Mostrando postagens com marcador réu. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador réu. Mostrar todas as postagens

sábado, 1 de abril de 2017

Réu na Lava Jato - Ex-presidente Lula já montou plano para o caso de ser preso, conta revista

Ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT)
Defesa e partido do ex-presidente montaram roteiro pormenorizado para minutos que se seguirem à entrada da PF na cobertura de São Bernardo do Campo

Conforme declarou há três semanas, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva acorda todos os dias achando que será preso. Se vai ser mesmo, e quando, ninguém pode dizer. Mas, caso isso aconteça, já é certo que nem ele nem o PT serão pegos de calças curtas. Isso é o que conta a revista Veja neste sábado 1°.
A defesa e o partido do ex-presidente montaram um roteiro pormenorizado para os minutos que se seguirem à entrada da Polícia Federal na cobertura de São Bernardo do Campo onde mora o petista. Depois de ouvir sete fontes, Veja desvendou os detalhes já definidos da operação.
O plano de contingência do PT para o “Dia D” de Lula terá início em um grupo de WhatsApp batizado de “Tamoios”. O nome é uma referência à aliança formada por povos indígenas brasileiros no século XVI. O grupo Tamoios de WhatsApp reúne cerca de quarenta pessoas, incluindo o presidente do PT, Rui Falcão, senadores do partido e os presidentes da CUT e do MST. Seu objetivo: dar uma demonstração de força do PT e conferir a Lula a aura de “injustiçado”.
Agora RN

sábado, 25 de março de 2017

Ex-presidente Lula afirma que Dallagnol é “moleque” e fica “sentado na Bíblia”

Ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, do PT

Em evento do PT, ex-presidente ataca procurador da República que o acusou de ser ‘comandante máximo’ de organização criminosa

Réu em cinco processos, três deles provenientes da Operação Lava Jato, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou o procurador da República Deltan Dallagnol, chefe da força-tarefa que investiga o esquema de corrupção na Petrobras, de “moleque”. E acrescentou que o procurador, que é fiel da Igreja Batista, acha que “sentar em cima da Bíblia dele” é a solução dos problemas do país.
“Fomos criados para mudar a história deste país e para agir corretamente. Quem comete erro paga pelo erro que cometeu. A instituição é muito forte. E aquele Dallagnol sugerir que o PT foi criado para ser uma organização criminosa… O que aquele moleque conhece de política? Ele nem sabe como se monta um governo. Não tem a menor noção. Ele acha que sentar em cima da Bíblia dele dá a solução de tudo”, disse Lula.
As declarações foram feitas durante o seminário “O que a Lava Jato tem feito pelo Brasil”, promovido pelo PT, em São Paulo. Com a voz fraca e abatido por uma virose, Lula falou menos de dez minutos e chegou a chorar ao dizer que fez um esforço para comparecer ao evento apenas para dar uma satisfação aos mais de 200 convidados que lotaram o auditório de um hotel. Além de dirigentes petistas, o seminário contou com a presença de juristas, jornalistas, sindicalistas e políticos de outros partidos.
As críticas de Lula a Dallagnol cresceram depois que, em setembro do ano passado, o procurador deu uma entrevista coletiva na qual disse que o petista era o “comandante máximo” da organização criminosa que promoveu desvios na Petrobras. Para exemplificar como o petista era o centro do esquema, ele usou uma apresentação em Powerpoint, que tinha o nome de Lula ao centro, cercado por irregularidades cometidas na administração pública e na Petrobras na sua gestão.
A entrevista, transmitida ao vivo por emissoras de TV, tinha por objetivo apresentar denúncia contra o petista no caso do triplex do Guarujá, que a Procuradoria entende ser um presente da construtora OAS ao ex-presidente com dinheiro desviado da estatal. Apesar de ter acusado Lula de ser chefe de uma organização criminosa, Dallagnol não denunciou o ex-presidente por isso, mas por corrupção e lavagem de dinheiro. Lula se incomodou com a afirmação e foi à Justiça contra Dallagnol, pedindo R$ 1 milhão de indenização por danos morais.
Na defesa de Dallagnol, a Advocacia-Geral da União, que defende Dallagnol no caso, disse que o procurador é vítima de “retaliações indevidas” por parte do ex-presidente e que esse tipo de ataque pode comprometer “a independência e o funcionamento adequado do Ministério Público”.
Nesta sexta-feira, Dallagnol não respondeu à fala de Lula. Quando foi processado, ele afirmou que “é natural que pessoas investigadas reajam”. “E quando essas pessoas são poderosas econômica e politicamente, as reações tomam vulto. Não nos surpreendemos, encaramos com naturalidade”, disse à época.
EXCESSOS
Os participantes do seminário do PT defenderam as investigações da Lava Jato, mas destacaram os supostos abusos da força-tarefa. Lula desafiou os procuradores a apontarem quais crimes ele cometeu. “Estou na expectativa para saber qual é o crime que será imputado a mim. Vou nessa briga até o fim. Não tenho negociata. Eles vão ter que provar”, disse o ex-presidente.

