O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Dias Toffoli, indeferiu pedido apresentado pelo PV e seu candidato a presidente, Eduardo Jorge, para o adiamento por três dias do início do horário eleitoral gratuito no rádio e na TV, que começa na próxima terça-feira (19).
A sigla e o candidato solicitaram o adiamento em razão do acidente aéreo que vitimou o candidato a presidente Eduardo Campos (PSB) e equipe. Em sua decisão, o presidente do TSE destaca que, “não há como postergar o início da propaganda gratuita, pois a matéria é estabelecida pela legislação eleitoral e não por ato de vontade da Justiça Eleitoral”.
O deputado Federal, Paulo Wagner (PV) retirou sua candidatura a reeleição à Câmara do Deputados. Paulo Wagner informou o PV da decisão há três dias, alegando problemas de saúde. No entanto, no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) consta o pedido de registro de candidatura, ainda aguardando julgamento.
Embasado no discurso de união pelo Rio Grande do Norte, um grupo formado por sete partidos entregou neste sábado (17) um manifesto de apoio às pré-candidaturas de Henrique Eduardo Alves (PMDB) para o governo e Wilma de Faria (PSB) para o Senado. Assinam o documento PV, PHS, PEN, PRP, PRTB, PPS E PTB. O PSDC, outra legenda que conversava com o grupo, anunciou que prefere aguardar uma reunião interna antes de tornar público seu posicionamento.
Além de Henrique e Wilma, o anúncio do apoio, realizado num escritório de advocacia em Lagoa Nova, contou com a presença do ministro Garibaldi Filho (PMDB) e dos sete presidentes que assinam o manifesto, entre eles o senador Paulo Davim, do PV. O deputado Henrique Alves agradeceu nominalmente os presidentes dos partidos e destacou a importância do diálogo no processo de aproximação das legendas.” A nossa primeira conversa já tem quase dois meses. Realizamos intenso debate, respeitamos tempos de vocês e esperamos pacientes esse momento grandioso”, afirmou.
Henrique disse que todos os partidos da aliança vão participar da elaboração do projeto de governo e voltou a ressaltar a importância do diálogo e da união. “Estamos prontos para superar o radicalismo do passado que tanto mal fez ao RN. Vamos formatar um grupo de trabalho e nos dedicar a elaborar uma proposta clara e realista”.
O pré-candidato do PMDB também fez questão de destacar a experiência dos ex-governadores Wilma de Faria e Garibaldi Filho dentro da aliança. “Certamente, pelo que eles viveram, vão me ajudar para que eu erre menos e acerte mais. É um somatório de experiências em favor do Estado”, afirmou. Ele acrescentou que a proposta da coligação tem três rumos: agregar, unindo forças; descentralizar, dividindo responsabilidades; e planeja para evitar o improviso.
Ex-ministra Marina Silva foi contra temas defendidos pelo PV. Foto: José Cruz/05.10.2013/ABr
Quatro anos depois de ter como candidata ao Planalto a ex-ministra Marina Silva, o PV se prepara para levar à campanha presidencial temas polêmicos como liberar o aborto além das situações permitidas pela atual legislação e descriminalização do consumo de maconha.
Os dois assuntos foram descartados em 2010 em função da religião da então candidata — Marina é evangélica.
Esses temas fazem parte dos dez pontos programáticos lançados na última segunda-feira (24) para discussão interna pelo pré-candidato do PV, o ex-deputado Eduardo Jorge. Na campanha passada, o partido não só passou longe desses temas como Marina se colocou publicamente contrária tanto à descriminalização do aborto como à da maconha. Naquele ano, a ex-ministra obteve quase 20 milhões de votos e ficou em terceiro lugar na disputa contra a petista Dilma Rousseff e o tucano José Serra.
“Não vamos fazer campanha olhando para 2010″, disse Eduardo Jorge. “Questões de orientação sexual, reforma política, reforma tributária e relações com a agricultura não foram bem defendidas em 2010.”
