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segunda-feira, 8 de maio de 2017

Dois homens são executados em São Gonçalo do Amarante

Vítimas apresentam marcas de tiros em varias regiões do corpo
De acordo com o Cabo Souza, da Polícia Militar os corpos foram encontrados por volta das 6h por alguns comerciantes que chegaram no endereço para trabalhar

Dois homens ainda não identificados foram encontrados mortos na manhã desta segunda-feira (08), na rua São Francisco, no bairro Golandim, em São Goncalo do Amarante. As vítimas apresentam marcas de tiros em varias regiões do corpo. Nenhum morador quis comentar como aconteceu o duplo assassinato.
De acordo com o Cabo Souza, da Polícia Militar os corpos foram encontrados por volta das 6h por alguns comerciantes que chegaram no endereço para trabalhar. “Existem várias cápsulas de pistola espalhadas pelo chão, mas informações concretas sobre a ação dos atiradores ainda não foram colhidas”, disse.
Apesar do silêncio de algumas testemunhas foi possível saber por parte de algumas pessoas que os tiros foram efetuados durante a madrugada, porém nenhum suspeito foi identificado. A Divisão de Homicídios confeccionou o relatório circunstanciado que será entregue ao delegado de São Gonçalo do Amarante. As informações são do Portal BO.

sábado, 6 de maio de 2017

Três meses após massacre em Alcaçuz, corpos e cabeças ainda aguardam DNA

Corpos em Alcaçuz, em janeiro

Cabeças foram encontradas em buscas sucessivas, depois da rebelião. Antes disso, 11 corpos foram identificados e liberados, sem cabeça, para as famílias

Mais de três meses depois do início da disputa entre facções rivais que resultou em duas semanas de rebelião e 26 mortos, na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, Rio Grande do Norte, as consequências do massacre ainda perduram. Três corpos e 15 cabeças aguardam exame de DNA. A polícia científica do estado não tem laboratório com tecnologia para a análise do código genético. O exame deve ser feito ainda este mês, no laboratório da Polícia Científica da Bahia.
As cabeças foram encontradas em buscas sucessivas, depois da rebelião. Antes disso, 11 corpos foram identificados e liberados, sem cabeça, para as famílias. Com a identificação por meio do DNA, o diretor-geral do Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep), Marcos Brandão, informou que as cabeças vão ser entregues aos familiares para que decidam o destino dos restos mortais. “Não era certeza que essas cabeças apareceriam, foram aparecendo, por sinal, de forma gradativa, algumas só posteriormente. É igual acidente aéreo, a vítima vai ser enterrada com o que foi encontrado.”
Restam também três famílias que ainda não tiveram uma resposta definitiva sobre o destino dos restos mortais de três detentos depois da rebelião. Elas aguardam que os corpos carbonizados e degolados sejam finalmente identificados por meio do DNA. Desde janeiro, os cadáveres estão no Itep. Uma quarta vítima foi enterrada como indigente em abril. Depois da recontagem, além dos 26 mortos, foram contabilizados mais de 50 fugitivos pelo governo estadual.
Marcos Brandão afirmou que as análises de DNA devem ser feitas em maio. “Como a gente não tem [laboratório de DNA] fica dependendo de nos encaixarmos em outro laboratório”, disse. “Vai ser no laboratório da Polícia Científica da Bahia. A gente tem parceria com eles. Os técnicos são nossos, a gente usa a estrutura física e equipamentos deles.”
Segundo Brandão, a rebelião acabou fazendo avançar um processo antigo de abertura de um laboratório de DNA. Uma estrutura do Instituto de Defesa e Inspeção Agropecuária do Rio Grande do Norte (Idiarn) já havia sido doada ao Itep, mas era preciso readequar o espaço. A obra está orçada em R$ 280 mil. Brandão informou que os recursos estão garantidos, e a licitação deve sair no dia 15 de maio. “Até o final do ano esperamos ter o nosso laboratório de DNA.”
Reformas e superlotação
Aos que sobreviveram ao motim, é preciso lidar com a superlotação. Antes da rebelião eram cerca de 1.150 presos para 620 vagas, levando em conta a Penitenciária de Alcaçuz e a Penitenciária Rogério Coutinho Madruga, outra unidade que fica no mesmo terreno de Alcaçuz e é chamada de Pavilhão 5. Foi desse último espaço, controlado pelo Primeiro Comando da Capital, que escaparam os presos, no dia 14, para atacar o Pavilhão 4, dominado pelo Sindicato do Crime do RN.
A rebelião deixou um rastro de destruição no local, mas os problemas estruturais são mais antigos. Desde 2015 as celas não tinham grades (por causa de outro motim), o que deixava os detentos livres para circular dentro dos pavilhões. Com a retomada do controle de Alcaçuz, o governo estadual anunciou uma reforma emergencial. A obra, contratada com dispensa de licitação, foi orçada em R$ 1,9 milhão.
Com isso, segundo a Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania (Sejuc), cerca de 90% do contingente das duas penitenciárias estão abrigadas provisoriamente no Pavilhão 5, ou Penitenciária Rogério Coutinho Madruga. Ao todo, são 846 presos em Alcaçuz e 473 no Coutinho. O Pavilhão 3 já ficou pronto e, segundo a Sejuc, recebeu vistoria de equipe médica da prefeitura de Nísia Floresta – município onde fica Alcaçuz – e de representantes do governo estadual. Serão transferidos 300 presos que estavam provisoriamente no Pavilhão 5. A data e os detalhes da transferência não foram divulgados pela secretaria “por questões de segurança”
A construção de outras unidades prisionais também foi anunciada à época, como uma saída para a crise. Uma delas é a Cadeia Pública de Ceará-Mirim, que deveria ter sido entregue em 2016. A Sejuc diz que a unidade, com 603 vagas, está com 70% das obras concluídos e deve ser inaugurada no segundo semestre de 2017.
De acordo com a Sejuc, o número de presos a serem transferidos de Alcaçuz para as novas unidades prisionais ainda está sendo decidido pela Coordenação de Administração Penitenciária. Ainda assim, a população carcerária do estado como um todo é maior que o número de vagas a serem criadas. A secretaria informou que existem cerca de 8 mil detentos para 4 mil vagas atualmente.
Fechamento definitivo
Na reforma de Alcaçuz, mudanças foram feitas em relação ao projeto original, que vão desde travas das celas mais modernas a reforço de concreto no chão. Em relação a adaptações que seriam realizadas do lado de fora, como proteção do perímetro do presídio e concretagem junto ao muro para evitar túneis de fuga, a Secretaria de Justiça não detalhou quais ações anunciadas no dia 23 de janeiro já estariam prontas ou foram iniciadas.
Mesmo com o anúncio da reforma, o governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria, manifestou em pelo menos duas ocasiões o desejo de desativar a Penitenciária de Alcaçuz. Para ele, a escolha do local (uma duna próximo a uma área de expansão turística) e a concepção do projeto foram erradas desde o princípio. O Ministério Público do Rio Grande do Norte abriu inquérito civil questionando essas manifestações.
As reformas estão sendo orientadas pela Força Tarefa de Intervenção Penitenciária (FTIP), grupo criado pelo Ministério da Justiça este ano para ajudar na crise dos sistemas prisionais dos estados. No total, 85 agentes penitenciários, de quatro estados brasileiros, atuam no Rio Grande do Norte, especialmente em Alcaçuz, desde o fim de janeiro.
“[Alcaçuz] é um presídio bom”, disse o coordenador da FTIP no estado, Mauro Albuquerque. “Tem uma estrutura boa, muro, os blocos são bons, estão sendo reformados, então vai funcionar bem”, destacou em entrevista à Agência Brasil.
Já a presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Rio Grande do Norte (Sindasp-RN), Vilma Batista, concorda que o local escolhido não foi adequado. “O tamanho da penitenciária também desfavorece. É muito grande, e a gente não tem visão dela toda”. Porém, ela classifica o fechamento definitivo de Alcaçuz de “desperdício de dinheiro público”. “Foi um investimento muito alto na penitenciária. O que deveria ser feito era reaproveitar. Temos outro nível de população carcerária, presídio feminino. E também porque não há tempo hábil para a construção de novas unidades. Mesmo que se construa Ceará-Mirim e mais duas unidades ainda não vai desafogar a superlotação que temos hoje.”
Sobre o desejo do governador de fechar definitivamente Alcaçuz, a Secretaria de Justiça informou que “o fechamento ainda não foi confirmado nem tem data para acontecer”.
Agora RN