Agora RN

domingo, 5 de março de 2017

Juiz Sérgio Moro “inocenta” Marisa Letícia e marca interrogatório de Lula e outros seis réus

Outras seis pessoas que também são réus na ação penal serão interrogadas por Sérgio Moro

Juiz federal atendeu pedido da defesa de 'extinção a punibilidade' da mulher do ex-presidente; petista será interrogado no dia 3 de maio, em Curitiba

O juiz federal Sérgio Moro decidiu, no despacho publicado nesta sexta-feira (3), atender o pedido da defesa de “extinção a punibilidade” de Marisa Letícia Lula da Silva, mulher do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, morta em fevereiro .
“Não havendo condenação criminal, é evidente que o acusado, qualquer que seja o motivo, deve ser tido como inocente. Assim, em vista do lamentável óbito, declaro a extinção da punibilidade de Marisa Letícia Lula da Silva”, escreve Moro no despacho.
Ainda na decisão, o juiz federal marcou para o dia 3 de maio, em Curitiba, o interrogatório do ex-presidente. Nesta ação penal, o casal petista foi acusado de ser beneficiário “de vantagens ilícitas” na reforma de um apartamento tríplex no Guarujá, litoral paulista, pela empreiteira OAS, e na guarda de bens do em um guarda-volumes. O casal sempre negou as acusações.
Audiências
Outras seis pessoas que também são réus na ação penal serão interrogadas por Sérgio Moro. Os empreiteiros da OAS, José Adelmário Pinheiro Filho e Agenor Franklin Magalhães Medeiros, no dia 20 de abril; Fábio Hori Yonamine, Paulo Roberto Valente Gordilho e Roberto Moreira Ferreira, no dia 26 de abril; e o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, no dia 28 de abril.
Denúncia
De acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF), o ex-presidente teria sido beneficiado com propina de aproximadamente R$ 3,7 milhões, pagos pela construtora OAS. Parte do acordo teria sido quitado por meio da compra e reforma do tríplex no condomínio Solaris, no Guarujá, litoral de São Paulo.
A denúncia aponta ainda que a empreiteira OAS teria aceitado, como parte de acertos de propinas destinadas ao PT, entregar e reformar o imóvel – operações que, somadas, equivalem a mais de R$ 2,4 milhões.
Além do episódio envolvendo o apartamento, a construtora também teria pagado, entre 2011 e 2016, as despesas referentes ao armazenamento de presentes que o petista recebeu durante seu período na Presidência da República.
O MPF estima que a empreiteira OAS chegou a pagar cerca de R$ 87,6 milhões em propinas para atuar nas obras das refinarias Abreu e Lima e Presidente Getúlio Vargas, da Petrobras. Deste valor, segundo os procuradores, mais de R$ 3,7 milhões seriam direcionados diretamente ao ex-presidente.
Defesa
Os advogados de Lula questionaram, em nota, a decisão de Sérgio Moro de não “declarar a absolvição sumária” de Marisa Letícia e apenas fazer a “extinção a punibilidade”. Segundo eles, o juiz federam deveria  “absolver sumariamente o acusado quando verificar ‘extinta a punibilidade do agente’”. “Lutaremos para que ela tenha, mesmo após o falecimento, o mesmo tratamento que a legislação assegura a todos os jurisdicionados”, afirmaram os advogados.
Fonte: iG

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Lula se torna réu pela terceira vez - Justiça Federal do DF aceitou denúncia contra o petista por tráfico de influência, organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção passiva na Janus

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fala durante uma coletiva de imprensa com a mídia internacional em São Paulo - 28/03/2016 (Nelson Almeida/AFP)

