Mostrando postagens com marcador pessoas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pessoas. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 31 de março de 2017

Desemprego atinge patamar recorde de 13,5 milhões de pessoas no Brasil

País está com alto índice de desempregados
Em um ano, o país perdeu 1,788 milhão de postos de trabalho, sendo 1,134 milhão com carteira assinada; no mesmo período, população desempregada aumentou em 3,176 milhões

O País registrou o patamar recorde de 13,547 milhões de pessoas desempregadas no trimestre encerrado em fevereiro de 2017, dentro da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), iniciada no primeiro trimestre de 2012 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O resultado significa que há mais 3,176 milhões de desempregados em relação a um ano antes, o equivalente a um aumento de 30,6%. Ao mesmo tempo, o total de ocupados caiu 2,0% no período de um ano, o equivalente ao fechamento de 1,788 milhão de postos de trabalho.
Como consequência, a taxa de desemprego passou de 10,2% no trimestre até fevereiro de 2016 para 13,2% no trimestre até fevereiro de 2017, também a mais alta já registrada na série histórica da pesquisa.
A taxa de desemprego só não foi mais elevada porque 730 mil brasileiros migraram para a inatividade no período de um ano. O aumento na população que está fora da força de trabalho foi de 1,1% no trimestre encerrado em fevereiro ante o mesmo período de 2016.
O nível da ocupação, que mede o porcentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar, foi estimado em 53,4% no trimestre até fevereiro, o mais baixo de toda a série histórica.
Vagas formais. O mercado de trabalho no País perdeu 1,134 milhão de vagas com carteira assinada no período de um ano. O total de postos de trabalho formais no setor privado encolheu 3,3% no trimestre encerrado em fevereiro de 2017, ante o mesmo período do ano anterior.
Já o emprego sem carteira no setor privado teve aumento de 5,5%, com 531 mil empregados a mais. O total de empregadores cresceu também 9,5% ante o trimestre encerrado em fevereiro de 2016, com 359 mil pessoas a mais.
O trabalho por conta própria encolheu 4,8% no período, com 1,129 milhão de pessoas a menos nessa condição.
Houve redução ainda de 161 mil indivíduos na condição do trabalhador doméstico, 2,6% de ocupados a menos nessa função. A condição de trabalhador familiar auxiliar também encolheu, -2,9%, com 66 mil ocupados a menos.
Setores.  A indústria manteve as dispensas de empregados no País. A atividade cortou 511 mil trabalhadores no período de um ano.
O total de ocupados na indústria recuou 4,3% no trimestre encerrado em fevereiro de 2017 ante o mesmo período do ano anterior. Já a construção extinguiu 749 mil postos de trabalho em fevereiro ante um ano antes, queda de 9,7% na ocupação no setor.
O comércio dispensou 193 mil empregados no trimestre encerrado em fevereiro ante o mesmo período do ano anterior, queda de 1,1% na ocupação no setor.
Outras atividades com corte de vagas foram agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (-702 mil empregados, recuo de 7,4% no total de ocupados), administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (-242 mil vagas, queda de 1,6%) e serviços domésticos (-193 mil empregados, redução de 3,1% no total de ocupados).
O setor de Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas – que inclui alguns serviços prestados à indústria – registrou um avanço 208 mil vagas em um ano, 2,2% de ocupados a mais.
Também houve aumento em fevereiro no contingente de trabalhadores de alojamento e alimentação (+409 mil empregados), outros serviços (+119 mil pessoas) e transporte, armazenagem e correio (+72 mil ocupados).
A renda média real do trabalhador foi de R$ 2.068 no trimestre até fevereiro. O resultado representa estabilidade em relação ao mesmo período do ano anterior.
A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 180,2 bilhões no trimestre até fevereiro, estável ante igual período do ano anterior.
Desde janeiro de 2014, o IBGE passou a divulgar a taxa de desocupação em bases trimestrais para todo o território nacional. A pesquisa substituiu a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), que abrangia apenas as seis principais regiões metropolitanas, e também a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) anual, que produzia informações referentes somente ao mês de setembro de cada ano.
Agora RN


sexta-feira, 1 de abril de 2016

Número de obesos no mundo cresceu seis vezes nos últimos anos, diz estudo

20160401071622244991o (1)O número de obesos no mundo cresceu seis vezes nas últimas quatro décadas, subindo de 105 milhões de pessoas acima do peso em 1975 para 641 milhões em 2014. A revelação é resultado de um grande estudo internacional, publicado ontem na revista The Lancet, que considerou mais de 1,6 mil levantamentos feitos em 186 países no período analisado. O trabalho mostra que a média global de peso por indivíduo subiu 1,5kg a cada década e que esse ganho se deu de forma bastante desigual entre a população, com um aumento acelerado da proporção de pessoas com obesidade severa. De acordo com as projeções apresentadas, se as pessoas continuarem a engordar nesse ritmo, cerca de um quinto da população mundial estará acima do peso saudável em menos de 10 anos.
No Brasil, é possível notar uma escalada média de 0,1 ponto no índice médio de massa corporal da população por ano. Ao longo de quatro décadas, os homens e as mulheres brasileiros atingiram a taxa de 25,6 e 26, respectivamente, se tornando oficialmente uma população acima do peso saudável. Em 2014, o país atingiu a marca de quase 30 milhões de pessoas acima do peso, cerca de um terço delas na lista de obesidade severa. Em termos absolutos, fazemos parte da lista de cinco nações com maior número de obesos do mundo. “A média já está preocupante”, alerta Ana Paula Cândido, professora da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e autora de um dos estudos usados na análise mundial publicada na The Lancet.
Robson Pires

