A empresa brasileira ficou atrás apenas de Facebook, que aparece na décima posição, com avanço de 63% nas receitas, e Baidu, uma espécie de Google da China, com alta de 43% nos negócios, na 14ª colocação. O Grupo Globo é o único latino-americano entre os 20 maiores.
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domingo, 17 de maio de 2015
Google segue como maior grupo de mídia do mundo; Grupo Globo é o 17º
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terça-feira, 16 de dezembro de 2014
Internautas brasileiros já são noventa milhões
Noventa milhões: Esse é o atual número de internautas brasileiros, cerca de 57% da população com 12 anos de idade ou mais. Apesar de o topo da pirâmide etária estar cada vez mais largo, ainda são os mais jovens que dominam a internet: 73% dos que a acessam têm menos de 35 anos. As informações estão n’O Globo.
E um dado confirma uma tendência que já vinha sendo verificada: a expansão da web, num país que carece de infraestrutura de cabeamento por FIBRAS
óticas, se dá pelo ar. Mais da metade (ou 65%) dos internautas tem como método de acesso primordial uma rede móvel — por meio de um smartphone ou tablet. Os dados são de um levantamento, ainda não publicado, feito pela agência de publicidade F/Nazca com o instituto de pesquisas Datafolha.
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
Jesus Cristo é a “pessoa mais importante que já existiu”, indica pesquisa
Quem é a pessoa mais influente do mundo? Tentando responder a essa pergunta, Steven Skiena, um professor de Ciência da Computação na Universidade Stony Brook (NovaYork) e Charles Walker, um dos engenheiros do Google, publicaram o livro Who’s Bigger? [Quem é Maior?]
Segundo o jornal Sunday Times, o ranking foi elaborado com a ajuda de um software desenvolvido pelos autores do livro. Ele realizou uma busca em milhares de opiniões postadas na internet sobre os maiores personagens da História humana. Trata-se de um algoritmo, similar aos usados pelo Google.
Além de oferecer o resultado para a realidade de 2013, o livro procura mostrar como a relevância dessas pessoas irá mudar em 200 anos. Seus autores sabem que a lista montada pode trazer surpresas, mas Jesus Cristo ainda está em primeiro lugar. Outro líder religioso influente, Maomé, ficou o terceiro lugar. A lista final tem milhares de nomes e fica claro que, por ter como base páginas da internet, a língua predominante da pesquisa foi o inglês.
Há algumas curiosidades como a mulher mais bem colocada, que só aparece em 13º lugar. Nelson Mandela, que dominou as notícias nos últimos dias ficou apenas em 356º. Outros nomes que merecem destaque nesta lista são o pastor Martin Luther King (8°), o reformador Martinho Lutero (17), e o Apóstolo Paulo (34).
Em uma entrevista recente, Skiena explica que o software continuará pesquisando para que o ranking seja atualizado com frequência. Mas ele avisa: “Podemos chamar Jesus de “a pessoa mais importante que já existiu”.
Medimos a sua força “meme”, ou seja, o grau de sucesso desta pessoa que está sendo propagada através do tempo. Com mais de dois bilhões de seguidores após 2.000 anos de sua morte, Jesus é um meme histórico incrivelmente bem-sucedido”. Ele explica que as figuras contemporâneas e celebridades tendem a perder rapidamente posições, já que suas reputações são mais voláteis e, por isso, difícil de medir. Com informações PS Mag e Tech Mundo.
Conheça o TOP 20 da pesquisa:
1. Jesus Cristo
2. Napoleão Bonaparte
3. Maomé
4. William Shakespeare
5. Abraham Lincoln
6. George Washington
7. Adolf Hitler
8. Aristóteles
9. Alexandre, o Grande
10. Thomas Jefferson
11. Henrique VIII (Rei da Inglaterra)
12. Charles Darwin
13. Elizabeth I (Rainha da Inglaterra)
14. Karl Marx
15. Júlio César
16. Rainha Vitória
17. Martinnho Lutero
18. Joseph Stalin
19. Albert Einstein
20. Cristóvão Colombo
2. Napoleão Bonaparte
3. Maomé
4. William Shakespeare
5. Abraham Lincoln
6. George Washington
7. Adolf Hitler
8. Aristóteles
9. Alexandre, o Grande
10. Thomas Jefferson
11. Henrique VIII (Rei da Inglaterra)
12. Charles Darwin
13. Elizabeth I (Rainha da Inglaterra)
14. Karl Marx
15. Júlio César
16. Rainha Vitória
17. Martinnho Lutero
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19. Albert Einstein
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quarta-feira, 27 de junho de 2012
Justiça libera fotos de Xuxa nua em sites de pesquisa
O STJ (Superior Tribunal de Justiça) deu ganho de causa ao Google em uma
ação movida pela apresentadora Xuxa Meneghel. Imagens e vídeos em que
ela apareça nua ou encenando atos sexuais não poderão ser retirados dos
resultados da pesquisa.
Xuxa entrou em outubro de 2010 na Justiça do Rio pedindo que o site de
busca não mostrasse qualquer link de sites que a relacionassem com as
palavras "pornografia" e "pedofilia".
O julgamento em primeira instância acatou os argumentos da apresentadora
e pediu a suspensão do conteúdo --o que nunca ocorreu, já que o Google
entrou com recurso logo em seguida.
Quando o caso passou para análise do Tribunal de Justiça do Rio de
Janeiro, a apresentadora conseguiu que pelo menos duas imagens
específicas parassem de aparecer nos resultados.
Uma delas é uma montagem, em que há uma cena de sexo. O rosto de Xuxa
foi sobreposto ao de uma das pessoas da imagem e dá a impressão de que
ela estava praticando o ato. A outra faz parte das fotos publicadas pela
revista "Playboy" em 1982, quando Xuxa tinha 19 anos.
Desde 18 de fevereiro do ano passado, essas duas imagens deixaram de
aparecer quando o nome da apresentadora era colocado na ferramenta de
busca.
O STJ, no entanto, decidiu que os sites de pesquisa não podem ser
obrigados a limitar os resultados e que eles têm liberdade de manter o
conteúdo que encontrem, uma vez que são apenas o meio de acesso ao
conteúdo e não os responsáveis pela publicação. As buscas que incluírem
as fotos, antes suspensas, agora poderão acessá-las.
A relatora, ministra Nancy Andrighi, argumentou em seu voto que qualquer
tipo de restrição cercearia o direito das pessoas à informação. A
decisão se estende às demais companhias do setor e garante o mesmo
direito para outros sites de pesquisa.
Para o STJ, as pessoas que se sentirem ofendidas pelo conteúdo publicado
devem mover uma ação contra os autores da veiculação. Ou seja, Xuxa
teria de fazer um levantamento e acionar na Justiça todas as páginas que
publicam conteúdo que ela considerar ofensivo.
A apresentadora ainda pode recorrer da decisão no STF (Supremo Tribunal Federal).
Procurados pela reportagem, o Google não se pronunciou sobre o assunto, e
a assessoria de imprensa da apresentadora não foi localizada.
Fonte: folha
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