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domingo, 10 de maio de 2015

Indonésia encerra proibição contra jornalistas estrangeiros em Papua



A decisão faz parte dos esforços para melhorar os direitos humanos no território



Por Estadão Conteúdo
O presidente da Indonésia, Joko Widodo, anunciou neste domingo (10/05/2015) o fim da proibição contra jornalistas estrangeiros na província de Papua, um dia depois de liberar cinco prisioneiros políticos locais. A decisão faz parte dos esforços para melhorar os direitos humanos no território, onde existe um movimento separatista desde que o domínio da província passou da Holanda para a Indonésia, em 1963.
“A partir de hoje, permitiremos que jornalistas estrangeiros viagem livremente para Papua, assim como para outras províncias indonésias. É hora de pensarmos positivo. Precisa haver a confiança mútua que nós perdemos”, comentou Widodo. Dois jornalistas franceses foram condenados a dois meses e meio de prisão no ano passado por trabalhar sem permissão na província.
Os cinco prisioneiros libertados na véspera cumpriam pena por um ataque contra uma base militar em 2003, que deixou dois soldados mortos. Existem atualmente pelo menos 100 prisioneiros políticos na Indonésia, principalmente em Papua e nas Ilhas Molucca. No caso de Papua, 26 desses presos, condenados por traição, rejeitaram aderir a um programa de anistia do governo. Segundo eles, deixar a prisão desta forma seria admitir crimes que eles não cometeram

Sobre a Indonésia

Formada por cerca de 17 mil ilhas, a Indonésia tem belezas naturais incríveis e é o maior arquipélago do mundo. Com cerca de 200 milhões de habitantes, o país é o quarto mais populoso do mundo e o maior populoso entre os que tem a maioria do povo muçulmano.

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Austrália pede investigação sobre corrupção no julgamento de condenados à morte na Indonésia


O brasileiro Rodrigo Gularte(AFP/VEJA)
A ministra das Relações Exteriores australiana afirmou que as alegações de que os  juízes pediram dinheiro para comutar as penas de morte para os dois eram muito graves

A Austrália fez um apelo de última hora à Indonésia nesta segunda-feira para adiar a iminente execução de dois traficantes de drogas australianos, dizendo ser preciso investigar os relatos surgidos na imprensa asiática de que o julgamento deles foi alvo de corrupção. O pedido da ministra das Relações Exteriores australiana, Julie Bishop, aprofundou uma disputa diplomática entre os dois países. Julie afirmou que as alegações de que os juízes pediram dinheiro para comutar as penas de morte para os dois eram "muito graves" e colocavam em questão a integridade do processo de condenação.
O governo brasileiro também apresentou apelos à Indonésia pedindo por clemência para Gularte, que pode se tornar o segundo cidadão do país a ser executado na Indonésia este ano após o fuzilamento de Marco Archer Cardoso Moreira, em janeiro, também condenado por tráfico de drogas. Em conversa com repórteres no aeroporto de Jacarta, após retornar de uma cúpula regional em Kuala Lumpur, o presidente indonésio, Joko Widodo, disse que tais preocupações deveriam ter sido transmitidas anos atrás, quando o caso transitou nos tribunais. "Por que eles não falaram isso quando isso aconteceu, por exemplo?", afirmou.
Armanatha Nasir, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Indonésia, declarou que os australianos Myuran Sukumaran e Andrew Chan tiveram acesso a todas as vias legais para contestar suas sentenças de morte. A Austrália precisaria apresentar provas da suposta corrupção, acrescentou. Os dois estão entre nove condenados por tráfico de drogas, incluindo o brasileiro Rodrigo Gularte e prisioneiros das Filipinas, Nigéria e Indonésia, todos prestes a ser executados por um pelotão de fuzilamento na noite de terça-feira.
Aumentando a pressão para tentar salvar a cidadã filipina condenada, que tem dois filhos e diz ter sido enganada para transportar drogas, o presidente das Filipinas, Benigno Aquino, apelou a Widodo na cúpula das nações do Sudeste Asiático por "consideração humanitária". Widodo, em um primeiro sinal de amolecimento, disse ao líder filipino que compreendia sua posição e iria consultar o procurador-geral sobre o caso, afirmou um porta-voz do presidente das Filipinas, Benigno Aquino, em Kuala Lumpur.
A Indonésia tem punições severas para crimes relacionados com drogas e retomou as execuções em 2013, depois de um hiato de cinco anos. Widodo tem sido inflexível em sua linha dura contra traficantes. Sua recusa de conceder clemência aos estrangeiros no corredor da morte tem resultado em relações tensas com vários países, particularmente a vizinha Austrália e também com o Brasil.
Os nove condenados estão sendo mantidos em uma prisão de segurança máxima na ilha de Nusakambangan, onde dezenas de policiais e militares começaram a reforçar a segurança nesta segunda-feira, erguendo barreiras para manter o público longe do local. Um agente funerário local, Suhendro Putro, disse que entregou nove caixões para a polícia no domingo. "Eu não posso dizer que eles são para aqueles prisioneiros, mas fui chamado para uma reunião hoje no porto para preparativos. Eu não sei quando exatamente as execuções vão acontecer", disse.
veja

