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quarta-feira, 1 de março de 2017

Com enredo sobre rios, Portela é campeã e quebra jejum de 33 anos - Em uma apuração emocionante, disputada décimo a décimo, Portela e Mocidade estavam empatadas até o último quesito

Maior campeã do Carnaval carioca, a Portela conquistou nesta quarta-feira (1) seu 22º título, acabando com um jejum de 33 anos. Com o enredo “Quem nunca sentiu o corpo arrepiar ao ver esse rio passar”, sobre a importância dos rios para a formação da humanidade, a escola apresentou um show de inventividade e pediu justiça às vítimas de Mariana na avenida.
Em uma apuração emocionante, disputada décimo a décimo, Portela e Mocidade estavam empatadas até o último quesito. Quando chegou a leitura de enredo, Mocidade teve duas notas 9.9 e ficou com o segundo lugar.
A comissão de frente da Portela representou a piracema, fenômeno em que os peixes nadam contra a correnteza para a reprodução. O carro abre-alas traz a tradicional águia em um tripé à sua frente e representa a fonte onde nasce o rio azul e branco. A ocupação dos rios pelas antigas civilizações, os seres que habitam as águas, a influência para as artes foram tratados em alas e alegorias da escola.
Em um dos momentos mais marcantes do desfile, um carro alegórico lembrou a tragédia do Rio Doce, em Mariana (MG).
Como esperado, Unidos da Tijuca e Paraíso do Tuiuti tiveram as piores notas de alegorias e adereços. As duas, que tiveram acidentes com feridos, tiveram 29,4 e 29,5 pontos na soma dos quatro jurados, não obtendo nenhuma nota dez.
No quesito evolução, o sexto a ter suas notas lidas, as duas agremiações também tiveram as piores marcas, o que as isolou na lanterninha da tabela. Em evolução, a Tijuca somou 29,4 pontos, enquanto a Tuiuti anotou 29,2, os piores resultados entre todas as competidoras.
Sem rebaixamento
Após um Carnaval ofuscado por dois trágicos acidentes envolvendo carros alegóricos de Paraíso do Tuiuti e Unidos da Tijuca, que deixaram mais de 30 feridos, a Liesa decidiu que nenhuma escola será rebaixada.
Representantes de todas as escolas, em sua maioria presidentes, participaram da reunião e chegaram a um acordo. Ricardo Farid, presidente da Beija-Flor, disse que as escolas coirmãs acharam que era justo não haver penalização por causa dos acidentes.
A Mocidade foi a única escola que votou contra a decisão da Liesa. A solicitação do não rebaixamento foi feita pela Unidos da Tijuca. “Somos solidários às escolas, mas achamos que isso abre um precedente perigoso. Ano que vem teremos que dividir a subvenção de 12 escolas para 13, haverá mais uma escola ocupando um barracão. Não achamos justo mudar as regras depois de o jogo ter começado, mas vivemos num país democrático e a maioria decidiu assim”, disse o vice-presidente da Mocidade, Rodrigo Pacheco.
Sem a queda de uma escola para o Grupo A e com a subida da campeã do acesso, o Grupo Especial terá 13 escolas em 2018. Duas serão rebaixadas no ano que vem para o grupo de acesso. 
Fonte: Uol

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Chapecoense é declarada campeã sul-americana e vai receber premiação pelo título

O Atlético Nacional, por sua vez, vai receber o prêmio de reconhecimento especial "Conmebol Centennial Fair Play"


