domingo, 7 de agosto de 2016

Ex-presidente afastada não acredita na sua volta. Ela jogou a toalha: “Mesmo se pudesse, não voltaria para ficar”, diz Dilma

Rousseff defenderá, em carta aberta ao Senado, um plebiscito para a realização de novas eleições presidenciais


Dilma Rousseff já foi sondada por editoras interessadas em publicar o livro que escreverá quando deixar o Alvorada. Petistas próximos dizem que o objetivo será registrar, em primeira pessoa, os capítulos que culminaram no processo de impeachment. A presidente afastada já pensa nos próximos passos e mostra certa resignação. Questionada se voltaria a ser presidente, disse à Folha: “Mesmo se pudesse — e eu não poderia ser reeleita pela segunda vez –, não voltaria para ficar”.
Rousseff defenderá, em carta aberta ao Senado, um plebiscito para a realização de novas eleições presidenciais, por isso ela diz que não voltaria para ficar. Segundo ela, só um novo presidente unificaria a nação. Para a petista, Michel Temer não é “legítimo” para ocupar o Planalto.
Alguns ensaiam o argumento, antecipando o placar do julgamento: “Um livro sobre a primeira mulher eleita presidente do Brasil e a primeira mulher a ser sacada do poder”, arrisca um ex-ministro.
*Coluna Painel Folha de S.Paulo./ Agora RN

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