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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Eclipse da Lua pode ser visto hoje à noite em todo o Brasil

Fase máxima do eclipse está prevista paras as 22h44 de hoje (Horário de Brasília)
Fenômeno poderá ser visto em todo o Brasil e em países da Ásia, Europa, África, do Oriente Médio e das Américas do Sul e do Norte

A chegada da lua cheia, nesta sexta-feira (10), será marcada por um fenômeno conhecido como eclipse penumbral. Ele poderá ser visto em todo o Brasil e em países da Ásia, Europa, África, do Oriente Médio e das Américas do Sul e do Norte.
O eclipse penumbral é um fenômeno astronômico que ocorre quando a lua entra na região da penumbra da Terra e resulta em uma variação do brilho da lua que dificilmente é notada.
A sombra projetada pela Terra tem duas partes denominadas umbra e penumbra. A umbra é uma região em que não há iluminação direta do Sol e a penumbra é uma região em que apenas parte da iluminação é bloqueada.
Em Brasília e nas demais cidades em que está em vigor o horário de verão, o fenômeno tem início previsto para as 20h34. A fase máxima do eclipse está prevista paras as 22h44 de hoje.
Amanhã (11), será a vez de o cometa 45P/Honda-Mrkos-Pajdušáková passar relativamente próximo à Terra. Segundo o Observatório Astronômico de Lisboa, em Portugal, o cometa percorre uma órbita elítica de período curto, cruzando a órbita da Terra a cada 5,25 anos.
Desta vez, ele passará a uma distância de 12.431.583 quilômetros da Terra, ou seja, 32 vezes a distância da Terra à Lua. A passagem do cometa, no entanto, só poderá ser vista por meio de um telescópio.
De acordo com o observatório português, o cometa 45P/Honda-Mrkos-Pajdušáková foi descoberto em 5 de dezembro de 1948 por Minoru Honda. Posteriormente, foi detectado por Antonín Mrkos e Ludmila Pajdušáková em placas fotográficas, do Observatório Skalnate Pleso, na Eslováquia.
Agora RN

sexta-feira, 20 de março de 2015

Eclipse total do Sol é visto em arquipélago remoto da Noruega

Pessoas gritaram, comemoraram e aplaudiram quando Longyearbyen, a principal cidade de Svalbard, mergulhou na escuridão


Por Estadão Conteúdo
 

As centenas de pessoas que se dirigiram para o remoto arquipélago de Svalbard, na Noruega, foram contempladas com uma perfeita visão do eclipse nesta sexta-feira (20), quando a Lua bloqueou completamente o Sol, lançando uma sombra sobre o local.
Eclipse total do Sol é visto em arquipélago remoto da Noruega (Foto: Divulgação/Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação)
Eclipse total do Sol é visto em arquipélago remoto da Noruega (Foto: Divulgação/Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação)
As pessoas gritaram, comemoraram e aplaudiram quando Longyearbyen, a principal cidade de Svalbard, mergulhou na escuridão. O céu estava limpo, oferecendo uma ampla visão da coroa do Sol, um fino anel de raios ao redor da Lua, que só é visível durante um eclipse solar total.
Um grupo abriu garrafas de champanhe, afirmando que isso mantém a tradição dos eclipses solares. “Eu fiquei deslumbrada. Não acreditei!”, declarou Hilary Castle, de 58 anos, moradora de Londres. “Foi fabuloso, lindo e, ao mesmo tempo, um pouco estranho e muito curto”, disse Mary Rannestad, 60 anos, de Minnesota.
Um eclipse solar acontece quando a Lua se alinha entre o Sol e a Terra. Isso joga uma sombra lunar sobre a superfície da Terra e obscurece o Sol. Durante um eclipse parcial, apenas parte do Sol é bloqueado.
Embora algumas pessoas tenham conseguido ver exatamente o que queriam, outras não tiveram a mesma sorte. Uma série de nuvens sobre as Ilhas Faeroe, no Atlântico Norte, impediram que milhares de pessoas pudessem aproveitar a experiência.
As Ilhas Faroe e Svalbard são os únicos dois lugares onde o eclipse foi total. Cerca de 20 mil visitantes viajaram para os dois arquipélagos para ver o eclipse.
Apesar das nuvens nas ilhas Faroe, turistas e moradores em Tórshavn também saudaram e aplaudiram quando a luz foi embora por 2 minutos e 45 segundos.
“Foi uma grande decepção não conseguir ver o Sol”, disse Janaki Lund Jensen, que viajou de Copenhague com outras 884 pessoas para ver o eclipse. Quartos de hotel já estavam reservados havia anos.
Sigrun Skalagard, que estava na parte norte das Ilhas Faroe, disse que os pássaros ficaram em silêncio e os cães começaram a uivar. “Algumas pessoas ficaram surpresas em ver como ficou escuro rapidamente”, disse ela.
Um eclipse parcial pode ser visto nesta sexta-feira em toda a Europa e em partes da Ásia e da África. O escritório de meteorologia britânico disse que 95% do Sol ficou encoberto nas ilhas Hebrides, Orkneys e Shetland e um pouco menos mais ao sul, em Glasgow e Edimburgo.
Em Copenhague, o Sol ficou 85% encoberto, porcentual que foi de 80% na Suécia. O tempo nublado impediu que o fenômeno fosse bem visualizado em grandes partes do continente. Mas uma leve camada de nuvens permitiu que as pessoa em Estocolmo vissem o eclipse sem óculos protetores, já que o disco do Sol podia ser visto através do céu nublado.
O último eclipse total aconteceu em novembro de 2012 sobre a Austrália. O próximo acontecerá sobre a Indonésia em março de 2016, segundo a Nasa.

