O ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi, vai se licenciar do cargo para uma cirurgia de câncer de próstata. Occhi já informou a presidente Dilma Rousseff sobre seu estado de saúde e afirmou ter posto o cargo à disposição do PP, partido que o indicou, caso a legenda queira substituí-lo.
Robson Pires
Segundo o ministro, apenas com o relatório será possível estimar o prejuízo causado pelos deslizamentos da encosta. “Este momento é de levantamento. A Prefeitura fará o levantamento e nós estamos disponíveis para ajudar”, afirmou. De acordo com a Secretaria Municipal de Assistência Social, pelo menos 50 famílias ficaram desabrigadas com as chuvas. “Felizmente não tivemos vítimas. Casa a gente recupera, mas não recuperamos vidas”, asseverou Teixeira.
Já o deputado Henrique Alves agradeceu a presença do ministro e também fez um agradecimento à presidenta Dilma Rousseff que, “nas suas palavras, mais uma vez demonstrou atenção e respeito para com o Rio Grande do Norte”.
No dia do primeiro deslizamento de terra em Mãe Luíza, no sábado (14), Henrique Alves telefonou à noite para o ministro da Integração, fez um relato dos problemas e solicitou o envio de técnicos do governo federal. Ele reforçou o pedido no dia seguinte, durante visita ao bairro de Mãe Luíza, onde conversou com moradores desabrigados. Na segunda-feira, 16, a equipe do SGB chegou em Natal, se reuniu com o prefeito e, nas manhãs da terça e quarta-feira, visitaram o local.
De acordo com o secretário adjunto de conservação da Semopi, Walter Fernandes, os quatro geólogos já finalizaram as inspeções e estão redigindo o relatório técnico.
Primeiro laudo
Ontem, a prefeitura recebeu o primeiro laudo sobre o desastre de Mãe Luiza, elaborado por três professores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN). A equipe de engenheiros e geólogos elaborou um parecer, apresentando a análise do dano e possíveis soluções. De acordo com o laudo, as chuvas movimentaram 50 mil metros cúbicos de areia e detritos.
Três fatores primários foram apontados como situações que influenciam os movimentos de terra: as chuvas intensas em um curto período de tempo – a Emparn registrou 315 milimetros de chuva em 50 horas; a diminuição da vegetação natural da encosta; a impermeabilização do solo, devido à urbanização inadequada e o acúmulo de águas subterrâneas no sopé da encosta, devido às estruturas dos prédios da orla.
Já o deputado Henrique Alves agradeceu a presença do ministro e também fez um agradecimento à presidenta Dilma Rousseff que, “nas suas palavras, mais uma vez demonstrou atenção e respeito para com o Rio Grande do Norte”.
No dia do primeiro deslizamento de terra em Mãe Luíza, no sábado (14), Henrique Alves telefonou à noite para o ministro da Integração, fez um relato dos problemas e solicitou o envio de técnicos do governo federal. Ele reforçou o pedido no dia seguinte, durante visita ao bairro de Mãe Luíza, onde conversou com moradores desabrigados. Na segunda-feira, 16, a equipe do SGB chegou em Natal, se reuniu com o prefeito e, nas manhãs da terça e quarta-feira, visitaram o local.
De acordo com o secretário adjunto de conservação da Semopi, Walter Fernandes, os quatro geólogos já finalizaram as inspeções e estão redigindo o relatório técnico.
Primeiro laudo
Ontem, a prefeitura recebeu o primeiro laudo sobre o desastre de Mãe Luiza, elaborado por três professores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN). A equipe de engenheiros e geólogos elaborou um parecer, apresentando a análise do dano e possíveis soluções. De acordo com o laudo, as chuvas movimentaram 50 mil metros cúbicos de areia e detritos.
Três fatores primários foram apontados como situações que influenciam os movimentos de terra: as chuvas intensas em um curto período de tempo – a Emparn registrou 315 milimetros de chuva em 50 horas; a diminuição da vegetação natural da encosta; a impermeabilização do solo, devido à urbanização inadequada e o acúmulo de águas subterrâneas no sopé da encosta, devido às estruturas dos prédios da orla.


