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quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Aluna derrota professora ateia que queria obrigá-la a negar a existência de Deus - A professora ainda teria agido de maneira autoritária, impedindo os alunos de argumentar com ela sobre seus pontos de vista




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Uma aluna da sétima série foi intimidada por sua professora a negar sua fé em Deus e a existência d’Ele em um trabalho escolar, mas o desfecho do caso foi surpreendente, com a jovem cristã levando a situação às últimas consequências cabíveis.
A aluna Jordan Wooley, que frequenta aulas na West Memorial School, na cidade de Katy, no Texas (EUA), recebeu uma atividade escolar de sua professora em que teria que negar a existência de Deus em uma redação. O trabalho valeria metade da nota na matéria naquele período de avaliação.
Segundo Jordan, a professora disse que quem se recusasse a reconhecer que Deus é “um mito”, perderia nota. “Ela começou a dizer que todos estavam completamente errados. Também ridicularizou nossos pastores”, contou a jovem.
A professora ainda teria agido de maneira autoritária, impedindo os alunos de argumentar com ela sobre seus pontos de vista.
Quando chegou em casa, Jordan contou o ocorrido aos pais e disse que gostaria de enfrentar a situação. Como haveria uma reunião do Conselho Escolar naquela noite, os pais decidiram leva-la ao local para participar e relatar o ocorrido.
Diante dos professores que formam o conselho, Jordan relatou seu caso, contando que sua professora queria obrigá-la a negar sua fé e impedir que argumentasse sobre o caso, mesmo não tendo provas de que Deus não é real.
Uma das professoras do conselho leciona a mesma matéria que a professora ateia e chamou atenção para o fato de que no currículo planejado não havia nenhuma atividade que parecesse com aquela.
Segundo informações do Gospel Herald, o superintendente educacional Alton Frailey desculpou-se com a aluna: “Eu realmente sinto muito que sua fé tenha sido questionada assim”, disse, assumindo o compromisso de investigar o caso pessoalmente. “Nós certamente vamos olhar isso de perto. Muito obrigado. Foi muito corajoso da sua parte. Obrigado, Jordan”, concluiu.
A postura da aluna surtiu efeito, e no dia seguinte, o diretor da escola anunciou que o trabalho dado pela professora não teria impacto na nota da matéria. O diretor e o Conselho Escolar optaram por não divulgar o nome da professora para evitar represálias, mas anunciaram que ela está afastada das atividades até que o inquérito do conselho seja concluído.



Fonte: GNotícias

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Bandidos realizam sequestro-relâmpago de mãe e filha na porta de escola em Natal


Agrônoma foi abordada na saída da escola da filha


Foto: Divulgação
Foto: Divulgação
O crime do sequestro-relâmpago está se tornando cada vez mais comum na cidade de Natal.
Na semana passada, uma empresária do bairro de Tirol foi vítima dessa ação e passou algumas horas em poder dos bandidos, que fugiram levando seu veículo.
Na noite desta terça-feira (19/05/2015), foi a vez de uma agrônoma ser abordada por bandidos no momento em que buscava sua filha, de apenas 4 anos, em uma escola no bairro de Mirassol.
Os criminosos obrigaram a mulher a fornecer seus cartões bancários e senhas e passaram a tentar sacar dinheiro nos caixas eletrônicos.
Um bandido ficou com a agrônoma no bairro de Mãe Luiza enquanto seu comparsa se dirigiu às agências bancárias para realizar os saques.
Mãe e filha foram abandonadas juntamente com o carro e os criminosos fugiram com o dinheiro e pertences da vítima.
Diligências foram realizadas na tentativa de localizar os criminosos, mas a polícia não obteve êxito.
JH

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Acusado de matar adolescente de 16 anos já respondia processo. Entenda o caso em que uma estudante de 16 anos foi assassinada dentro de uma escola na cidade de José da Penha interior do RN cujo autor do crime se suicidou em seguida

Andressa Caroline (foto) é morta dentro de escola

Acusado de matar a adolescente Andressa Caroline Fontes, de 16 anos, dentro da escola onde estudava, no município de José da Penha, José Marcos Alves respondia a processo em que a adolescente morta era vítima. O processo, de autoria do Ministério Público, foi registrado em setembro do ano passado, considerando um Termo Circunstanciado de Ocorrência da delegacia do município de Luís Gomes.

Na manhã dessa segunda-feira (7), José Marcos, 33 anos, entrou na escola onde a ex-enteada estudava com a desculpa de que entregaria um documento da prefeitura, para onde prestava serviços, e foi até a sala da menina. Lá, ele chamou Andressa e a empurrou até o banheiro feminino, ao lado da sala de aula. Após fechar a porta, a golpeou três vezes com estilete e depois disparou três tiros contra ela. Logo em seguida José Marcos se suicidou com um tiro na cabeça.

Os tiros atingiram a mão, o rosto e a cabeça da menina. A polícia identificou também um grande corte de estilete no rosto de Andressa. Os disparos foram ouvidos da sala onde a vítima estudava e os alunos e professores pensaram que estava acontecendo um tiroteio e colocaram um birô para bloquear a entrada no local. Os corpos foram encontrados pelo diretor da escola, que passou mal após presenciar a cena.
José Marcos teve um relacionamento com a mãe da menina e desde o fim do namoro teria começado a perseguir a adolescente, Segundo a polícia de José da Penha, Andressa relatou a perseguição à mãe, afirmando que ele insistia em namorar com ela, a interceptava no meio da rua e enviava mensagens com ameaças para o celular dela, dizendo que se ela não concordasse com o namoro, morreria.

