terça-feira, 22 de janeiro de 2013

PMDB nacional estima gastar cerca de R$ 100 mil para eleger Henrique presidente


A campanha do deputado federal Henrique Eduardo Alves (PMDB) para se tornar presidente da Câmara dos Deputados deve custar cerca de R$ 100 mil. Este é o valor estimado que seu partido espera gastar com o projeto. O custo será principalmente devido aos deslocamentos que o parlamentar está fazendo em visita aos estados do país para reuniões com as respectivas bancadas federais.

O valor foi revelado pela Folha de São Paulo. Segundo a notícia, o PMDB desistiu de utilizar recursos do Fundo Partidário para quitar os débitos da campanha de Henrique. A decisão partiu após orientação da assessoria jurídica da legenda, motivada por uma denúncia da deputada federal Rose de Freitas (PMDB-ES), que também é candidata ao principal cargo da Câmara.
Conforme decisão do presidente do partido, o senador Valdir Raupp (RO), a campanha de Henrique será paga com recursos próprios do PMDB, oriundos de doações e de taxas pagas pelos filiados e parlamentares. Dessa forma, a legenda foge de possíveis problemas com a Justiça Eleitoral no futuro. De acordo com a legislação, os recursos do fundo partidário só podem ser destinados a manutenção das sedes e serviços da legenda.
Os gastos do PMDB com Henrique só não serão maiores porque o deputado está utilizando um jatinho emprestado pelo também deputado federal Newton Cardoso (PMDB-MG), considerado um dos mais ricos da Casa.
A bordo da aeronave, Henrique está cumprindo uma longa agenda de reuniões com governadores e lideranças políticas dos principais estados do país. Na semana passada, o parlamentar esteve no Paraná, Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, onde recebeu a confirmação de apoio de vários deputados.
PATRIMÔNIO
O final de semana também foi marcado por novas denúncias contra o deputado federal Henrique Alves. Conforme sua própria declaração de renda a Justiça Eleitoral, o peemedebista dobrou o tamanho do seu patrimônio entre os anos de 2006 e 2010.
Segundo a notícia, também veiculada pela Folha de São Paulo, o crescimento de R$ 2,8 milhões para R$ 5,6 milhões se deve principalmente a dois imóveis de luxo obtidos entre 2009 e 2010. O argumento para a duplicação do valor seria a renda que o deputado possui pela sociedade em três veículos de comunicação no RN.

JH

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