Por Redação

A Confederação de Futebol Sul-americano (Conmebol) declarou, nesta segunda-feira (5), a Associação Chapecoense de Futebol como campeã da Copa Sul-Americana 2016. O time viajava para a final contra o Atlético Nacional, na Colômbia, quando foi dizimado em um acidente aéreo que deixou 71 mortos e apenas seis sobreviventes.
Poucas horas após o acidente, nas proximidades de Medellín, ocorrido na noite de terça-feira, 29 de novembro, o Atlético Nacional pediu que a Conmebol concedesse o título ao time de Chapecó, cidade do interior de Santa Catarina.
O Atlético Nacional, por sua vez, vai receber o prêmio de reconhecimento especial “Conmebol Centennial Fair Play”.
Veja nota da Conmebol.
1. Na quarta-feira 30 de novembro, a Confederação de Futebol Sul-americano recebeu uma carta do National Athletic Club, dirigida ao Sr. Alejandro Dominguez, presidente da CONMEBOL convidativo “para dar o título da Copa Sul-Americana para a Associação Chapecoense de Futebol como louro honorífico à sua grande perda e homenagem póstuma às vítimas do acidente fatal que lamenta o nosso esporte “.
2. Em seguida, o Conselho tomou a decisão de nomear a Associação Chapecoense de Futebol como campeão da Copa Sul-Americana 2016, com todos os privilégios desportivos e econômicos que acarreta.
3. Para a CONMEBOL, não há maior sinal do “espírito de paz, compreensão e fair play” O objetivo da nossa instituição afirmou que a solidariedade, consideração e respeito demonstrado pela National Athletic Club da Colômbia para com os seus irmãos da Associação Chapecoense de Futebol Brasil.
4. Tendo em conta o pedido apresentado pela National Athletic Club, que com a sua atitude tem promovido o futebol na América do Sul, num espírito de paz, compreensão e justiça, ao considerar que os valores desportivos sempre prevaleçam sobre os interesses comerciais, o Conselho decidiu conceder um título ao National Athletic Club de “Centenario Conmebol Fair Play” que consiste na soma de USD 1.000.000 (um milhão de dólares) prêmio.
Portal no Ar

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Desfile das Campeãs encanta o público e Sambódromo fica lotado até última escola - Mangueira, campeã com enredo que homenageou a cantora Maria Bethânia, foi a última a desfilar - e segurou a animação das arquibancadas

Maria Betânia com a Mangueira

O tempo firme ajudou e o público que lotou o Sambódromo ficou até o último minuto no Desfile das Campeãs, que este ano foi encerrado com a Mangueira e sua homenagem aos 50 anos de carreira de Maria Bethânia. A verde e rosa entrou na avenida no final da madrugada deste domingo (14) e foi ovacionada do início ao fim pela plateia.
A noite foi aberta pela sexta colocada no Grupo Especial do Rio de Janeiro, a Imperatriz Leopoldinense, que levantou as arquibancadas com o enredo É o Amor, concebido pelo carnavalesco Cahê Rodrigues para contar a vida dos irmãos Zezé di Camargo e Luciano desde a infância da dupla, no interior de Goiás. Desfilando em cima de um dos carros, o craque Zico foi um dos mais festejados na avenida.
Quinta colocada no Grupo Especial, a segunda escola a desfilar foi a Beija-Flor, que este ano buscou inspiração no Marquês de Sapucaí na tentativa de um bicampeonato, com a voz de Neguinho da Beija-Flor agitando as arquibancadas. A denúncia feita pelo diretor de carnaval da azul e branco, Laíla, de que a ausência de um dos jurados no desfile seria tentativa de prejudicar algumas escolas, foi comentada pelo presidente da Beija-Flor, Farid Abrhão David. Ele pediu uma investigação do caso pela Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa). "Eu acho que é um assunto grave, que tem de ser apurado. Mas não estamos questionando a vitória da Mangueira. Questionamos é a nossa colocação", disse Farid.
Em seguida, pisou na avenida o Salgueiro, que ficou em quarto lugar. A escola trouxe um carnaval baseado na Ópera do Malandro, na concepção dos carnavalescos Renato Lage e Márcia Lage. Carros alegóricos muito bem finalizados passaram o clima dos templos e símbolos da malandragem carioca, como o mundo dos cabarés, dos conquistadores e dos jogos de azar.
O Salgueiro foi sucedido pela Portela, que arrancou gritos de "é campeã" vindos da arquibancada ao longo de todo o desfile. A escola do carnavalesco Paulo Barros apresentou uma viagem a lugares distantes e misteriosos, nas asas da águia, que é seu símbolo. Para o presidente de honra da Portela, mestre Monarco, a escola, terceira colocada no Grupo Especial, foi campeã na escolha popular.
"O povo pediu, [as pessoas] gritaram é campeã durante todo o desfile. Este terceiro lugar tem sabor de vitória. A Portela brincou o carnaval. A cada ano que passa. estamos mais fortes. Já faz três carnavais que estamos no Desfiles das Campeãs. Eu aprovo a Mangueira como campeã. Mas acho que dava Mangueira e Portela na frente", disse Monarco, que saiu no carro da Velha Guarda, fechando o desfile da azul e branco de Madureira.
A penúltima escola a desfilar foi a Unidos da Tijuca, que no passado consagrou Paulo Barros, e este ano trouxe um enredo feito a oito mãos, com quatro carnavalescos: Mauro Quintaes, Annik Salmon, Hélcio Paim e Marcus Paulo. Falando da agricultura, a azul e amarelo entrou na avenida com carros cheios de estilo e detalhes, para falar de um tema já abordado muitas vezes no passado da Sapucaí, o que fez a diferença para os jurados, que a colocaram na segunda posição do Grupo Especial. O contraste entre carros quase monocromáticos, apenas em tons de marrom, simbolizando a terra, e outros muito coloridos, trazendo os alimentos, foi um dos diferenciais da Tijuca na avenida.
Fechando a noite, mostrando sua popularidade, a Mangueira conseguiu algo difícil na Sapucaí: que as arquibancadas não ficassem vazias, com os tradicionais buracos, comuns quando passa a última escola. A verde e rosa repetiu o sucesso do desfile de terça-feira de carnaval, trazendo artistas famosos em seus carros, incluindo Caetano Veloso, Regina Casé e Beth Carvalho.
Ao contrário do primeiro desfile, quando veio em cima de um carro alegórico, Bethânia decidiu vir no chão, reverenciando e agradecendo o público, que em retribuição a aplaudia de pé, cantando junto o samba campeão, Maria Bethânia, a Menina dos Olhos de Oyá.
(Com Agência Brasil)

