadao.com.br/noticias/geral,especialistas-criticam-modo-como-suicidio-e-tratado-no-brasil,1554398em 2012. Em proporção ao tamanho da população, no entanto, a taxa é inferior à média mundial. O que preocupa os especialistas é que esse comportamento tem crescido. Em dez anos, o número de suicídios aumentou em mais de 10% no país.

A liderança em termos de números absolutos é da Índia, com 258.000 casos por ano. A China vem em segundo lugar, com 120.000. Na terceira posição estão os americanos, com 43.000 suicídios por ano, seguidos por Rússia, Japão, Coreia, Paquistão e Brasil.

Na liderança em termos proporcionais está a Guiana, com 44 casos para cada 100.000 pessoas. A Coreia do Norte vem em segundo lugar, com 38,5 casos. Sri Lanka, Coreia do Sul e Lituânia dividem a terceira colocação, com 28 casos para cada 100.000 pessoas. Locais associados a esse comportamento, como Suécia, Finlândia e Suíça, registram taxas de 11, 14 e 9 casos para cada 100.000 pessoas. O Brasil está distante desse grupo, mas passou de 5,3 casos por 100.000 pessoas em 2000 para 5,8 em 2012. A média mundial é de 11,4 por 100.000 pessoas.
(Com Estadão Conteúdo)

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Papa Francisco: “sei que vou durar dois ou três anos”

 

papa JMJO papa Francisco mencionou pela primeira vez publicamente a perspectiva de sua morte ao afirmar que não viverá por muito tempo, e reiterou que não descarta uma possível renúncia. Durante uma coletiva de imprensa no avião que o levava da Coreia do Sul a Roma, o Papa de 77 anos, em aparente bom estado de saúde, respondeu a perguntas sobre sua popularidade e o efeito desta sobre ele.
“Eu a encaro como uma generosidade do povo de Deus. Interiormente, tento pensar em meus pecados, em meus erros, para não ficar orgulhoso, porque sei que vou durar pouco tempo. Dois ou três anos. E, depois, vou para ‘a Casa do Pai!”, afirmou, em tom de brincadeira. Esta é a primeira vez que o sumo pontífice fala da perspectiva de sua morte. Segundo uma fonte do Vaticano, Jorge Bergoglio teria confiado aos seus íntimos que acha que ficará à frente a Igreja Católica apenas por alguns anos. Dessa forma, é reavivada a possibilidade de uma renúncia, como a de seu antecessor, Bento XVI, em 2013.
Robson Pires

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Especialistas alertam para aumento do suicídio e avisam: “quanto antes se detectar, mais fácil prevenir”

Detectar os sinais precocemente aumenta as chances de salvar uma vida: depressão é um  dos principais sinais


