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quinta-feira, 2 de março de 2017

Chico Buarque e outros 400 intelectuais pedem a Lula que lance candidatura imediatamente

Ex-presidente já sinalizou intenção de tentar voltar ao Planalto, mas enfrenta problemas na Justiça, onde é réu em cinco processos

O cantor e compositor Chico Buarque, o teólogo Leonardo Boff, o ex-ministro da Justiça Eugênio Aragão (subprocurador da República), o escritor Fernando Morais e outros mais de 400 intelectuais lançaram manifesto dirigido ao ex-presidente Lula para que ele lance, imediatamente, sua pré-candidatura à Presidência da República em 2018. O texto será submetido, a partir da próxima segunda-feira (6), a uma plataforma digital de coleta de assinaturas. Artistas, acadêmicos e líderes de movimentos sociais foram os primeiros a assinar o documento intitulado “Por que Lula?” (leia a íntegra abaixo). Entre eles, Martinho da Vila, Beth Carvalho, Bete Mendes, Marieta Severo, Dira Paes, Fábio Konder Comparato e João Pedro Stédile.
O texto defende o legado do petista em suas duas passagens anteriores pelo Planalto e pede que Lula entre, “desde já”, na corrida presidencial para “garantir ao povo brasileiro a dignidade, o orgulho e a autonomia” perdidos. “O Brasil precisa de Lula”, diz o manifesto.
O ex-presidente tem sinalizado sua intenção de tentar voltar a comandar o país. A última pesquisa para a eleição presidencial da Confederação Nacional dos Transportes (CNT), feita pela MDA, aponta o petista como favorito para a disputa à Presidência. O ex-presidente, porém, enfrenta problemas na Justiça. É réu em cinco processos – três da Lava Jato, uma da Operação Janus e outra da Zelotes. Ele alega perseguição política e refuta todas as acusações.
Veja a íntegra do texto:
“Por que Lula?
É o compromisso com o Estado Democrático de Direito, com a defesa da soberania brasileira e de todos os direitos já conquistados pelo povo desse País, que nos faz, através desse documento, solicitar ao ex-Presidente Luiz Inácio LULA da Silva que considere a possibilidade de, desde já, lançar a sua candidatura à Presidência da República no próximo ano, como forma de garantir ao povo brasileiro a dignidade, o orgulho e a autonomia que perderam.
Foi um trabalhador, filho da pobreza nordestina, que assumiu, alguns anos atrás, a Presidência da República e deu significado substantivo e autêntico à democracia brasileira. Descobrimos, então, que não há democracia na fome, na ausência de participação política efetiva, sem educação e saúde de qualidade, sem habitação digna, enfim, sem inclusão social. Aprendemos que não é democrática a sociedade que separa seus cidadãos em diferentes categorias.
Por que Lula? Porque ainda é preciso incluir muita gente e reincluir aqueles que foram banidos outra vez; porque é fundamental para o futuro do Brasil assegurar a soberania sobre o pré-sal, suas terras, sua água, suas riquezas; porque o País deve voltar a ter um papel ativo no cenário internacional; porque é importante distribuir com todos os brasileiros aquilo que os brasileiros produzem. O Brasil precisa de Lula!
Fonte: Congresso em Foco

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Deputados do DEM protocolam pedido de criação de CPI da Lei Rouanet- Confira os "campeões nacionais" da Lei Rouanet

Artistas ricos e famosos pela Lei Rouanet

Partido quer investigação em supostas irregularidades na concessão de incentivos fiscais à cultura

Deputados do DEM protocolaram na Câmara dos Deputatos o requerimento pedindo a criação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar supostas irregularidades na concessão de incentivos fiscais à cultura por meio da Lei Rouanet. O pedido teve apoio de 190 parlamentares, mais do que o mínimo necessário (171 assinaturas).
A Lei Rouanet foi sancionada em dezembro de 1991, durante o governo do ex-presidente Fernando Collor de Mello. Ela permite produtores e instituições captarem recursos para financiar projetos culturais com empresas públicas e privadas e pessoas físicas, que recebem o valor doado em forma de desconto no Imposto de Renda.
Para que a empresa ou a pessoa possa ser autorizada a captar os recursos por meio da Lei Rouanet, o projeto precisa ser aprovado pelo Ministério da Cultura. "E é nesse ponto que as coisas se perdem entre diversos casos estranhos", dizem os parlamentares. Para eles, a lei seria uma "forma de terceirizar um repasse de recursos federais".
Segundo os autores da solicitação, há casos de aprovação pelo ministério de "valores astronômicos para projetos pífios", de repasses que acabam funcionando como uma maneira de "bancar patrocínio privado com dinheiro público" ou ainda de projetos de grande porte que teoricamente não precisariam do auxílio.
No pedido de criação da CPI, os deputados citam ainda representação protocolada pelo Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) pedindo apuração de indícios de uma série de irregularidades na captação de recursos pela Lei Rouanet do evento Rock in Rio de 2011.
Para que a CPI da Lei Rouanet seja criada, o pedido precisa ser autorizado pelo presidente da Câmara. Mesmo que a solicitação cumpra todas as exigências, essa autorização deve demorar, pois somente cinco comissões parlamentar de inquérito podem funcionar ao mesmo tempo.
Atualmente, três CPIs já estão em funcionamento na Câmara - Fundação Nacional do Índio (Funai), Conselho de Administração de Recursos Fiscais (Carf) e a Máfia do Futebol - e outras duas já tiveram instalação autorizada - União Nacional dos Estudantes (UNE) e Seguro DPVAT.