Ao contrário de quatro anos atrás, o PV não utilizará no programa de governo a “cláusula de consciência”, dispositivo incluído no documento de 2010 como solução para abrigar a candidatura de Marina, que se desfiliou em 2011. Isso porque, segundo integrantes do partido, a defesa do aborto e da maconha sempre foi uma bandeira da legenda, mas isso acabou sendo “temporariamente” revisto para a ex-ministra se candidatar pela sigla.
“Essas questões são responsáveis pelo sofrimento de milhares e milhares de famílias. Vamos dar a elas uma opção, a forma de melhor apoiar os brasileiros que se defrontam com esses problemas”, explicou Eduardo Jorge. O ex-deputado reconhece que, entre os eleitores que votaram na candidata do PV em 2010, havia conservadores que foram atraídos pelas convicções pessoais e religiosas de Marina. Afastar o PV desse eleitorado, garantiu o pré-candidato, não é problema, mas solução.
“Ali estavam os descontentes com o PT, o PSDB, a administração Lula/Dilma, ecologistas, religiosos, evangélicos e mesmo conservadores atraídos pela candidata”, disse Eduardo Jorge. “Não nos interessa se vamos perder ou ganhar votos ao abordar questões tão importantes (como aborto e maconha). Não vamos fugir delas.”
Alternativa
Com o debate sobre aborto e uso de maconha, o PV acredita que será a “novidade da eleição”, como definiu Eduardo Jorge. O ex-deputado acredita que, assim, o PV poderá ser o contraponto às propostas das principais candidaturas presidenciais – além de Dilma, as do senador tucano Aécio Neves (MG) e a do governador pernambucano, Eduardo Campos (PSB).
“O PV é uma corrente política que encarna novidades como a cultura de paz e o desenvolvimento sustentável”, explicou o pré-candidato. “Faz críticas tanto ao capitalismo quanto ao socialismo. Ambos, desprezando os limites ambientais, colocaram a humanidade no século 21 diante de uma crise econômica, social e ambiental sem precedentes.”
Está será a quarta vez que o PV terá candidato próprio a presidente. O melhor resultado foi obtido em 2010, com Marina. A estreia, em 1989, foi com o jornalista e hoje ex-deputado Fernando Gabeira, que obteve 0,17% dos votos na eleição vencida por Fernando Collor. Em 1998, quando Fernando Henrique Cardoso (PSDB) venceu a reeleição no primeiro turno, o PV lançou o deputado Alfredo Sirkis — aliado de Marina que foi com ela para o PSB — e ficou 0,31% dos votos.
Seis partidos menores do Estado se uniram e fecharam um pré-acordo para realizarem uma aliança proporcional para a Câmara dos Deputados e a Assembleia Legislativa. Na futura coligação PV, PMN, PSDC, PSL, PEN e PRP.
Dirigente do PV, o senador Paulo Davim participou do encontro. O PV terá o deputado federal Paulo Wagner como candidato à reeleição e possivelmente o vereador Luiz Almir disputando uma vaga na Assembleia Legislativa. Na coligação também tem o PMN do deputado Antônio Jácome, que deve ser candidato a federal e lançar o filho-vereador Jacó Jácome a estadual.
O PSB e o PV do Rio Grande do Norte se reuniram nesta segunda-feira (04), para discutir possíveis caminhos para as eleições de 2014. Liderados pela ex-governadora Wilma de Faria e pelo senador Paulo Davim, respectivamente, as legendas expuseram suas prioridades com relação ao próximo pleito, assim como chegaram à conclusão de que possuem em comum pontos importantes, como a insatisfação com a atual gestão estadual, além de identificação programática.
Wilma considerou a reunião positiva, visto que foi a primeira vez que sentou para conversar oficialmente com o PV e por considerar uma legenda importante, que pode vir a somar com os projetos do PSB. Os dirigentes informaram que continuarão a realizar eventos, como seminários, para discutir as conjunturas local e nacional e estão abertos a voltar a conversar sobre possíveis alianças,seja na composição majoritária ou proporcional.