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se tornou réu pela terceira vez nesta quinta-feira. O juiz federal Vallisney de Souza Oliveira aceitou integralmente a denúncia oferecida na segunda-feira contra o petista pelos crimes de tráfico de influência, organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção passiva na Operação Janus – que investiga negócios suspeitos em Angola com dinheiro do BNDES. O sobrinho do petista Taiguara Rodrigues dos Santos, que tinha contratos milionários com a Odebrecht no país africano, também foi denunciado por organização criminosa e lavagem de dinheiro. Além deles, Marcelo Odebrecht, dono da maior empreiteira do país e preso na Operação Lava-Jato, foi denunciado por organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção ativa. Todos agora são réus no processo.
Em sua decisão de oito páginas, o juiz afirmou que a peça acusatória demonstrou “plausibilidade e verossimilhança das alegações”.  “Essas considerações (…) levam-me a crer que se trata de denúncia plenamente apta, não se incorrendo em qualquer vício ou hipótese que leve à rejeição, até por descrever de modo claro e objetivo os fatos imputados aos denunciados, individualmente considerados, em organização criminosa, lavagem de capitais e corrupção”, escreveu o juiz.
Conforme VEJA antecipou há duas semanas, os investigadores encontraram“indícios de vantagens auferidas pelo ex-presidente e seus familiares em decorrência de supostos serviços prestados”. No esquema mapeado pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal, Lula atuava como “verdadeiro lobista da construtora Odebrecht”. Formalmente, a empreiteira contratava o ex-presidente para dar palestras em países da América Latina e da África, onde a empresa desenvolve projetos bilionários financiados com dinheiro do BNDES. Ao todo, o petista recebeu 7,6 milhões de reais da Odebrecht em sua empresa, a L.I.L.S., e em doações ao Instituto Lula. Nessas andanças pelo exterior, o ex-presidente se encontrava com chefes de Estado e autoridades estrangeiras com os quais discutia assuntos do interesse da construtora — que, por sua vez, contratou a Exergia Brasil, empresa de Taiguara Rodrigues, para ajudar numa obra em Angola.
veja

sábado, 30 de julho de 2016

Lula, Delcídio e mais cinco se tornam réus por obstruir a Lava Jato

Eles são acusados de tentar impedir o ex-diretor da Área Internacional da Petrobras Nestor Cerveró de assinar acordo de delação premiada


Por André Richter/Agência Brasil
A Justiça Federal aceitou nesta sexta-feira (29) denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal no Distrito Federal (MPF-DF) contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-senador Delcídio do Amaral, e mais cinco acusados pelo crime de obstrução das investigações da Operação Lava Jato.
Com a decisão, Lula e Delcídio passam à condição de réus na ação penal, além do ex-controlador do Banco BTG André Esteves, Diogo Ferreira, ex-chefe de gabinete de Delcídio; o empresário José Carlos Bumlai e o filho dele, Maurício Bumlai, e o advogado Edson Ribeiro.
Todos os envolvidos são acusados de tentar impedir o ex-diretor da Área Internacional da Petrobras Nestor Cerveró de assinar acordo de delação premiada com a força-tarefa de investigadores da Operação Lava Jato.
Na semana passada, o MPF reiterou a denúncia contra os acusados, que já haviam sido denunciados ao Supremo Tribunal Federal (STF), pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.
No entanto, no dia 24 de junho, o ministro Teori Zavascki remeteu o processo para a Justiça Federal em Brasília, por entender que a suposta tentativa de embaraçar as investigações ocorreu na capital federal. Além disso, com a cassação do mandato de Delcídio do Amaral, nenhum dos envolvidos permaneceu com foro privilegiado na Corte.
Portal no Ar

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Réu no STF, Cunha pode ser afastado da presidência da câmara

Réu no Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), é apontado como a ‘bola da vez’. A avaliação é que, com a aprovação do impeachment, o vice Michel Temer (PMDB) planeja se livrar da companhia incômoda de Cunha, hoje o único político brasileiro que consegue ser mais impopular do que Dilma Rousseff.
O próprio Cunha já teria começado a alinhavar acordo para tentar sair impune, sem ter seu mandato cassado pelos deputados. Uma das hipóteses seria ele renunciar à presidência da Câmara. Ele nega que tenha essa intenção. “Acho que ele (Cunha) devia renunciar. Já disse isso a ele. Vai chegar o momento em que o processo dele irá ao plenário da Câmara. Tem também o processo no Supremo”, argumenta o deputado Miro Teixeira (Rede-RJ).
Robson Pires