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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Quase um milhão de crianças sofrem de desnutrição aguda grave na África, alerta Unicef



Por Agência Brasil
Após dois anos de seca, quase um milhão de crianças em países do Leste do continente africano – África Oriental e Austral – sofrem de “desnutrição aguda grave”. O alerta foi feito nesta quarta-feira (17) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef.
As crianças das regiões leste e sul do continente enfrentam uma situação de falta de alimentos e de água, agravada pelo aumento dos preços, que força as famílias a pularem refeições e venderem os bens que têm para adquirir alimentos.
A “desnutrição aguda grave” é definida como fome extrema e é a principal causa de morte de crianças até 5 anos no mundo, segundo o Unicef.
Angola é um dos países que desperta a preocupação da ONU. O país tem cerca de 1,4 milhão de pessoas afetadas por condições meteorológicas extremas e cerca de 800 mil que necessitam de ajuda alimentar, a maioria nas províncias mais áridas, ao Sul do país.
A agência da ONU apelou hoje para aportes financeiros a fundos humanitários de emergência em sete países, sendo os principais de $ 78 milhões de euros para a Etiópia; $ 23,3 milhões de euros para a Angola; e $ 13,4 milhões de euros para a Somália.
“O fenômeno meteorológico El Niño vai diminuir, mas o custo para as crianças – muitas das quais já lutavam para sobreviver – será sentido durante anos”, disse a diretora regional da Unicef, Leila Gharagozloo-Pakkala, citada pela agência France Presse.
“Os governos respondem com os recursos disponíveis, mas esta é uma situação sem precedente. A sobrevivência das crianças depende de ações a serem tomadas hoje”, acrescentou.
Lesoto, Zimbabue e a maior parte da África do Sul declararam emergência por causa da seca.
Na Etiópia, o número de pessoas que precisam de ajuda alimentar deve aumentar este ano de 10 milhões para 18 milhões, e no Malaui a situação é a mais grave dos últimos nove anos: 2,8 milhões de pessoas, o equivalente a mais de 15% da população, estão em risco de desnutrição aguda grave.
“As estatísticas são impressionantes”, disse Megan Gilgan, consultora do Unicef. “A situação deve agravar-se ao longo deste ano e em 2017”.
O Programa Alimentar Mundial (PAM) já tinha alertado em janeiro que 14 milhões de pessoas podem ficar sem comida suficiente este ano nestas regiões da África.
Portal no Ar

sábado, 8 de novembro de 2014

Conheça o homem que está há 74 anos sem comer e beber água

 

Jani alega que se alimentava de luz, quando olhava diretamente para o sol durante vários minutos por dia

JYRTFTRUR
Um líder religioso indiano chamou a atenção nos últimos anos por conta de uma façanha incomum. Ele estaria há 74 anos sem comer e beber água.
Prahlad Jani, conhecido como Mataji, tem 82 anos. Ele parou de se alimentar quando ainda era criança, aos 8 anos de idade.
O homem aceitou ser submetido a uma investigação rigorosa em um instituto de pesquisas médicas, ficando isolado em um pequeno quarto com câmeras que o filmavam durante dias e noites.
A cada três horas os médicos recolhiam amostras de sangue do indiano. A pesquisa durou 10 dias, e durante todo esse tempo Mataji não comeu ou bebeu água. Da mesma forma ele não precisou realizar suas necessidades naturais.
Jani passou o maior tempo orando e meditando. Ele tomava banho em uma bacia, e os médicos verificavam a quantidade de água para ter certeza de que ele não estava bebendo o líquido.
O homem demonstrou ter um grande vigor físico durante a experiência. Exames não constataram nenhum problema sanguíneo, fazendo com que os médicos não tivessem respostas sobre como o homem estava se mantendo nutrido.
Jani alega que se alimentava de luz, quando olhava diretamente para o sol durante vários minutos por dia. O hábito, porém, pode causar cegueira por conta de problemas gerados na retina dos olhos.
O indiano também afirmou que um orifício surgiu no céu de sua boca quando ele olhava para o sol, deixando escorrer um tipo de gosma doce, a qual permitiria a ele se alimentar.
Uma médica introduziu um dos dedos na boca do homem nesse momento, e comprovou a existência de uma fenda no palato e da substância pegajosa. O indiano deixou o hospital como um verdadeiro herói ao pequeno grupo de seguidores que possuía, os quais o acompanharam até uma caverna. É neste mesmo local que ele vive atualmente, mantendo a meditação e a sobrevivência por meio da luz solar.
 

Fonte: Gadoo