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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

“Carrasco da Lei Seca”, Styvenson está de volta: “Nunca vai acabar a criminalidade”


Styvenson Valentim, novo comandante da 1ª Companhia do 9º Batalhão da PM

Novo comandante da 1ª Companhia do 9º Batalhão da PM, o oficial ressalta que é preciso combater a violência na origem do problema

O ‘Carrasco da Lei Seca’ está de volta. Não mais para pegar no pé dos transgressores das leis de trânsito, principalmente a turma que gosta de beber e dirigir, mas para assumir uma nova missão. Styvenson Valentim agora comanda a 1ª Companhia do 9º Batalhão da PM, responsável pelo patrulhamento da Zona Oeste de Natal.
Apesar do perfil operacional, Styvenson foi afastado das fiscalizações que realizava em conjunto com o Detran após se envolver em declarações polêmicas ao falar da atuação da Polícia Civil no estado. Como castigo, amargou meses realizando funções administrativas dentro da corporação. Página virada. Vida que segue. Agora, com nova atribuição, ele fala sobre a violência que avança sobre o estado, lembra da carreira e dispara: “nunca vai acabar a criminalidade”.
O capitão reitera: “quando eu digo que a criminalidade não vai acabar, eu quero dizer que é preciso atacar a origem do problema, a nascente. Há muitas crianças sem ocupação, sem lazer, sem esporte, sem ter o que fazer. E o pior: com a conivência dos pais. Muitos pais não têm a mínima condição de ser referência para nada. É isso o que eu quero dizer quando digo que a criminalidade não vai acabar”.
A carreira
Trabalhar na Zona Oeste de Natal é voltar às origens. O 9º BPM foi a primeira unidade que Styvenson trabalhou logo que deixou a academia da Polícia Militar. Formado oficial em 2005, ele recorda que a região, considerada pela polícia como uma das áreas de maior risco da cidade, já era cheia de traficantes: “A gente foi pegando um por um”.
Após três anos e meio, Styvenson foi remanejado para o 5° BPM, já na Zona Sul da capital. Lá, com a mente mudada por atuar com perfis diferentes de criminosos, ele disse que chegou a usar da violência em abordagens, fato que lhe causou bastante problemas, como a desconfiança da população. Assim, com o tempo, percebeu que essas ações não mudavam nada. “E por que não mudou? Porque a vida deles, dos criminosos, não mudava. E por que eles não queriam mudar? Porque eles não tinham esperança de mudar”, avalia.

O respeito é essencial para a atuação, considera Styvenson. “Não ofereceu resistência, não tem nada com você. Pode ser o pior bandido da terra, mas eu vou fazer o que? Vou agradecer pela contribuição e pela segurança pública do estado”, afirma. Styvenson diz que “humilhar quem já é humilhado, abre espaços para uma revolta, como em Alcaçuz”. E acrescenta: “O que esperar de alguém que não tem dignidade? De quem não tem o mínimo?”.
Em 2013, Styvenson voltou ao 9° BPM. Apesar da mesma área de atuação, mesmo bairro, ruas, e infraestrutura física, diz que seu desafio na época era combater criminosos mais novos e mais perigosos. “Os bandidos conhecem o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) melhor do que a gente. Eles têm o conhecimento do que a gente pode e o que não pode”. O capitão acredita que isso acontece porque muitas das crianças da área moram na rua e têm como “referência” os traficantes.
Lei Seca
Após os primeiros anos de experiência, foi remanejado novamente – dessa vez para atuar na Lei Seca. Foi quando Styvenson acabou lotado no Detran. Sobre os três anos que passou como coordenador da Lei Seca, o oficial considera que realizou um bom trabalho. “Não sei fazer coisa mal feita”, afirma. “A população quer alguém que haja, não que fique fazendo discurso”, emenda.
Para os novos desafios, o oficial elogia a força tática do 9° BPM e considera que tem uma boa equipe em mãos. “Eles têm a consciência de que precisam fazer um trabalho físico e tático, que têm de manter a postura”. Em relação aos meios, o capitão diz que sempre foram precários, porém afirma que isso não é motivo de parar, e sim de colocar em prática a inteligência e superar essa escassez.
Agora RN

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Mulher escapa de tarado depois de morder o seu pênis


Uma mulher de 27 anos conseguiu fugir de uma tentativa de estupro em Abaeté, no centro-oeste do Estado de Minas Gerais, mordendo o pênis do suspeito. Segundo informações da Polícia Militar, a vítima, identificada como R.A.S, contou que o homem tentou colocar o órgão genital na boca dela e acabou levando uma mordida. Com isso, ele deixou a arma que carregava cair e a mulher aproveitou para fugir.

