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sábado, 25 de fevereiro de 2017

Victor, da dupla Victor e Leo, é acusado de agredir a mulher

Sertanejo Victor Chaves é acusado de agredir a mulher, grávida de seu segundo filho

Grávida, Poliana Bagatini registrou boletim de ocorrência contra o marido, alegando que ele a teria jogado no chão e desferido vários chutes


O cantor Victor Chaves, da dupla sertaneja Victor e Leo, está sendo acusado de agredir a mulher Poliana Bagatini, grávida do segundo filho do casal. A empresária prestou queixa na manhã desta sexta-feira, 24, em delegacia da Polícia Civil de Belo Horizonte. Em seguida, ela foi encaminhada para a Delegacia da Mulher local para o exame de corpo de delito, mas não aguardou o atendimento.
Segundo a assessoria de imprensa do Departamento de Proteção e Orientação da Família da capital mineira, Poliana relatou que teria sido jogada no chão pelo companheiro, que desferiu diversos chutes nela. Ao tentar sair do apartamento, a moça foi impedida por um segurança e pela irmã do cantor.
O caso será investigado pela Polícia Civil de Minas Gerais. Tanto Victor, quanto Poliana e os demais envolvidos deverão prestar depoimento em breve. Procurada para comentar o caso, a assessoria de imprensa da dupla Victor e Leo não foi encontrada. O casal já tem uma filha, Maria Vitória, de 1 ano.
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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Foto de Beyoncé grávida é a mais curtida da história do Instagram

Recorde anterior pertencia à cantora Selena Gomez, em uma propaganda para uma marca de refrigerantes
Em menos de um dia, já foram contabilizados 8,5 milhões de curtidas, vindas de fãs das mais variadas partes do mundo

Em uma única foto, a cantora Beyoncé conseguiu chamar a atenção do mundo por dois motivos: o primeiro foi o anúncio de que está grávida de gêmeos, e o segundo foi ter se tornado a dona da foto mais curtida da história do Instagram.
Em menos de um dia, já foram contabilizados 8,5 milhões de curtidas, vindas de fãs das mais variadas partes do mundo.
O recorde anterior pertencia à cantora Selena Gomez, em uma propaganda para uma marca de refrigerantes que já lhe rendeu mais de 6,3 milhões de curtidas.
Agora RN

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Educadora fica grávida de estudante adolescente e pega 10 anos de cadeia

Ela mesma de disse culpada por abuso sexual, pois acreditava que a confissão a livraria da prisão
Aluno tinha 13 anos na época e relacionamento teve aprovação dos pais do garoto

No estado americano do Texas, um magistrado sentenciou na última sexta-feira (13) uma educadora a cumprir 10 anos de prisão. O motivo? A professora de inglês teve um relacionamento com um estudante de 13 anos e ficou grávida dele.
A moça lecionava em um instituto de Houston. O relacionamento dos dois ocorreu já há 11 anos. Mesmo assim, o caso ainda foi capaz de trazer uma reviravolta na vida da educadora e do educando.
De acordo com informações dos jornais locais que cobrem o caso desde então, a sentença proferida pelo juiz Michael McSpadden foi severa de propósito. O objetivo da decisão é tornar este caso um exemplo para prevenir outros relacionamentos entre alunos e mestres.
Na opinião do magistrado, este tipo de situação tem acontecido de forma rotineira e perigosa.
A condenada chama-se Alexandria Vera. Quando a história amorosa aconteceu, ela tinha apenas 24 anos. Segundo ela, a gestação também a surpreendeu.
O pupilo, matriculado no Distrito Escolar Independente de Aldine, nos arredores de Houston, também se disse surpreso. No entanto, os familiares do adolescente demonstraram na época compreensão com o envolvimento amoroso, que consideraram normal entre um menino que estava iniciando a vida sexual, e sua professora. Pelo menos essa é a versão de testemunhas do caso, oficializada inclusive nos autos e no julgamento da educadora. Inclusive, a mãe do garoto esteve no tribunal para dar apoio à acusada.
Apesar da referida compreensão familiar, a profissional decidiu abortar a criança na ocasião.
Mas alguns detalhes que vieram à tona no julgamento deram ingredientes polêmicos ao assunto. Está nos autos que o pai do menor e a professora, em comum acordo, resolveram inventar que tiveram um caso e que este seria o motivo da gestação, caso ela prosseguisse. O objetivo da família e da educadora era encobrir os fatos para preservar o aluno de futuras especulações que prejudicassem sua vida escolar.
O plano, no entanto, acabou não sendo levado a cabo. Isso porque houve relatos de que o jovem não foi o único estudante com quem Alexandria se relacionou. Segundo testemunhas, a professora emprestava sua casa para que outros alunos mantivessem relações sexuais no local, na época de férias.
Ela mesma de disse culpada por abuso sexual, pois acreditava que a confissão a livraria da prisão e que a pena poderia ser cumprida em liberdade.
Fonte: Blasting News

terça-feira, 26 de abril de 2016

Grávida de 8 meses, mãe de Isabella Nardoni conta como seguiu em frente: "Lutei muito para ser feliz"