sábado, 25 de abril de 2015

Indonésia confirma execução de outro brasileiro por tráfico de drogas


gularteA família do paranaense Rodrigo Muxfeldt Gularte, condenado à morte na Indonésia por tráfico de drogas, foi informada oficialmente neste sábado (25) de que ele será executado. A data das execuções, que são por fuzilamento, não foi anunciada. A lei indonésia prevê que os presos sejam informados com 72 horas de antecedência, o que foi feito neste sábado, disse à BBC Brasil Ricky Gunawan, advogado de Gularte. Assim, as penas poderão ser cumpridas a partir da tarde de terça-feira (horário local).
Gularte, de 42 anos, foi preso em julho de 2004 após tentar entrar na Indonésia com 6kg de cocaína escondidos em pranchas de surfe. Ele foi condenado à morte em 2005. A família tentava convencer autoridades a reverter a pena após Gularte ter sido diagnosticado com esquizofrenia. Uma equipe médica reavaliou o brasileiro na prisão em março à pedido da Procuradoria Geral indonésia, mas o resultado deste laudo não foi divulgado.
Ele poderá ser o segundo brasileiro a ser executado na Indonésia. Em janeiro, o carioca Marco Archer Cardoso Moreira foi fuzilado após ser condenado à morte por tráfico de drogas.
Robson Pires

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Indonésia - Brasileiro será transferido nesta semana para ilha em que será executado

O brasileiro Rodrigo Gularte escoltado por policiais e apresentado à imprensa no escritório da Alfândega, perto do principal aeroporto de Jacarta, na Indonésia. Rodrigo foi preso tentando tentando contrabandear cocaína escondida em pranchas de surf - 05/08/2004


País prepara remoção de Rodrigo Gularte e outros sete condenados à morte para prisão de Nusa Kambangan, apesar dos apelos internacionais


Autoridades indonésias informaram que oito condenados à morte por tráfico de drogas, dentre eles o brasileiro Rodrigo Gularte, serão transferidos nesta semana para uma prisão na ilha onde serão executados.
Dentre os condenados estão também os australianos Andrew Chan e Myuran Sukumaran, além de homens da Indonésia, França, Gana e Nigéria e de uma mulher filipina. Segundo o governo indonésio, todos já esgotaram as opções legais e serão levados de suas celas na ilha de Bali para a prisão insular de Nusa Kambangan.
A data das execuções não foi anunciada. Os condenados serão executados por pelotões de fuzilamento e serão alvejados em pares. Especialistas em direitos humanos expressaram suas preocupações em relatórios que indicam que o julgamento de alguns dos réus não atendeu padrões internacionais de imparcialidade.
Veja