Na semana passada, a adolescente foi com a mãe até a delegacia de Luís Gomes, onde registraram um Boletim de Ocorrência (BO) e um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) contra o suspeito, que seria intimado para prestar esclarecimentos amanhã (9).

Os corpos foram recolhidos na tarde de ontem e levados para o Instituto Técnico Científico de Polícia (Itep) de Mossoró, onde passaram por necrópsia. O sepultamento da vítima e do assassino deve acontecer hoje em José da Penha. A prefeitura do município decretou luto oficial por três dias.
TN

sábado, 17 de agosto de 2013

“Pediria perdão de joelhos”, diz adolescente que pretendia atirar em professora

A adolescente de 15 anos que tentou atirar em uma professora, na tarde desta sexta-feira (16), na escola Belém Câmara, na Cidade da Esperança, disse que está arrependida do que fez. “Pediria perdão de joelhos, mas ao mesmo tempo não tenho coragem de enfrentar ela de frente”, disse a menina após ser levada para a Delegacia de Plantão da Zona Sul.

De acordo com a adolescente, ela não tinha “motivos óbvios” para matar a professora e que pretendia dar um susto. A adolescente declarou ainda que também pretendia tirar a própria vida. Ela declarou que a arma foi oferecida por um colega, no entanto, ela ficou bastante nervosa e nem mesmo tinha força para segurar o revólver.

“Eu não cheguei a apontar a arma para ela, porque é muito pesada. Foi quando o sargento veio, me segurou pelo pescoço e, com o peso da arma, eu acabei atirando no meu próprio pé”, declarou a adolescente de 15 anos. A menina pediu desculpas pelo que fez e chegou a dizer que já está vendo que talvez a professora só quisesse ajudá-la.


A ocorrência foi registrada na tarde desta sexta e, de acordo com a professora que seria o alvo da adolescente, a menina tinha ameaçado mata-la, ainda nesta quinta-feira. A polícia agora vai tentar localizar o homem que teria repassado o revólver calibre 38 e as munições para que a adolescente praticasse o crime.

Portal BO

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Aluna tenta matar professora em Escola Estadual na Cidade da Esperança em Natal e atira no próprio pé

 Após o incidente, aulas desta tarde foram suspensas
 Professora conseguiu sair da sala de aula e no corredor, a estudante a perseguiu ameaçando atirar
Marcas de sangue da estudante estão no chão da escola


Uma aluna da escola estadual Belém Câmara, que fica na Cidade da Esperança, zona Oeste de Natal, atirou no próprio pé durante aula na tarde desta sexta-feira (16). A jovem foi imobilizada por um guarda municipal quando ameaçava uma professora com uma arma e acabou atirando no pé quando foi imobilizada. A professora não teve ferimentos e a adolescente foi levada ao pronto-socorro Clóvis Sarinho, onde recebeu atendimento. O motivo para o incidente teria sido uma discussão entre as duas ontem (15).

Durante aula de matemática da turma do 7º ano, a professora chamou à atenção a aluna de 15 anos devido às faltas recentes da estudante e pelo fato de que ela, mesmo na escola, não assistia às aulas. A jovem não gostou da forma como foi cobrada e as duas discutiram. A professora disse que a estudante só voltaria assistir aulas se fosse à escola acompanhada por um responsável. Hoje, a aluna retornou à escola.

Com um revólver calibre 38 escondido na cintura, a estudante de 15 anos foi até a sala do 7º ano onde ocorria aula de matemática, ministrada pela professora com quem teve a discussão no dia anterior. Na porta, segundo a professora, ela apontou a arma e disse: "Vou matar você agora!".

Assustada com a ameaça da estudante, a professora de matemática conseguiu deixar a sala e fugiu por um corredor, sendo perseguida pela adolescente. No caminho, a professora encontrou um militar da reserva que trabalha na guarda da escola. Quando a adolescente apontou a arma para a professora e ia efetuar o disparo, o guarda conseguiu segurar o braço dela, e o tiro acertou o pé da própria estudante. Ela tentou fugir, mas o guarda conseguiu novamente imobilizá-la.

A aluna foi levada pelos policiais da Ronda Escolar para o pronto-socorro Clóvis Sarinho, onde recebeu atendimento. A professora, depois de recuperada do susto, foi levada à delegacia de Plantão da Zona Sul, onde relatou o crime. A estudante ferida está sendo aguardada na mesma delegacia onde prestará depoimento.

Histórico

De acordo com informações de funcionários da escola, o comportamento da adolescente era considerado tranquilo até recentemente, quando ela começou a andar com novos amigos e a faltar aulas. Porém, nunca havia demonstrado agressividade. Segundo servidores, a atitude chocou todos os funcionários da Belém Câmara.

O diretor da escola, Jaílson Amorim, disse que o fato foi lamentável, mas algo isolado e que não atrapalhará o cotidiano da escola. Participando de reunião com funcionários, ele garantiu que as aulas prosseguirão normalmente e que o incidente não vai impedir que os alunos continuem recebendo o conteúdo programado.

TN