A principal reivindicação dos docentes é
a revisão do plano de carreiras. O sindicato defende que o atual modelo
não permite uma evolução satisfatória do professor ao longo da
profissão. A greve já dura mais de 15 dias.
No ano passado, o
governo fechou um acordo com a categoria. Ele previa a revisão do plano
de carreiras para 2013, além de um aumento de 4%, a partir de março, e a
incorporação de gratificações. Os dois últimos pontos já foram
concedidos, mas o novo plano continua pendente.
Na última semana,
o comando de greve tinha uma reunião de negociação marcada no
Ministério do Planejamento, mas o encontro foi adiado pelo próprio
governo. O sindicato diz que não recebeu nenhuma justificativa para o
cancelamento da reunião. O ministério informou, por meio da assessoria
de imprensa, que o encontro foi apenas adiado por razões de "agenda" e
será remarcado.
O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, fez
um apelo para que os professores retomem suas atividades e justificou o
atraso nas negociações por causa da morte, em janeiro, do secretário
executivo do Ministério do Planejamento, Duvanier Costa, que era
responsável pela negociação salarial de todo o serviço público federal.
* Fonte: Agência Brasil

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