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domingo, 4 de junho de 2017

Geraldo Melo sobre possível candidatura em 2018: “Nunca me recusei a servir” - Nome de Geraldo passou a circular nos meios políticos e empresariais como opção para 2018 devido não estar manchado por práticas de suspeita de corrupção

Ex-governador Geraldo Melo

O nome do ex-senador e ex-governador do Rio Grande do Norte, Geraldo Melo (PMDB), ganhou força nos últimos dias para assumir uma pré-candidatura a governador do Estado nas eleições do próximo ano. Em que pese o quadro político ainda estar totalmente indefinido, segundo todos os prognósticos, em função da crise política e das possíveis variáveis de modificação no quadro, o enfraquecimento da pré-candidatura do prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT), devido a problemas administrativos, deixando-o praticamente de fora do jogo da sucessão, põe Geraldo como uma opção plausível dentro do cenário do PMDB.
O nome de Geraldo passou a circular nos meios políticos e empresariais do Estado como opção para 2018 devido não estar manchado por práticas de suspeita de corrupção e também pela experiência administrativa, já que governou o Estado e foi senador da República. Além disso, Geraldo é tido como conhecedor das questões sociais e também das demandas da iniciativa privada. Por último, é considerado um habilidoso ser político, com coloração partidária e bom trânsito.
“Me sinto muito honrado de ouvir esses comentários, e muito agradecido pela lembrança, mas acho que não está realmente nos planos de ninguém (essa possibilidade). Não creio que esteja nos planos de ninguém”, disse inicialmente à reportagem. “É uma coisa honrosa, mas… Não sou político profissional, nunca fui. Costumo dizer que não criei meus filhos com dinheiro de política”, disse Geraldo, pego de surpresa ao ser provocado.
Geraldo Melo iniciou na carreira política como secretário estadual e foi vice-governador, governador, vice-presidente do Senado e senador da República. Tendo construído boa parte da sua vida pública em Ceará-Mirim, colaborou com o governo de Aluísio Alves (1961-1966), tendo trabalhado no DNOCS. Foi indicado vice-governador do Rio Grande do Norte quando o titular era Lavoisier Maia Sobrinho (1978-1983). Em seguida, voltou para o grupo dos Alves e coordenou a campanha vitoriosa de Garibaldi Alves Filho para a Prefeitura de Natal, no ano de 1985. Isso lhe serviu de credencial para disputar o Governo do Estado em 1986. Com o slogan Novos Tempos, Novos Ventos e uma maioria de 14 mil votos, conseguiu eleger-se.
Instado pela reportagem a dizer se aceitaria uma convocação, Geraldo disse que nunca se recusou a prestar serviços ou cumprir com o dever. “Nunca me recusei a prestar serviço e cumprir. Se vier a ser provocado e me sentir preparado, não me recuso. Agora é preciso, que nessa altura da minha vida, é preciso que eu tenha certeza que não sou problema para ninguém”, ponderou. “Não quero ocupar espaços que já estão ocupados”, completou.
Dentro do PMDB, o maior partido do Estado, a escassez de nomes é patente. Nenhuma das três grandes lideranças da legenda admite a possibilidade de disputar o governo do Estado em 2018. O senador Garibaldi Alves Filho (PMDB) anuncia que disputará mais um mandato de senador. O filho dele, Walter Alves, tentará renovar o mandato de deputado federal. E o ex-ministro Henrique Alves (PMDB) também tentará reconquistar a vaga pedida em 2014 na Câmara dos Deputados.
Uma alternativa para o PMDB seria apoiar o também integrante da família Alves, o prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves (PDT), que aventou a possibilidade de disputar o governo, mas que não contava com a grave crise administrativa que tomou conta da Prefeitura de Natal, com atrasos de salários dos servidores e falta de pagamentos de terceirizados e prestadores de serviço, além da falta de obras e da dificuldade de manter a cidade com os serviços em dia, sobretudo, no que diz respeito aos cuidados urbanos, com as orlas abandonadas, praças sujas e descuidadas, escolas com problemas de gestão e postos de saúde desguarnecidos de médicos e insumos. Nesse contexto, se se confirmar que Carlos não será candidato e que o PMDB terá um nome na disputa, Geraldo Melo surge como opção para 2018.
TRAJETÓRIA POLÍTICA
Em 1993, Geraldo Melo rompeu com o PMDB e passou para o PSDB, onde foi presidente estadual até o ano de 2008, logo após retornou para o PMDB em 2011. Elegeu-se senador em 1994, e, durante esse período, Geraldo foi vice-presidente do Senado de 1995 até 1997. Em 1998, candidata-se a vice-governador na chapa de José Agripino Maia, sendo derrotados por Garibaldi Alves Filho. Em 2002, candidata-se a reeleição porém termina o pleito em 3° lugar, atrás dos eleitos Garibaldi Alves Filho e José Agripino Maia.

Em 2006, candidata-se mais uma vez ao Senado pelo PSDB termina o pleito novamente em 3°lugar atrás da eleita Rosalba Ciarlini e do 2° colocado Fernando Bezerra. Passado todo esse período, estando atualmente de fora do cenário, com a credencial de não possuir qualquer nódoa de corrupção em sua trajetória, Geraldo soma experiência e vida limpa para se candidatar governador do Rio Grande do Norte.
Agora RN

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Eleições 2012 em Ceará-Mirim: PMDB Homologa Chapa Edinólia e Élcio pra prefeita e vice




A esposa do ex-governador Geraldo Melo, Edinólia Melo foi homologada candidata a prefeita de Ceará-Mirim pelo PMDB em Convenção do partido presidido por Jerônimo Melo.
 