Detectar os sinais precocemente aumenta as chances de salvar uma vida. Foto: Divulgação
Nem todo suicida quer morrer, apenas quer mudar a situação
No Brasil, estima-se que haja uma média de 25 suicídios por dia. Uma tentativa aumenta em 50% a chance de uma segunda investida. E mais de 90% dos casos estão ligados a problemas de saúde mental. Como se fala muito pouco sobre o assunto — salvo quando um caso como o do músico Champignon ganha as manchetes — os indícios do suicídio, considerado um tabu social, são mal conhecidos. Mas a única forma de evitá-lo é adotar estratégias de prevenção e, para isso, é preciso conhecer os sinais.
“Estão envolvidos em uma tentativa de suicídio os fatores predisponentes, como genética, psiquismo do indivíduo, círculo social, ambiente familiar e até religião. E os precipitantes, aqueles fatores que motivaram o ato”, diz José Manoel Bertolote, autor do livro “Suicídio e sua Prevenção” (Editora Unesp) e especialista em psiquiatria da Unesp em Botucatu.
Mas 90% dos casos de suicídio estão atrelados a algum problema de saúde mental, como depressão, transtornos de personalidade, alcoolismo, abuso de drogas, bipolaridade ou esquizofrenia, entre outros.
“Quem fala não faz” é um mito comum sobre o suicídio. A maioria dos suicidas dá sinais claros de que vai se matar. “São praticamente anúncios. Normalmente os mais jovens são mais diretos. Eles verbalizam claramente, ou avisam pelas redes sociais, por email. Já os mais idosos são mais sutis. Eles se despedem distribuindo posses”, diz Bertolote.
Há também os sinais indiretos, que precisam ser decodificados. Um tipo de sinal, neste caso, é começar a colocar a vida em risco, como abusar de álcool e drogas, dirigir de forma irresponsável, brincar com armas de fogos perigosas. São os chamados suicidas passivos.
Para Karen Scavacini, gestalt terapeuta e mestre em saúde pública de promoção de saúde mental e prevenção ao suicídio, outro mito é relacionado ao tabu que cerca o tema: perguntar se a pessoa pensa em se suicidar não a induzirá ao ato. Ao contrário, falar sobre o assunto pode salvar muitas vidas. “Se você ficou desconfiado diante dos sinais, pergunte a ela: ‘você está pensando em se matar?’ Faça então um encaminhamento desta pessoa. Não precisa ser só para o psicólogo ou para o psiquiatra. Pode ser para o padre, o diretor da escola, o agente comunitário, o bombeiro”, aconselha Karen.
Um estudo realizado pela Unicamp detectou que, no Brasil, 17 de 100 pessoas pensam seriamente em se matar. Com o silêncio que cerca o tema, a abordagem do suicídio como problema de saúde pública ainda engatinha. “Não existe no País saúde pública que dê conta deste fenômeno. A Estratégia Nacional de Prevenção continua até hoje no papel. O médico da unidade básica deveria ser o primeiro a detectar indícios”, diz.
Na Europa, as taxas de suicídio estão diminuindo porque a prevenção funciona. Já nos Estados Unidos foi lançada a campanha “Amigo bravo é melhor que amigo morto”, para incentivar os jovens a não manterem segredo e contarem o que sabem sobre as intenções dos colegas. “No Brasil, simplesmente não se fala no assunto”, completa Karen.
A voluntária do CVV Adriana Rizzo, que dedica quarto horas por semana para ouvir e aconselhar pessoas que pensam em se matar, diz que mudanças bruscas de comportamento são as principais pistas que o suicida dá. “Eram pessoas muito tímidas e, do nada, ficam muito agitadas. Também acontece uma retirada da vida social, um isolamento, ou abuso de álcool e drogas“, alerta.
Além da mudança de personalidade, ligue o alerta quando notar grande alteração alimentar ou de sono, sentimento de desvalor e desesperança. Pessoas que tiveram perdas recentes, como mortes, divórcio, histórico familiar de suicídio ou que tiveram diagnóstico de doença grave, fazem parte do grupo de risco.
O quanto antes se detectar, mais fácil prevenir. “Bem como intervir em crises”, conta a voluntária Adriana. “O nosso trabalho é oferecer atenção e conversar com a pessoa sobre um assunto que ela quer dividir e não consegue, pois se sente julgada, criticada. Ao desabafar e compartilhar o que está lhe afligindo, ela se sente valorizada. A gente procura a entender por que ela quer desistir de viver. Para o copo não transbordar, ela precisa esvaziar o que está sentindo antes”.

Ambivalência
Nem todo suicida quer morrer, apenas quer mudar a situação. Todo suicida é ambivalente: uma hora ele quer, na outra não. De acordo com Bertolote, isso explica porque muitas vezes, quando o suicida fez uso de um método letal e está à beira da morte, bate o desespero e ele se arrepende.
Tanto para quem convive com um suicida em potencial ativo, que toma objetivamente a decisão, quanto para quem vive com um passivo, que adota comportamento abusivo em busca de um “acidente”, o conselho mais importante é não ignorar qualquer sinal. Leve a sério as ameaças e tome providências para ajudar a pessoa em risco. “O tratamento dos transtornos mentais é a primeira intervenção. Isso porque a maioria dos suicidas têm um transtorno como depressão, alcoolismo ou esses dois males associados”, diz Bertolote.
JH

sábado, 7 de abril de 2012

Bebê nasce sem intestinos e sobrevive à espera de transplante



Um bebê romeno nasceu praticamente sem os intestinos e sobrevive na Unidade de Terapia Intensiva em um hospital de Bucareste por um “milagre”, de acordo com a equipe médica que cuida da criança.

Quando nasceu no Hospital da Criança Marie Curie, onde está internado, Andrei (cujo sobrenome não foi revelado) tinha expectativa de apenas alguns dias de vida. Seus pais são menores de idade e também não tiveram a identidade revelada.

Hoje, com oito meses, a esperança sobre sua vida aumentou diante de doações recebidas para que ele seja operado nos Estados Unidos. Equipes de médicos de Harvard e Boston teriam se oferecido para operar o bebê.

Andrei precisa fazer um transplante de intestinos que não é realizado em crianças na Europa.