R.A.S -  relatou aos policiais que foi abordada pelo indivíduo branco, alto, magro e com uma tatuagem em uma das pernas, no bairro Bela Vista. Ele a agarrou pelos cabelos e a arrastou para um local escuro, rasgando suas roupas e causando várias escoriações em seu seio e próximo à sua vagina. Depois da mordida, a vítima conseguiu gritar por socorro e o suspeito fugiu.
A mulher foi encaminhada à unidade de pronto-atendimento local e depois encaminhada ao Hospital São Vicente de Paulo.
R7

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Homem de 34 anos estupra idosa de 67 anos na Zona Norte e é preso duas horas depois


Um homem identificado como Francisco de Assis Pereira, de 34 anos, foi preso por volta de 0h30 desta quarta-feira (16), acusado de estuprar uma senhora de 67 anos, duas horas antes, na rua Olinto Silva, na Vila Paraíso, no bairro de Igapó, Zona Norte de Natal. A informação foi confirmada pelo tenente Santos, oficial do 4º Batalhão em serviço.  De acordo com o policial militar, a vítima foi surpreendida quando havia acabado de descer do ônibus, e obrigada, sob a ameaça de uma faca de cozinha, a se dirigir até um terreno baldio, onde o crime foi consumido.

“Após o estupro, a vítima passou as características do acusado. Ele estava de bermuda preta e a camisa de um time de futebol, de cores vermelha e preta, mais tarde identificada como do Milan, da Itália. A partir das informações, iniciamos diligências por toda a região, e para nossa surpresa, encontramos o autor do crime caminhando próximo do local onde a senhora foi atacada, e demos voz de prisão”, contou o tenente Santos.

Francisco de Assis Pereira foi levado até a delegacia de plantão Zona Norte, onde foi reconhecido pela vítima. O acusado ainda tem passagem pela polícia por homicídio e estupro, e estava em liberdade. Ele foi autuado e deverá ser encaminhado para a Penitenciária Estadual de Alcaçuz. 

DN

domingo, 13 de janeiro de 2013

Seis detidos em novo caso de estupro coletivo em ônibus na Índia

Policiais indianos exibem os seis acusados de um novo caso de estupro coletivo

Seis homens foram detidos no norte da Índia em um novo caso de estupro coletivo em um ônibus, menos de um mês depois de um fato semelhante ter comovido o país, anunciou a polícia neste domingo, 13 de janeiro de 2013.

"Foram detidos seis homens suspeitos de ter violentado uma mulher de 29 anos depois de a terem levado à força para um lugar desconhecido na noite de sexta-feira, 11 de janeiro", indicou à AFP uma fonte policial.

A polícia procura um sétimo homem que estaria envolvido no caso, acrescentou a fonte.

A mulher foi violentada pelo motorista do ônibus e por pelo menos outros cinco homens que a tiraram do veículo e a levaram para uma casa perto da cidade de Amritsar, no estado de Punjab, norte da Índia.

Depois, eles a deixaram na beira de uma estrada, perto da casa de seus sogros, que ela estava indo visitar.

Este estupro lembra o caso de outro ataque do mesmo tipo ocorrido em um ônibus de Nova Délhi em 16 de dezembro.

A vítima, uma estudante de Fisioterapia que não teve a identidade revelada, foi brutalmente agredida por seis homens em um ônibus.

Atingida com uma barra de ferro, ela morreu alguns dias depois, em Cingapura, para onde havia sido levada em uma tentativa de salvar sua vida.

O caso provocou grandes manifestações na capital indiana e pôs em evidência a violência cotidiana sofrida pelas mulheres em um país amplamente dominado pelos homens.