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Brasil teve mais de 2,3 mil pessoas mortas por PMs em serviço em 2014

Levantamento exclusivo feito pelo G1 com base nos dados das secretarias da Segurança Pública mostra que ao menos 2.368 pessoas morreram em 2014 somente em ações de policiais militares em serviço em 22 estados do país. Isso significa seis mortos por dia, em média.
Cinco estados concentram os maiores números: São Paulo (695 mortes), Rio de Janeiro (582), Bahia (256), Paraná (178) e Pará (159). O Rio Grande do Norte ficou na sétima posição (69). Minas Gerais e Rondônia afirmaram não possuir o número de pessoas mortas nas ações policiais em 2014. Já as PMs do Distrito Federal e de Mato Grosso do Sul não responderam aos questionamentos da reportagem.
Robson Pires

terça-feira, 29 de julho de 2014

Tristeza: Mais de 2.500 socorristas do 11 de setembro estão com câncer

   
 Mais de 2.500 pessoas que trabalharam no resgate de vítimas dos atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos, quando foram derrubadas as Torres Gêmeas, sofrem de câncer.

De acordo com o jornal local New York Post, um número crescente de pessoas está buscando indenização. No ano passado, cerca de 1.140 casos similares foram registrados.
Segundo o Programa de Saúde ligado ao World Trade Center no Hospital Mount Sinai, em Nova York, 1.655 dos 37 mil policiais, entre outros funcionários da prefeitura e voluntários que trabalharam no local do atentado, estão com câncer.
O número sobe para 2.518 quando são somados os bombeiros e paramédicos que prestaram ajuda no local.
Um capitão dos bombeiros aposentado, de 63 anos, que trabalhou incansavelmente por uma semana depois de 11 de setembro e passou meses nos escombros das Torres, recebeu recentemente uma indenização de cerca de R$ 3 milhões (US$ 1,5 milhões) do “Fundo de Compensação para Vítimas do 11/9″ por problemas no pulmão e câncer inoperável no pâncreas.

Fonte: R7

sábado, 12 de janeiro de 2013

Dez profissões que podem causar depressão: ser PROFESSOR está no meio.



O GLOBO – Algumas profissões são mais estressantes que as outras, geralmente por causa de cargas horárias exaustivas ou excesso de responsabilidades e cobranças. Mas há também aquelas que causam um efeito depressivo nos profissionais. A revista Health Magazine listou as profissões que mais causam depressão. Confira abaixo:
Enfermeiro particular – Trabalhos que envolvem cuidados particulares, na casa do paciente (home care), geram depressão em quase 11% dos profissionais, segundo a revista americana. Um dia de trabalho típico nesta profissão pode incluir banho, alimentação e outros tipos de cuidados em pessoas que, muitas vezes, não conseguem expressar nenhum tipo de reação ou gratidão, devido a suas enfermidades, como é o caso de idosos.
Garçom/garçonete – Em segundo lugar do ranking, aparecem esses profissionais que trabalham diretamente com o atendimento aos clientes. Nesta área, 10% relataram um episódio de depressão no último ano. Entre as mulheres, este número sobe para 15%.
Assistentes sociais – Lidar com crianças vítimas de abuso ou famílias em dificuldades ou à beira de um colapso são motivos suficientes para uma crise depressiva, aponta a publicação. Sem falar nos processos longos e burocráticos que estes profissionais têm que enfrentar.
Profissionais de saúde – A categoria inclui médicos, enfermeiros, terapeutas e outras profissões da área de saúde. Estes profissionais geralmente lidam com horários irregulares e enfrentam, diariamente, o dilema de lidar com a vida humana. Neste caso, o estresse pode gerar problemas mais graves de saúde relacionados à depressão.
Artistas e escritores – De acordo com a Health Magazine, é fácil encontrar entre pessoas criativas uma alta taxa de indivíduos com transtornos de humor. Esta é a categoria com maior probabilidade de episódios de depressão entre os homens, com cerca de 7%.
Professores – A cobrança que recai sobre esses profissionais fazem com que eles levem trabalho para casa e até se envolvam em problemas pessoais de seus alunos, que podem ser crianças carentes e exigem maior atenção. O professor tem um importante papel na formação das pessoas, o que pode gerar um efeito negativo se não for muito bem trabalhado.
Profissionais administrativos – Pessoas que trabalham nesta área enfrentam o problema de alta demanda e cobranças. Estão na linha de frente, acabam recebendo ordens de todos os lados. Profissionais de suporte administrativo podem ter dias imprevisíveis e, muitas vezes, não têm seu trabalho reconhecido.
Técnico em manutenção – Este é o profissional que, na maioria das vezes, é lembrado quando acontece algo errado. Pessoas que lidam com manutenção precisam ter paciência para enfrentar situações onde o estresse está elevado. Além disso, enfrentam horários diferentes a cada semana, e trabalhos nos fins de semana são frequentes. O salário baixo acaba facilitando o surgimento de episódios de depressão.
Contadores – Lidar com os gastos, poupança, aposentadorias e ficar em dia com as responsabilidades fiscais geram muito estresse, ainda mais quando o profissional trabalha com vários clientes. É uma profissão que carrega muitas responsabilidades e um erro pode gerar problemas graves para o cliente. Tal carga emocional faz com que a profissão entre na lista das que mais contribuem para um quadro depressivo.
Vendedores – Muitos desses profissionais trabalham por comissão: nunca sabem quanto vão receber no próximo pagamento. Como a função é geralmente realizada individualmente, não há um trabalho em equipe, o que pode gerar um sentimento de solidão e, até mesmo, de rivalidade. Isso também pode fazer aflorar os sintomas de depressão.