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terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Das 50 cidades mais perigosas do mundo, um terço fica no Brasil. Saiba quais são e qual é a mais violenta do país

San Pedro Sula, em Honduras, a mais violenta do mundo 

As cidades da América Latina são as mais perigosas entre todas as cidades do mundo. É o que diz um relatório da fundação City Mayors, centro de estudos dedicado a temas urbanos, que concluiu que 47 das 50 localidades mais violentas do planeta ficam no continente. As exceções são Cidade do Cabo, na África do Sul, além de Detroit e Nova Orleans, ambas nos Estados Unidos. O critério para a elaboração da lista foi o número de homicídios registrados por ano por cada 100 mil habitantes.
No ranking geral, pela terceira vez consecutiva, a campeã foi San Pedro Sula, cidade com 720 mil moradores no norte de Honduras. Por lá, são registrados 187 assassinatos a cada grupo de 100 mil pessoas, taxa que segue crescendo. A presença do tráfico internacional e as disputas entre gangues locais são as principais causas das mortes. Um vídeo do portal Veja.com publicado em setembro traz o depoimento da jovem hondurenha Danya Gutierrez, moradora de San Pedro Sula que sonha em fugir para os Estados Unidos para escapar da violência. Em 2012, um incêndio em um presídio superlotado da cidade  causou a morte de mais de 300 pessoas, episódio considerado uma das maiores tragédias carcerárias da América Latina.
Caracas, na Venezuela, ocupa o segundo lugar da lista. A capital venezuelana tem quase 3 milhões de habitantes e registra 134 homicídios por cada grupo de 100 mil. O terceiro lugar é da turística Acapulco, cidade portuária mexicana com quase 700 mil moradores e taxa de 113 mortos por 100 mil. Quase um terço das 50 cidades do ranking fica no Brasil, o país de maior presença na lista do City Mayors.
Os países com mais cidades violentas

(apenas dois não são latinos*)

1º) Brasil

16 cidades

2º) México

9 cidades

3º) Colômbia

6 cidades

4º) Venezuela
5 cidades

5º) Estados Unidos*

4 cidades

6º) África do Sul*

3 cidades

7º) Honduras

2 cidades

8º) Guatemala, El Salvador, Jamaica, Haiti e Porto Rico

1 cidade cada um

Maceió, a mais violenta do país segundo relatório do City Mayors 

O documento destaca que “moradores de cidades do Brasil, México e Colômbia correm mais risco de serem atingidos nas batalhas entre gangues rivais”. Entre as cidades brasileiras, a mais violenta é Maceió, com taxa de 80 por cada 100 mil. Depois dela vêm Fortaleza, com 73, e João Pessoa, com 67. No patamar de 57 a 58 por 100 mil, aparecem Natal, Salvador, Vitória e São Luís, nesta ordem.
Capina Grande, na Paraíba, é a única não capital a figurar entre as mais violentas do Brasil. Com 500 mil habitantes, ela vive o paradoxo de estar sob a tensão da violência ao mesmo tempo em que é considerado um dos locais mais prósperos da região, por ser um importante pólo industrial e tecnológico e concentrar dezessete universidades. Veja abaixo:


As cidades mais perigosas do Brasil
(conforme a taxa de homicídios por 100 mil habitantes)