A convenção  foi realizada  na E.E. Ubaldo Bezerra de Melo  e  homologou a chapa Edinólia para prefeita pelo PMDB  e  Élcio para  vice pelo PSC.
 
O evento contou com a presença do ex-senador Geraldo Melo; dos ex-vereador Severino Xavier; Manoel Barbosa; José da Cruz; Franklin Marinho, o 'Velho'; ex-vice prefeito Sebastião Cruz; presidentes de partidos que participam da coligação liderada pelo PMDB e convencionais.

A área de reuniões da escola Ubaldo Bezerra ficou lotada pelos partidários da candidatura da ex-prefeita Edinólia Melo.
Quem também prestigiou a convenção do PMDB foi o candidato derrotado na eleição 2008 Fabrício Gaspar.


 
Veja como ficou a composição da coligação que apoia Edinólia  abaixo:

Coligação   "Ceará-Mirim Melhor"

Ednólia Melo (PMDB) - Prefeita
Élcio Clemente (PSC) - Vice
PV - PSB - PRTB - PRP - PSDB - PRB



Fotos: Iran Costa
 
Fonte:

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Improbidade administrativa: Justiça Federal condena Edinólia Melo a ressarcir aos cofres públicos R$ 138 mil

Foto: Divulgação
O juiz da 4ª Vara Federal, Janilson Bezerra de Siqueira, condenou a ex-prefeita de Ceará Mirim, Maria Edinólia Câmara de Melo(foto), em ação civil pública de improbidade administrativa, na qual julgou procedente a prática do ato, tipificado no Art. 11, Inciso VI da Lei Nº 8.429/92.

Baseada nas sanções previstas no Art. 12 Inciso III do mesmo diploma legal, a Justiça Federal condenou à ex-prefeita a suspensão dos seus direitos políticos por três anos a contar do trânsito em julgado da decisão; proibição de contratar com o poder público, como, de receber benefícios, incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócia majoritária, pelo prazo de três anos.

De acordo com a decisão da Justiça Federal, Edinólia Melo também foi condenada ao ressarcimento integral do dano em favor da Funasa, no valor de R$ 138.665,98, acrescido de correção monetária na forma do Manual de Cálculos da Justiça Federal, e juros de 1% ao mês a contar de 13 de julho de 2009, último dia do prazo para prestação de contas final.

Edinólia ainda foi condenada ao pagamento dos honorários advocatícios fixado em 10% sobre o valor atribuído à causa.

Com o trânsito em julgado da sentença, a Justiça Federal pede que seja oficiada à Justiça Eleitoral, bem como outros órgãos que vierem a ser solicitados pelo autor ou pelo Ministério Público Federal, remetendo-lhes cópia da decisão para os fins de direito e, especialmente, para as anotações nos registros respectivos, dos prazos de suspensão dos direitos políticos da ré, bem como de sua proibição de contratar com o poder público ou receber benefícios, incentivos fiscais ou creditícios.

Em seguida, a Funasa será intimada para requerer a execução do julgado quanto a multa civil e ao ressarcimento do dano, oportunidade em que deverá levar aos autos contracheque com o valor do último subsídio percebido pela então prefeita de Ceará Mirim.

Fonte: Jornal O Metropolitano

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Desfecho final sobre quem comandará o PP no RN será na próxima semana

Edinólia Melo esposa de Geraldo será candidata a prefeita de Ceará-mirin. A sua candidatura precisa de uma sigla partidária. Qual o partido? PPS (o atual), o PMDB ou o PP?

É esperado para a próxima semana o desfecho final de quem comandará o PP nas terras potiguares.

Por um lado se encontra o ex-senador e ex-governador Geraldo Melo e do outro o prefeito de Assu Ivan Júnior.

Há dois meses o partido está sem comando e o primeiro secretário nacional do PP, aldo Rosa confirmou que na próxima semana tudo será resolvido.

A quem caberá comandar o PP no RN: Ivan Júnior ou Geraldo Melo ?


quinta-feira, 14 de julho de 2011

Rosalba já começa a ser comparada com Geraldo Melo: Qual dos dois foi pior para a Educação?

A Governadora Rosalba Ciarlini caiu em "desgraça" com os professores do Rio Grande do Norte e é comparada a Geraldo Melo quando foi Governador: Ditadora, antipática e sem habilidade política.
O ex-governador Geraldo Melo ainda paga até hoje o preço de ter massacrado os professores em seu governo. A Rosa ainda ganha em maldade.

A greve dos professores que foi julgada pelo TJ como ilegal só mostrou a fragilidade do governo Rosalba. A gestora e o seu fiel e todo poderoso Secretário Paulo de Tarso não teve habilidade política e caiu em "desgraça" na classe dos professores do RN. Teve que usar a "força" para tentar põr fim a greve dos educadores.


A Secretária de Educação Betânia Ramalho só sabe falar do prejuízo do aluno e nada fala sobre o prejuízo do professor. quem diria que Betânia vinda da UFRN, onde vivenciou tantas lutas não defenda o professor e só o aluno. Inacreditável. São os "ares" do poder. "O poder vira a cabeça".


Rosalba Ciarlini já é considerada a pior governadora para a Educação registrada na história do Rio Grande do Norte. Em termos de rejeição, de impopularidade e maldade a Rosa ainda ganha do ex-governador Geraldo Melo que quando governador massacrou como póde a categoria dos professores e foi tachado o tempo todo de ditador.