Agora é oficial: a ex-prefeita Micarla de Sousa está dando por encerrada sua carreira política. O ato foi consumado por meio de carta com pedido de desfiliação entregue ao partido Verde na terça-feira. O documento, entretanto, só foi dado como recebido ontem. Ao todo, a carreira de Micarla de Sousa durou nove anos, de 2004, quando elegeu-se vice-prefeita; passando pela Assembleia Legislativa; culminando com um mandato de prefeita que durou de 2008 a 2012, quando foi afastada antes do final do mandato. O pedido de desfiliação foi apresentado nove meses após ela, ainda como prefeita, ter anunciado que não concorreria à reeleição; e a poucos dias de completar seis meses de seu afastamento da Prefeitura, pedido pelo Ministério Público.
Por telefone, no final da tarde de ontem, a jornalista explicou o porquê de agora pedir a desfiliação. Segundo ela, esse tempo entre o primeiro anúncio (de que não concorreria à prefeitura novamente) se deveu ao fato de que foi muito mais difícil deixar a legenda do que deixar a política naquele momento. Micarla contou que dentro do Partido Verde fez muitas amizades e compartilhou muitos sonhos. “Me identifiquei demais com o partido. Foi um amor muito grande”, disse.
A jornalista explicou que por conta desse sentimento pela legenda, naquele primeiro momento (há nove meses), não conseguiu sair da política em definitivo. Além disso, na opinião da ex-prefeita, sua contribuição nessa área (política) já foi dada. “Sinto que essa disciplina, eu já paguei. É só olhar o que foi feito no período que fui prefeita, como a questão do plano de cargos dos servidores, as 53 escolas, e tudo mais”. Micarla de Sousa contou que também escreveu ao presidente nacional do partido, Luís Penna, justificando sua saída porque ela fazia parte da Executiva Nacional do PV.
Quanto à possibilidade de retornar à vida pública e concorrer a algum cargo novamente, ele afirmou que não há a menor possibilidade disso ocorrer. “Não posso, não quero, não vou me filiar a outro partido”, afirmou. E acrescentou: “Hoje foi o término de uma etapa da minha vida. Quero poder estar com toda a paz e a tranquilidade para cuidar dos meus filhos e da minha saúde”.
Micarla de Sousa lembrou que quando deixou a carreira de jornalista para entrar na política, teve de abdicar de muitos momentos importantes na sua vida, como a criação dos filhos. E que agora quer se dedicar somente a isso. “Não me arrependo. Foi um tempo de muito crescimento, mas a vida é feita de ciclos e dou por concluído este. Não quero mais nada que possa me tirar de perto dos meus filhos”.
Ela ilustrou a situação de agora com a seguinte declaração: “Já teve a Micarla jornalista; a Micarla empresária, administradora de empresas; e a Micarla prefeita. Agora só vai ter a Micarla mãe”. A jornalista contou ainda que, fora da política, também não está com planos de retomar às carreiras anteriores. Segundo ela não há planos de voltar a apresentar programas jornalísticos ou qualquer atividade do tipo. “Hoje o tempo que eu tenho disponível é exclusivo para os meus filhos. Tenho ajudado a minha mãe. Mas não tenho nenhuma função executiva”, disse.
Ela informou ainda notícia sobre seu estado de saúde, que chegou a ser motivo de afastamento, durante o mandato de prefeita. De acordo com a jornalista, os exames têm mostrado que está tudo bem com seu coração. “Meu corpo tem respondido muito bem a esse tempo de paz”. E encerrou a entrevista reiterando seu maior desejo na atualidade: “Eu só quero viver em paz”.