Terapia, religião, família e um novo companheiro a ajudaram a superar a fase mais difícil(Luiz Maximiano/Arquivo pessoal/VEJA)

"A Isa sempre me viu feliz — e é assim que estou hoje", diz Ana Carolina Oliveira, cuja filha foi assassinada barbaramente em 2008 pelo pai e pela madrasta num crime que chocou o país

O país inteiro se solidarizou com as lágrimas de Ana Carolina Oliveira. Em março de 2008, sua filha Isabella Nardoni, de 5 anos, foi assassinada pelo pai, Alexandre Nardoni, e pela madrasta, Anna Carolina Jatobá. No dia da tragédia, antes de ser arremessada pela janela do 6º andar de um edifício na Zona Norte da cidade de São Paulo, Isabella sofreu muito nas mãos dos adultos que deveriam cuidar dela. Apanhou com uma chave tetra, foi asfixiada e, quando estava inconsciente, atirada com vida de uma altura de mais de 20 metros. Tudo isso enquanto passava o fim de semana com seus dois meios-­irmãos, Pietro, então com 3 anos, e Cauã, de 11 meses. Os responsáveis tentaram simular uma invasão, mas acabaram sendo presos e condenados - ele a 31 anos, ela a 26.
É difícil imaginar dor maior que a de enterrar o próprio filho. No caso de Ana Carolina, havia várias agravantes, como a pouca idade da menina, a brutalidade dos assassinos e, sobretudo, a identidade dos criminosos, incluindo-se o próprio pai da vítima. A enorme exposição pública, porém, ajudou. "A comoção das pessoas me dava força", lembra ela. "Muitos choravam como se tivessem perdido o próprio filho." Ana Carolina começou a frequentar o Santuário do Terço Bizantino, do padre Marcelo Rossi, e causava aglomeração quando subia ao palco, a ponto de precisar sair pelos fundos.
Na época, estava com 24 anos. Sua gravidez não havia sido planejada, e o relacionamento com Alexandre Nardoni acabou logo depois do nascimento do bebê. Custou a ela acreditar na participação dele no crime e mergulhou em uma torrente de perplexidade e sofrimento. "Chega uma hora em que a dor sufoca de tal forma que você precisa da ajuda de um profissional", conta. Recorreu a sessões de terapia três vezes por semana. Sua mãe, Rosa Oliveira, foi outro apoio fundamental. "Com o tempo, aprendemos a nos acostumar com a dor. Alguns dias, no entanto, são mais difíceis", afirma a avó de Isabella. Na segunda passada, a garotinha teria completado 14 anos. Na mesma data, Rosa pegou a filha e dirigiu até o litoral paulista para que as duas pudessem descansar. "Não comparo dores, por isso não me fiz de coitada achando que os meus problemas seriam maiores do que os dos outros", diz Ana Carolina. "Lutei para voltar a ser feliz, pois essa é a imagem que a minha filha tinha de mim."
O marco da reconstrução de sua vida veio na forma de uma explosão de alegria dentro de um lugar inusitado: um banheiro público. Com vontade de ser mãe novamente, no ano passado deixou de tomar anticoncepcional. O sonho era compartilhado por seu marido, o administrador Vinícius Francomano, 29, com quem se casou depois da tragédia. Poucas semanas após as tentativas, o sinal de alerta se acendeu, com o atraso da menstruação. Sem avisar Vinícius, aproveitou o horário de almoço do trabalho em um banco (administradora, ela atua no setor de câmbio da instituição financeira) e foi a um shopping. Comprou um teste de farmácia e dirigiu-se a um dos toaletes. O exame deu positivo. A vontade era de berrar de contentamento, mas segurou a emoção na hora. "No auge dos problemas, achava que jamais iria me casar vestida de noiva e ter filho. A vida dá muitas voltas."
Na época do assassinato, Ana Carolina estava namorando, mas o relacionamento acabou meses depois. Ficou solteira por quase dois anos, até conhecer o futuro marido em um bar de São Paulo. Na semana seguinte, ela foi a uma balada com amigas no interior do estado e o reencontrou por acaso. Ficaram juntos de vez. No começo da relação, ele se assustou com o assédio. Ana Carolina era reconhecida nas ruas. Algumas pessoas chegavam a pedir autógrafo e queriam posar ao seu lado para uma foto. "Entendo terem carinho, mas, na minha cabeça, não faz sentido tirar um retrato com alguém que ficou conhecido naquela situação." Apesar do desconforto inicial, o relacionamento prosperou. "Tem gente que fala que fui corajoso", conta Vinícius. "Mas amo a Carol, então foi natural seguir em frente."