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

No Rio de Janeiro, Beija-Flor faturou seu 13º título ao levar para a Sapucaí homenagem à África, vencendo carnaval 2015 com 'Carnaval do ditador'

Escola faturou seu 13º título ao levar para a Sapucaí homenagem à África. Enredo foi financiado pela ditadura brutal da Guiné Equatorial

Com um enredo que saudou  a sangrenta ditadura africana da Guiné Equatorial, a Beija-Flor venceu o Carnaval deste ano no Rio de Janeiro.
Foi o 13º título da agremiação de Nilópolis, uma das mais tradicionais do estado, que amargava um jejum de quatro anos sem vitória.
Numa disputa apertada, a escola terminou com 239,9 pontos, três décimos à frente do Salgueiro (239,6). A Viradouro foi rebaixada para a divisão de acesso.
Cláudia Raia, atriz

O título deste ano foi conquistado com o apoio do ditador da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang Nguema Mbasogo, que está há 35 anos no poder e é acusado pela ONG Anistia Internacional de brutais violações de direitos humanos, com tortura e morte de opositores. Mbasogo é apontado como financiador do samba-enredo da escola azul e branco, batizado Um griô conta a história: um olhar sobre a África e o despontar da Guiné Equatorial. 
Criatividade, ponto alto nos desfiles das Escolas

Caminhemos sobre a trilha de nossa felicidade. Segundo reportagem do jornal O Globo, o ditador captou 10 milhões de reais para a Beija-Flor.
Mauro Pimentel/VEJA.comDitador da Guiné Equatorial assiste ao desfile da Beija-Flor na Sapucaí, no Rio
Ditador da Guiné Equatorial, Teodoro Mbasogo, assiste ao desfile da Beija-Flor na Sapucaí, no Rio de Janeiro
Uma comitiva de 40 autoridades do país africano esteve na Marquês de Sapucaí para a segunda noite de desfiles – e não economizou no luxo. Liderado pelofilho de Mbasogo, o vice-presidente da Guiné Equatorial, Teodorín Obiang, o grupo reservou os dois últimos andares do Copacabana Palace, o mais caro do Rio de Janeiro. Mbasogo também acompanhou o desfile.

