No entendimento já confirmado e ainda não oficializado entre o PMDB de Henrique Alves e o PR de João Maia, o deputado estadual Poti Júnior retirou a candidatura a prefeito de São Gonçalo do Amarante e agora apoia a reeleição do prefeito Jaime Calado indicando o seu sobrinho Poti Neto na chapa de vice.
Ainda em relação ao entendimento, Poti Júnior deverá assumir a vaga do TCE.
Poti assumindo a vaga do Tribunal de Contas do Estado, assume em seu lugar o 1º suplente Kelps Lima.
| Oito meses após ter se aposentado, o conselheiro Alcimar Torquato (à direita) continua sem um substituto no TCE. Foto: Jorge Filho/Divulgaçao |
Há
cerca de oito meses, o conselheiro Alcimar Torquato deixou o Tribunal
de Contas do Estado (TCE). Até agora, o substituto não foi indicado. A
prerrogativa de escolher o novo conselheiro é da governadora Rosalba
Ciarlini (DEM), mas a democrata ainda não se posicionou sobre o
assunto. Apesar da vacância, o presidente do Tribunal, Valério Mesquita,
diz que não há prejuízo nos trabalhos do Tribunal.
Não existe prazo para a governadora indicar o novo nome. Embora seja um dos cargos públicos mais cobiçados do Estado, as movimentações para sua ocupação permanecem nos bastidores. Por enquanto, a vaga está sendo ocupada por um dos auditores do TCE. Rosalba diz que não indicará nenhum parente para o cargo. Ela afirma que o assunto ainda não está em debate.
O fato é que, além do desgaste político e administrativo que enfrenta o governo, a demora na escolha da vaga para o TCE tem provocado mal estar na base, devido às especulações que surgem dentro do próprio sistema governista. O primeiro impasse surgiu logo no reduto eleitoral da governadora: o município de Mossoró, administrado pela prefeita Fafá Rosado (DEM).
Fafá chegou a declarar, em entrevista à imprensa, que havia sido convidada para assumir a vaga deixada por Torquato, caso renunciasse à prefeitura de Mossoró. A renúncia de Fafá daria à irmã da governadora, a vice-prefeita Ruth Ciarlini (DEM), a prerrogativa de ser candidata à reeleição. Essas articulações tiveram repercussão negativa em todo o Rio Grande do Norte e acabaram não se confirmando.
Em recente entrevista ao Diário de Natal, Rosalba Ciarlini desmentiu a prefeita Fafá Rosado. Disse que nunca tinha tratado do tema com a gestora. Ela afirmou que o assunto não estava em pauta e negou veementemente a possibilidade de utilizar a vaga no TCE para uma jogada política. Assim, Fafá decidiu não renunciar e a pré-candidatura de Ruth foi abortada.
Agora, comenta-se nos bastidores que a vaga no TCE pode ser entregue ao PMDB, do deputado federal Henrique Eduardo Alves. O partido tinha o comando da Secretaria Estadual de Turismo (Setur), mas entregou e decidiu não indicar o substituto. O nome cotado para integrar o time de conselheiros é o do deputado estadual Poti Júnior (PMDB).
A escolha de Poti Júnior envolveria uma articulação da base aliada do governo para fazer novas acomodações. Nesse caso, entre PR e PMDB, duas legendas governistas. Com a ida de Poti para o TCE, o PR receberia o apoio do PMDB para a reeleição do prefeito Jaime Calado (PR) em São Gonçalo do Amarante e ficaria com a vaga dele na Assembleia, já que o primeiro suplente da coligação é Kelps Lima (PR).
Não existe prazo para a governadora indicar o novo nome. Embora seja um dos cargos públicos mais cobiçados do Estado, as movimentações para sua ocupação permanecem nos bastidores. Por enquanto, a vaga está sendo ocupada por um dos auditores do TCE. Rosalba diz que não indicará nenhum parente para o cargo. Ela afirma que o assunto ainda não está em debate.
O fato é que, além do desgaste político e administrativo que enfrenta o governo, a demora na escolha da vaga para o TCE tem provocado mal estar na base, devido às especulações que surgem dentro do próprio sistema governista. O primeiro impasse surgiu logo no reduto eleitoral da governadora: o município de Mossoró, administrado pela prefeita Fafá Rosado (DEM).
Fafá chegou a declarar, em entrevista à imprensa, que havia sido convidada para assumir a vaga deixada por Torquato, caso renunciasse à prefeitura de Mossoró. A renúncia de Fafá daria à irmã da governadora, a vice-prefeita Ruth Ciarlini (DEM), a prerrogativa de ser candidata à reeleição. Essas articulações tiveram repercussão negativa em todo o Rio Grande do Norte e acabaram não se confirmando.
Em recente entrevista ao Diário de Natal, Rosalba Ciarlini desmentiu a prefeita Fafá Rosado. Disse que nunca tinha tratado do tema com a gestora. Ela afirmou que o assunto não estava em pauta e negou veementemente a possibilidade de utilizar a vaga no TCE para uma jogada política. Assim, Fafá decidiu não renunciar e a pré-candidatura de Ruth foi abortada.
Agora, comenta-se nos bastidores que a vaga no TCE pode ser entregue ao PMDB, do deputado federal Henrique Eduardo Alves. O partido tinha o comando da Secretaria Estadual de Turismo (Setur), mas entregou e decidiu não indicar o substituto. O nome cotado para integrar o time de conselheiros é o do deputado estadual Poti Júnior (PMDB).
A escolha de Poti Júnior envolveria uma articulação da base aliada do governo para fazer novas acomodações. Nesse caso, entre PR e PMDB, duas legendas governistas. Com a ida de Poti para o TCE, o PR receberia o apoio do PMDB para a reeleição do prefeito Jaime Calado (PR) em São Gonçalo do Amarante e ficaria com a vaga dele na Assembleia, já que o primeiro suplente da coligação é Kelps Lima (PR).
Fonte: DN


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