Luiz Penna e Paulo Davim receberam apoio de lideranças do PMDB, senador Garibaldi Alves e deputado Henrique Eduardo Alves
O PV do Rio Grande do Norte escolheu neste sábado (01/12/2012) a sua mais nova direção para simbolizar "um novo tempo" e tentar "amenizar o passado". O encontro reuniu dirigentes, militantes e alçou o senador Paulo Davim (PV) à condição de novo presidente do diretório regional da legenda - principal posto no Estado. O evento foi também prestigiado por algumas das principais lideranças potiguares. Do ministro da Previdência, Garibaldi Alves (PMDB); do líder do PMDB na Câmara Federal, Henrique Alves (PMDB); e do presidente da Assembleia Legislativa, Ricardo Motta (PMDB); os pevistas receberam apoios para enfrentamento da nova fase e a promessa de parcerias para a espécie de "refundação" que está se querendo imprimir ao partido. "O PV precisa viver uma nova hora e nós só temos a lamentar o que passou. Mas esse partido vai dar a volta por cima", enfatizou Garibaldi.
Micarla de Sousa (PV), a presidente do diretório afastada, foi a única já esperada - e sentida - ausência entre os potiguares. O diretório nacional foi representado pelo presidente Luiz Penna; e pelos coordenadores da região nordeste Denis Soares e Marcelo Silva. Os pevistas que dispõem de mandatos eletivos no âmbito da capital e de alguns municípios também estiveram presentes. Além de Davim, prestigiaram o evento o presidente de honra do PV/RN, Rivaldo Fernandes, o deputado federal Paulo Wagner, o deputado estadual Gilson Moura, e os vereadores Edivan Martins, Aquino Neto e Luiz Almir (eleito).
Nova postura do PV
O novo presidente estadual do PV, Paulo Davim, informou também sobre a posição de independência que será adotada pelo partido tanto nas esferas municipal [na capital] quanto na estadual. "Não vamos ser oposição e nem Governo", disse ele. O Partido Verde foi o terceiro que mais elegeu vereadores no Rio Grande do Norte. Em Natal, dois nomes são certos - o de Aquino Neto e Luiz Almir - e um continua brigando na Justiça, que é Edivan Martins. O atual presidente da Câmara Municipal de Natal está com o mandato nas mãos depois que foi alçado à condição de eleito, com as punições à Raniere Barbosa (PRB) e George Câmara (PC do B). No entanto, um novo julgamento no âmbito do Tribunal Regional Eleitoral (TRE/RN), ainda em curso, têm apontado uma maioria que favorece os parlamentares do PRB e PC do B.
O senador Paulo Davim (PV) confirmou em entrevista ao DN Online que irá assumir no próximo dia 1º de dezembro o diretório estadual do partido com a promessa de reestruturação.
“Vamos assumir com o objetivo de fortalecer o partido após essa página triste na história de Natal. Queremos construir um novo cenário para o PV, estamos em dívida com a população”, contou o senador.
Ainda segundo Paulo Davim, para superar o momento de crise após a administração da ex-prefeita Micarla de Sousa será necessária humildade para refletir sobre a crise do partido.
“Para superar esta crise é necessário assumir os erros cometidos e ter um banho de humildade e com todo o cuidado projetar o futuro do partido, tanto nas prefeituras quando no posicionamento em cidades pólos no Estado”, enfatizou Davim.
Sobre o futuro da ex-prefeita Micarla de Sousa no Partido Verde, Davim afirmou que não teve nenhum contato com a ex-prefeita desde a sua destituição do partido com o afastamento judicial da Prefeitura.
A posse de Paulo Davim ocorrerá em um seminário no dia 1º de dezembro com prefeitos, vice-prefeitos e vereadores do partido eleitos no RN. “Será uma oportunidade de planejar o futuro do partido neste novo cenário de reestruturação. Teremos a presença do presidente nacional do PV, José Luiz Penna e do deputado Fernando Gabeira”, explicou o senador.
A
prefeita Micarla de Sousa (PV) rebateu a nota do jornalista Felipe
Patury, de Época, e negou que pretenda abrir filial da Igreja Batista de
Lagoinha, da qual é adepta.
No texto, a prefeita afirma que a
nota "é totalmente improcedente e desprovida de verdade" e que não vai
fundar uma filial da Igreja Batista de Lagoinha, de Belo Horizonte, em
Natal ou em qualquer outra cidade.