A temática africana é recorrente na história de vitórias da Beija-Flor, que levou o título em 2007 com o samba-enredo Áfricas: do Berço Real à Corte Brasiliana. Em 1983 e em 1978, sob a batuta do carnavalesco Joãosinho Trinta, a escola venceu com os enredso A Grande Constelação das Estrelas Negras e A Criação do Mundo na Tradição Nagô, respectivamente.

Ditadura – Mbasogo comanda o país desde 1979, quando tomou o poder por meio de um golpe de Estado. Desde então, ele pôs a principal riqueza do país, a indústria petrolífera, a serviço do próprio enriquecimento. Seguindo o padrão de regimes tirânicos, a Guiné Equatorial se apresenta como democracia constitucional, mas as eleições realizadas no país são marcadas pela fraude, como demonstram os resultados: no pleito de 2009, Mbasogo venceu com 95,8% dos votos.
A riqueza oriunda do petróleo, que encheu os cofres do governo, obviamente não foi destinada a melhorar a vida da população. Vários programas de auxílio ao país que eram mantidos pelo Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional foram cortados no início da década de 1990 devido à corrupção e má gestão. 
Para assumir o poder, Mgasogo passou por cima do tio Francisco Macias Nguema. Da independência, em 1968 até sua derrubada, em 1979, ele espalhou o terror no país, ordenou o assassinato de milhares de opositores e forçou um terço da população a fugir do país. Quando passou a comandar a Guiné Equatorial, Mgasogo promoveu um julgamento sumário do tio e mandou executá-lo.

Em 2003, o ditador declarou oficialmente ter conexões permanentes com Deus, o que lhe permitia matar qualquer pessoa que quisesse, sem dar explicações para ninguém – e sem ir para o inferno.

Veja

Em disputa apertada, Vai-Vai vence carnaval de São Paulo cantando Elis Regina no Anhembi

A cantora Maria Rita, filha de Elis Regina, canta chamando o público no desfile da Vai Vai, que homenageia sua mãe (Foto: Flavio Moraes/G1)
A Escola de Samba Vai-Vai venceu o carnaval de São Paulo e quebrou uma sequência de três campeonatos seguidos da Mocidade Alegre. Com o samba-enredo Simplesmente Elis – A Fábula de uma Voz na Transversal do Tempo, a agremiação alcançou 269,9 pontos, três décimos a mais do que a segunda colocada, a Mocidade Alegre. O terceiro lugar ficou com a Rosas de Ouro. Foram rebaixadas a Tom Maior e a Mancha Verde.
A escola campeã, do bairro do Bixiga, na Bela Vista, região central da capital, soma agora 15 títulos. O último havia sido conquistado em 2011. A escola foi a penúltima a entrar na avenida, na madrugada do domingo, e empolgou a plateia com trechos do samba enredo que lembravam canções de Elis Regina.
A Liga Independente das Escolas de Samba manteve, neste ano, a apuração das notas longe do público. A medida foi tomada para evitar tumultos, como o ocorrido em 2012, quando um integrante de uma das agremiações pulou o alambrado e rasgou os papéis que definiriam a escola campeã. Este ano, os simpatizantes das agremiações tiveram que acompanhar a apuração nas quadras das escolas de samba. O acesso ao local de apuração, no Sambódromo, foi liberado somente para a imprensa, para os presidentes das agremiações e para convidados indicados por eles.

