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sexta-feira, 26 de maio de 2017
Greve de fome - Centenas de palestinos em prisões israelenses completam 40 dias sem comer
40º dia da greve de fome "Por Liberdade e Dignidade"
Ayasa indicou que o presidente palestino, Mahmoud Abbas, abordou ontem em profundidade essa questão durante encontro em Ramallah com o conselheiro dos EUA
JERUSALÉM – Centenas de prisioneiros palestinos que cumprem pena em complexos penitenciários de Israel entraram nesta sexta-feira, 26, no 40º dia da greve de fome “Por Liberdade e Dignidade” com a qual protestam contra as condições de seu encarceramento e pedem melhorias.
Mais de 800 palestinos – um número que as autoridades palestinas elevam até 1.600 – estão sem comer enquanto aumentam as preocupações sobre a deterioração do estado de saúde deles e os pedidos para que se chegue a uma solução, como pediu o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) às autoridades israelenses, que até agora se negaram a negociar.
“Os israelenses não estão reagindo de forma positiva”, disse hoje à agência EFE o porta-voz da Comissão de Assuntos dos Prisioneiros e Ex-prisioneiros, Akram Ayasa, que acrescentou que não há vias de comunicação entre as partes.
Por esse motivo, Ayasa indicou que o presidente palestino, Mahmoud Abbas, abordou ontem em profundidade essa questão durante o seu encontro em Ramallah com o conselheiro dos Estados Unidos para as Negociações no Oriente Médio, Jason Greenblatt, que visita a região apenas dois dias depois que o presidente Donald Trump insistiu em avançar para um processo de paz entre palestinos e israelenses.
“Temos nos dirigido aos americanos porque necessitamos ter uma resposta para as reivindicações dos grevistas. A situação é verdadeiramente preocupante”, indicou Ayasa, que assegurou que, um dia antes, 182 presos foram levados para centros médicos para que suas condições de saúde fossem avaliadas.
O carismático integrante do partido Fatah e promotor do protesto, Marwan Barghouti, que cumpre cinco penas de prisão perpétua por sua participação no assassinato de cinco israelenses durante a Segunda Intifada (2000-2005), foi submetido na quarta-feira a uma bateria de exames médicos para avaliar a deterioração de seu estado de saúde, antes de ser levado de volta para o centro de detenção onde cumpre sua condenação.
Os réus protestam contra as condições de cerca de 6,5 mil palestinos em prisões israelenses, e reivindicam melhorias tais como “o fim das penas em celas de isolamento, da tortura, da negligência médica e da prisão administrativa, além de acesso à educação, a cuidados médicos e do aumento das visitas de familiares” de uma para duas mensais.
A sociedade palestina resolveu mostrar sua solidariedade para com os presos em greve com paralisações gerais, contínuas marchas de apoio e manifestações nas quais dois palestinos morreram e mais de 100 ficaram feridos.
Hoje, além da convocação de novos protestos, o Comitê Nacional Palestino do movimento Boicote, Sanções e Desinvestimentos (BDS, sigla em inglês) a Israel expressou seu apoio à greve e lançou uma campanha para promover um “embargo militar a Israel”, exigindo que as organizações internacionais “deixem de permitir o aparato militar e de segurança israelense” e o seu desenvolvimento. / EFE
Agora RN
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quinta-feira, 11 de junho de 2015
Conheça a doença provocada pela fome que está devastando a África
Essa doença atinge muitas crianças – 80% dos pacientes têm menos de 10 anos de idade
Ela é vista em países subdesenvolvidos, especialmente nas áreas mais pobres da África, em algumas partes da Ásia e na América Latina. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 100.000 pessoas são afetadas por ano.
Algumas culturas não tratam a doença, já que ela é considerada um tabu. Isso resulta em uma barreira para a detecção da enfermidade e para o início do tratamento adequado. A causa ainda é desconhecida, embora suspeite-se que a desnutrição seja um fator determinante.
Cancrum oris, conhecida também como Noma, é uma inflamação gangrenosa aguda dos tecidos orais e faciais, e atinge mais frequentemente pacientes gravemente desnutridos. Primeiramente, ela surge como uma úlcera dolorosa na gengiva e evolui posteriormente para uma necrose do tecido bucal, chegando a atingir os dentes e os ossos. O tratamento é feito com doses altas de penicilina e acompanhamento médico constante.
Além da desnutrição, fatores como higiene oral inadequada, saneamento básico ineficiente, água impura, ocorrência recente de outra doença debilitadora, são geralmente encontrados nas pessoas que contraem Noma.
A doença possui uma alta taxa de mortalidade. Estima-se que 80% a 90% das pessoas afetadas não conseguem sobreviver. Porém, sua evolução pode ser freada com antibióticos e com a melhora da alimentação. Entretanto, os danos causados pela necrose e pelas úlceras são permanentes, sendo necessária cirurgia plástica para reparar o rosto do paciente.
Fonte: R7
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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
'Flagelo da fome ainda ameaça a humanidade'
Crianças comem pão em Guaribas, cidade-piloto do programa Fome Zero, no sertão do Piauí
LEITOR PAULO ROBERTO GIRÃO LESSA
LEITOR PAULO ROBERTO GIRÃO LESSA
DE FORTALEZA (CE)
A luta contra a fome sempre foi uma realidade humana. Hoje, já com sete bilhões de habitantes, a Terra continua a lutar para permanecer longe desse flagelo.
A má distribuição de renda é um fator importante para a permanência da fome em algumas regiões da África, da América Latina, da Ásia e de outros lugares.
Josué de Castro, em seu livro "Geografia da Fome", denuncia a política de exclusão social como fator gerador da fome.
Com as crises econômica, ecológica, energética e outras, o fenômeno da fome volta a ameaçar os habitantes do planeta com mais vigor.
Segundo ele, só o trabalho é garantia estável na luta contra a fome.
Fonte: folha online
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