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Segundo brasileiro preso na Indonésia deve ser executado em fevereiro


gularte
O nome do brasileiro Rodrigo Gularte apareceu em uma lista de 11 prisioneiros que serão executados pelo governo da Indonésia, divulgada na quarta-feira (28/). As autoridades já preparam a prisão na ilha de Nusakambangan, em Cilacap, onde deve ocorrer a execução, em fevereiro. A data, no entanto, ainda não foi divulgada. Além do brasileiro, a lista inclui cidadãos da Austrália, França, Filipinas, Gana e Espanha. As informações são do The Jakarta Post.
Gularte foi preso em 2004 tentando entrar no país com 6 quilos de cocaína dentro de pranchas de surfe. A família dele tenta impedir a execução. Em entrevista ao “Fantástico” da TV Globo, uma prima disse por e-mail que o brasileiro está enlouquecendo na prisão. Ela tenta um laudo de autoridades da Indonésia constatando que o primo sofre de esquizofrenia. O diagnóstico poderia salvar o homem, já que a Indonésia não executa pessoas com doenças mentais. No entanto, todos os pedidos de clemência pedidos até agora foram negados.
Robson Pires

domingo, 18 de janeiro de 2015

Após 11 anos preso,Condenado por tráfico, brasileiro Marco Archer é executado é executado na Indonésia


O brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira, de 53 anos, condenado à morte por tráfico de drogas na Indonésia,  foi executado neste sábado (17/01/2015), às 15h30 deste sábado pelo horário de Brasília, em Cilacap, a 400 km da capital Jacarta.

Segundo agências internacionais de notícia, o fuzilamento foi anunciado pelo porta-voz da Procuradoria-Geral do país, Tony Spontana, e ocorreu no complexo de prisões de Nusakambangan. 

A morte de Marcos Acher foi confirmada oficialmente às 0h45 no horário local (15h45 no horário de Brasília), após avaliação clínica.

O Carioca foi pego, em 2003, tentando entrar no aeroporto de Jacarta com 13,4 quilos de cocaína. Condenado em 2004, Acher é o primeiro cidadão brasileiro executado por pena de morte na história. Seu corpo será cremado na Indonésia e encaminhado ao Brasil. Os custos serão de uma tia de Marcos. O Itamaraty não pode custear funerais no exterior.

A execução ocorreu um dia depois de a presidenta Dilma Rousseff entrar em contato com o presidente da Indonésia Joko Widodo para pedir a suspensão do fuzilamento. Widodo afirmou que compreendia a preocupação de Dilma, mas que a decisão já estava tomada. Outro brasileiro aguarda pela condenação no país, o paranaense Rodrigo Muxfeldt Goulart, também por tráfico de drogas.

Cardoso era solteiro e não tinha filhos. Maria de Lourdes Archer Pinto, de 61 anos, tia de Cardoso, era sua parente mais próxima já que os pais dele já faleceram. Ela foi visitar o sobrinho às pressas antes do cumprimento da condenação.


Com informações da Folha de São Paulo e El País

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Brasileiro será executado por fuzilamento neste sábado na Indonésia

     

Guarda da polícia da Indonésia acompanha o brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira durante uma coletiva de imprensa em Jakarta, em 20 de agosto de 2003. Foto: Divulgação
Guarda da polícia da Indonésia acompanha o brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira durante uma coletiva de imprensa em Jakarta, em 20 de agosto de 2003. Foto: Divulgação
Governo do país asiático negou pedido de clemência das autoridades brasileiras e só uma solicitação feita diretamente por Dilma poderia contornar a situação
 