Micarla lamentou ainda que a
nota, "escrita de forma jocosa, não tenha sido precedida da devida
apuração dos fatos, consultando o outro lado".
Com
a decisão da prefeita Micarla de Sousa (PV) de não disputar a
reeleição, o deputado estadual Hermano Morais, candidato a prefeito de
Natal, elegeu as gestões do ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT) e da
ex-governadora Wilma de Faria (PSB) como alvos de suas críticas. O
candidato atribuiu ao ex-prefeito, que geriu a cidade duas vezes, e à
ex-governadora, que foi prefeita da capital durante três mandatos, a
culpa pelos principais problemas que a cidade enfrenta hoje.
Apesar de, como vereador, ter apoiado tanto as gestões de Carlos
Eduardo quanto as administrações de Wilma, o peemedebista agora adotou
uma postura crítica em relação a ambos. “Durante a campanha, mostraremos
aos eleitores de Natal que nosso adversário e sua companheira de chapa
governaram a cidade cinco vezes e não resolveram os problemas que a
população enfrenta. Essa situação que Natal vive hoje não pode ser
imputada somente à atual administração, mas também aos governos
passados”, observou.
Com a atitude tomada pelo prefeitável Hermano Morais, as
lideranças do Partido Verde, presidido no Estado pela prefeita de Natal,
Micarla de Sousa (PV), já começaram a desembarcar no palanque do candidato do PMDB à sucessão
municipal.
O primeiro a confirmar a adesão ao palanque peemedebista foi o
senador Paulo Davim (PV), suplente do ministro Garibaldi Filho (PMDB). A
expectativa é para que, até o final da semana, o presidente da Câmara
Municipal de Natal, vereador Edivan Martins (PV), anuncie apoio a
Hermano.
Também deverão subir no palanque do candidato do PMDB o vereador
Aquino Neto (PV), o ex-deputado estadual Luiz Almir (PV) e o
ex-secretário-chefe do Gabinete Civil da Prefeitura Kalazans Bezerra
(PV).
A
prefeita Micarla de Sousa (foto) confirmou o que era esperado: não disputará a
reeleição.
Citando Deus e suposta perseguição por parte de políticos
tradicionais, a presidente estadual do PV disse que não irá para a
disputa porque precisa se dedicar à própria saúde e à família. A decisão
foi comunicada oficialmente durante pronunciamento, na noite desta
segunda-feira (25/06/2012).
Com mais de duas horas de atraso devido a uma
crise hipertensiva, Micarla de Sousa falou sobre o período em que
esteve à frente da Prefeitura. Ela disse que não é política profissional
e que entrou na política para ajudar a cidade. Para Micarla, todas as
atitudes tomadas durante a gestão foram de acordo com o que ela
acredita.
"Sei que alguns me criticam duramente pela minha opção
de cuidar de gente. Dizem que prefeito é bom é o que calça ruas e
maqueia a cidade com florzinhas plantadas nos canteiros. Eles chegam até
a comparar. Não me arrependo de nada que fiz, nem decisões que tomei.
Troquei asfaltos por escolas, sim. Troquei calçamento por Upas, Ames.
Troquei concreto armado por albergue para moradores de rua", disse
Micarla.
Afirmando que é vítima dos "poderosos", Micarla garantiu
que não se rendeu aos chamados "políticos profissionais". "Continuaria
sem me render aos grupos poderosos desta cidade, que foram contrários a
esta política de libertar as pessoas através da educação e da melhoria
de vida. Os mesmos que como uma verdadeira matilha de lobos famintos
querem comer as carnes do nosso povo mais uma vez. Políticos
profissionais que nunca tiveram a carteira de trabalho assinada e que
agora viram os seus dedos e mão sujas em minha direção", disparou a
prefeita.
