Amaury julgou o mandato “ilegítimo”, por achar que o cargo de prefeito deveria estar sendo ocupado pelo presidente da Câmara, Edivan Martins (PV).
O desembargador, o mesmo que determinou o afastamento da prefeita Micarla de Sousa, determinou nesta sexta (21) que, caso Edivan se negue a assumir a Prefeitura, terá que renunciar à Presidência da Câmara.
Thaisa Galvão

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