A ex-pevista Marina Silva confirmou, que criará uma nova legenda, com o objetivo de promover sua candidatura à Presidência da República em 2014. Segundo ela, a ideia é agregar políticos oriundos de diversas forças partidárias. Inicialmente, Marina pretendia recolher 500 mil assinaturas para a criação do novo partido ainda em janeiro. No entanto, alguns parceiros políticos convenceram a ex-pevista a adiar a articulação para fevereiro, período que coincide com a reabertura dos trabalhos no Congresso Nacional.
A reunião que irá oficializar a criação do partido que será comandado por Marina Silva já tem data. Será dia 16 de fevereiro, em Brasília. Em entrevista a imprensa gaúcha, a ex-senadora confirmou a data mas disse que, apesar de as discussões estarem avançadas, a decisão ainda não foi tomada. “Temos um movimento transpartidário onde há dentro dele uma parte que deseja fundar um novo partido, mas há também quem seja contra, o que é legítimo”, afirmou.
Para viabilizar a candidatura em 2014, Marina e seus apoiadores vão precisar correr contra o tempo e conseguir recolher cerca de 500 mil assinaturas até outubro, data limite para poder registrar a legenda no Tribunal Superior Eleitoral.
A ex-pevista Marina Silva confirmou, que criará uma nova legenda, com o objetivo de promover sua candidatura à Presidência da República em 2014. Segundo ela, a ideia é agregar políticos oriundos de diversas forças partidárias. Inicialmente, Marina pretendia recolher 500 mil assinaturas para a criação do novo partido ainda em janeiro. No entanto, alguns parceiros políticos convenceram a ex-pevista a adiar a articulação para fevereiro, período que coincide com a reabertura dos trabalhos no Congresso Nacional.
A reunião que irá oficializar a criação do partido que será comandado por Marina Silva já tem data. Será dia 16 de fevereiro, em Brasília. Em entrevista a imprensa gaúcha, a ex-senadora confirmou a data mas disse que, apesar de as discussões estarem avançadas, a decisão ainda não foi tomada. “Temos um movimento transpartidário onde há dentro dele uma parte que deseja fundar um novo partido, mas há também quem seja contra, o que é legítimo”, afirmou.
Para viabilizar a candidatura em 2014, Marina e seus apoiadores vão precisar correr contra o tempo e conseguir recolher cerca de 500 mil assinaturas até outubro, data limite para poder registrar a legenda no Tribunal Superior Eleitoral.

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