Micarla
agredeceu a colaboração de auxiliares, citando também o vice-prefeito
Paulinho Freire, o vereador Enildo Alves (DEM), o presidente da CMN,
Edivan Martins (PV), o deputado estadual Gilson Moura (PV) e o deputado
federal Paulo Wagner (PV). Para ela, o momento é de parar
temporariamente.
"Agora é hora de parar. Não digo um adeus.
Apenas um até breve. Estarei até dezembro me dedicando de corpo e alma a
minha cidade amada. A minha família, alegria do meu ser, da minha vida,
espero poder retribuir nos próximos anos toda a ausência dos últimos
tempos", disse.
Durante o pronunciamento, Micarla não disse qual
será o candidato à Prefeitura do Natal apoiado pelo PV. O ex-deputado
Luiz Almir confirmou o convite, mas não aceitou.
A convenção do PV está marcada para o próximo dia 30 de junho na sede do América.
Saúde debilitada e a forte pressão da sua família seriam os motivos mais fortes para a desistência da prefeita Micarla de Sousa de tentar a reeleição.
A prefeita de Natal, Micarla de Sousa (PV), anunciará nesta segunda-feira (25/06/2012) que não se candidatará a reeleição. A informação é da assessoria de imprensa da pevista, que informou também o nome do ex-deputado Luiz Almir como candidato do Partido Verde. O engenheiro Sérgio Pinheiro, ex-secretário Obras Públicas e Infraestrutura (Semopi), Sérgio Pinheiro, foi convidado para figurar a chapa na condição de vice. O prego ainda não estaria batido.
Micarla de Sousa fará um pronunciamento às 16h de segunda-feira, na sede do PV, em Natal. Ela dirá os motivos que a fizeram desistir do pleito municipal e anunciará que se dedicará integralmente a administração municipal de Natal até o final do seu mandato.
Prefeita Micarla (foto) ignora rejeição e lança candidatura a reeleição
A prefeita de Natal Micarla de Sousa (PV) anunciará sexta-feira pela manhã, na sede do Partido Verde, a sua posição no pleito eleitoral de 2012. A gestora da capital, que está no seu primeiro mandato, decidiu ser candidata a reeleição.
Ela contará no palanque com o apoio do Partido Progressista e do PSC, mas tenta articular a participação de outros partidos.
A prefeita de Natal Micarla de Sousa (PV) deverá anunciar, nas próximas horas, que concorrerá a um novo mandato nas eleições de outubro. A
convenção que homologará o nome da prefeita está prevista para o dia 30
deste mês, embora o local ainda não esteja definido. Poderá ser na sede
social do América Futebol Clube, na Rodrigues Alves, ou na Zona Norte
de Natal, em local a ser definido. O evento terá início pela manhã. A
decisão da prefeita vai de encontro aos resultados de todas as pesquisas
de opinião divulgadas até agora, apontando um alto índice de rejeição
do natalense à sua administração.
Embora
tenha deixado para definir seu futuro político às vésperas das
convenções, Micarla de Sousa conseguiu viabilizar vários apoios, com a
finalidade de partir para a disputa com uma coligação numerosa. O grupo
deverá ser formado por PV, PP, PMN, PSC, PTN, PCB, PTB e PTdoB. Somando
os tempos de televisão das oito siglas, a prefeita terá um palanque
eletrônico competitivo,mesmo sem a presença dos partidos de maior
expressão eleitoral ao seu lado.
O nome cotado para integrar a
chapa encabeçada pela prefeita como candidato a vice-prefeito é o do
ex-secretário municipal de Obras Públicas e Infraestrutura (Semopi)
Sérgio Pinheiro (PTN). Na lista de lideranças que provavelmente
acompanharão o projeto político da gestora estão o presidente da
Assembleia Legislativa, Ricardo Motta (PMN); o presidente da Câmara
Municipal de Natal (CMN), vereador Edvan Martins (PV); e o deputado
estadual Antônio Jácome.