Os "campeões nacionais" da Lei Rouanet

O requerimento da CPI da Lei Rouanet, que será apresentado amanhã na Câmara dos Deputados, traz alguns exemplos de captação de recursos na era petista.
O Antagonista teve acesso ao documento e elenca 10 casos:
1. Filme Brizola, tempos de luta e exposição Um brasileiro chamado Brizola (2006)
Valor: R$ 1.886.800,38

2. Peppa Pig (2014)
Valor: R$ 1.772.320,00

3. Shrek: musical e turnê (2011 e 2012)
Valor: R$ 17.878.740,00

4. Cirque Du Soleil (2005)
Valor: R$ 9.400.450,00

5. Turnê Luan Santana (2014)
Valor: R$ 4.143.325,00

6. Turnê Detonautas (2013)
Valor: 1.086.214,40

7. Shows Cláudia Leitte (2013)
Valor: R$ 5.883.100,00

8. Blog O mundo precisa de poesia, de Maria Bethânia (2011)
Valor: R$ 1.356.858,00

9. Gravação do DVD de MC Guimê (2015)
Valor: R$ 516.550,00

10. Documentário O vilão da República, sobre a vida de José Dirceu (2013)
Valor: R$ 1.526.536,35
Correio do Povo/O Antagonista

domingo, 16 de junho de 2013

Confira os famosos que não acreditam em Deus: Caetano Veloso, Chico Buarque, Brad Pitt, Daniel Radcliffe são alguns exemplos.


Ateísmo, num sentido amplo, é a rejeição ou ausência da crença na existência de divindades e outros seres sobrenaturais. Muitos famosos, inclusive, por medo de perderem admiradores, não se assumem como ateus.
Porém, muitas celebridades como Daniel Radcliffe, Nando Reis, Brad Pitt, Zac Efron, entre outros, não tiveram vergonha de esconder seus pensamentos e admitiram que não acredita em Deus.
Confira a lista:

Daniel Radcliffe

1
Quando tinha 19 anos, o protagonista de “Harry Potter” declarou à revista Esquire não acreditar em Deus. “Sou ateu, mas sou muito tranquilo quanto a isso. Eu não prego meu ateísmo”, revelou. Em seguida, brincou: “Agora, metade dos Estados Unidos não vai ver o próximo ‘Harry Potter’”.

Nando Reis 

2
O cantor afirmou que perdeu a fé quando dois irmãos tiveram sequelas de uma meningite: um perdeu a audição e outra teve paralisia cerebral. “Eu não acredito em Deus. Eu não peço a Deus…”, disse o músico, em entrevista à Playboy.

Brad Pitt

3
Em uma entrevista ao site “Bild.com”, o ator se declarou 20% ateu e 80% agnóstico. “Não, não, não (acredito em uma força superior). Ninguém sabe ao certo. Você vai descobrir quando morrer ou não. Até lá, é inútil pensar sobre isso”, argumentou. Sua esposa, Angelina Jolie, disse ao site “A.V. Club” que “não há a necessidade”, para ela, de acreditar em Deus.

Zac Efron

4
Até o astro de High School Musica surpreendeu o mundo ao declarar sua ausência de crenças. “Fui criado em uma família agnóstica, então nós nunca praticamos religiões, mas meus pais eram muito severos”, disse à revista Rolling Stone, em 2007.

Caetano Veloso

5
O compositor escreveu no livro “Verdade Tropical” que o Brasil deveria ser ateu. Em entrevista à “Ípsilon”, falou sobre a polêmica. “(Fui) criticado com razão. Não há o menor indício de que o Brasil tenha vocação para isso. Mas o ateísmo filosófico moderno, que tem a ver com a experiência do mundo moderno que vivemos, não pode ser simplesmente negado”, defendeu.

Chico Buarque

6
O músico é avesso a entrevistas e a levantar bandeiras, mas se diz ateu. “Eu não tenho crença. Eu fui criado na Igreja Católica, fui educado em colégio de padre. Eu simplesmente perdi a fé. Mas não faço disso uma bandeira. Eu sou ateu, como o meu tipo sanguíneo é esse”, disse em entrevista à revista “Brazuca”.