Casaram-se em abril de 2014. Na cerimônia, realizada em uma catedral anglicana, Isabella foi rememorada no fim da troca de alianças e de beijos. "Não poderia deixar de lembrar de sua filha, que está no céu muito feliz assistindo a esta celebração", disse o reverendo Aldo Quintão. Em seguida, cantou a música gospel Faz um Milagre em Mim. "Realizo casamentos há sete anos. Esse foi o único em que vi todos os convidados chorando", lembra a cerimonialista Babi Leite.
Um dos maiores desafios da psicologia diz respeito ao enfrentamento da perda de um filho, essa cruel armadilha do destino que reverte a ordem biológica. "Durante o luto, a pessoa revê a sua vida e as expectativas que projetou para si e para a criança", afirma Maria Helena Franco, coordenadora do Laboratório de Estudos e Intervenções sobre o Luto, da PUC de São Paulo. "Mas a exposição pública desse processo pode fazer com que ele se torne mais prolongado." Ana Carolina experimentou exatamente isso. O carinho das pessoas a ajudou a se levantar, mas trouxe também outras questões. "Se estava triste, me chamavam de coitada. Se sorria, era julgada por ter superado o luto."
Hoje, Ana Carolina leva uma vida discreta. Nem sequer tem rede social. Durante a gestação, foi reconhecida apenas uma vez. "Uma mulher veio me dar parabéns e dizer que estava feliz por mim." Em comparação ao período de gravidez de Isabella, quando tinha apenas 17 anos, sente diferenças, como enjoos e inchaços. Por outro lado, aos 32, vive a experiência da maternidade tendo ao seu lado um marido. "Eu e Vinícius escolhemos todas as roupinhas, a decoração do quarto, a lembrancinha do hospital...", conta ela, com o sorriso largo que tanto lembra o da filha Isabella. "A Isa sempre me viu feliz - e é assim que estou hoje", complementa, orgulhosa de estar conseguindo reconstruir a própria história. Ana Carolina está no oitavo mês de gestação. Programa fazer parto normal. Dará à luz um menino, que vai se chamar Miguel. Em um sinal da maturidade com que superou sua tragédia pessoal, Ana Carolina não tropeça na dor inútil dos falsos paralelos: "Não encaro a segunda gravidez como uma substituição. Cada filho tem uma história".
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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Grávida de 7 meses é presa suspeita de tráfico de drogas em São Gonçalo do Amarante


Uma mulher de 24 anos foi presa na noite desta quarta-feira (25), no distrito de Santo Antônio, em São Gonçalo do Amarante, suspeita de praticar o crime de tráfico de drogas. Sergiane Leôncio da Silva foi abordada por uma equipe do 11º Batalhão e flagrada portando o material ilícito.
Segundo a polícia, a jovem foi presa pelo mesmo crime há oito anos quando também se encontrava grávida. Sergiane cumpriu oito meses de reclusão e depois recebeu a condição de responder em liberdade. Esta noite a suspeita portava dentro do sutiã oito porções de maconha em pequenos saquinhos, dezessete pedras de crack e uma toca de cocaína.
Na Delegacia de Plantão da Zona Norte, a suspeita relatou que realmente era vendedora de drogas e que o que aconteceu no passado e no presente eram coisas as vida. “Eu não posso fazer nada, são coisas da vida, eu não encontrei trabalho, nenhuma oportunidade e acabei nessa”, disse.
O chefe de investigação da polícia civil nesta noite relatou que apesar da questão da gravidez a jovem presa deverá responder pelo crime de tráfico de drogas em um presídio na grande Natal e que o Estado irá ser responsável para dar assistência necessária a Sergiane durante a gestação.
Portal BO