O grupo de Micarla também conta com uma
nominata forte na disputa proporcional. A gestora terá pelo menos cinco
vereadores candidatos à reeleição em seu palanque: Edivan Martins,
Aquino Neto (PV), Albert Dickson (PP), Chagas Catarino (PP) e Osório
Jácome (PSC). Parlamentares de outras legendas, que estão comprometidas
com pré-candidaturas, também poderão trabalhar pela reeleição da
prefeita de forma velada, como ocorreu em 2008.
A chapa
micarlista também aposta em novos nomes como puxadores de votos na
eleição proporcional. Entre eles, se destacam o vice-prefeito Paulinho
Freire (PP), o ex-deputado estadual Luís Almir (PV) e os jovens Rafael
Motta (PP), filho de Ricardo Motta, e Jacó Jácome, filho de Antônio
Jácome. Apesar das condições adversas mostradas nas pesquisas de
opinião, a prefeita pretende defender sua administração e colocará o
bloco na rua para prestar contas dos quatro anos de mandato.
Chegando a hora: prefeita de Natal Micarla de Sousa (foto) define até a próxima semana se será candidata a reeleição ou não.
Pressionada pelo Partido Popular - PP -, a prefeita Micarla de Sousa (PV) decidirá, até a próxima semana, se será candidata à reeleição. Esse foi o tempo limite que a direção do PP deu para uma definição da prefeita, uma vez que no dia 10 de junho começa a correr o prazo para a realização de convenções destinadas a deliberar sobre coligações e escolher candidatos a prefeito, a vice-prefeito e a vereador.
Dirigentes do partido fizeram chegar à Micarla que qualquer que seja sua decisão, o PP dará seu apoio. Mas poucas pessoas acreditam na disposição da prefeita em disputar a reeleição por conta dos altos índices de rejeição divulgadas em pesquisas e por problemas de saúde.
A pressa do PP tem uma razão de ser: os prazos do calendário eleitoral de 2012 estabelecidos pelo Tribunal Superior Eleitoral. Amanhã, por exemplo, já é permitido ao postulante à candidatura a cargo eletivo, realizar propaganda intrapartidária com vista à indicação de seu nome, vedado o uso de rádio, televisão e outdoor, observado o prazo de 15 dias que antecede a data definida pelo partido para a escolha dos candidatos, segundo estabelece a Lei nº 9.504/1997.
Desde o início coligado com a prefeita, o PP participa da administração por meio do vice-prefeito Paulinho Freire, que deverá candidatar-se a uma vaga na Câmara Municipal, de onde saiu para a Assembleia Legislativa. Fontes ligadas ao vice-prefeito revelam a sua preocupação com os espaços que estão sendo ocupados por outros candidatos a vereador, uma vez que Paulinho não quer lançar seu nome antes de uma definição da prefeita Micarla de Sousa. Só após a manifestação da chefe do executivo municipal é que Paulinho se sentiria à vontade para ganhar as ruas em busca do voto do eleitorado.
A
prefeita de Natal, Micarla de Sousa (PV), disse que não admite
renunciar ao cargo de prefeita para tentar viabilizar outra candidatura
do seu sistema político. Em entrevista ao Jornal de Hoje, ela falou dos
problemas de saúde, enfatizando, porém, que eles não são suficientes
para retirá-la de uma eventual candidatura à reeleição. Contudo, ela
terá até maio para decidir sobre a reeleição. “O que não admito é
renunciar ao cargo. Acho que isso é fugir ao compromisso que assumi com a
população de Natal. Permanecerei até o final”, disse a prefeita.
A saúde abalada, a distância da família, as decepções políticas
compõem o arsenal de argumentos que a gestora poderá utilizar para não
disputar a renovação do mandato. Some a isto a reprovação popular e a
rejeição eleitoral. Na semana passada, Micarla foi a São Paulo. Tratou
com médicos especializados seu estado de saúde, motivo de preocupações
reincidentes da família e dos amigos.
A prefeita Micarla de Sousa (PV) passou mal, na manhã desta quinta-feira (29), e teve que ser levada às pressas ao Hospital Promater. De acordo com a assessoria, ela estava em sua residência na companhia de assessores e teve um mal súbito.