Preso desde 2003 e condenado no ano seguinte por porte de drogas, o brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira, 53 anos, será executado na Indonésia no próximo sábado, segundo informou a Procuradoria-Geral do país ao jornal Folha de S. Paulo.
Tanto o brasileiro quanto o Itamaraty já foram informados sobre a data de execução. Segundo a publicação, o brasileiro será morto por fuzilamento no sábado à noite, no horário de Brasília.
O governo da Indonésia, liderado pelo presidente linha-dura, Joko Widodo, negou pedido de clemência feito pelas autoridades brasileiras. Segundo a agência Ansa, somente um pedido direto da presidente Dilma Rousseff a Widodo poderia contornar a situação. No entanto, a Indonésia não estaria respondendo as tentativas de contato feitas pelo Brasil.
O brasileiro foi preso no país asiático com 13,4 kg de cocaína escondidos dentro de tubos de um asa-delta. Marco pediu por duas vezes para ser liberado, mas o governo indonésio não aceitou os pedidos.
Caso seja realmente executado, Moreira será o primeiro brasileiro executado no exterior. Na Indonésia, há outro cidadão do país condenado a morte por tráfico de drogas, o paranaense Rodrigo Muxfeldt Gularte.
Fonte: Terra

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Pesquisadores descobrem molécula 50% mais eficiente que o Viagra

 

viagra novo
No segundo semestre deste ano, pesquisadores da Universidade de Franca (Unifran) conseguiram nos Estados Unidos a patente do uso de uma planta para controle da disfunção erétil. Testada em laboratório para produzir um medicamento com a mesma função do viagra, a cubebina, também conhecida como pimenta-de java, pode ajudar a resolver o problema de 50% dos homens brasileiros com mais de 40 anos – que de acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia apresentam queixas relacionadas à dificuldade de ereção.
Originária da Indonésia, a planta é usada como tempero e apresenta propriedades medicinais de combate a doenças parisitárias, tais como a malária. No caso dos pesquisadores brasileiros a aplicação ao campo da disfunção erétil aconteceu por acaso. Márcio Luís Andrade e Silva, coordenador dos estudos, afirma que sua equipe estava extraindo moléculas da pimenta seca para tratar o mal de Chagas quando percebeu que os camundongos receptores da substância passavam a apresentar ereção fora do comum. A partir disso, anos mais tarde, foi iniciada uma pesquisa a respeito do assunto.
Explicando de maneira simples, a ereção acontece quando o pênis está “cheio” de sangue, o que depende de estímulos hormonais e nervosos para acontecer. Em pessoas com disfunção erétil, distúrbios em um desses dois sistemas ou no sistema vascular dificultam o desencadeamento natural do processo que leva à turgescência do órgão sexual. Para mudar essa situação, uma reação química pode ser provocada intencionalmente.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Dois homens ficam gravemente feridos após sofrer ataque de um dragão-de-komodo gigante


O dragão-de-komodo é uma espécie de lagarto que pode atingir até 3 metros

Um dragão-de-komodo gigante, que pode atingir até 150 kg, atacou dois homens na região da ilha de Lesser Sunda na Indonésia. Os dois feridos foram levados às pressas para receber tratamento médico em Bali. 
O animal é uma espécie de lagarto encontrada em ilhas da região. As duas vítimas do ataque eram membros do parque nacional de Komodo, uma reserva dedicada a proteger o estranho bicho.
Sem que alguém notasse, um dragão-de-komodo entrou em um dos prédios do parque, quando atacou violentamente um dos funcionários que ali trabalhava.
Um segundo empregado tentou ajudar o colega ferido e acabou sendo mordido na perna pelo lagarto, que tinha aproximadamente 1,80 metros de comprimento.
Ambos foram levados para um hospital em Bali, já que os dragões-de-komodo possuem dentes muito afiados e veneno em suas glândulas maxilares, que podem causar paralisia e até a morte.
De acordo com o site de notícias norte-americano NY Daily News, Heru Rudiharto, um funcionário do parque indonésio, disse que uma das vítimas já havia sofrido um ataque do animal em 2009.
As espécies ameaçadas de Komodo podem atingir até três metros de comprimento, além de se alimentarem de grandes mamíferos, pequenos répteis e aves.
Acredita-se que existem apenas 4.000 dragões-de-komodo nas ilhas de Komodo, Rinca e Padar, na Indonésia.
R7