terça-feira, 15 de abril de 2014

Lua sangrenta é vista pelo mundo

 


Amantes da astronomia tiveram a chance de presenciar nesta madrugada um eclipse lunar total, fenômeno que não era visto há quase três anos.
A Lua, a Terra e o Sol ficaram em perfeito alinhamento, cobrindo a Lua na sombra da Terra, de cor âmbar.
Nesse momento, com a incidência da luz Sol, o satélite pode ser observado com tons avermelhados, o que deu ao fenômeno o nome “lua de sangue” ou “lua sangrenta”.
No Brasil, o eclipse pôde ser visto a partir das 3h, por cerca de 78 minutos, tendo seu pico às 4h45. O fenômeno foi mais perceptível em localidade da região Oeste.
O satélite ficou localizada entre a estrela Espiga, a mais brilhante da Constelação de Virgem, e o planeta Marte.
Este é primeiro de uma série de quatro eclipses lunares que deve ocorrer de seis em seis meses. A tétrade, como é chamada essa série pelos astrônomos, se repetirá apenas sete vezes no século XXI. O próximo eclipse total está previsto para o dia 8 de outubro. (Exame)

Robson Pires

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Nasa diz que 2014 será o "ano da Terra"

 

Imagem em alta resolução da Terra tirada pelo satélite Suomi NPP, o primeiro de uma nova geração de satélites que podem observar diversas facetas da planeta
Imagem em alta resolução da Terra tirada pelo satélite Suomi NPP, o primeiro de uma nova geração de satélites que podem observar diversas facetas da planeta (NASA)
 
Cinco missões serão lançadas para monitorar as mudanças climáticas no planeta
 
A agência espacial americana tem pela frente um 'grande ano' com o lançamento, pela primeira vez em mais de uma década, de cinco missões para o estudo da Terra, anunciou o diretor da Nasa, Charles Bolden.
As missões da Nasa terão como enfoque pesquisar e encontrar respostas para desafios críticos do planeta, como alterações climáticas, elevação do nível do mar e diminuição da disponibilidade de água doce. "Este será o ano da Terra. O enfoque no planeta que fará uma diferença significativa na vida dos povos no mundo todo", disse Bolden em uma declaração distribuída pela agência.

 A primeira missão em ciências da Terra é o Global Precipitation Measurement (GPM), um satélite que será lançado em 27 de fevereiro a bordo de um foguete japonês e cuja meta é monitorar a chuva e a neve no mundo todo. Em julho, entrará em órbita o Orbiting Carbon Observatory (OCO)-2, que fará medições precisas da emissão global de dióxido de carbono, gás que contribui com o efeito estufa e o aquecimento da atmosfera. Para novembro o calendário prevê o lançamento do satélite Soil Moisture Active Passive (SMAP), que recolherá dados da umidade do solo, com o objetivo de ajudar nas previsões da produtividade agropecuária, das condições meteorológicas e do clima.

Por fim, duas missões de estudos terrestres serão enviadas à ISS, uma em junho e outra em setembro, para monitorar ventos oceânicos, nuvens e aerossóis – fatores determinantes na pesquisa do clima e na previsão meteorológica. "Em nosso planeta, a água é um requisito essencial para a vida e a maioria das atividades humanas", declarou Michael Freilich, diretor da Divisão de Ciência da Terra da Nasa. "Devemos entender os detalhes de como a água se movimenta na atmosfera, nos oceanos e na terra se queremos prever as mudanças em nosso clima e a disponibilidade dos recursos de água."
Eclipse total da Lua

Um dos espetáculos mais bonitos esperados para este ano é o eclipse total da Lua, previsto para 15 de abril. A Lua vai entrar na região de sombra feita pela Terra, desaparecendo completamente do céu. O evento poderá ser observado em todo o Brasil, exceto o fim do espetáculo, quando a Lua reaparecer, pois já terá amanhecido por aqui.

O eclipse vai começar às 3h da manhã. Por volta das 4h, se inicia a fase total do eclipse, quando a Lua some atrás da sombra da Terra. Às 5h24, o satélite começa a sair da escuridão, e ressurge inteiramente às 6h33.

No dia 8 de outubro haverá outro eclipse total da Lua. Mas este terá início quando o dia estiver clareando para nós, por volta das 6 da manhã, de modo que a maior parte do território nacional não vai ver nada. Quem estiver no Amazonas, Acre, Roraima, Rondônia e em parte do Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará e Amapá pode conseguir observar o comecinho do evento.

Segundo Gustavo Rojas, astrofísico da Universidade Federal de São Carlos, apesar de comum, esse evento não ocorre anualmente, pois depende das configurações de ciclo da Terra, da Lua e do Sol. Em 2013, por exemplo, nenhum eclipse total lunar foi observado. Quando eles acontecem, costumam ser dois no mesmo ano.

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