De acordo com os médicos que a atenderam, Micarla de Sousa apresentava sintomas de uma crise de labirintite e queda de pressão arterial. A prefeita passa bem e os médicos a recomendaram repouso absoluto.
O secretário de Comunicação, Gerson de Castro, emitiu a seguinte nota:
NOTA DE ESCLARECIMENTO Comunicamos que a Senhora prefeita de Natal, jornalista Micarla de Sousa, apresentou, na manhã de hoje, quando se encontrava em sua residência na companhia de assessores, um mal súbito. Foi socorrida para o Hospital Promater onde foi prontamente atendida. De acordo com os médicos que a atenderam, Micarla de Sousa apresentava sintomas de uma crise de labirintite e queda de pressão arterial. Neste momento a prefeita está medicada e em repouso. Seu estado clínico é bom. A indicação médica é de repouso absoluto. Natal, 29 de março de 2011
A prefeita Micarla de Sousa (PV) avaliou como aprendizado seus três primeiros anos à frente da Prefeitura do Natal. “Foi um grande aprendizado”, disse em entrevista a uma emissora local.
Segundo ela, 2009 foi ano de recuperar a saúde; 2010 teria sido dedicado a investimentos em educação; o ano passado foi voltado para a valorização do servidor. Ela prometeu que 2012 será um ano com foco no desenvolvimento urbano.
A prefeita, que novamente desconversou quando o assunto foi reeleição, disse que sua gestão tem sido marcada pela ausência de escândalos, daí a crítica que direcionou à CEI dos Contratos.
“Uma CEI começa a partir de um fato, mas essa não. Essa comissão é o oposto. Estão analisando os contratos da administração para ver se encontram algo de irregular. E determinei a todos os meus auxiliares que colaborem com isso”, disse a prefeita.
A prefeita comentou o recente pedido de impeachment contra ela, bem como o movimento do coletivo #ForaMicarla. Ela afirmou que as críticas partiram para a esfera pessoal, tendo, disse, sido atacada a sua condição de mulher.
“O fato de ser mulher e de um partido pequeno e não ser dos grupos políticos tradicionais parecem ter dado o direito de me atacarem”, comentou ela, cujo pai, Carlos Alberto de Sousa, foi senador da República.
MIcarla diz que saúde será considerada em decisão política.
A prefeita Micarla de Sousa (PV) disse que sua saúde será fator prepoderante na hora de tomar decisão sobre eventual candidatura para reeleição. As declarações foram dadas à Rádio 96 FM.
"A saúde pesa com certeza. Vou fazer checkup de um ano da cirurgia [de intervenção cardíaca] que fiz", disse ao ser questionada pelos jornalistas se sua saúde seria um fator a ser considerado na tomada da decisão.
A prefeita, entretanto, desconversou ao ser indagada sobre o projeto de reeleição. "Quem tem tempo para pensar nisso é político desocupado e desempregado. Eu não", disse.
Micarla de Sousa fez ainda críticas ao grupo de vereadores que articulam impeachment na Câmara Municipal de Natal. Ela disse que é uma tentativa anti-democrática e evocou escândalos da gestão passada para contra-argumentar.
"Esse mesmo grupo de vereadores não chamaram de improbidade administrativa o saque de R$ 22 milhões da Previdência; ou a entrega do Parque da Cidade faltando 600 itens; ou ainda o superfaturamento do Machadão", rebateu.
De acordo com ela, o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) celebrado com o Ministério Público Estadual (MPE) para cobrir atraso de repasses da Educação foi descumprido em virtude de dificuldades financeiras.
"Ora mais, se houve dificuldades para pagar a folha de pessoal em novembro, por que não haveria para cumprir esse TAC?", questinou a prefeita, garantindo que os repasses de quase R$ 50 milhões serão realizados.
A prefeita seguiu para a Zona Norte, onde deverá inaugurar árvore de natal na Área de Lazer do conjunto Panatis.