1º) Maceió 

80 homicídios por 100 mil habitantes/ 5º lugar no ranking geral

2º) Fortaleza

73 homicídios por 100 mil habitantes/ 7º lugar no ranking geral

3º) João Pessoa

67 homicídios por 100 mil habitantes/ 9º lugar no ranking geral

 4º) Natal

58 homicídios por 100 mil habitantes/ 12º lugar no ranking geral

5º) Salvador

58 homicídios por 100 mil habitantes/ 13º lugar no ranking geral

6º) Vitória

57 homicídios por 100 mil habitantes/ 14º lugar no ranking geral

7º) São Luís

57 homicídios por 100 mil habitantes/ 15º lugar no ranking geral

8º) Belém

48 homicídios por 100 mil habitantes/ 23º lugar no ranking geral

9º) Campina Grande

46 homicídios por 100 mil habitantes/ 25º lugar no ranking geral

10º) Goiânia

45 homicídios por 100 mil habitantes/ 28º lugar no ranking geral

11º) Cuiabá

44 homicídios por 100 mil habitantes/ 29º lugar no ranking geral

12º) Manaus

43 homicídios por 100 mil habitantes/ 31º lugar no ranking geral

13º) Recife

37 homicídios por 100 mil habitantes/ 39º lugar no ranking geral

14º) Macapá

37 homicídios por 100 mil habitantes/ 40º lugar no ranking geral

15º) Belo Horizonte

35 homicídios por 100 mil habitantes/ 44º lugar no ranking geral

16º) Aracaju

33 homicídios por 100 mil habitantes/ 46º lugar no ranking geral


Campina Grande: a única não capital brasileira a figurar no ranking
 Veja

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Viagra: Jovem toma remédio e passa 4 dias direto com ereção


Um jovem de 22 anos foi operado com urgência no Hospital Escola Universitário de Tegucigalpa, em Honduras, após ter relatado ao urologista que tinha uma ereção havia quatro dias. O hospital informou ao G1 que o rapaz admitiu ter tomado medicamento para ter a ereção. Ele chegou ao centro médico na terça (10) e, após ser operado, teve alta no hospital dia 11/09/2013.

O médico que o atendeu, Denis Chirinos, disse que nos últimos três meses teve quatro pacientes em condições similares, com idades de 14 a 35 anos. O estado de ereção permanente durante horas ou até dias se chama priapismo e causa fortes dores. A saída, em muitos casos, é fazer uma cirurgia para drenar o sangue do pênis, deixando-o flácido novamente. Foi o que aconteceu com o paciente de 22 anos.
Caso o sangue fique acumulado por muito tempo e coagule, há o risco de ser necessária uma amputação. O hospital alerta que a falta de regulação da venda de medicamentos para ereção em Honduras faz com que muitos homens tomem doses indiscriminadas sem necessidade.
Robson Pires

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Com a previsão do FIM DO MUNDO para o dia 21 de dezembro de 2012 (próxima sexta-feira), terra da antiga civilização Maia lota com turistas do mundo inteiro

FIM DO MUNDO?


Previsão do calendário maia que diz que o FIM DO MUNDO será na próxima sexta-feira  (21) provoca expectativa e até pânico em algumas partes do mundo.

A previsão de que o mundo acabará em três dias – sexta-feira (21) –, de acordo com interpretações do calendário maia, provocou uma busca elevada de turistas estrangeiros à Guatemala. Assim como Honduras e El Salvador, o local abrigou a civilização maia. A expectativa, segundo o Instituto Guatemalteco de Turismo, é receber cerca de 200 mil estrangeiros.

A civilização maia é reconhecida pelo aprimoramento da língua escrita e pelos conhecimentos em arte, arquitetura, matemática e sistemas astronômicos. Os maias não desapareceram por completo e, na Guatemala, os descendentes tentam manter as tradições.

O calendário maia pode ser sincronizado e interligado a uma série de combinações de ciclos e análises paralelas. Como é preciso interpretar, em geral, os leigos não conseguem lidar com o sistema. Segundo especialistas, o calendário maia tem aspectos semelhantes aos empregados em outras civilizações mesoamericanas.

O Observatório Nacional Indígena disse que ocorreram gastos excessivos para a promoção das atividades de sexta-feira. Informações não confirmadas indicam que o Ministério da Cultura e do Desporto investiu aproximadamente US$ 3,2 milhões, enquanto o instituto gastou cerca de US$ 5 milhões. Houve ainda um decreto presidencial que determinou o treinamento de agentes de turismo para atuar nas áreas sagradas da civilização maia.

Agência Brasil