sábado, 21 de janeiro de 2017

Em Alcaçuz, novas partes de corpos são encontradas e resgatadas por peritos do Itep

Agentes do Itep trabalham para achar possíveis novos corpos de presos em Alcaçuz

Segundo informações do Itep, partes de cadáveres dos presos foram encontradas nos pavilhões 2, 3 e 4 do presídio - onde não há detentos no momento

Na tarde deste sábado (21), três equipes de peritos do Instituto Técnico-Científico de Polícia (Itep) retornaram à penitenciária de Alcaçuz, em Nísia Floresta, aproveitando a intervenção do governo do Rio Grande do Norte, para investigarem onde estariam os outros corpos de presidiários assassinados durante o confronto entre membros das facções do PCC e do Sindicato do Crime, que – até então – havia deixado 26 mortos contados.
Segundo informações do Itep, que continuará buscando possíveis novos cadáveres, partes de corpos dos presos foram encontrados nos pavilhões 2, 3 e 4 – onde não há detentos no momento – do complexo prisional. O Itep, contudo, não deu maiores informações sobre as buscas e os materiais recolhidos.
Além disso, seguindo a informação dos próprios presos de que haveria mortos jogados em uma das fossas de Alcaçuz, uma equipe da Companhia de Águas e Esgoto (Caern) também foi levada ao presídio para encontrá-la e tentar esvaziá-la.
Agora RN

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Contratados da Record postam foto completamente pelados no Instagram; confira!

A Rede Record está exibindo, nas noites de terça-feira, o reality show “Power Couple”, comandado por Roberto Justus, onde reúne vários casais de artistas na mesma casa. A  Rede Record está exibindo, nas noites de terça-feira, o reality show “Power Couple”, comandado por Roberto Justus, onde reúne vários casais de artistas na mesma casa. Apesar de ser gravado, ele está ganhando grande repercussão nas redes sociais.
Os participantes estão cada vez mais ousados. Prova disso é que a atriz Laura Keller, em seu perfil no Instagram, surpreendeu ao publicar uma foto completamente sem roupa, ao lado do marido, Jorge Souza, que também aparecia completamente nu.
No programa da Record, onde eles estão contratados, o prêmio para o casal vencedor é de R$ 1 milhão. Apesar da ousadia, a foto foi bastante elogiada nos comentários, e os seguidores entraram na onda, postando frases de incentivo aos dois.
“Estou amando vocês no programa”, disse uma. “Que foto maravilhosa, lindíssima, um belo casal”, escreveu outro. Laura é conhecida por ter atuado na série “Pé na Cova”, por ter sido a Mulher Múmia em 2012, e ter sido candidata ao Miss Bumbum Curitiba.

Fonte:tv foco