domingo, 13 de julho de 2014

Alemanha é tetra no Maracanã ao furar retranca Argentina na prorrogação

 
A Alemanha é tetracampeã. De vilã da semifinal para heroína dos brasileiros na decisão. O time de Joachim Löw bateu a Argentina no Maracanã por 1 a 0, na prorrogação, e levantou seu quarto título na história: e o tetra deixa muitos no Brasil felizes. Menos do que os milhões de alemães, é claro, mas o coração do torcedor brasileiro sempre lembrará da segunda Copa que o país sediou também pela alegria da seleção alemã – que chegou dançando com índios, passou o tempo com as brincadeiras de Podolski sobre o Brasil, e deixa o país com a taça do mundo. Quem disse que preparação boa é aquela em que o time fica fechado, sem contato com o mundo? Os encontros alemães com o povo brasileiro, tirando um pequeno detalhe formado por sete gols em uma semifinal de Copa, provam o contrário.
Götze se tornou o herói do país que conquistou o Brasil. A torcida e a Copa. O sonho completo. A campeã do mundo mostrou uma variação de jogo inacreditável para apenas sete jogos de Copa. Começou com a velocidade contra Portugal e uma goleada marcante. Mostrou que podia ser parada por Gana. Soube jogar no abafa contra os EUA. Contou com a sorte e com a grandiosidade de Neuer contra a Argélia. Foi metódica contra a França. Humilhou o Brasil. E foi sádica contra a Argentina. Quando foi apertada, achou um gol em uma retranca na prorrogação. Dramática. Mas com merecimento. É tetra.
Robson Pires

sexta-feira, 7 de março de 2014

Em Natal, venceu a Balanço do Morro

 

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A escola de samba Balanço do Morro é a grande campeã do carnaval de Natal. Entre as tribos de índios, o título é da Tribo Tabajara. A apuração aconteceu no auditório na sede da Capitania das Artes. 
 
Também foram definidas a escolas de samba e a tribo de índio campeãs no grupo B e que ascenderão ao grupo especial no carnaval do próximo ano. Entre as escolas o primeiro lugar foi da Asas de Ouro e entre as tribos o lugar mais alto do pódio ficou com os Tapuyas. 
 
Marcos Dantas

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Vila Isabel é a campeã do Carnaval do Rio de Janeiro em 2013



A escola Unidos de Vila Isabel foi eleita a campeã do Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro em 2013. O resultado foi anunciado na tarde desta quarta-feira (13) durante a apuração das notas dos desfiles das agremiações fluminenses, realizada na Marquês de Sapucaí.
Com 299,7 pontos, a escola terminou com três décimos à frente da Beija-Flor, a segunda colocada neste ano. Este é o terceiro título da escola, o primeiro desde 2006. No ano passado, a agremiação terminou na terceira posição.
A escola foi a última a desfilar no Carnaval de 2013 no RJ. O enredo da Vila Isabel falava sobre a figura do agricultor e foi bolado pela carnavalesca Rosa Magalhães, Alex Varela e Martinho da Vila, uma das principais figuras da agremiação. Com uma apresentação quase impecável, a escola encerrou os desfiles do Grupo Especial aos gritos de "é campeão" vindos da arquibancada.
para a Sapucaí, concebido pela carnavalesca Rosa Magalhães -- vencedora de um prêmio Emmy. Foi dela a ideia de trazer um grande caixote de madeira logo na comissão de frente da agremiação para simbolizar a forma como agricultores transportam materiais.

VEJA A APURAÇÃO COMPLETA


terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Mocidade Alegre é a Campeã das Escolas de Samba do Grupo Especial de São Paulo – Carnaval 2013


MOCIDADE ALEGRE É A GRANDE  BI-CAMPEÃ  DO GRUPO 2013  ESPECIAL DE SÃO PAULO
Escola levou enredo sobre sedução para o Anhembi.
Classificação final:
Mocidade Alegre: 268,9
Rosas de Ouro: 268,9
Águia de Ouro: 268,7
Dragões da Real: 268,5
Império de Casa Verde: 268,5
Acadêmicos do Tucuruvi: 268,3
Vai-Vai: 268,1
Nenê de Vila Matilde: 268
Gaviões da Fiel: 268
X-9 Paulistana: 268
Acadêmicos do Tatuapé: 267,7
Tom Maior: 267,7
Mancha Verde: 267,6
Unidos de Vila Maria: 267,5 (Rebaixadas)